Notas iniciais
Nossa! Aleluia! Esse capitulo está pronto há um bom tempo, mas eu não conseguia postar, sempre que tentava meu computador dava erro. Bem, está aí, bem grandinho para compesar essa demora :)

_ Grrrrrr. Ahhhhhhh! – tio Valter gemeu e urrou. – Minha casa! – ele agarrou a gola da blusa de Harry e o ergueu alguns centímetros do chão. – Seu moleque idiota! Olha o que você fez!


_ Valter, a culpa não é dele. – Petúnia falou devagar. Todos olharam para ela incrédulos. – Não dessa vez. Ele já viria.


_ Ele? O caminhão grande? – Valter elevou a voz para perguntar.


_ Não. O gigante. – disse Duda em algum ponto do jardim do vizinho.


_ Gigante? Petúnia, você acredita nisso?


_ Valter, você é um mortal sem o dom da visão, então não vê através da Névoa. Enfim, depois eu te explico. – a mulher suspirou. – Mas, realmente, não foi culpa dos bruxos. Foi culpa dos semideuses.


Ela pegou uma enxada de jardinagem e apontou para Annabeth e Nico, que estavam lado a lado.


_ É. – Hermione falou enquanto todos davam as mãos. – É hora de ir.


E sumiram, bem no momento em que Petúnia teria acertado a cabeça de Nico com a enxada.



Os doze apareceram próximo de uma cabine telefônica vermelha.


_ Londres. – Thalia constatou.


_ Exato. – Hermione confirmou. Ela tirou cinco frascos de vidro com um liquido de cor neutra dentro.


_ Poção Polissuco. – Rony disse.


_ É. – Hermione contemplou os fracos. – Acho que isso é o suficiente para todos.


_ E agora? – Percy perguntou. – O que agente faz?


_ Recolhemos fios de cabelos. – Harry falou.


Depois de explicarem como funcionava a poção para Annabeth, Percy, Nico, Thalia e Travis, todos se posicionaram em pontos estratégicos e esperaram as vítimas.


Após algum tempo, um armário de um galpão abandonado tinha cinco mulheres e seis homens adultos desacordados.


Eles se vestiram conforme mandava o personagem.


_ Eficiente. – Travis se olhou em um espelho quebrado que ficava na parede direita do galpão. O semideus era, agora, um homem de meia idade com cabelos cinzentos e ralos, o corpo gordo e flácido, os olhos parecendo os de um rato e um bigode marrom que lembrava um esquilo. – Sou Robert Gull.


_ E eu Amy Cork. – Gina disse em uma voz fina e alta que não era a sua. – Ugh. Eu tenho uma verruga gigante na testa!


Hermione guardou as roupas na bolsa e conduziu-os para a cabine telefônica.


_ Vamos em dois grupos. Primeiro as garotas depois os garotos. – Hermione falou entrando na cabine. As cinco garotas se espremeram lá dentro, muito desconfortáveis.


_ Que sorte que Rose Steve é muito magrela. – Roxanne se olhou assustada, suas pernas deviam dar o braço normal de Madge Blue, que era, agora, Thalia.


_ Rita Balder realmente precisa comer menos. – Annabeth apertou a grande barriga por baixo da blusa brega roxa.


_ Tá, estamos todas ridículas. – Gina finalizou. – Agora vamos trabalhar, ok?


_ 62442. – Hermione murmurou enquanto apertava esses números no telefone.


_ Ministério da Magia. Identificação. – a voz da atendente repercutiu pela cabine.


_ Margaret Philips, Amy Cork, Rose Steve, Madge Blue e Rita Balder. Viemos a trabalho.


De uma fresta abaixo do teclado do telefone, cinco crachás saíram, cada um tinha um nome e embaixo estava escrito A trabalho. As garotas colocaram estes em seus terninhos sem graça.


De repente, o chão despencou. Nenhuma delas gritou, mas só porque não houve tempo. Segundos depois elas se encontravam em um elevador parado no local mais impressionante que Annabeth conhecera desde que quis se tornar arquiteta.


Quando saíram do elevador, se depararam com um piso muito bem polido de madeira escura, o teto era azul-esverdeado com vários símbolos dourados que se moviam, as paredes eram de madeira enegrecida e possuíam várias lareiras pretas e, no centro, havia uma fonte com grandes estátuas douradas, a maior era um bruxo de olhar determinado e, ao seu lado, uma bruxa elegante; um elfo doméstico, um centauro e um duende estavam presentes ali e olhavam maravilhados para os dois. Em uma parede, havia um grande cartaz de Cornélio Fudge sorrindo e acenando, mas, o pior, é que o cartaz estava pendurado em estátuas de trouxas feridos, sofrendo e fazendo muito esforço para algo que não queriam.


_ Meus deuses, — Annabeth balbuciou. – Esse teto é um grande quadro de avisos no céu!


_ Olhem aquilo, — Hermione apontou para as estátuas que erguiam o cartaz do Ministro, ela estava indignada. – São trouxas.


O fluxo de bruxos não estava pequeno, mas, pelo menos, os garotos conseguiram encontrar as garotas.


_ Harry? – Roxanne perguntou para um homem magrelo e com cara de rato, seu crachá dizia Bob Mercure, a trabalho.


_ Sim. – ele respondeu. – O que fazemos?


_ Vamos encontrar a seção de bolas de cristal. – Hermione sussurrou. — Nono nível.


_ Departamento de Mistérios. – Rony constatou com um arrepio.


O olhar de Bob Mercure, Harry, era de profunda tristeza, como um rasgo no coração. Gina pegou sua mão.


_ Vamos. – ela disse e puxou o bruxo.


Hermione guiava-os para o elevador, Annabeth ao seu lado, comentando tudo ao seu redor. Percy, Nico e Travis estavam surpresos, mas não empolgados como Annabeth. Thalia, Dino, Roxanne e Rony conversavam e, fechando o cortejo, estava Gina praticamente arrastando Harry. Mas quem poderia culpa-lo? Foi ali que ele perdeu o padrinho, o último bruxo de sua família, seu grande amigo de todas as horas, Sirius Black.


Entraram no elevador com dois outros bruxos e Percy tratou de acertar a cabeça destes contra a parede e desacordá-los. Travis e Dino lacraram a porta do elevador até que este chegasse ao nível nove. Ninguém poderia vê-los indo para aquele departamento.


Quando o elevador parou, finalmente, no andar que eles queriam, Nico deslacrou a porta e eles saíram em uma sala deserta, quadrada e com sete portas idênticas, sendo uma a do elevador, que eles trataram de fechar novamente.


_ Cada uma dessas portas leva a um local diferente. – Hermione falou e abriu a porta a sua frente. – Sala dos Cérebros.


Todos se juntaram para olhar lá dentro, uma mesa de laboratório imensa cheia de vidros com cérebros de todas as cores e forma boiando em um líquido amarelado estava ali, prateleiras com mais desses em um canto, o local só tinha uma lâmpada, bem acima da mesa.


_ Essa não foi uma visão agradável. – Dino falou enquanto Hermione fechava a sala e agitava a varinha, um X roxo apareceu na frente da porta.


_ Próxima. – Percy disse agitado.


Na porta seguinte, havia um escritório vazio, ele era elegante tinha uma mesa de mogno e várias pranchetas espalhadas. Hermione marcou um X naquela sala e Travis se adiantou para abrir outra porta.


_ A Sala da Morte. – Gina disse e apertou a mão de Harry, que estava paralisado.


O local era uma arena circular e, bem no centro, havia uma espécie de palco onde um véu branco ondulava. O bruxo deu um passo para trás.


Rony fechou a porta correndo e Hermione marcou um novo X ali.


Harry ainda estava paralisado, mas os outros prosseguiram e, felizmente, a porta seguinte era a do Hall das Profecias.


_ Achamos. – Travis sorriu.


Os onze entraram e deram com uma sala imensa cheia de prateleiras imensas de ferro cada uma com umas quinhentas bolas de cristal.


_ Meus deuses. – Thalia falou.


_ COMO É QUE A GENTE VAI ACHAR A BOLA DE CRISTAL CORRETA ENTRE TODAS ESSAS? – Nico enfezou.


Todos olharam para Annabeth e Hermione, que deram de ombros.


Gina soltou um gemido cansado e decepcionado, sentou-se no chão, Rony sentou-se ao seu lado, os irmãos olharam para os outros aflitos, esperando por uma solução para o problema.


_ O que a gente faz? – Dino perguntou insistente. – Tem que ter uma resposta!


Ninguém disse nada. Um silêncio pesado tomou conta do local.


Minutos se passaram até que uma luz se acendeu na cabeça de Roxanne.


_ Já sei! – ela exclamou. Todos ficaram excitados, mas a garota tratou de conter a empolgação. – Quer dizer, só existe uma solução: procurar, mas já sei por onde devemos começar. Harry, qual era o número da bola de cristal da sua última profecia?


_ 94 ou 95, não tenho certeza...


_ Lógico! – Annabeth exclamou. – Se a profecia é para Harry deve estar no mesmo local onde a última dele estava.


Eles saíram correndo para a prateleira correta. Pararam.


O coração de Hermione acelerou quando viu a bola de vidro brilhando em azul e a placa em baixo, que dizia: Harry Potter, Hermione Granger, Dino Thomas, Ronald e Gina Weasley. Lord Voldemort.


_ Aí está. – as mãos trêmulas de Gina agarraram a bola. Uma névoa cor de pérola envolveu os cinco bruxos para qual a profecia era dedicada. Roxanne e os semideuses se afastaram, mas ainda ouviram a voz medonha sibilar:

Os bruxos já encontraram os aliados, mas falta, para ganhar a guerra, as duas partes da arma que pode ser usada dos dois lados. As filhas dos erros: a ponte e a indesejada são a diferença entre o bem e o mal. Só com a lâmina, meia lua, meio sol, e juntos um dos lados poderá derrotar os que juraram se vingar.


A névoa cessou, revelando os cinco bruxos confusos.


_ Essa profecia é como se fosse um complemento para a outra. – Thalia comentou.


_ É. Tem razão. – Hermione disse. – Agora, nós sabemos que temos que encontrar duas garotas, cada uma tem um pedaço de uma arma, só com ela nós dez, juntos, conseguiremos derrotar Cronos e Voldemort.


_ Próxima parada, — Dino olhou para Roxanne. – Casa de Lyra Bellux.


Não é preciso dizer que os olhos azul-esverdeados da garota saltaram para fora das órbitas. Depois, ela fixou seu olhar nos pés e murmurou:


_ Querem visitar minha mãe. Entendi.


_ Nós precisamos! Ela deve saber que arma é essa, quem são as filhas dos erros. – Annabeth explicou.


_ Mas ela não é a única que sabe! – Roxy gritou enraivecida e levantou o olhar para os amigos, que estavam perplexos. Logo, ela percebeu o erro. – Quer dizer... eu não sei de nada, ok? Mas é lógico que existem outras pessoas que sabem a verdade.


_ Só que a gente não sabe quem são. – Nico falou calmamente.


_ Sua mãe é meio que a nossa única opção. – Rony confirmou enquanto ajeitava o terno de Patrício, o homem de quem ele roubara o fio de cabelo.


_ Além do mais, — Harry continuou. – a gente só tem essa pista e não sabemos o que fazer.


_ Por favor, Roxy. – Hermione pediu.


_ Ela está em Godric’s Hollow vivendo em uma casa velha e pequena. Provavelmente perdeu quase toda a sua sanidade mental. – a garota, enfim, contou. – O número da casa 49 e ela vive sozinha, às quartas uma diarista vai limpar o local. Ela tem cabelos castanhos ondulados, como os meus, só que um pouco mais claros, olhos verdes e pele mais pálida que a minha. Pode não ser a pessoa mais sã ou simpática, mas sabe muita coisa. Tem esperanças de que meu pai volte para viver com ela, é jovem, têm uns 35 anos. Me considera a pior coisa que já aconteceu com ela.


_ Claro que não! Eu pensava que meu pai achava isso de mim, mas agora sei que não é assim. – Annabeth consolou-a


_ Bem, isso é com o seu pai. Aposto que ele nunca te disse que não te queria por perto ou que você era uma aberração. – Roxanne tinha os olhos vermelhos e marejados, mas sua expressão era de ódio. – Eu sei que vocês vão lá, independentemente do que eu diga, mas eu não vou junto.


_ Está sendo infantil... – Travis disse impaciente.


_ Hum... Legal. – a garota disse sarcasticamente sem nem ligar para o comentário. – Agora, vamos sair daqui. Vou voltar para Hogwarts, para o meu namorado, Maison, – ela olhou para o filho de Hermes. – e, não se preocupem, eu vou encobrir vocês.


_ Ótimo. – o semideus fingiu não ligar, mas dava para perceber que ficara chateado. – Vamos, então.


_ Mais alguém está sentindo uma tensão romântica no ar? – uma voz meio louca e afinada de uma mulher soou. Bellatrix Lestrange apareceu rindo. Todos, menos Roxanne e o filho de Hermes, conseguiram se esconder a tempo. – Olá, Robert. Olá, Rose. Não sabia que estavam tendo um caso.


Só aí que eles se tocaram que ainda estavam sobre o efeito da poção Polissuco.


_ Ah! Tudo bem. – Roxanne puxou Travis pelo braço. – É verdade, mas você não vai contar para ninguém, não é, Bella?


_ Claro que não, querida. – a Comensal riu. – Mas sobre o que falavam?Algo sobre Hogwarts, encobrir...


_ Bem, — a garota fez força para pensar, até que saiu: — Temos um filho!


_ Um... o quê? – Travis soltou sem querer, mas a bruxa pisou em seu pé, e o semideus entendeu, do jeito mais difícil. – É, temos um filho. Ele se chama Gale.


_ Isso. O caso é que a irmã de Robert está descobrindo tudo, então eu vou ter que voltar para Hogwarts e dar instruções a nossa criança de como agir caso a idiota chegue nele. Afinal, ele só tem onze aninhos e já tem que encobrir os pais.


_ Pois é, fofa. A vida anda difícil. – ela se aproximou deles malignamente. Roxanne não gostava nem um pouco do jeito como a mulher dizia fofa. – O Lord descobriu que ele e Cronos têm que encontrar duas garotas, mas ele não tem a menor ideia de quem é uma delas, a outra ele já descobriu.


_ Já? – a garota começou a soar frio. – Isso é fantástico.


_ Não é? Mas o difícil é que ela sumiu e a outra nem deu sinal de vida. –Bellatrix contou. – Mas e vocês dois? Deem um beijinho aí para eu ver.


_ Agora, não, Bella. Temos trab... – Roxanne começou, mas foi interrompida pelos lábios de Robert Gull. Ela se surpreendeu, mas correspondeu.


_ Que fofo. – a Comensal aplaudiu sarcasticamente quando os dois se soltaram, mas estes não estavam nem aí para ela, arfavam e se olhavam fixamente. Bellatrix começou a se virar para sair, mas voltou rapidamente, com um olhar desconfiado. – Mas, Rose, você não é casada? E, Robert, você não tem irmã, ontem mesmo eu li sua ficha.


Ela arregalou os olhos e sacou a varinha. Os três ficaram se encarando.


_ Avada Kedavra! – um raio verde saiu da varinha da mulher, mas Roxanne puxou Travis para trás de uma prateleira bem na hora.


Os dois correram na direção de onde os amigos estavam escondidos, mas eles já tinham começado a correr também, isso não passou despercebido por Bellatrix.


As prateleiras explodiam e bolas de cristal voavam por todos os lados.


Os dois conseguiram sair do Hall das Profecias e chegaram à sala quadrada e cheias de porta. Encontraram os amigos terminando de abrir a porta do elevador. Todos entraram e apertaram o botão para o Átrio, mas Bellatrix já entrara zunindo na sala e se aproximava do elevador.


_ Fecha porta! Fecha! – Percy exclamou nervoso.


Por sorte, a porta começou a se fechar, agora só faltava uma pequena frestinha...


A Comensal da Morte colocou o pé e impediu que o elevador se fechasse. Ela soltou uma risada diabólica. A porta voltou a se abrir quando Roxanne, em um movimento rápido, mas sem pensar, chutou a barriga da mulher que caiu no chão e liberou a porta.


Finalmente, os onze estavam seguros dentro do elevador.


_ Quase colou. – Travis comentou olhando para a monitora da Corvinal.


_ É. Quase. – ela enrubesceu.


Logo, eles chegaram ao Átrio, lá estava a fonte e as estátuas.


_ Ufa. – Annabeth soltou.


Mas o alívio durou pouco. As pessoas todas pararam e olharam para eles.


_ É Harry Potter! – alguém soltou e o barulho voltou com muita intensidade.


Os adolescentes se olharam, a transformação devia ter começado quando Bellatrix estava perseguindo-os, porque, sinceramente a bruxa nunca seria esperta o suficiente para sacar que eles, realmente, não eram Robert e Rose.


Apesar de que as conversas voltaram, as pessoas ainda estavam paradas, aparentemente chocadas com aquela aparição repentina.


_ O que faremos? – Percy sussurrou ao pé do ouvido de Annabeth, causando-lhe arrepios, mas ela estava muito nervosa para corar.


_ Acho que... CORREMOS! – a loira gritou e puxou o filho de Poseidon pela mão. Os outros o seguiram, desviando-se das pessoas pelo caminho.


Os onze chegaram ao elevador e conseguiram entrar nele sem maiores problemas, a segurança só chegou quando estavam todos acomodados e saindo do Ministério.


Mesmo assim, o grupo só parou de correr quando chegaram ao galpão, eles nem ligaram para os olhares curiosos dos trouxas em seus ternos largos.


_ Conseguimos. – Harry falou e tirou a bola de cristal do bolso. Depois, Rony pegou-a e tacou-a no chão. E era uma vez uma bola de cristal... No chão, uma poça de estilhaços.


_ Não! – Nico se ajoelhou no chão. – Tanto trabalho para não restar nenhuma lembrança!


Todos reviraram os olhos, rindo.


_ Bem, Niquito, fofo... – Annabeth falou. – se deixássemos a bola inteira e Voldemort, por acaso, sei lá, a encontrasse?


_ Tudo bem, mas é duro. – o filho de Hades se levantou e comentou.


Eles desamarraram os reféns, que ainda dormiam, e vestiram suas antigas roupas.


Na rua, Dino perguntou:


_ Então, Roxy, você não vem mesmo?


_ Não posso. – ela suspirou. – Não consigo. Mas um aviso: minha mãe gosta de ser enigmática, é rude, nunca irá dar a vocês uma resposta direta. Ou seja, vocês vão conseguir uma pista importante – a garota tinha uma expressão triste e preocupada. – ou vão ficar ainda mais confusos e desamparados.


_ Vai voltar para Hogwarts? – Annabeth perguntou.


_ É, né? – Roxanne deu de ombros. – Eu invento alguma coisa.


Gina se adiantou e deu-lhe um abraço, os outros fizeram o mesmo, com exceção de Travis.


_ Mande um alô para o seu namorado. – ele disse carrancudo.


A garota riu e revirou os olhos. Ela, surpreendendo totalmente o semideus, beijou sua bochecha.


_ Pode deixar. Vou dizer a ele.


Antes que o filho de Hermes processasse o ocorrido, a garota desapareceu.


Notas finais
Rewiens, por favor!