Unexpected Love
14 Capítulo 4 (Parte II) {Sirius}
Notas iniciais
Como estão?(Querendo me decapitar por causa da demora né?)
Me desculpem!!! A culpa não foi minha.... =(
Vamos atribuir isso a 3 fatores:
1 - Deixei trabalho acumular e acabei me f*r*a*n*o bonito. Tive que trabalhar até tarde.
2 - Essa semana foi a minha ultima aula no curso de inglês... Agora preciso estudar pois tenho 2 provas... preciso me esforçar pq a tonta aqui fez o favor de ir mal na outra prova... ai já viu né?
3 - Christian Grey e seus 50 Tons... Meu pai do céu(:O)# Choque.
Nunca vi uma ou li uma coisa dessas na minha vida!!! Mas eu simplesmente viciei tanto que li o livro em 3 dias. Ai eu vi que nada mais nada menos que Ian Fantástico Somerhalder está cotado para interpretar ele no cinema... Ai eu fico sonhando acordada...
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Deixa eu prestar atenção na vida .....
Depois das minhas desculpas esfarrapadas espero que vc's me perdoem. Vamos ao que interessa. Ao Sirius maravilhoso Black.
"Nenhum Grey da vida te desbanca meu lindo *-*"
– Pensei que iríamos em um vôo comum. – disse Marlene, depois que ela e Sirius se acomodaram no avião de uso exclusivo da família Black/Potter.
Ele sorriu.
– Eu acho essa maneira de viajar mais eficiente.
– Já que sou a perdedora. Como vou ter que pagar por esse vôo?
– Não precisa. O uso do avião é um beneficio que os membros da família têm. Mas não se preocupe, fiz as reservas no seu nome.
– Ah Sirius... Você é tão gentil. – Marlene ironizou.
– Esse é apenas mais um dos meus charmes.
Marlene balançou a cabeça em negativa.
– Como vai ser o nosso fim de semana? – ela perguntou.
– Vamos dormir cedo hoje, já que tivemos um dia agitado. Amanhã vamos conhecer o lugar antes de ir para a praia.
Marlene não disse nada. Não podia negar que aquela viagem seria a realização de um sonho. Sempre quis conhecer o Havaí.
Sem se importar com o silêncio por parte dela, Sirius continuou a falar:
– Estou levando litros de protetor solar e posso passar por todo seu corpo, se você quiser. Claro que eu espero receber o mesmo tratamento da sua parte...
Marlene olhou para ele por um longo tempo, deixando o silêncio responder por ela.
– Sabe Sirius, gostei mais de você nesses últimos dias, quando não tive que ouvir essas besteiras que saem da sua boca.
– Gostou de mim? Não sei se vou agüentar a emoção de saber disso. Quer dizer que ganhei pontos com você?
Marlene apenas revirou os olhos sem dizer nada.
***
Quando desembarcaram e chegaram ao hotel, Marlene ficou impressionada com o luxo do lugar.
– Puxa... Parece que você gosta de esbanjar quando está gastando o dinheiro dos outros. – ela disse.
– Tenho certeza que você vai conseguir pagar.
Depois de confirmarem as reservas, os dois foram até os quartos. Sirius entregou a chave para ela.
– Aquele ali é o seu. – disse ele apontando a porta a esquerda. – O da direita é o meu.
– Tudo bem então. Boa noite.
Dizendo isso ela entrou no quarto e fechou a porta logo depois.
***
Na manhã seguinte, Marlene acordou de bom humor. Era impossível ficar indiferente a linda paisagem que viu ao abrir a cortina do quarto.
A água do mar era incrivelmente azul, e ela nunca viu uma areia tão branca. Mal podia esperar para mergulhar naquela água e se bronzear no sol.
Ao vestir o biquíni e se olhar no espelho, ficou um pouco preocupada. O biquíni mostrava mais do que deveria.
Ela saiu para a varanda e olhou mais uma vez para o mar. Tinha alguém na água. Era um homem. E parecia que tinha passado a vida toda naquele lugar. Tinha a pele morena e um corpo capaz de tirar o fôlego de qualquer mulher. Como se não bastasse aqueles cabelos escuros um pouco compridos brilhando ao sol pareciam...
Mas aquele era o Sirius, Marlene percebeu sentindo o rosto corar, mesmo estando sozinha.
Ela se deu conta de que não poderia passar o restante do dia ali parada. Calçou os chinelos e desceu para a praia.
– Ora. Se não é o outro sol surgindo na minha manhã. – disse Sirius ao vê-la caminhar na direção dele.
– Parece que você já conseguiu se bronzear bem.
– Mais ou menos. A minha pele ajuda. Você por outro lado vai ter que tomar muito cuidado para não ficar parecendo um camarão. Tem a pele bem clarinha.
– Eu sei. Vou tomar cuidado. Trouxe o protetor solar?
Sirius pegou o frasco de protetor que ele tinha levado e abriu.
– Vira que eu vou passar na suas costas. – ele disse.
Mesmo contra vontade, ela se virou. E ela teve que reprimir um tremor ao sentir a mão dele encostar na pele dela.
Ele espalhou o creme com rapidez, e quando chegou na base das costas dela, se afastou.
– Pode deixar que eu termino. – ela disse
– Tudo bem. Vou até o meu quarto pegar outro. Volto já.
Dizendo isso ele saiu andando. Marlene tinha que admitir que era uma visão e tanto Sirius vestindo apenas uma sunga.
Indignada com seus próprios pensamentos desviou o olhar. Sirius e ela eram apenas duas pessoas que não tinham nada em comum. Não tinham histórias parecidas, nem estilo de vida e muito menos sonhos com relação ao futuro.
A única coisa que não podia esquecer era que ele havia planejado aquela viagem com o intuito de, provavelmente, de seduzi-la.
***
À noite, na hora do jantar. Marlene já não conseguia imaginar por que seria tão ruim se envolver com Sirius.
Ele havia se comportado muito bem.
Depois de jantarem, Sirius perguntou:
– O que você acha de caminharmos pela praia? A lua está cheia. Deve estar bem claro lá fora.
– Parece uma ótima idéia.
Quando saíram do restaurante do hotel em direção a praia, ela percebeu que não eram as únicas pessoas que haviam decidido caminhar pela areia. Ficou surpresa quando Sirius segurou sua mão, mas não interrompeu o contato.
– Faz dois anos que nos conhecemos Lene. E eu não sei quase nada sobre você. – ele disse. – Você nasceu em Bristol?
– Não. Eu nasci em Oxford. Meu pai era advogado também. Ele morreu em um acidente de carro, quando eu ainda estava na faculdade.
– Sinto muito. Família é importante. É filha única?
– Não. Eu tenho um irmão mais velho.
– Vê ele com freqüência?
– Infelizmente não. Ele viaja muito a trabalho e mora em Durhan. Minha mãe mora perto dele, por que ela quer estar sempre em contato com os meus sobrinhos. Ela se dá muito bem com a minha cunhada.
– E você? – Sirius perguntou.
– Eu o que?
– Não quer ter uma família?
– Digamos que eu não me considero qualificada para formar uma. Nunca tive inclinação para cuidar de uma casa e nem de bebês.
– Você é uma mulher inteiramente profissional
– Sim.
– Isso não quer dizer que não possa ter um marido.
– Por quê? Está se candidatando ao cargo?
Ele riu.
– Só fazendo uma pesquisa.
– E você? Quando pretende dar netos aos seus pais? – ela perguntou.
– Um dia, talvez. E também acho que eles não estão com tanta pressa.
– Você não se vê como pai?
– Nunca parei para pensar nisso. Acho que o nascimento de uma criança tem que ser de comum acordo dos pais.
– Pelo menos nisso nos dois concordamos.
– Concordamos em muitas coisas, amorzinho.
Dizendo isso ele parou de andar e enlaçou a cintura dela.
Ele olhou por um longo momento o rosto dela antes de voltar a falar.
– Você é linda Marlene. E eu não consigo mais ficar perto de você, sem te tocar.
Ela não disse nada, apenas ficou olhando nos olhos dele.
– Eu preciso te beijar. – ele continuou a falar.
Ela conteve o fôlego quando o rosto de Sirius foi ficando cada vez mais próximo. O beijo dele era possessivo. Como se estivesse pedindo por algo que ela não estava disposta a oferecer.
– Sirius... – ela sussurrou.
– Fica quietinha... Deixa eu aproveitar. Eu queria fazer isso há muito tempo.
Ele voltou a beijá-la e Marlene se esqueceu da promessa que havia feito a si mesma.
Notas finais
Como eu demorei muito pra postar esse aqui, o próximo eu prometo postar assim que souber a importantíssima opinião de vc's...
Até lá ♥
Bjs :*
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PS : Cenas hots no próximo capitulo.
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