Undue Sexual Pleasures
8 Prazerosa Terça-Feira.
Notas iniciais
Eu estava perdido. Não geograficamente, eu me encontro no meu quarto, olhando as mesmas paredes e a mesma cama a uma hora, mas ainda me sentindo perdido.
Perdido no espaço tempo... talvez. O fato é que estou atrasado para a aula, e não seria uma aula normal, seria talvez a melhor aula da minha vida. Aula sobre.... sexo. E minha professora seria Isabella Swan. Para o bem da nação, ontem ela me convidou para que eu a acompanhasse no café da manhã, faltando a aula e depois ela... nós? Faríamos isso, ontem ela tinha me levado ao meu limite, com fotos extremamente ginecológicas em diversas poses e mensagens de cunho extremamente sensual, ela era mais ousada assim, por mensagem, e eu... menos tímido, mas ainda o Edward.
O chato Edward. Que iria transar com Isabella Swan hoje, deixei o pensamento passar por um momento e balancei a cabeça sorrindo.
O que se veste para ir à casa de alguém? Minha confusão voltou. Peguei uma calça jeans normal, camisa e um suéter marrom, eram peças que eu usava normalmente na escola, a quanto tempo eu não me olho no espelho? Fui ate o banheiro e me encarei, eu sou apenas muito... feio. Como ela pode me querer? Ouvi uma buzina e me encarei em pânico, já eram sete horas?
Merda.
Corri em direção ao quarto e peguei meias colocando-as rapidamente com meu tênis, eu estava fodido de atraso. Eu não deveria deixa-la esperando, ela é boa demais para mim e eu tenho que lembrar disso constantemente.
Desci com a bolsa nas costas.
— Vai de carona? Aconteceu algo com a picape?
Meu pai disse levantando as sobrancelhas sentado na mesa, eu poderia apontar que ele sabia que eu não estava indo para a aula, mas não tem como isso acontecer, ele não tem superpoderes ou algo do tipo.
Limpei a garganta. Eu escovei os dentes? Não consigo me lembrar.
— Não. Eu tenho que fazer um trabalho e ela veio me buscar.
Deve ser a primeira vez que eu minto para faltar a aula, primeiras vezes são geralmente ruins... engoli em seco, minha boca cheirava a hortelã, definitivamente dentes escovados.
Meu pai sorriu.
Ele sabia? Merda, eu sou péssimo em mentiras.
— Ela? Por acaso ela seria a Miss Swan que estava seminua no seu quarto ontem?
Grande... fofoca, minha mãe não tinha comentado sobre o ocorrido comigo, mas com certeza ela tinha contado para o meu pai, praguejei.
— Sim. É ela.
Ele estreitou os olhos.
— Você está indo mesmo para a aula? Olhe para mim quando responder.
Sua voz foi autoritária. Engoli em seco. Eu não poderia mentir, não com ele assim.
— Não.
Murmurei, a buzina soou lá fora mais uma vez.
— Use camisinha.
Alertou, corei correndo para a porta, ele não me impediu.
— Bom dia Edward. Estamos atrasados para a aula — Bella falou seriamente assim que eu me aproximei, ri e entrei em seu carro.
— Meu pai sabe.
Revelei, ela corou.
— Sabe o que estamos indo fazer? Você contou?
— Ele descobriu — suspirei — minha mãe disse que me viu com você ontem, ele apenas juntou os pontos.
Ela abaixou a cabeça sorrindo.
— Ele é médico, não é? Ele te deu camisinhas?
Ela riu e deu partida no carro, seu motor silencioso era quase um balsamo para os meus ouvidos atormentados pela picape.
— Não, mas ele me disse para usa-las... — Eu não tenho nenhuma, seria de bom tom perguntar se ela tem?
— Eu comprei uma caixa ontem — ela piscou, uma caixa? Engoli em seco e fiquei um momento em silencio.
— Você é boa nisso... na direção...
Comentei vendo-a dirigir com facilidade com uma mão só.
— Sou boa em muitas coisas Edward.
Sua voz me deixava promessas, meu corpo arrepiou;
Nós ficamos em silencio por um momento até ela parar o carro, isso foi rápido, ela desceu do carro e fiz o mesmo, seguindo-a para a grande casa branca. Como o resto das pessoas da escola eu não sabia onde ela morava, era uma casa normal para o que eu imaginava, um pouco maior do que a minha e com mais um andar, vendo a direção de meu olhar para o último andar ela disse:
— Meu pai fez uma reforma... o terceiro andar é todo meu, ele nunca vai lá.
— Você tem um andar só seu?
Ela sempre tem que ser tão... perfeita?
— Sim — Ela corou — minha mãe teve participação nisso, eles queriam me agradar.
— Um belo agrado — Concordei quando ela abriu a porta. Sua sala estava decorada com flores frescas que combinavam com o ambiente, paredes claras e moveis escuros a sala tinha um toque feminino, um toque dela, assim que entrei tive que lidar com a confusão de ter seus braços ao redor de meu pescoço e seu corpo pressionado no meu, cai de modo que ficasse encostado na porta e a beijei de volta, com vontade, querendo ser um pouco mais ousado coloquei as mãos na sua cintura, me faltou coragem para desce-las, mas eu as apertei enquanto ela se esfregava em mim.
Eu tinha medo fundado de ser tão ruim hoje que talvez eu nunca mais a beijasse.
— Vamos subir.
Sussurrou, e subimos dois longos lances de estada, minhas pernas doíam mais pelo esforço de ver seu bumbum perfeito na minha frente do que pelos infinitos degraus, assim que chegamos no terceiro andar, eu notei o ambiente que parecia mais novo do que o resto da casa.
Era como uma grande sala com três portas ao fundo. Perto de mim havia um computador, uma grande estante de livros, televisão e um sofá rosa claro, os moveis eram extremamente harmoniosos com o carpete e cortinas, todos em diferentes tons de bege até quase marrom, as paredes eram brancas e com algumas flores rosas desenhadas, era tudo muito delicado e feminino. Ela puxou minha mão para a primeira porta e depois apontou para as outras duas.
— Banheiro e closet, depois eu te faço um tour — sorriu sapeca — temos coisas mais importantes para fazer.
Ela me puxou para seu quarto, quando entramos imediatamente o reconheci de suas fotos e vídeos, sua varanda ao fundo dava um ar mais novo, estava frio e por isso a cortina estava balançando, meu corpo arrepiou quando entrei no ambiente gélido.
— Droga! Desculpe, eu deveria ter fechado isso.
Ela correu para a sua porta balcão enquanto eu olhava o ambiente, eu nunca tinha estado em um quarto de uma menina antes, e nunca imaginei estar no dela, isso é pessoal demais.
Eu nunca imaginei nem nos meus melhores sonhos.
— Está tenso?
Ela se moveu sem que eu percebesse e parou atrás de mim.
— Estou nervoso.
— Não precisa fazer isso hoje, sabe que eu vou entender.
Respirei fundo e fui sincero.
— Fazer isso com você é como um sonho.
— Já imaginou que eu tiraria sua virgindade?
Suas mãos escorregaram por meu abdômen e peito, fazendo uma caricia forte, meu coração começou a martelar no meu peito e ela deve ter sentido, constrangedor.
— Sim.
Minha voz saiu baixa e grave, pigarreei, ela foi andando com seu corpo pressionado no meu, me fazendo andar também, chegamos na beira da cama e meu corpo foi arremessado.
Me virei confuso para olhar para ela que sorria.
— Não fique nervoso, você vai gostar... sente aqui.
Apontou para aponta da cama, me estiquei para que meus pés tocassem o chão e fiquei sentado em sua cama, minha confusão se dissipou quando eu a vi se ajoelhando na minha frente.
Caralho, ela iria?
— O que?
Guinchei, ela riu alto.
— Hoje é sobre você Edward, vou realizar todos os seus sonhos, levante seus quadris — pediu, seus olhos verdes me olhando maliciosos.
Soltei um gemido e levantei os quadris.
Senti suas mãos puxando minhas calças e cuecas, tão errado, ela fez seu trabalho para me deixar nu da cintura para baixo, se livrando dos tênis, meias e de todo o resto, meu corpo estava elétrico, e eu estou tão duro que chega a ser constrangedor, eu sou como uma pedra em suas mãos habilidosas, quando ela me tocou eu gemi caindo para trás.
— Seu pau é lindo Edward.
Mãos tão macias, tão boas.
— Não, eu quero que você olhe.
Repreendeu.
Engoli em seco olhando para frente, respirei fundo encarando seu teto e reunindo coragem para olhar para seu rosto, ela estava linda e de boca aberta.
Quando ela me tomou quase inteiro eu desfaleci em sua boca, ofeguei buscando por ar e por controle, que eu não tinha, segurei minha barriga como se eu estivesse tendo uma contração, ela pareceu notar e levantou suas mãos para apalpar minhas coxas e abdômen, sua boca era molhada e quente, suas mãos macias e sabiam onde tocar, seu rosto era impecável e ela sabia o que estava fazendo, seus movimentos foram certeiros e rápidos, ela me sugou com força e foi a melhor fodida sensação que eu já senti na minha vida, meus olhos reviraram e eu vim em sua boca com uma enxurrada de vergonha.
Eu não consegui me segurar, será que ela me acharia nojento? Minha respiração ofegante combinou perfeitamente com meus músculos retesados, acho que eu estava suando muito quando cai em sua cama pronto para ouvir um xingo ou coisa parecida, mas nada. Respirei fundo antes de olhar para ela e ela estava nua.
Porra.
Se em seu vídeo ela já era a perfeição, na vida real sua beleza me baqueava, ela estava tirando a calcinha e quando me viu olhando, piscou.
— Eu.... me desculpe.
Ela me olhou confusa.
— Está pedindo desculpas por gozar?
Corei, minha respiração ficou irregular novamente.
— Na sua boca, você não acha nojento?
Ela me olhou como se eu fosse um extraterrestre.
— Não, você acha?
— Não.
Me apressei em negar, ela chegou perto de mim e me empurrou novamente, dessa vez seu corpo caiu por cima do meu.
— E se eu te beijar?
Provar seu próprio gosto? Isso é excêntrico, mas é o que a maioria dos casais geralmente faz certo? Não imagino algum deles parando seu sexo para escovar os dentes, para provar a ela que eu não me sentia com nojo eu a beijei forte, foi inevitável a curiosidade que me atingiu assim que meus lábios encostaram nos seus, mas sua boca estava com gosto normal, gosto de Bella.
Ela se sentou em cima de mim e começou a puxar meu suéter e camisa para cima e quando conseguiu éramos dois corpos nus embolados em sua cama e perdidos um no outro, eu já estava duro novamente, isso foi simplesmente rápido.
Ela é melhor do que qualquer estimulante do mundo, a coisa mais sexy do mundo.
— Porque você não brinca com o meu corpo Edward?
Sussurrou no meu ouvido, soltei um gemido alto e constrangedor, e subi minhas mãos para seus seios perfeitos, apertei um pouco com medo de machuca-la ou faze-la fica desconfortável, ela segurou minhas mãos e apertou com mais força soltando um gemido fraco no processo. Desci minhas mãos curiosas até o meio de suas pernas, ela as abriu e caiu na cama a minha frente.
Oh? Ela queria?
Eu não saberia fazer isso, mas eu tentaria. Eu queria fazer... eu só precisava saber como, segurei suas coxas por um momento e beijei sua barriga, minha língua escorregou até quase a sua boceta brilhante e tentadora, mas antes que eu chegasse a vê-la ela puxou minha cabeça me fazendo encara-la, ela estava com seu biquinho.
— Você pode apenas olhar garotão.
Corei e abaixei a cabeça, ela não queria afinal?
— Desculpe, eu pensei que você quisesse...
Ela rolou os olhos e se levantou da cama.
— Edward, se você me pedir desculpas mais uma vez eu vou te mandar para casa com seu pau duro.
Engasguei enquanto ela abria uma gaveta e retirava uma caixa preta, gemi internamente até ler o titulo ‘preservativo de látex’ em forma de neon, ela puxou uma fileira e jogou por trás do travesseiro, peguei um pacote e desembrulhei.
Isso eu sabia fazer, pensei enquanto vestia a camisinha no meu pênis duro, dei algumas bombeadas para testar se não sairia.
— Uma pena porque eu gostaria de tê-lo colocado com a minha boca.
Ela estava atrás de mim, com seu rosto do lado do meu, seus seios roçaram nas minhas costas, corei.
— Eu posso tirar se quiser.
— Oh não, temos mais diversão pela frente Edward.
Ela se puxou para trás da cama e eu me obriguei a segui-la, eu não queria ser um bonequinho em suas mãos nesse ato todo, mesmo sabendo que eu era, ela se posicionou na em cima de mim, seus peitos lindos no meu rosto e eu não resisti a passar a minha língua por um deles, ela gemeu e se remexeu, fazendo com que eu acabasse com a língua no outro.
— Chupe para mim enquanto eu sento em você.
Arregalei os olhos tanto por suas palavras quanto por sua próxima ação, ela foi descendo lentamente até que eu estivesse gloriosamente dentro dela, e isso era como o paraíso, quente e estreito, era como se eu conseguisse sentir seu corpo pulsando em volta do meu pênis, apertei meus olhos perdendo um pouco o folego, eu já estava pronto para gozar e ela nem tinha se movido ainda.
Patético.
Seu corpo estava milimetricamente apoiado no meu, enquanto estávamos unidos, resolvi tomar uma coragem e comecei a apalpa-la, ela pareceu gostar e começou a se movimentar lentamente, quando eu encarei seus olhos eles transmitiam fogo, ela era brasa. Seus cabelos caíram por cima de seu rosto quando ela começou a acelerar o ritmo, minha mão esquerda estava em seu quadril e a direita tocava sua perna, eu gemia inconscientemente de que estava-o fazendo.
Seu ritmo ficou mais rápido, quando seus seios começaram a pular diante de meu rosto o mundo exterior foi esquecido e eu apenas me concentrei nela, ela subia e descia, seus peitos subiam para a minha boca e desciam novamente, suas pernas faziam movimentos com as minhas mãos, suas mãos desciam entre o colchão e meu peito. Ela fazia com força e é maravilhoso. Eu estava tão perdido em sua perfeição que não reconheci o meu orgasmo vindo, meus dedos começaram a retorcer e formigar. É uma sensação de urgência, eu preciso tanto dela.
Seu rosto foi jogado para trás quando ela tocou a si própria, seu corpo se afastou do meu e protestei quando a vi se curvando, tocando a si mesma e cavalgando em cima de mim, rápido e forte, ela gemeu alto e eu vim nesse momento, toda a sensação de urgência sendo transformada gradativamente em um êxtase e cansaço, seu corpo caiu por cima do meu, minhas mãos ainda apertavam suas coxas perfeitas com força.
Minha garota tinha seu mérito, ela obteve seu prazer e o meu e eu não estava surpreso, Isabella Swan é mesmo perfeita afinal. Ela é uma deusa e eu sou o homem mais sortudo vivo. Nossos corpos ainda estavam conectados e suados quando eu respirei fundo e disse:
— Obrigada.
— O prazer foi todo meu — Ela murmurou no meu peito.
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