Undue Sexual Pleasures
12 O Feio Edward.
Notas iniciais
POV Edward:
Eu cheguei na casa de Bella na hora marcada por ela, eu duvidava que isso incluía estudos com ela disse, mas... eu não poderia negar um tempo com ela, assim que entrei com a minha cópia da chave eu não a vi imediatamente.
— Bella?
Chamei, ela não deve ter escutado. Subi as escadas até seu quarto-sala e assim que cheguei eu a vi parada olhando para mim.
— Bom dia melhor namorada do mundo — Beijei seus lábios enquanto ela me puxava para sentarmos juntos no sofá, ela limpou a garganta e me encarou por um momento.
— Bom dia melhor-namorado-mentiroso do mundo
A olhei confuso.
— Mentiroso?
Ela ainda mantinha seus olhos nos meus quando disse.
— Sim, você mentiu.
Levantei uma sobrancelha.
— Quando eu menti?
— Quando me disse que não conhecia Kate.
Afastei-me de seu corpo como se ela estivesse pegando fogo.
—Eu... não a conheço.
Ela rosnou.
— Pare de mentir para mim Edward.
— O que ela te contou?
Eu não gostaria de reviver minha breve e trágica história com Kate Hale. Era... trágica.
— Eu fui contar para ela sobre nós e ela me disse que já o conhecia e que tinha boas lembranças.
Oh claro, boas lembranças da época que ela me humilhou até eu chorar em posição fetal em minha cama. Meu corpo ficou aceso de raiva, ela é definitivamente maldosa.
— Ela é sua amiga?
— Bom, ela é prima de Rose... e nós acabamos saindo juntas algumas vezes, onde você conheceu ela?
Suspirei.
— Você é muito amiga de Tanya Hale?
— Sim, de Tanya e Rose, elas sabem de onde você conhece Kate?
— Sim, pelo menos eu sei que Tanya sabe. lembra-se quando você me perguntou sobre o meu primeiro beijo?
Ela respirou fundo.
— Você deu seu primeiro beijo com a Tanya? Ou com Rose? Droga Edward!
Gemi jogando as mãos para o alto, era difícil falar disso com ela.
— Dei meu primeiro beijo com Kate Hale.
— Você já beijou a Kate? Como você simplesmente me escondeu isso? explique-se
— Eu estava na sétima série? Eu não me lembro muito bem, eu quis apagar isso — admiti — lembro que Rosálie e Tanya eram da minha sala e eu tinha uma paixonite por ela.
— Pela Rose?
— Tanya.
Corrigi, ela fez uma careta.
— Éramos crianças — comecei em minha própria defesa, não que eu precisasse, eu fui meio que a vítima delas — era aniversario da irmã mais velha de Tanya, o que seria Kate e fomos convidados para irmos tomar sorvete na casa dela, eu juro que pensei que era só sorvete — apressei a acrescentar para seus olhos estreitos.
— Você deu a Kate um beijo de aniversário? Porque você foi convidado para a festa?
— Nós éramos da mesma sala, todo mundo foi convidado.
Ela retorceu os lábios, isso é como ciúme?
— Está com ciúme? De mim?
Ela revirou os olhos.
— Ciúme é normal, agora continue.
Ri um pouco abismado.
— Como se alguém fosse me querer além de você.
Ela me encarou cinicamente.
— Kate quis.
Acusou, respirei fundo.
— Tudo bem, estávamos na casa de Tanya e elas inventaram de jogar o jogo da garrafa... nós éramos da sétima série e eu acho que é quase normal dar o seu primeiro beijo nessa época.
Ela pensou um pouco antes de falar.
— Você acabou beijando logo a aniversariante? Isso é péssimo.
Gemi audivelmente.
— Sim, foi péssimo, enfim a garrafa parou em Kate e eu lhe dei um selinho, fim da história.
— Não — Negou com a cabeça — eu me lembro que você disse que ela disse que você não era bom, eu quero saber a história toda Edward, chega de mentir para mim.
Isabella estava apertando os meus botões, eu não gosto de me lembrar desse dia, ela apenas não poderia deixar para lá? Ela realmente quer falar de mentiras?
— Mentira? Eu não estou mentindo, você mentiu para mim.
Ela levantou as sobrancelhas.
— Eu menti?
— Você disse que parou de concorrer em concursos de beleza porque cresceu e achava desinteressante e chato, não que você estava envolvida com drogas.
No momento em que as palavras saíram elas viraram ácido na minha boca, eu sabia que ia me arrepender. Ela se levantou irada.
— Quem te disse isso?
— Emmett.
— Ele não tem a porra do direito de fazer isso.
— Não brigue com ele — pedi.
Ela suspirou se sentando no sofá, ficamos um momento em silencio até ela quebra-lo.
— Eu usava drogas.
Engoli em seco.
— E quando você parou de usa-las?
Ela abaixou a cabeça com vergonha.
— Eu não parei totalmente.
— Você usa drogas? Usou desde que me conheceu?
Ela negou e fechou os olhos.
— Eu não sou uma viciada nojenta ou algo parecido.
Ela apressou em negar, eu a olhei com pesar.
— Isso é exatamente o que um viciado diria.
Ela gemeu.
— Eu posso parar quando eu quiser, acredite em mim. Eu andava sozinha Edward. Pode parecer ridículo, mas me aliviava um pouco, você já fez isso? você conhece a sensação?
Neguei apressadamente.
Ela se levantou em silencio e foi para seu quarto. Esperei pacientemente que ela voltasse, eu não queria apertar seus botões como ela tinha feito comigo eu já estava arrependido de ter trazido esse tópico à tona. ela voltou segurando algo que até então eu nunca tinha visto na vida real.
— Jogue isso fora.
Pedi. Ela se sentou do meu lado.
—São os meus últimos e eu prometo que nunca mais vou compra-los, se...
Eu a encarei em descrença.
— Se?
— Você me ajudar a acabar com eles.
Me afastei como se ela estivesse pegando fogo, tão errado.
— Isso não.
Ela me olhou com os olhos estreitos.
— Vamos Edward, você precisa ter essa experiencia na sua vida, ninguém vai saber.
— Maconha queima os neurônios e causa impotência sexual e...
Comecei a recitar e ela me ignorou, ascendendo um cigarro, eu não estava considerando isso, mas eu não a deixaria sozinha também.
— Então eu vou acaba-los com eles sozinha, se eu ficar muito mal me coloque na cama? Obrigada.
Ela estava acabando com eles. Se ela me prometesse que nunca mais faria isso eu poderia? Eu nunca me imaginei fazendo isso, é simplesmente errado. Estendi a mão em sua direção e ela sorriu me dando um.... baseado? Maconha? Droga ilícita?
Eu não sabia como chama-lo.
— É só fumar, como um cigarro.
O problema é que eu nunca coloquei um cigarro entre os lábios, baseado em filmes e series eu inspirei, meus pulmões me rejeitaram e comecei a tossir nervosamente. Ela se sentou no chão ao meu lado.
—Calma.
Ela me deu um selinho e acendeu outro, segurou e inspirou colocando a droga para dentro de seu sistema, tão errado, mas ela fica tão linda fazendo isso, eu a imitei e consegui faze-lo sem tossir, ainda que tivesse jogado a fumaça horrível em meus olhos. Eles coçaram e eu parecia entorpecido o suficiente para não ligar.
— Me conte... o que aconteceu... com Kate.
Ela sussurrou, eu estava suficientemente alto para não ligar para o pequeno desconforto em minha sensibilidade.
— Ela... me beijou e vomitou, em mim.
Isabella arregalou seus olhos verdes. Seus orbes pareciam ainda mais brilhantes com seus olhos vermelhos, por um momento isso me hipnotizou, tanto que eu não ouvi o que ela estava falando.
— Ela vomitou em você?
— De propósito. Ela provocou porque me achou um nojo, pelo menos foi o que ela gritou, depois ela escreveu ‘feio Edward’ no meu rosto com uma caneta permanente e eu tive que ir assim para casa.
Dei de ombros ainda aproveitando a sensação de inercia, como se eu estivesse afundando em uma piscina lentamente, Isabella começou a xingar Kate de nomes que não foram gravados por mim.
— Isso já passou.
Argumentei, logico que já passou. Isso é um fato.
Ela falou algo que eu não escutei, eu podia sentir suas mãos subindo e descendo pelo meu peito, ela não poderia querer transar agora, eu nem tenho forças para levantar meus braços.
— Vem comigo.
Ela sussurrou no meu ouvido, surpreendentemente eu consegui levantar até que estivéssemos na porta de seu quarto. Ela me atirou na cama e se jogou por cima de mim, eu fiz a ação de levantar sua camiseta e beliscar seu mamilo realmente sem me importar. Ela não reclamou, pelo contrário, ela gritou.
Em algum lugar da minha mente eu imaginei que pudesse estar apertando com força demais, mas isso não me impediu quando eu a puxei para ficar em cima de mim, ou quando eu grosseiramente quase rasgava suas roupas, eu nem estava tão afim de transar assim.
Ou estava, eu não consigo me decidir.
Ela se ajoelhou e me colocou em sua boca, a sensação foi mais arrebatadora do que nunca, eu estava a ponto de ir e não tinha sequer entrado nela ainda. Passar a camiseta por meus braços parece ter sido um inferno. Eu simplesmente fiquei com meus braços presos pela camisa enquanto ela estava ajoelhada me dando prazer. Eu sou um caso perdido.
Ela se levantou e sentou em mim, a camisinha foi esquecida, suas unhas apertavam onde ela podia, minhas mãos foram libertas pela camisa e eu comecei a aperta-la onde eu conseguia. Sua bunda perfeita virou massa em minhas mãos, eu a apertava por todo lugar com força tentando sentir alto, seus peitos, seu pescoço, dorso, costas, cintura. Tudo é meu.
Era tudo, tudo intenso e arrebatador, estava me levando ao limite e ela também, uma parte da minha mente registrou seus gritos e grunhidos enquanto eu estava perdido na minha própria nevoa de prazer, eu não me preocupei muito com seu prazer enquanto eu alcançava o meu, eu sabia que ia me sentir envergonhado depois.
Eu não sei quando terminamos, mas eu sei que quando já não nos movíamos mais e a sensação de inercia passou era a hora de separar nossos corpos suados. Ela ficou de pé e eu grunhi olhando para seu corpo.
Eu sou um fodido bruto.
Ela estava toda mordida, apertada e com o que me pareciam vergões? Sua pele branca estava vermelha e eu aposto que isso iria ficar pior depois, talvez até roxo, engoli em seco.
— Me desculpe.
Pedi humildemente, ela olhou para seu corpo e riu. Eu quis bater nela por sua falta de senso de segurança, logo que o pensamento passou eu quis bater em mim por querer bater nela, um pouco confuso.
— Você não está muito diferente Edward, me desculpe também.
Assim que ela disse isso eu me levantei para olhar para o meu corpo. Minhas costas estavam arranhadas, minha bunda também e eu estava com sinais de mordidas recentes na parte do pescoço, como eu não senti isso?
— Isso foi... intenso.
Comentei, ela riu.
— Isso foi a melhor sensação do mundo.
Ela se aproximou e me beijou nos lábios, a beijei de volta antes de me declarar.
— Com você sempre é.
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