Undue Sexual Pleasures

7 A mais divertida Segunda-feira.


Notas iniciais
MEU DEUS!!!!!!!1 mais uma recomendação????? assim vocês vão me acostumar mal HAHAHAHAHHA Obrigada RaiiStew lindaaaa, amei suas palavras ♥ e obrigada para as meninas que comentaram, vou guardar todas vocês em um potinho pra mim. eu vi algumas meninas comentando sobre o POV Bella, seguinte: ja tenho dois capítulos em POV Bella, eu vou terminar a fanfic e ai posto eles como bônus ok? + a historia do Feio Edward que eu ja tenho escrita, vai ficar lindinho. esse capitulo saiu gigante né? HAHHAHA me falem se chegarem vivas la no final. Boa Leitura.

— Olha Bella, acho que não é uma boa ideia...

— Sério? Pois eu acho a melhor ideia de todas — Sorriu, ela estava me convencendo.

Me convencendo a tirar a roupa na frente dela? o que eu estava prestes a fazer incluía muito mais, incluía algo que eu não sei fazer.

— Você é virgem, não é?

Humilhante. Abaixe a cabeça resignado.

— Por isso você está tentando me parar... se você soubesse como é bom Edward, você teria arrancado minha roupa assim que eu passei pela porta.

Ela riu e me vi rindo com ela, ela é incrível.

— Jogue comigo — Sussurrou. Ela se levantou como uma pluma e se colocou na minha frente, sua cabeça é equivalente à minha, ela é alta e linda, um sonho que eu nunca imaginei ser possível.

Isabella Swan me beijou, ela encostou seus lábios nos meus e me beijou, eu fiquei estático mas logo correspondi, não como devia, eu não tenho a experiência necessária para isso, seus lábios são macios e se moviam com graça, eu sou tão desajeitado, tentei imita-la por um segundo, quando de repente ela pegou meus braços e colocou ao redor da sua cintura, isso é tão intimo que eu acabei corando...sua língua brincava com a minha de um jeito único, beijar ela é mais que especial e seus lábios são como céu, nos separamos e eu ainda podia sentir meu rosto quente e meus lábios com seu gosto.

— Eu não sei jogar isso — sussurrei constrangido, meus ombros caíram.

— Ok, eu gosto de ficar no comando.

Meu rosto ficou escarlate, acho que eu refletia vermelho agora.

— Estou brincando, respire Edward!

Abaixei a cabeça e dei um passo para trás. Eu queria que um buraco me engolisse, eu sou tão patético sempre.

— Eu não vou te forçar a nada, se quiser ficar aqui sentado conversando nós vamos.

Não é o que eu quero realmente, mas é o que eu considero melhor agora, mas o que eu sabia de relacionamentos afinal?

— Não é que eu não queira, é que eu acho muito... rápido.

— Não ligo se você for rápido — Ela pisou um olho e sorriu, um sorriso quase infantil que nada combinava com suas palavras. Sorri com ela.

— Não liga se eu for.... ruim?

Ela rolou os olhos.

— Não, eu vou entender se você for ruim.

Eu ri constrangido e abaixei os olhos, eu a quis por tanto tempo que isso parece irreal.

— Vamos Jogar o jogo das vinte questões— Ela pegou minha mão e me arrastou de modo que eu estivesse perto dela, se sentou na minha frente cruzando as pernas, fiquei hipnotizado por um momento antes de perceber que eu tinha que imita—lá.

— Vinte?

Eu não tenho nem metade disso para lhe contar.

— Se não me contar sobre você não vai saber sobre mim Edward.

Ri nervoso.

— Eu não sei o que contar — Admiti. Ela revirou os olhos, de repente sua ideia de menos roupas não parecia tão absurda — Qual era mesmo o jogo que você tinha proposto antes? — Suspirei a encarando. Eu poderia ficar nu na frente dela, mas não podia lhe dizer fatos aleatórios sobre mim? Meus valores foram corrompidos para que ela não me achasse desinteressante.

— Você me diz algo de você e eu tiro uma peça de roupa... não precisamos fazer nada hoje se você não se sentir confortável, confie em si mesmo para não me agarrar.

Encarei seus olhos.

— Vai usar de seus métodos para que eu te agarre?

Ela piscou.

— Com certeza!

Eu posso me controlar, eu confio em mim.

— Tudo bem...

Ela sorriu, um sorriso muito largo que prendeu meus olhos até que ele sumisse.

— Eu irei te fazer uma pergunta e você vai responder, se eu achar sua resposta satisfatória eu vou tirar uma peça... tudo bem?

Acenei afirmativamente, ela parou para pensar por um momento.

— Como foi o seu primeiro Beijo?

Foi ingênuo da minha parte pensar que suas palavras não tinham teor sexual. Ou quase isso.

— Eu posso passar?

Essa não é uma história que gosto de lembrar, ainda mais com ela. Isabella Swan está aqui comigo, eu finalmente poderia ser feliz e esquecer isso.

— Não, estou curiosa.

— Foi com uma menina mais velha — Suspirei — Ela me beijou e depois... bem, depois ela... disse que eu não era bom.

Sim, certo. Essa é uma versão bem mais leve do que aconteceu.

— Um dia você vai me contar essa história inteira.

Sorri.

— Um dia.

Ela se levantou e fiquei aguardando para ver que peça ela tiraria, os tênis e meias foram embora.

— Trapaça, eu não estou usando tênis — Reclamei.

Ela me deu a língua.

— Sua vez beijoqueiro.

Corei e abaixando a cabeça pensei em uma pergunta que eu sempre quis lhe fazer.

— Como você virou miss?

Ela suspirou.

— Minha mãe Renée foi Miss Arizona e ficou em segundo lugar no Miss USA, eu cresci com fotos e revistas dela por todo lado. — Ela suspirou e pareceu lembrar de uma coisa distante — Quando eu tinha dez anos ela me levou no meu primeiro concurso, foi divertido. Eu fiquei em terceiro lugar e fui honrada por isso, quando ganhei eu amei a sensação, mas depois perdeu a graça e eu avisei que não iria mais fazer isso, eu acho que eu cresci e aquilo não parecia mais tão interessante... hoje em dia eu já sinto um pouco de falta, talvez um dia eu volte.

Foi uma história um tanto esclarecedora, levando em consideração que ninguém sabia ao certo como ela deixou de competir nos concursos de beleza.

— Não para o Miss Teen?

Ela riu

— Para o Miss Washington, tire sua peça de roupa.

Levantei incerto de qual peça tirar, optei por tirar as meias.

— Vamos la.... Me diga qual foi a melhor viagem que você já fez na sua vida.

Suspirei sentando na cama, eu só tinha tirado meias, mas eu tenho a sensação de estar próximo de nu.

— Itália, meu pai nos levou quando eu tinha doze anos, esteticamente Veneza é perfeita, eu amei a cultura e a comida, eu não queria voltar — ri

Ela se levantou e retirou o suéter, ficando apenas de camiseta.

— Você está vestindo mais roupa que eu — Afirmei debilmente.

— Então parece que eu vou ter que saber mais de você... — Ela riu de sua própria piada, esbocei um sorriso porque era simplesmente impossível ignorar o seu.

— Trapaça — Assobiei, ela ignorou.

Pensei em uma pergunta para lhe fazer, eu tinha apenas três peças até ficar totalmente nu, eu preciso aproveita-las.

— Me fale sobre seus pais.

Ela recolheu os ombros.

— Minha mãe e meu pai nunca se casaram, apenas viveram juntos por um tempo depois que eu nasci e depois se separaram. Eu fui viver com ela no Phoenix, no Arizona, quando fiz dez anos ela se mudou para Olympia aqui em Washington, ela é bem animada e ficou meio mandona depois que me fez competir , nessa época eu vinha aqui frequentemente para ficar com o meu pai, depois que eu fiz quatorze e ela quis se casar de novo eu vim morar aqui, ele é bem mais calmo que ela, me agrada e me irrita muitas vezes.

— Você não está na escola a quatro anos — Afirmei, e depois me arrependi quando isso saiu como um perseguidor, para a minha sorte, ela apenas riu.

— Não, eu estudava na escola da reserva porque eu já conhecia pessoas de lá, eu fui para a FHS no meio da minha High School e logo que eu me tornei conhecida, foi mais fácil fazer amigos — ela corou.

Eu ri, como se ela precisasse de um titulo para as pessoas se interessarem por ela.

— O que seus pais fazem hoje?

— Minha mãe se casou com Phil Dwyer, ele é senador na florida — Ela suspirou — Meu pai é o xerife do condado.

Xerife? isto é... chefe de polícia? Seu pai é policial? Droga, daqueles policiais com armas? engoli em seco.

— Ele tem uma arma? — Perguntei incerto, ela sorriu perversamente.

— Varias, ele coleciona. Ele gosta de caçar depois de pescar — Ela piscou. Com certeza sabendo que me deixou amedrontado.

Me levantei e pensei em que peça tirar, eu estava apenas de camisa, cueca e calças, se eu retirasse a camisa eu ficaria com o dorso nu, se eu tirasse a calça eu pelo menos teria a cueca...

Esse jogo realmente foi uma ideia idiota.

Tirei a calça e me sentei na cama novamente.

— Quais são suas perspectivas para o futuro?

Ela pediu.

Respirei fundo antes de repassar o que eu iria lhe dizer:

— Eu quero cursar uma faculdade como a Dartmouth, pela flexibilidade de escolher um curso e poder fazer outras matérias — Suspirei — Eu vou provavelmente me formar em medicina, mas queria fazer algo relacionado a Ciências apenas por diversão.

— Não quer se formar em medicina?

— Isso é complicado — admiti — Eu comecei a gostar quando era pequeno, meu pai é medico e isso é influencia dele, as coisas que eu aprendi gostar sozinho foram métodos científicos e etimologia.

— Se torne um cientista então Edward, não faça medicina para agradar seu pai.

— Você faz parecer fácil.

— E é! é a sua vida e você tem o direito de decidir como vai ser.

— Obrigada pelo apoio Bella.

Ela me deu um sorriso e um beijo na bochecha enquanto levantava, e tirou sua camiseta, seu sutiã é preto e com detalhes em renda, acentuava seus peitos perfeitos como luvas, ou como mãos.

Eu me sentia um pervertido quando não consegui tirar meus olhos dela, varias imagens de minhas mãos nos seus peitos, eu mal pude pensar quando me vi perguntando a ela.

— Quais são as suas perspectivas para o futuro?

Ok, não foi honesto e nem parecia uma pergunta que eu queria fazer para ela, eu tive que admitir para mim mesmo que eu apenas queria ver se nós combinaríamos em algo, não que eu esperasse que esse milagre de ela me querer fosse durar a vida toda, talvez até a faculdade, um homem pode sonhar.

— Eu vou começar a mandar as cartas para a faculdade — Suspirou — Não é realmente meu sonho fazer faculdade, mas talvez eu pegue uma licenciatura em literatura e ainda estou incerta sobre o Miss Washington, eu não quero ser uma pessoa que só depende da beleza sabe? Eu me sinto inferior a alguém que tem um diploma — Ela divagou. — Estou meio que perdida, talvez eu acabe sendo uma garçonete em Port Angeles.

Ela me parecia quase... normal. Segurei um sorriso.

— Não faça o que não tiver vontade Bella, já pensou em outras faculdades? Ou não faça faculdade, se você for uma miss ou uma garçonete eu tenho certeza que você vai se sair maravilhosamente bem, você é perfeita.

Ela sorriu e corou.

— Obrigada Edward — Ela se aproximou e me deu um selinho, meu corpo se arrepiou, eu nunca me acostumaria com isso. Suspirei e me levantei tirando a camisa.

— O jogo está ficando interessante — Ela piscou olhando diretamente para o meu corpo seminu.

Abaixei a cabeça e me sentei na cama, eu estava quase nu e meu corpo estava quente, eu não estava pronto para o que vinha a seguir.

— A quanto tempo você ter me observado?

Parei por um momento de respirar.

— Desde o segundo ano — Isso, agora ela me acharia maluco.

— Resposta não satisfatória.

Meu corpo foi empurrado e ela estava em cima de mim.

— A quanto tempo você sonha com isso Edward? — Suas palavras foram sussurradas no meu ouvido, meu corpo arrepiou e eu imediatamente senti um leve incomodo no meu pênis. Isso estava acontecendo.

— A muito tempo...

Minha voz soou incerta, meu corpo estava tenso e quente, seu corpo macio perto de mim apenas me fazia borbulhar, imagens como a de seu vídeo começaram a rolar na minha cabeça, ela encontrou seus lábios nos meus e eu reagi imediatamente a beijando com uma fúria até então desconhecida e inexplorada por mim, sem experiência, eu sou um caso perdido.

Mas ela sabia como fazer, colocou suas pernas ao redor de mim e fez movimentos característicos de penetração, segurei um movimento com as minhas mãos e deixei meu corpo relaxar no colchão, eu estava tão... duro.

Nós separamos por falta de ar. Seus olhos estavam brilhantes, ela parecia um sonho.

— Não quero mais jogar.

— E... o que você quer?

Gaguejando, virgem idiota.

— Eu quero você Edward, você não me quer?

Ela fazia o seu biquinho, eu simplesmente perdi.

Encostei meus lábios com os dela novamente, dessa vez com mais fome e menos insegurança. Ela pareceu gostar, suas mãos escorregaram para o meu peito e ela começou a fazer carinho ali, foi quase apaziguador para o que eu estava sentindo, minhas mãos tomaram o caminho de suas costas e seu dorso e se posicionaram no meio da sua cintura, forçando seu corpo para baixo.

Ela gemeu, ou choramingou.

— Meu deus EDWARD!

Ouvi a voz da ultima pessoa que eu queria ver na terra, minha mãe.

— Merda!

Bella agiu rápido e se jogou para trás como se eu pegasse fogo, mas não tinha mais cama e ela acabou caindo no chão, sua bunda perfeita bateu no chão fazendo um som audível, ela gemeu de dor.

Que merda.

— Mãe? — Pedi com os olhos para que ela saísse, fui até o corpo de Bella e a abracei tirando-a do chão. — Mãe! — Chamei para a pessoa que ainda estava na porta olhando de mim para a Miss Washington de sutiã nos meus braços.

— Me Desculpe Senhora Cullen — Bella pediu, minha mãe não falou nada, apenas se virou e saiu.

— Você se machucou?

Perguntei a ela, ela negou.

— Minha bunda dói, mas eu vou sobreviver.

Suspirei ainda aproveitando o calor de seu corpo no meu. Ela levantou os olhos e me deu um selinho.

Parecia quase como natural para ela.

— Tenho que ir...

Abaixei os olhos.

— Não queria que você fosse.

— Eu também não queria ir, mas não vou tirar sua virgindade com a sua mãe na sala — Ela riu e eu corei rindo com ela. — Você pode vir a minha casa amanhã...

— Seu pai?

Se seu pai nos pegasse como a minha mãe nos pegou... eu acho que eu não seria capaz de sobreviver a isso, ele coleciona armas e gosta de caçar. Eu não quero ser a sua presa.

— Ele trabalha o dia todo — Ela sorriu — Sem armas do Chefe Swan e ninguém para interromper.

Sorri.

— Você me ganhou quando disse sem armas.

Ela riu e começou a se vestir, suspirei e peguei minha calça e camisa me vestindo também.

Droga, tão perto.

— Eu desço com você — Afirmei fazendo uma careta, ela pegou minha mão e ambos descemos. Minha mãe estava na cozinha, não seria uma boa ideia apresenta-las logo hoje, isso ficaria para um futuro próximo.

Enquanto ela estava comigo.

E ela se foi, com um último beijo calmo ela entrou em seu carro prata e partiu para o fim da rua, eu ainda estava na soleira da porta quando ouvi uma voz:

— Ela não é aquela menina Miss Washington? Edward!

Minha mãe, eu me virei para ela sorrindo.

— Sim, e ela é incrível.

Notas finais
aaaaaaaaaaaaa que capitulo fofinhooooo ♥ eu amei escrever ele, morri de amores. quem acertou que a esme ia pegar eles no rala-e-rola? HHAHAHAHAH eai amoras, gostaram?