Undisclosed Desires

25 Eu só estou protegendo você Klaus.


Notas iniciais
Hello people! Gente vocês são demais, melhores leitoras! CHEGAMOS AOS 500 COMENTÁRIOS o/ o/ o/ o/ o/ O último capítulo teve 30 comentários! Vocês não sabem o quanto eu to feliz! xXMellarkBlackXx sua recomendação

P.O.V Caroline

Dirigi até em casa torcendo para que Elena conseguisse fazer Stefan se apaixonar por ela tanto quanto ela já parecia estar por ele. Céus, que pelo menos alguém naquela maldita cidade conseguisse ser feliz no amor. Ah não, sem melodrama Caroline, supere toda essa droga disse a mim mesma repetidas vezes.

Quando cheguei em casa Tyler estava saindo e agradeci a Deus por isso, eu não estava nem um pouco a fim de ter qualquer contato com ele, só queria me jogar na minha cama e descansar esquecendo a realidade que se abatia sobre mim.

–Olá querida, que bom que já chegou. Estou saindo, mas quero encontra-la aqui quando chegar. Nada de gracinha Caroline, eu contratei um segurança e ele ficará lá fora a noite toda, nem pense em dar uma escapada só por que não estou aqui. Ele vai vigiar você e é melhor que se mantenha na linha, você sabe que eu detesto ter que machucar você não é? Agora seja uma garota obediente e venha dar um beijo no seu marido. –disse ele antes de sair pela porta, continuei parada onde estava e ele veio até mim segurando meu maxilar e o apertando com força, o que provavelmente me deixaria mais marcas no rosto, dizendo calmamente. –Eu disse para me beijar. –forçando meu corpo a se mover, colei meus lábios nos dele rapidamente e ele indagou antes de bater a porta. –Não foi tão ruim foi?

Soltei um suspiro pesado quando me vi livre dele e limpei meus lábios com as costas das mãos antes de ir até a cozinha fazer algo para comer. Fiz um sanduíche simples, peguei um copo de suco e comi por lá mesmo. Quando voltei à sala presenciei uma cena que eu preferia nunca ter visto. Klaus e a loira do bar envolvidos em um amasso quente no meu sofá. Ela já estava sem a blusa e as mãos de Klaus acariciavam seus seios sobre o sutiã que ela usava enquanto a mesma se remexia no seu colo.

Vários sentimentos me ocuparam: mágoa, rancor, ciúmes e raiva. Principalmente raiva.

–Não sei se esqueceu, mas você tem um quarto. –disse irritada assustando os dois. A garota deu um pulo procurando sua blusa e a vestindo rapidamente.

–Céus, me desculpe primeira dama. Eu não sabia que teria alguém aqui.

–Tudo bem eu não me importo desde que o Sr. Mikaelson lembre-se que não está na casa dele e que ninguém é obrigado a vê-lo fazendo sexo na sala.

–Voltamos aos sobrenomes Caroline? Ou devo dizer Sra. Lockwood? –indagou com um tom sarcástico e levemente alterado, talvez pela bebida.

A garota trocou olhares com nós dois e se despediu dizendo.

–Desculpe, mas eu já vou. Boa noite Niklaus.

–Não. Você não precisa ir. –disse segurando o braço dela e voltando a me fitar em seguida.

–Sim eu preciso. Desculpe mesmo por isso Sra. Lockwood. –falou se libertando de Klaus e seguindo até a porta o que o fez rosnar:

–Feliz Caroline?

–Feliz por ter impedido que a minha sala virasse um motel? Sim, acho que estou.

–Quando era você no lugar dela não parecia se importar.

–Quando era eu no lugar dela não havia ninguém em casa e não ouse me comparar a uma vadiazinha de bar seu babaca. –disse irritada subindo as escadas.

–Ah desculpe meu erro, você é a vadia do prefeito. –disse ele irônico.

Ignorei seu comentário e subi até meu quaro irritada comigo e com ele. Comigo por nem ao menos conseguir fingir não me importar com quem ele estava e irritada com ele por ser tão estúpido. Ele está assim por sua culpa disse meu subconsciente me fazendo soltar um suspiro pesado.

Não era como se eu pudesse culpa-lo por ser idiota quando eu havia dito que estava o usando como um passatempo. No final era tudo minha culpa. Minha culpa por ter casado com Tyler. Minha culpa por não ter tido coragem e me separado enquanto ainda era tempo. Minha culpa por me deixar levar pela atração que sentia por Klaus e ter entrado naquele jogo de sedução. Minha culpa por ter me apaixonado por ele e principalmente minha culpa por fazê-lo sofrer.

Eu havia machucado seu ego e seus sentimentos pois talvez, apenas talvez ele também tivesse se apegado pouco a mim, embora nada perto do quanto eu havia me afeiçoado a ele. Fui tirando minhas roupas enquanto me dirigia até a banheira e a ligava jogando sais de banho para formar espuma. Prendi os fios do meu cabelo em um coque e me cobri enquanto aguardava que ela estivesse cheia o suficiente para que eu pudesse adentra-la.

Quando a água já era suficiente para me cobrir e a espuma já havia se formado desliguei a torneira e tirei o roupão que me envolvia.

–Eu só estou protegendo você Klaus e não sabe o quanto isso está acabando comigo por dentro. –murmurei comigo mesma como se ele pudesse ouvir enquanto submergia meu corpo sob a água numa tentativa de relaxar.

P.O.V Klaus

Enquanto me servia de mais uma dose de whisky minha irritação aumentava de proporção. Caroline havia estragado minha noite, não só por que havia arruinado minhas chances de transar com a desconhecida, mas por que o simples fato de vê-la fazia com que o desejo por qualquer outra mulher fora ela desaparecesse. Eu a odiava, a odiava por me fazer sentir incapaz de dominar a mim mesmo quando o assunto era ela, por ser incapaz de repudia-la, por ter sido enganado por ela com tanta facilidade e principalmente por não conseguir tira-la da cabeça mesmo quando fazia de tudo para isso.

Eu olhava para o sofá e lembrava do dia em que havíamos compartilhado nossos gostos e lembranças, de como eu havia me sentido próximo dela naquele instante quando ela realmente se abriu sobre si mesma para mim.Será que ela havia sido sincera ou era só mais um de seus jogos? A cozinha já havia sido palco de algum dos nossos arroubos de excitação e um sorriso tocou meu rosto ao me lembrar disso e ao notar o que eu estava fazendo a raiva surgiu novamente. Qual era o meu problema?

Uma onda de fúria me dominou e quando dei por mim já subia a passos pesados para o andar superior disposto a encarar Caroline e dizer tudo o que estava engasgado, xinga-la de tudo que me vinha a mente por ter me tratado como um brinquedo e então talvez eu pudesse esquece-la de vez. Por um fim na quase história que havíamos tido... E então todos esses pensamentos me abandonaram quando ao chegar ao seu quarto encontrei a porta entreaberta e a vi analisando seu corpo completamente nu em frente a um espelho.

Sua pele branca de alabastro apresentava algumas marcas roxas na região dos seios e das coxas, a face agora menos marcada, mas ainda vermelha por um tapa que provavelmente havia recebido e junto a estas a forma de dedos em seu maxilar havia sido acrescentada. Sem notar minha presença ela tocou uma das cicatrizes roxas em sua pele e um leve gemido de dor escapou de seus lábios.

Como ela podia permitir que ele a marcasse daquela forma? Gostar daquilo? Ao ver em seu corpo perfeito traços de tanta brutalidade meu peito ficou oprimido e uma raiva cega me tomou, ela deveria ser venerado, tocado com carinho, adoração... cuidado. Seus olhos finalmente me focalizaram através do reflexo e ela apenas me encarou pelo mesmo parecendo chocada o bastante para ficar estática com a minha presença.

Antes que eu pudesse raciocinar o que estava fazendo meus pés já traçaram o caminho para que eu ficasse atrás de suas costas e as palmas das minhas mãos tocaram seus braços os acariciando como se sendo carinhoso pudesse aliviar o que havia causado as marcas em seu corpo.

Meus olhos se fixaram nos seus no espelho e eu já não tinha controle sobre minhas ações. Minha boca tocou seu ombro de leve, uma caricia lenta, uma forma de dizer que eu não a machucaria, que eu cuidaria dela e foram traçando um caminho de beijos suaves por seu pescoço que se encontrava livre devido ao seu cabelo preso. O cheiro que ela exalava havia feito falta, a fragrância enlouquecedora de frutas vermelhas e Caroline. Os olhos dela se fecharam e eu sussurrei em seu ouvido:

–Olhe para mim. Eu quero que veja como deve ser tratada.

Seus olhos voltaram a se fixar no meu reflexo e minhas mãos seguiram por sua pele tocando com suavidade desceram até seu quadril subindo devagar para que eu pudesse sentir sua pele macia e ela se acostumasse ao meu toque. Quando cheguei a altura dos seios onde uma marca de uma mordida violenta se mostrava contornei o local de leve.

Eu sabia que aquele não era meu propósito ali. Céus, eu havia subido as escadas disposto a colocar para fora minha raiva, mas ao vê-la tão exposta, tão machucada fazê-la sentir-se bem havia se tornado minha prioridade. Minha fúria havia perdido a importância diante da minha necessidade de cuidar dela.

Meus dedos foram até seus mamilos rosados e os tocaram de leve os acariciando com movimentos circulares até que ficassem intumescidos. Um leve gemido escapou dos lábios dela e por Deus podia jurar que nunca na minha vida havia ouvido algo mais erótico. Uma ereção se formou e logo ficou dolorida devido a calça a prendendo, mas Caroline era minha prioridade. Qualquer outra coisa podia esperar.

A loira recostou-se sobre meu corpo e suas nádegas pressionaram a parte de mim que clamava por atenção me fazendo prender a respiração e fechar os olhos por alguns segundos aproveitando o contanto. Respirei fundo antes de fazer o caminho sem pressa até sua intimidade.

Quando a tocaram um suspiro escapou de seus lábios e quando seus olhos se fecharam apenas fiz com que ela recostasse a cabeça em meu ombro e acariciei seus pequenos lábios. Evitando seu clitóris que já se encontrava inchado. Caroline mexeu o quadril em busca de mais contato e gemeu quando pressionei a parte mais sensível de seu corpo continuei a tocando ali, ouvindo seus gemidos e imaginando como seria se eu a tivesse, como seria tê-la gritando meu nome a cada estocada. Acelerei a carícia até que a senti relaxar sob meus dedos ao chegar ao orgasmo. Perfeita. A pele corada, a respiração ofegante, os olhos fechados e o corpo estremecendo enquanto eu a mantinha firme a segurando pela cintura.

Quando senti seus batimentos se acalmarem, sua respiração e os tremores normalizarem esperei que ela abrisse os olhos antes de indagar a olhando:

–O que ele fez com você?

–Eu, eu acho que você deveria ir Klaus. –disse ela após sair do transe em que nos encontrávamos se afastando do meu corpo sem me fitar. Voltei até onde ela estava fazendo com que virasse para me olhar e indaguei:

–Por que deixa que Tyler faça isso com você?

P.O.V Caroline

Como não respondi ele continuou:

–Se ele estiver te ameaçando, fazendo algo contra sua vontade nós podemos ir a policia. Eu posso e quero te ajudar Caroline.

Céus eu queria tanto, tanto poder contar para ele. Dizer que tudo que eu havia dito antes era mentira, que eu o amava, mas eu não podia. Não poderia carregar a culpa caso algo lhe acontecesse e eu sabia do que Tyler era capaz. Um homem que não havia poupado os próprios pais tampouco o faria por Klaus.

–Klaus, não! Por favor pare! O que eu disse ontem ainda está valendo, não insista. –nesse ponto minha nudez me deixou desconfortável, as marcas em meu corpo eram chamativas demais e eu sabia que para faze-lo acreditar que eu gostava daquilo teria que magoar a nós dois mais uma vez.

–Você quer que eu acredite que você pediu por todas essas marcas? Que isso foi consensual? Eu não sou idiota Caroline! –disse ela aumentando o tom de voz.

– Klaus talvez eu goste de violência.

Ele deu uma risada irônica e se aproximou de mim dizendo em voz baixa:

–É mesmo? Diga nos meus olhos que você gosta disso, que você o ama, que tudo o que tivemos não passou de um passatempo. Eu te desafio a isso Caroline.

Respirei fundo e pensando no que eu acabaria acarretando se não fosse convincente o suficiente disse o encarando:

–Essas marcas foram deixadas por que eu quis, por que eu permiti. Eu amo Tyler e foi ótimo me divertir com você, mas não passou disso: diversão. Eu sinto muito por tê-lo usado, mas isso não muda os fatos.

A expressão em seu rosto assim que as palavras saíram da minha boca partiu meu coração, mas reunindo uma força que eu não sabia ter continuei:

–É melhor você sair daqui, antes que meu marido chegue.

Ele se afastou de mim e falou em um tom cortante:

–Que bom que esclarecemos é bom saber que está aqui por sua escolha. Você merece Tyler e eu estou extremamente feliz de ter certeza disso a tempo. –disse antes de sair do quarto me deixando sozinha com os restos do meu coração.

Notas finais
E aí gente o que acharam do capítulo? Klaus muito fofo, apaixonante, perfeito, etc sim ou claro? O que acharam dele "cuidando" da Carm, todo preocupado? Como não amar esse homem? Esse final fod*ndo com todo o capítulo pq sou má? kkkk. Gente 2 pessoas comentaram que tá repetitivo esse lance de vai/ não vai Klaroline, mas por agora eu realmente não podia fazer nada as coisas vão começar a evoluir em breve. Pelo que to planejando daqui há 1, 2 capítulos no máximo o tão aguardado baile acontece relaxem kkk. SPOILERS SPOILERS SPOILERS SPOILERS SPOILERS SPOILERS gente não é querendo fazer bullying com as delenas nem nada não, mas vocês tem que parar de reclamar da kath. Antes tava o maior mimimi por que ela ia morrer era "Kath é a mais diva da série" "Ela não pode morrer" e blá blá bblá aí só por que ela acabou com delena tão "tomara que a Kath morra" "Saudades da Elena" "Nunca pensei que ia odiar tanto a Katherine" isso me faz rir kkkkk. Ela tá fazendo tudo o que a Elena devia ter feito u.ú A única coisa que detesto é que ela vai acabar iludindo o Stefan, aí qaundo a Elena voltar ele vai sofrer. Se bem que quando a Elena voltar e ficar sabendo de tudo, isso se ela não tiver vendo de onde quer que esteja, talvez não queira mais o Damon. Enquanto isso me divirto vendo Biskath sambando kkk. Agora PQP como a Caroline rasga o desenho do Klaus? QUE ÓDIO! Julie pode fazer o que quiser não vou deixar de shippar Klaroline nunca. Aindo vou ver ver a Car indo pra New Orleans ou vou por fogo na Julie, obrigada kkk. É isso gente! Não deixem de comentar! Recomendações são sempre bem vinda! Beijoos ^^