Undertale uma história de flores e corações

3 Capítulo 3: O fim de uma amizade


Notas iniciais
nada a declarar

O humano prosseguiu em seu caminho pelas belas cachoeiras. Algumas lendas contam que alguns monstros aquáticos tentaram muito no passado reagir as forças humanas que avançavam, se não fosse por eles aquelas cachoeiras estariam banhadas no sangue de muitos monstros, felizmente os humanos sairão com as poucas as almas que haviam coletado e quebraram a barreira apenas para a própia passagem.

Eu como conheço todo o povo subterrâneo e seus habitos sei muito bem que a capitã da guarda real é descendente dos poucos monstros aquáticos que sobreviveram a aquela chacina. Hoje eu a vejo não só como bruta e terrivelmente forte, mas também como amiga de longa data. Ela realmente faz jus ao nome de Undyne the undyng. Ela parecia também ter recebidos ordens do rei Asgore de vigiar o humano, eu estava exausta, mas há muito tempo havia prometido que estaria sempre de olho se algo perigoso acontecesse a ela.

—Undyne... Tome cuidado. -Eu estava lá olhando com meus propios olhos a batalha contra alguns monstros que viviam em snowland... Monstros esses que eu sabia que não poderiam se defender, não para sempre. Mas quando eu vi Undyne perseguindo aquela coisa e fazendo o em picadinhos varias vezes me surgiu uma esperança, mas a todo momento eu parecia me esquecer do golpe que acabava com o humano e surpreendentemente ele sempre voltava... Mas como?

Então mais uma vez o humano voltava a fugir, nisso já estavam os dois na rota das flores... Flores que existiam aqui no mundo subterrâneo antes mesmo dos monstros chegarem, dizem que a primeira flor que chegou aqui havia sido tirada de um pântano por um velho senhor... Uma tartaruga para ser mais descritivo, mas como sempre são apenas boatos.

Então, parei de pensar e voltei a prestar atenção no humano que agora possuia ao seu lado o pequeno monstrinho que sozinho em snowland decidiu fugir para o castelo do rei e, sem saber, em seu caminho se deparou com a fonte de tudo o que estava acontecendo... Frisk a humana.

E então ao fim chegaram até a ponte que dava lugar a cidade de hotland, porém a coisa ficou estranha quando o humano começou a ficar quieto demais e com um olhar mais estranho ainda, e quando o monstrinho pediu que o humano parasse já era tarde... Uma forte luz acertou minhas câmeras, mas o que estava por vir foi pior ainda.

—Nãããoooo!-Grossas lagrimas molharam meu rosto e o cobriram de tristeza e então eu voltei a me recobrar e falei:

—UNDYNE! Por favor eu só tenho ela... Você me prometeu Undyne que tomaria cuidado... -Quando eu disse isso Undyne gritou para minhas câmeras... Algo que me deixou triste mais do que eu já estava, mas eu precisava fazer isso:

—Alphys eu sei que você esta vendo tudo, então por favor... Eu... Eu não sei se vou conseguir sair, você sabe que desistir não é algo que esteja em meus instintos, mas com determinação eu posso vencer, mas não sei se será suficiente, então saia daqui... Tire todos daqui e nunca se esqueça de mim. -Eu então cliquei no botão vermelho ao lado das minhas revistas sobre gatos fofos e acionei o alarme.

Voltei tristemente para ver se o humano já estava proximo do laboratório, mas tudo o que vi foi Undyne recobrar forças e começar um duelo que me deu mais esperanças

—Isso é para te dar tempo Alphys... Leve todos para o "Laboratório" e fique lá com os sobreviventes. -Eu obedeci e aos poucos coloquei os monstros que chegavam na base subterrânea do laboratório. E ao fim voltei para ver como Undyne estava e então minhas esperanças se foram e a minha tristeza tomou conta, o humano a matou e não teve nem, a coragem de vê-la e simplesmente virou-se de costas e continuou andando, todos que estavam ali me viram perder o controle e então decidi que só havia uma chance de nos defendermos.

—Mettaton...

Notas finais
nada a declarar