Undertale A volta de Chara
2 Conhecendo o mundo dos humanos.
— Hahaha! Estressadinho, acho que você deixou claro que gosta de mim!
— eu nunca falei isso.
— Sans você acabou de falar – Disse Grillby.
Sans se levantou e puxou Safire pra sair de lá.
— Estressadinho você não vai pagar?
— grillby, põem na minha conta.
Safire entrou correndo para dentro e perguntou quanto estava a conta de Sans, Grillby responde que estava 600$, como Safire gosta de irritar Sans, ela pagou metade.
— safire, por que você pagou?
— Por que eu quis estressadinho
— outra coisa, por que estressadinho?
— Simples, quando éramos pequenos, quando os garotos falavam comigo, você fica estressado. Esse é o motivo.
Sans balançou a cabeça, e continuou andando. Uma pessoa puxou a jaqueta de Sans, e o chamava sem parar.
— pivete? o que você quer?
— Sans, nós vamos subir pro mundo dos humanos, vocês querem vir?
— Opa! – Safire pegou Sans e Frisk no colo, e foram a direção de Papyrus.
— Vamos Papyrus?
— VAMOS SAFIRE! EU O GRANDE PAPYRUS, SEREI SEU GUIA NO MUNDO DOS HUMANOS.
Safire deu uma leve risada colocando Sans no chão e carregado Frisk no colo.
— Ei! Vocês sabiam que aqui em cima, é natal? – Afirmou Frisk.
— Natal? Estranho, no subsolo estamos em Junho ainda. – Falou Toriel
— bem, agora eu só preciso achar o azevinho...
— MANINHO, PRA QUE VOCÊ QUER O AZEVINHO?
— er... pra nada.
Toriel pegou Frisk do colo de Safire, e junto com Asgore, deixaram os três esqueletos sozinhos.
— Bem onde vocês querem ir?
— EU O GRANDE PAPYRUS PRECISO DA AJUDA DE VOCÊS!
— o que foi mano?
— EU O GRANDE PAPYRUS, RESOLVI ACEITAR O AMOR DE FRISK POR MIM! ISSO ME FEZ APAIXONAR POR ELA! MAS EU! O GRANDE PAPYRUS! NÃO SEI COMO CHEGAR NELA!
— Uau! Meu melhor amigo apaixonado.
— mano até você apaixonado?
— VÃO ME AJUDAR OU NÃO?
— Hei Papyrus, agora é véspera de Natal, já pensou em ficar debaixo do azevinho com ela?
— é uma ótima ideia.
— OKAY! EU A CHAMAREI PRA SAIR, E VOCÊS CUIDAM DO RESTO! NÓS IREMOS AO BURGUER KING!
— Ook – Confirmou Sans e Safire
Sans e Safire bolaram um plano, eles subiriam em cima do telhado e esperaria os dois chegarem, estava tudo perfeito, e para comemorar, uma dose de Ketchup.
Enquanto Papyrus pedia a permissão de Toriel e Asgore, Frisk escutava tudo atrás da porta.
— EU! GRANDE PAPYRUS! GOSTARIA DE CHAMAR A FILHA DE VOCÊS PARA UM ENCONTRO.
— Onwt, que fofo da sua parte Papyrus. – Com a voz doce de Toriel, Papyrus ficou mais encorajado.
— Papyrus, você faz parte da guarda real, e quero que tome conte da princesa Frisk! – Falou Asgore.
Frisk ao sair de trás da porta correu para abraçar Papyrus e sorriu.
— Vamos Papyrus! – Frisk o puxava para fora de casa.
— VAMOS!
Eles fizeram uma longa conversa, rindo alto sem ligar. Papyrus tinha a mesma idade de Frisk, 15 anos, gostavam da mesma coisa, na cabeça dele, era o par perfeito.
Quando eles estavam na entrada do Burger King, Safire deu o comando para Sans abaixar o azevinho.
— Papyrus, olha um azevinho.
— EU PER-PERCEBI FRISK.
— Sans e Safire? O que fazem aqui! ?
— Eu e o estressadinho estamos esperando o beijo de vocês.
— Beijo? Mas Papyrus não sente o mesmo que eu sinto.
— pivete, anda logo, ele tá ficando vermelho até demais.
Frisk deu uma risada, e logo deu um beijo em seu crânio. Fazendo-o voltar ao normal.
— mandou bem pivete.
— Vamos descer estressadinho?
Sans desceu primeiro. Safire perguntou se eles podiam fazer tipo aquele teste de confiança, Sans confirmou, mas uma brincadeira veio a sua cabeça.
— anda safire, desce.
Safire pulo, Sans não se mexeu para pega-la.
— Sans!
— se acalme – uma chama azul de seu olho direito apareceu, assim conseguindo levita-la. – você sabe que não te deixaria cair...
— Você sendo fofo? Que bicho te mordeu?
— MAS CONHECIDO COMO BICHO DO AMOR – Papyrus do outro lado da rua gritou. – MEUS GRANDES AMIGOS, OLHEM EM CIMA DE VOCÊS UM AZEVINHO! E EU COMO GRANDE DETALHISTA, ACHO QUE É HORA DE VOCÊS SE BEIJAREM.
— Nos beijarmos? – Os dois falaram ao mesmo tempo.
— mano, já te falei que...
Antes que ele pudesse fazer alguma coisa, Safire o beijou.
— você... você...
— Estressadinho, como se nunca tivéssemos nos beijados. Anda vamos pra casa.
Sans ficou corado, colocou sua toca cobrindo seu rosto. E Safire dando muita risada.
Eles voltaram para o subsolo, como Safire tinha que ficar na casa de Sans e Papyrus, ela obrigou Sans ficar na sala com ela, assistindo animes que Alphis tinha emprestado pra ela. Eles acabaram adormecendo, Safire deitada em cima de Sans. Uma voz podia ser ouvida, fora da casa.
— Safire, sua desgraçada... Só falta você morrer.
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