UnderSail

2 A mamãe-cabra.


Notas iniciais
Eu demorei pra fazer o capítulo, desculpaa!

Eu já estava seguindo aquela.. Cabra, talvez?

Ela era bípede e tinha um avental branco.

—Está machucada?- Ela perguntou me olhando.

—Não, eu estou bem, por algum motivo, aquelas margaridas amorteceram a minha queda.

—Isso é ótimo! Mas, me desculpe, mas qual é o seu nome?

—Emma, e eu tenho 7 anos.

—Seus dentes separados são tão lindos.- Ela riu.- Eu irei te guiar pelas ruinas, espero ficar aqui, Emma.

—Ah, sim.

Ela me acompanhou pelas ruínas, explicando sobre enigmas e quebra-cabeças.

—Emma, não é?

—Ah, sim?

—Emma, portanto, eu tenho um pedido importante a lhe fazer. Eu peço que fique sozinha, eu tenho que ajeitar umas coisas em minha casa.

—M-Mas, mãmãe-cab--!

Antes que tinha olhado, ela já havia saído. Eu suspirei e continuei a minha jornada.

Eu andei um pouco, e me encontrei com.. Froggit? A mãmãe-cabra disse que eu tinha que conversar para poder poupa-lo.

Eu tentei conversar, e ele me atacou, doeu muito.. Mas, eu continuei..

Determinada?

Eu consegui poupa-lo, depois, eu encontrei vários outros monstros, e poupei todos.

Depois, eu cheguei a casa da Toriel, toda machucada.

Ela me perguntou se eu gostava de morango, ou de chocolate.

Eu disse que amava chocolate, e ela perguntou se eu era alérgica a morango, eu disse que não.

Então.. Ela me fez uma torta dos dois! A torta dela é ótima.. Mas.. Eu sinto falta da superficie.

—Mãmãe, eu quero ir para casa.

—Mas, Emma, aqui é sua casa, agora.

—Mamãe.

—Sim?

—Eu quero ir pra superficie.

Ela suspirou e disse:

—Eu preciso sair, fique aqui.

Mas, eu fui correndo seguir ela. Ali ficava uma porta gigante.

—Se quer passar tanto assim, prove a mim. Prove a se mesma que é forte o bastante para passar!

Eu entrei em uma luta com a mamãe cabra.. Eu estou muito machucada..

Mas.. Eu consegui. Eu lutei com ela, e fui tentando poupa-lá dando motivos ou outros.. Ela começou a chorar, e eu a abracei forte.

—Se sair dessa porta, por favor, não volte. Não deixe Asgore roubar sua alma.

Eu me despegi da Toriel, e fui andando. Era um ambiente gelado e escuro. Eu ouvi barulhos e batidas no chão.

Quando cheguei numa espécie de portão, um monstro escuro estava atrás de mim.

—Humano, vire-se e aperte minha mão.

Eu virei e apertei a mão dele.

Ele corou-laranja-.

Ele era um esqueleto com um suetér amarelo queimado, com uma coroa de flores, uma calça e um all star vermelho, e tinha um olho laranja e outro azul.

—Você é um humano, não é?

—Sim.. E vocé é..?

—Sans, Sans o esqueleto. Eu tenho um irmão chamado papyrus. Alias, não é ele vindo ali? Venha.

Ele puxou minha mão e me levou pra perto dele.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.