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– Ninguém, Cath! O tal do Mattew nem nas imagens aparece... Richard tinha álibi – diz Warrick

– Não pode ser! – diz Catherine em desespero, ela andava de um lado para o outro sem parar – diz Catherine

– Temos que nos reunir e repensar nas provas – diz Warrick

– Não tenho tempo para isso, Warrick! Não consigo ser o Grissom, tenho que agir – diz Catherine saindo

– Onde você vai? – diz Warrick

– Vou voltar a escola, preciso analisar os corredores! – diz Catherine

– Mas nós já fizemos isso, Cath – diz Warrick

– Mas não eu! – diz Catherine entrando no carro

– Catherine!!! – diz Warrick

– Me espere, vou com você! – diz Warrick completando e entrando no carro

Alguns minutos se passam e eles chegam à escola...

Catherine desce do carro rapidamente, Warrick tenta acompanha-la. Ela corre para dentro da escola, Warrick então a segura pela braço.

– Cath! Você não pode agir assim... – diz Warrick

– Não tenho tempo para isso, se não quiser me acompanhar, saia daqui! Grissom não irá lhe demitir se for embora – diz Catherine sem rodeios

– Eu não mereço que você me trate assim, você sabe que não é por isso! — diz Warrick

– Warrick, por favor...me deixe ir – diz Catherine

Nesse momento o celular de Warrick toca

– Onde estão? – diz Grissom ao Warrick atender o celular

– Grissom, estamos... – diz Warrick sem conseguir completar pois Catherine segura em sua mão e olha para Warrick pedindo que não contasse aonde estavam

– Estamos....ér...saindo da casa do Peter! Ele não é o sequestrador, estava...bom...descartamos com seu álibi. – diz Warrick

– E a Catherine? – diz Grissom

– A Catherine? Está aqui comigo... – diz Warrick

– Ok, voltem para o laboratório imediatamente – diz Grissom

– Ok, já estamos indo... – diz Warrick desligando o celular

– Vamos, temos que ir – diz Warrick a Catherine

– Ainda não posso, preciso de um tempo aqui – diz Catherine

– Não posso te deixar, Cath. Vem, temos que ir – diz Warrick

– Warrick, preciso desse tempo aqui. Prometo não mexer em nada e em uma hora vou pra o laboratório...te prometo! — diz Catherine

– Cath, eu não... – diz Warrick sendo interrompido

– Te prometo pela Lindsay! – diz Catherine

Warrick passa alguns segundos observando Catherine.

– Ok, mas... – diz Warrick

– Em uma hora, Warrick – diz Catherine

– E quanto ao Grissom? – diz Warrick

– Diga que fui para casa e que estarei no laboratório em pouco tempo – diz Catherine

– Não sei se o Grissom cairá nisso. Mandarei o guarda ficar atento que estará aqui e se em dentro de uma hora não saí daqui, ele te tire – diz Warrick

– Tudo bem – diz Catherine

Warrick sai e deixa Catherine sozinha no pátio da escola.

Catherine segue até o banheiro, o local do crime.

Ela observa quais os possíveis caminhos que o assassino teria feito.

– Por onde será que esse desgraçado veio? – Catherine pensa alto

– Aqui dá direto no pátio da escola....essa câmera cobre esse espaço... – diz Catherine olhando para a câmera

– E aqui vai para o ginásio... – diz Catherine seguindo o corredor para o ginásio

– Duas câmera que cobrem esse corredor – diz Catherine chegando ao final do corredor e entrando no ginásio da escola

Era um ginásio coberto, com duas arquibancadas enormes, uma cabine de transmissão. Era o que os olhos de Catherine conseguia ver a uma primeira olhada.

Catherine pega um par de luvas que tinha no bolso do casaco e a coloca para se pegasse em algo não contaminasse.

– Vou achar por onde você veio, seu desgraçado – diz Catherine

Ela segue para seu lado direito, onde estava uma das arquibancadas. Catherine observa toda a arquibancada, cada centímetro e não vê nada de estranho. Ela segue em direção a cabine de transmissão, abre a porta e entra. Catherine observa a cabine e chega próximo ao vidro que dava a visão para o ginásio inteiro. Ela inicia o olhar na porta do ginásio e vai seguindo, quando ela vê o que parecia uma porta entre as arquibancadas.

– Onde aquilo dá? – diz Catherine saindo da cabine imediatamente

Catherine corre em direção a porta, e parecia uma espécie de saída de emergência não sinalizada.

Ela abre a porta e dentro estava cheio de entulhos, como se tivesse tendo uma reforma.

– Mas o que é isso? – diz Catherine para si mesma

Ela continua caminhando quando passa por um corredor e dá acesso a duas outras portas, Catherine escolhe uma e entra.

Era o banheiro onde Kimberley havia sido assassinada.

– Foi por aqui que o desgraçado veio! E o que essa outra porta? – diz Catherine voltando ao corredor

Ela tenta abrir, mas sente uma parede de concreto logo em seguida impedindo a abertura. Catherine sai pelo banheiro feminino para o corredor dentro da escola, e entra no masculino ao lado. Ela vê uma parede recém feita e nem ainda pintada, como se tivessem coberto algo.

– Essa é a porta daquela passagem... – diz Catherine