Unconditionally

24 Finally,in Home


Notas iniciais
Bem finalmente o cap,pra fazer vocês chorarem e morrerem de tesao no final: e isso aí tem HOT e ficou ENORME,acho que eu finalmente melhorei a minha mente PEVERTIDA e virgem e consegui fazer um pornô que preste,então palmas pra mim,kkk. Obrigada a todas as lindas que comentaram e pelo apoio. Gostaria que vocês lessem minha fic nova,link: fanfiction.com.br/historia/584543/The_night_never_ends/ Vocês viram o trailer novo de TVD? AAHAHAHAHJAAHA TEVE BEIJO DELENAAAAAAAAA, Delena vai voltar no próximo cap EU SABIAAAAAA EU SEMPRE SOUBE Aahahahajajsj MORRENDO. Sem mais delongas o tão esperado,ou não, capítulo.

Pov.Elena

Desci do avião, senti cada órgão do meu corpo quando percebi que estava tão perto da minha menina, eram 09:00 da manhã o que significava que Denver já estava acordada,inclusive minha filha.
Meus saltos começaram a bater pelo piso do aeroporto, meu nervosismo cobria cada parte do meu ser,minhas mãos tremiam quando peguei minha mala,senti que cairia a cada paço que dava: eu iria vela.
Liguei o celular e me deparei com a tela do IPhone com 3 ligações da Caroline,25 do Damon, e 7 Jeremy:
Damon estava preocupado.
O telefone tocou novamente e eu atendi sem pensar duas vezes.
–Alô!-entrei num taxi
–Alo?Alo! Eu acordo, subo pra ver você e você não está em casa, pergunto a seus pais,ligo pra Caroline,pergunto se Jeremy sabe de você: e nada. Vou no closet e sua mala favorita não está lá,junto com várias outras roupas que você costuma usar repetidas vezes. Elena onde você está?-fala frustado,disse a rua que precisa ir ao taxista que tinha pego com o policial e voltei ao telefone-Você esta num taxi? Onde diabos você está,Elena? Estou indo te buscar-disse furioso.
–Não,não está. Não estou em Londres Damon-então o telefone.
–Elena o que e isso? Você não está pensando em me deixar,não é? Elena,pelo amor do que e mais sagrado nessa terra,não faça besteira foi so uma briga normal nós temos que...-o interrompi.
–Não estou te deixando,Damon. Estou em Denver-então ele se falou novamente,e nem sua respiração eu ouvia por um tempo.
–Você está indo ver Olívia-ele sussurrou.
–Estou trazendo ela pra casa,Damon-falei seria-Agora tenho que desligar,preciso me preparar psicologicamente-respirei fundo.
–Elena...-ele começou a falar mais eu o cortei.
–Amo você-desliguei o telefone.

Pov.Liv

Meus pequenos pés desceram o primeiro degrau,segurei meu cordão com força,era meu aniversário, era outro aninho sem mamãe e papai.
–Bom dia aniversariante!-Liv me pegou no colo me girando no ar,fazendo eu rir, e beijou minha bochecha.
–Oi...-sorri pra ela,então senti braços mais forte pegando minha cintura,me levantando no ar fazendo eu rir mais.
–A pirralha fez 3-era Kai-Feliz aniversário bastarda.
–Obligada Kai-abracei seu pescoço.
–Chega e muita melação-me colocou no chão,e eu ri pra ele.
–Fedelha,venha comer logo antes que a vaca que vai te entrevistar chegue-Victoria gritou fazendo eu Kai e Liv pararmos de sorri-Fedelha,AGORA!-corri em direção a cozinha morta de medo,subi em cima do banco do balcão-Quantas vezes eu já falei pra você não correr pela casa,criança insolente?-falou com ódio.
Liv colocou a mão no meu ombro mostrando que ela e Kai estavam na cozinha.
–Mamãe,não seja assim com ela,e o aniversário dessa princesa-disse alisando meu cabelo.
–Fodasse,se e aniversário dela,isso não importa,e ela não e princesa merda nenhuma,teria que ser filha de uma-Victoria disse com raiva colocando a comida no balcão.
–Minha mãe não é uma plincesa,minha mãe e uma ainha-falei brava.
–Sua mãe deve ser uma vadiazinha pior do que você é,fedelha-disse brava me fazendo querer chorar-Olívia e Malakai Parker o que fazem aqui? Vão pra faculdade,pago cara pra vocês estudarem não ficar paparicando essa,fedelha.
–Não fale assim dela mãe!-Liv disse com raiva.
–Mamãe,pode falar dela como quiser,e de qualquer maneira,fedelha e pouco pra que Olívia é-Luke puxou meu cabelo com força.
–Oi meu amor-Victoria beijou a bochecha do filho-Agora,vocês,vão pra faculdade-Liv e Kai não se mexeram-AGORA!-gritou.
Liv e Kai me mandaram um olhar encorajador e saíram.
–Coma,fedelha-disse e se virou. Eu comecei a chorar.

Pov.Elena
O taxi parou em frente a uma mansão branca,de três Andares uma . Comecei a subir as escadas chegando a varanda da casa, bati na porta da casa e então ela abriu num piscar de olhos,como se a pessoa já estivesse lá a muito tempo, meu coração pulou do meu corpo quando pensei que veria minha filha naquele minuto.
–Você deve ser a educadora? Veronica não é?-perguntou de cara fechada.
–E...-aham...isso-falei nervosa.
–Ok,vou chamar a fedelha-meu coração parou quando ela chamou minha meninha assim tive vontade de voar em seu pescoço e gritar todos os palavrões possíveis,me contive.
Ela se virou e disse andando.
–Se sente,mas não toque em nada-disse com seus saltos batendo forte no piso de madeira fiquei em silêncio conseguindo ouvir:
–Vem cá sua bastarda. A tal mulherzinha chegou, se comporte e não me faça pagar vergonha. Não vá na cozinha,não entre no meu quarto, e assim que a mulher for embora se tranque do quarto e só saia quando eu disser que é a hora do jantar-disse bruta se aproximando cada vez mais-Se comporte,fedelha-a mulher entrou novamente na sala e eu me ergui com a maior vontade de quebrar sua cara.
–Bem,terei que sair agora. Espero que de tudo certo. Não mexa em nada-A mulher se retirou, e então consegui ver seu corpinho se aproximar,lá estava ela:
Olívia se encontrava de costa atrás de uma cadeira branca. Seus cachinhos loiros perfeitos iam um pouco acima da cintura,era bem mais baixa do que a cadeira que ela estava atrás,era magra mas não tanto.
–Desculpe pela Victolia-ouvi sua vozinha fanhosa pela primeira vez,ouvi ela fungar o nariz-Ela não é a minha mamãe, a minha mamãe e linda, só que ela não está aqui, ela teve que fazel uma viagem mas eu sei que ela vai voltar pla me buscal porque ela me ama,e meu papai também-senti as lágrimas descerem meus olhos-Ela me deu esse colazinho aqui,vou te mostla-então ela se virou, seus olhinhos azuis não acreditavam no que estavam vendo, sua boca se abriu surpreendida.
–Mamãe-ela disse e então correu,não sabia quem tinha um sorriso maior, só sei, que quando minha pequena envolveu seus braços em meu pescoço meus olhos foram preenchidos pelos borrões que as lágrimas davam.
–Minha filha-toquei seu cabelo pondo sua cabecinha mais aninhada a meu ombro, eu estava bem,estava completa,estava preenchida,minha filha,minha meninha,minha garotinha meu bebê: tinha os olhinhos azuis tão perfeitos e brilhosos como o pai, tinha o cabelo loiro como o de Stefan do jeito que sempre disse que teria, o nariz igual a meu,bochecha rosadas, e um sorriso genuíno.
–Sabia que você voltalia pla me busca-ela me abraçou novamente.
–Claro que sim meu amor, mamãe ama você-beijei sua bochecha e ela sorriu.
–Também amo você mamãe.Muito!-ela pulou e eu chorei.
–Vamos,temos que voltar pra casa minha filha.
–Pro papai?
–Pro papai.
Sorri
E ela sorriu de volta.

***
I Love you-Avril Lavigne
–E então na flente de todo mundo eu contei a histolia, que mamãe tinha me contado. Todas as meninas quiselam ouvi de novo a histolia, e então eu cobecei a ter amigas-ela sorriu, e eu sorri de volta alisando os cabelos perfeitos da minha menininha-Minha co,favolita e azul-ela disse.
–Porque?-eu me ergui com um sorriso no rosto com um ar de curiosidade.
–Ta vendo aquilo ali-ela apontou pra janela aí seu lado-Aquele o céu,eu estudei que o céu ele está em todos os lugares e eu acho ele tão lindo, mamãe. A co dele e tão fofa-ela pôs as mãos no queixo fazendo um gesto de fofura, a deixando mais linda que o normal-Qual a sua mamãe?
–Também é azul-ela abriu a boca surpresa-Eu amo o céu e o mar, Você se quando agente foi pra praia?
–Naquela vez que você eu e o papai fizemos um castelinho de aleia?-eu assenti sorrindo-Eu adolo a plaia-ela olhou pra bandeja de comida dela e depois pra mim-Mamãe eu já posso comer o biscoito?
–Pode-coloquei uma mexa de seu cabelo atrás da orelha e beijei sua testa, ela bateu palminhas.
Liv comeu o biscoito no meio de longas conversas comigo falando sobre seus dias,suas amigas,seus gostos,suas vontades, sua aventuras, e eu não poderia estar mais apaixonada por ela, tudo que ela dizia era perfeito cada sorrisinho cada risada. Ela lembrava tanto o Damon que era impossível não sentir falta dele: seus olhos azuis, sua risada, seu senso de humor, seu jeito positivo e sonhador, ela era igual ao pai, era tão inteligente e esperta pra sua idade que eu começava a duvidar que ela só tinha 3 anos.
Liv terminou de comer o biscoito eu limpei sua boca toda lambuzada de chocolate e sorri feito a mamãe apaixonada que eu era: minha meninha estava aqui,meu bebê estava de volta aos meus braços, minha filhinha.
–Eu adolo chocolate-ela disse e eu percebi seus começarem a querer se fechar-Mamãe,que olas são?-perguntou bocejando.
–23:45-eu disse alisando sua cabeça
–Ta talde-ela coçou os olhinhos.
–Ta mesmo. Vamos dormir que essa princesa precisa estar bem acordada quando for ver o papai-abri o sorriso mais animado que consegui.
–Mas eu não quelo dolmi-ela coçou o olho novamente.
–Porque não?-me assustei.
–Polque eu tenho medo de que quando eu acordar você me deixe de novo-disse com a vozinha fanhosa, fazendo meu coração se partir em mil pedacinhos.
–Mamãe não vai deixar você de novo Liv, nunca mais-eu alisei seu rostinho-Mamãe vai ficar com você pra sempre,ta bem?-ela assentiu.
–Plomete?-ela bocejou.
–Prometo-ela assentiu e deu um sorrisinho fraco
–Te amo mamãe-falou baixinho deitando no meu peito, tive vontade de chorar por ouvir isso dela,por vela, por estar com ela, por sentir ela,por tela nos meus braços.
Passei os braços em torno geladeira deixando sua cabeça repousar no meu peito,seu corpo relaxou em meus braços e ela entrelaçou nossos dedos,um no outro,sua mãozinha pequena dentro da minha.
–Também te amo-bejei o topo de sua cabeça, sentindo o conforto de seu corpo no meu.
–Obligada mamãe-ela sussurrou.
–Pelo que?
–Por te me encontlado. Foi o melho plesente de anivelsalio que eu já recebi-eu não segurei o choro, e já senti as lágrimas caírem.
–Mamãe,vai sempre estar aqui agora,meu amor-eu sussurrei.
–Então vai se meu anivelasio todo dia-senti as lágrimas descerem por minha bochecha-Boa noite,mamãe-senti ela fechar os olhos.
–Boa noite,minha princesa-então eu fechei também.
***
Come Home-OneRepublic
Coloquei a ultima mala no chão:era a de Liv, mesmo eu insistindo que ela teria tudo que precisasse quando fosse voltar pra casa ele insistiu dizendo que Havia certas coisas que pra ela tinham "poderes mágicos"nas palavras dela o que interpretei como "valor sentimental". Algumas fotografias da irmã adotiva que conhecidentemente tinha o mesmo nome que ela,alguns livros que ela ganhou ao longo dos anos.
–Papai vai ta lá?-perguntou apertando minha mão com força.
–Vai-falei alisando seu cabelo. Seu corpinho tremia dentro do carro, eu já estava fora erguida a encarando e ela nervosa olhando para mim dentro do carro com a porta aberta, ela estava tão nervosa.
–Elena-desviei o olhar da minha filha conseguindo enchergar,seus olhos azuis mostravam apreensão e nervosismo nossos olhares se cruzarem, e sem perder mais tempo Damon desceu as escadas como um furacão e então corremos ao encontro um do outro,ele me abraçou com força pondo minha cabeça em seu ombro e a mão por trás dela,e eu correspondi me aniando em seu corpo.
–Nunca mais faça isso comigo-sua respiração estava forte-Eu estava tão preocupado com você-ele beijou meus lábios com saudade e paixão e eu retribui sem poder não me render,poderia ter ficado apenas 2 dias sem essa boca,mais era muito tempo pra nos. Ele soltou meus lábios e sorriu.
–A polícia vai te matar por você desobedecer as ordens deles e ter ido encontrá-la-ele riu e eu ri de volta-Você achou ela-perguntou alisando meu queixo.
–Liv!-chamei minha pequena saindo um pouco dos braços de Damon, o bastante para ele poder ver o que tinha enfrente a ele e ainda abraçar minha cintura.
Então seu pesinhos apareceram no chão, seu corpinho pequeno apareceu ao lado da porta,Damon abriu a boca incrédulo.
–Olívia!-ele gritou se ajoelhando para que ficasse na altura da nossa filha.
Liv soltou o cordaozinho que segurava com força quando viu o pai,ela abriu o maior sorriso que eu já havia visto.
–PAPAI!-ela gritou num sorriso gigante,então correu pra seus braços,eles se agarraram Liv colocou todo seu corpo aninhado no de Damon, e ele passou os seus braços fortes e reconfortantes na nossa meninha.
Vi uma lágrima descer pelo seu rosto: ele estava chorando
Liv estava fungando o nariz:ela estava chorando.
E eu nunca tinha sentido tanta emoção como sentia agora,pôs a mão na boca sem acreditar: eu estava chorando.
–Minha garotinha-beijou a bochecha dela e então abraçou ela de novo-Elena vem aqui-ele me chamou rindo.
Eu entrei no abraço coletivo ficando deitada em seu peito,estávamos juntos de novo, e não haveria Giussepe ou qualquer lei do universo que pudesse impedir isso, éramos uma família e jamais nos separiamos de novo.

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Beijei sua testa pela ultima vez,desejando boa noite a ela mentalmente.
–Mamãe te ama-olhei seu rostinho sereno num soninho suave uma ultima vez,e então fui até Damon que me esperava de porta aberta,peguei sua mão,olhei de novo pela pequena e então Damon fechou a porta do quarto onde ela dormia temporariamente.
A porta de fechou e então eu olhei um pouco para a madeira pintada de branco depois virei meu rosto pra ele: eu sorri boba e ele sorriu de volta.
Damon e eu caminhamos para nosso quarto sem nenhuma palvra,apenas o sons dos nossos sapatos no chão.
Damon tirou os sapatos sentados no puf enquanto eu colocava minha camisola em sua frente.
–Elena!-ele me chamou e eu me virei deixando que o resto da camisola cobrisse meu corpo.
–Hum-falei pegando a escova de cabelo e sentando na cadeira enfrente a penteadeira o encarando.
–Eu não posso acusar meu pai-minhas mãos pararam no meio do cabelo e então eu solto a escova colocando com força no balcão,com raiva-Porque ele me ameaçou-meus olhos se arregalam-quando você subiu pro quarto e eu fiquei vendo se ele não ia atrás de você ele sussurrou: "que se fizesse qualquer coisa contra ele,levantasse qualquer dedo,qualquer acusação ele mataria você"
–Como?-sussurrei.
–E quando você voltou e parou olhando pra mim pela varanda da escada uma funcionária ameaçou te empurrar comprovando o que meu pai falou. Não vou denuncialo, não vou te perder-ele tocou meu rosto-eu amo você demais pra fazer qualquer coisa que possa ser um risco a sua vida. Eu fiquei tão preocupado quando não te vi no quarto. Achei que ele tinha me deixado ou você teria ido embora,eu fiquei desesperado.
–Ei...-sussurrei alisando seus cabelos-Não vou deixar você ok? Nunca! Somos você e eu sempre,pra sempre e incondicionalmente.
Haunted-Beyonce
Beijei seus lábios, meu objetivo era dar um beijo doce e calmo só que Damon colocou a não em minha nuca,o intensificando,nossas línguas se uniram fazendo uma trilha de eletricidade surgir.
Ele me ergueu para cima da penteadeira,e eu joguei todos os perfumes,maquiagens e escovas para o lado os quebrando. Coloquei minhas pernas em torno de sua cintura,e comecei a descer sua calça violentamente. Damon começou a morder meu pescoço,e minha respiração começou a ficar mais acelerada, as alças finas da minha camisola começaram se soltar fazendo com que elas descessem,e eu desci o resto de sua calça deixando apenas de blusa.
–Eu vou transar com você essa noite-ele lambiscou a minha orelha, e então desceu para meus seios, pôs minha cabeça para trás no sentindo de deixar mas espaço pra ele desfrutar dos meus seios. Abri a boca num gemido fraco ao sentir o prazer de sua boca tocando os. Senti sua boca ser habilidosa no meio deles,me fazendo tocar na suas costas no meio de achar algo pra descontar minha excitação.
–Você pode transar todos os dias,se quiser-sua ereção tocou na minha intimidade me fazendo sentir arrepios. Seu pênis estava ereto enfrente a minha virilha,senti que meu corpo precisava mais dele,juntei mais nossos corpo e puxei seus cabelos com força,tirei sua boca do meio entre meus seios e coloquei ela em meus lábios,o beijando de um jeito selvagem e desesperado,senti suas mãos,descerem até minha bunda me trazendo mas para ele,deixando sua ereção a poucos de uma penetração.
–Sou sua-sussurrei de um jeito que pareceu um gemido.
Ele me tira de cima da penteadeira e me ergue enfrente a ele,com nossos corpos sem nenhum tipo de distância um do outro. Minha camisola cai num piscar de olhos em cima do meu pé,no minuto em que fui forçada a ficar de pé.
–Linda-ele começa a descer os beijos para baixo do sutiã,beijando minha barriga,enquanto eu tocava no seu cabelo com delicadeza.
–Perfeita-Ele começou a beijar minha cintura e então começou a descer até chegar ao tecido de renda da calcinhas da minha baby doll,senti que precisava urgentemente de seu corpo dentro do meu.
A calcinha caiu do chão então Damon não perdeu tempo explorando beijos por todo o contorno da minha intimidade para desejá-lo para querê-lo, e ele estava conseguindo,muito mais que isso.
Puxei seus cabelos com força e joguei minha cabeça para trás sentindo o prazer do que sua boca conseguia fazer dentro de mim.
Sua boca tocou minha intimidade que pulsava por ele. Ele começou a explora-la com a língua e eu senti que agüentaria. Seus dedos deslizaram pelas minhas coxas então eu não agüentei, o ergui fazendo ele ficar em pé a minha frente.
Arranquei meu sutiã deixando cair no chão,Damon sorriu malicioso,o joguei na cama,e arranquei sua camisa,a rasgando,e depois,simplesmente toquei nosso lábios de um jeito rápido e intenso,meus cabelos tocaram seu peito e minhas mãos os tocaram também,apreciando seu corpo perfeito.
–Elena...-sua boca ficou entre aberta e eu fazia o que mais o provocava,mordi os lábios com um sorriso malicioso-Elena-dessa vez ele falou de um jeito como se quisesse me repreender.
Peguei a sua mão e comecei a descer os beijos pelo seu peito musculoso,Damon guardou minha mão dentro da dele,nossas alianças se tocaram,levantei o rosto num sorriso macabro pra ele que foi correspondido com uma boca sem reação. Voltei aos beijos,beijando a estremidade de sua ereção que já estava bem maior que antes,comecei a beijar sua ereção fazendo seu corpo estremecer.
–Acho que você está com roupas demais. Tics...Tics-repreendi com os lábios. Rasguei sua cueca com selvageria,Damon me olhava incrédulo.
–Não acha que está grande demais Sr.Salvatore,acho que isso será um problema-ri sarcástica tocando sua ereção e apertando fazendo Damon gemer.
Seu pênis realmente estava num tamanho muita maior do que o normal era isso que eu chamava de "Anaconda",ri sozinha, ou como Damon diria "Damonconda".
–Vamos ver se você é tão gostoso quando diz-abocanhei seu pênis sentindo o seu gosto maravilhoso, senti Damon ficar rígido e soltar um mísero gemido tão baixo que eu me até pensei que poderia não ter ouvido.
Enquanto minha boca mamava seu pênis minha mão queria ver se conseguia fazer com que o seu comprimento aumentava, e assim o fiz, massajei sua ereção subindo e descendo os dedos por ele.
–Elena...eu não vou agüentar-gemeu descontrolado. Tirei minha boca de la e encarei seus olhos azuis em total prazer.
–Então não agüente-voltei para ele de um jeito mais violento,mais selvagem mais sexy,mais desesperado,apertei com força, e coloquei minha língua para fazer seu ápice de prazer chegar ao máximo.
–Eu te amo-Damon falou antes de gozar de um jeito tão rápido e tão desesperado que foi como se as palavras tivesse conseguido finalmente sair de uma prisão longa.
Tirei minha boca dele, e então subi os lábios indo até os dele,que gritavam pelo meu.
Partilhamos seu gozo, como um só compartilhamos do mesmo gosto,os beijos passaram a ser mais selvagens e insanos,e eu já estava louca de prazer mesmo sem te-lo em mim.
–Minha vez princesa-cuspiu o gozo,e me girou fazendo seu corpo ficar por cima do meu,sua ereção tocou minha intimidade e eu já soltei o primeiro gemido,bem baixinho.
Damon colocou a mão sobre meus lábios e descendo sucessivamente,ele começou a beijar meus seios e a experimentalos me fazendo gemer e escorar a cabeça mais no travesseiro,revirei os olhos quando senti seus dedos entrarem na minha intimidade.
Damon pôs dois de seus dedos lá,me fazendo fechar os olhos. Seus beijos foram descendo até minha barriga,meu umbigo até beijar minha vagina. Ele deu o último beijo,nosso olharem se cruzarem e então ele beijou meus lábios.
–Também amo você-sussurrei e então ele acabou com qualquer tipo de separação entre nossas intimidades,ele penetrou em mim e então conseguir sentir prazer e gemer sem medo sem perigo.
Me senti preenchida e sozinha quando ele ameaçou tirar e depois voltou chegando ao meu ápice.
–Damon...-gemi segurando suas costas desesperada-Dam...-chamei pelo apelido sem conseguir completar seu nome quando ele entrou no meu corpo novamente.
Entre abri a boca quando ele passou a mamar no bico dos meus seios,ergui a cabeça louca de prazer fechando os olhos com força a medida que ele entrava e saia do meu corpo.
–Sempre-ele entrou novamente-Pra sempre-beijou minha barriga-Incondicionalmente-beijou meus lábios por um longo período,sem línguas,sem bocas abertas,apenas os lábios.
E então acabamos,destruímos qualquer tipo de lei da física que dizia que dois corpos não podem oculpar o mesmo espaço,por que nós estávamos juntos,seu corpo acima do meu,seu corpo dentro do meu,seus lábios nos meus,e por um segundo aquilo não era mais meu,nem dele,era nosso,éramos um só dentro um do outro.
–Eu te amo-gozamos,e eu arranhei suas costas,sentindo seu pênis aprofundar o máximo possível dentro de mim.
Damon colocou a cabeça no meu ombro exausto,satisfeito, e amado. Ele saiu de dentro de mim e sem pensar duas vezes me agarrou assim daquele jeito nu e suado,dormimos de conxinha com o sorriso maior que o outro,estávamos mais do satisfeitos.

Notas finais
AHAHAHAHSH LOUCA. CHORando. Morrendo com esse Damon delicia inveja eterna. Leiam a outra fic,PF: http://fanfiction.com.br/historia/584543/The_night_never_ends/. Bjs até o próximo.