Un Lazo Que Nos Une
39 “Jay Khamon”
Notas iniciais
Carlos Daniel se levantou depressa sentindo o coração pulsar feito um louco em seu peito, foi até a lixeira e puxou o buquê grande sem cuidado algum, fazendo algumas rosas se desfazerem, podia jurar que conseguia ouvir a própria frequência cardíaca ecoar dentro de sua cabeça, sentira seu rosto esquentar como se pegasse fogo.
E isso ? — questionou bufando de ódio. avistou um pequeno envelope vermelho no chão ao lado da lixeira e o buscou de imediato.
“Para a dona dos olhos verdes mais intensos os quais já me fitaram, a dona das curvas exorbitantes as quais desejo e pretendo me perder… e derrapar várias vezes.
O mundo é pouco pra você.
Jay Khamon”-
leu em voz alta, e era como se sentisse o sangue quente pulsando nas veias, correndo mais depressa que antes, a raiva e o mau humor começara dominar cada molécula de seu ser.
Pensamentos de Carlos Daniel
Quem é esse tipo? Cara desgraçado, ela veio a três dias e os caras vem pra cima com buquê de rosas vermelhas e tudo. Calma Carlos Daniel, está no lixo! Ela não quis, não se importou. Fugiu… -murmurou abrindo os botões da camisa branca. –Ela veio pra mim e eu não consigo disfarçar a felicidade estampada em meus olhos, Paulina é uma mulher incrível é natural que olhem pra ela e que a desejem, mas é a minha mulher e isso não será esquecido. –caminhou até o espelho e lançou a camisa para longe. — Foi ousado demais, desejando e dizendo isso nesse papelzinho. Estão de olho na minha princesa. Mas e ela? Será que ela… Não Carlos Daniel, as flores estão no lixo, ela não deu importância… Depois trago isso em pauta. Agora nada pode estragar esse momento, é a minha mulher que está me esperando deliciosa e cheia de saudades, tão quente… Cheia de energia, te desejando… Viu como te olha moleque? -questionou a si mesmo em pensamentos. -Haha Obrigada senhor, aos poucos começa ser mais flexível, minha mulher maravilhosa e gostosa né Deus, sei que não é disso, mas vamos concordar… Uma Deusa. — fitou-se grande no em frente ao espelho com seu jeito safado. — Vinte aninhos o meu bebê… Vai ser o chá do século nessa menina, ela não vai querer outro cara… Quero ver fazendo caretinha pra sentar amanhã… A cartada final, Tudo o que ela mais vai querer vai ser sentar pro pai aqui. Vai lá moleque daquele jeitão insaciável, o rei da linguada, você até sonhou com isso.
Arrancou o sapato e assim caminhou até o banheiro, se aproximando da porta de madeira maciça e girando o trinco.
Seu coração batia feito louco tentando controlar os pensamentos, a raiva, o ciúmes. O belo corpo se acendeu por completo ao avista-la ali, fitando-o de forma apreensiva e desejosa.
CD- Vem aqui bebezinha -chamou estendendo a mão para ela, e instintivamente sentindo o corpo inteiro responder a aquela imagem.
Paulina se levantou sobre a bancada de mármore e deu um passo a frente ficando mais alta que ele fazendo-o com que ficasse com o abdômen na altura de seu rosto.
Ele tocou a cintura da mesma levando a boca a pele quente da barriga dela, arrastando os lábios por ali e também a língua , deixando rastros de fogo por onde passava, fazendo-a ofegar e segurar os cabelos morenos.
Paulina- Te quero. — sussurrou sentindo-o agarrar suas nádegas com as duas mãos massageando-as faminto.
Ele a agarrou pela cintura colocando-a no chão e de imediato contra a parede saboreando a pele de seu pescoço enquanto sua mão a apertava contra seu corpo fazendo os seios se eriçarem ao toque da pele morena.
CD- Me preocupei tanto. — mordiscou sua orelha. — Não foge assim de mim. — desceu beijando o pescoço grudando os corpos, fazendo-a sentir o membro já em estado de excitação. — Eu juro… Ninguém nessa vida consegue me fazer ficar excitado como você. Sou louco por você em todos os sentidos, minha vida. — murmurou ofegante e desesperado fitando o volume dos belos seios entre os dois. — Fique, queira ficar . — pediu tocando sua umidade sobre o tecido da calcinha pequena.
Paulina o fitava ofegante por seu toque, louca de desejo, saudades.
CD- Vem… Te faço querer, te faço me amar outra vez. — deslizou a língua deliciosamente por seu pescoço enquanto deslizava os dedos por sua intimidade, afastando a calcinha para o lado, molhando-a com seus sucos. — Te faço querer me dar tudo. — sussurrou seguindo com a língua quente em seu pescoço, mordiscando a pele alva e afastando um pouco mais as pernas dela, elevando a coxa firme até seu quadril, dando mais espaço para tocá-la.
Paulina- Já quero. — disse fitando-o sugestivamente.
CD- Começo a perceber bebezinha. — murmurou mordendo o próprio lábio inferior e fundindo dois dedos lentamente dentro dela, ganhando espaço, melando-se com seu mel, espalhando pela vulva delicada- Delícia. — tomou seus lábios com loucura, beijando-a forte, com sede dela, envolvendo-a com desespero e fúria, esfregava-se a ela fazendo-a sentir o membro já desperto reprimido pela boxer marcando uma coluna grande e indecente, enquanto sua mente o castigava com tantas perguntas e a desejava como um louco.
Paulina- Senti sua falta, neném. — murmurou puxando os lábios dele entre os dentes e deslizando a mão quente pelo cumprimento marcado na boxer, fazendo-o gemer instantaneamente. – Assim… Dentro.
Por alguns instantes ele a fitou sério deixando de beija-la, tentando assimilar suas palavras enquanto seus dedos escorregavam dentro e fora dela. Ela sabia que algo em seu olhar havia mudado desde que o viu pela última vez à minutos atrás. O conhecia muito bem para aquele detalhe passar desapercebido. Sentia o desejo em seu olhar, a saudade, a confusão e aquele algo a mais que não conseguia decifrar. Inúmeras coisas passam por sua mente ao observá-lo, mas logo fora tirada de seus devaneios entorpecida pela boca quente novamente beijando seu pescoço, envolvendo-a mais e mais a seus toques. A mão firme segurando o quadril enquanto buscou seus lábios de pressa com intensidade, a língua passeava firme invadindo sua boca, querendo e ganhando-a para si.
CD- Gostosa. — murmurou afastando-se alguns instantes descendo a boxer, desprendendo o membro grosso da cueca liberando o pau ereto apontando pro alto, cheio de terminações engolfado pelo desejo, seu corpo vibrando de ânsia por ela. Em alguns segundos rasgou o pequeno pacote de preservativo que parecia ter arranjado feito mágica naquele momento, deslizando pelo cumprimento grosso.
Não pode deixar de sorrir satisfeito ao flagra-la mirando- o sedenta. Devolvendo o olhar devorador, Carlos Daniel deslizou a mão pela barriga lisa e mergulhou novamente os dedos em sua intimidade, fazendo-a titubear por alguns instantes sentindo-o espalhar seus sucos, tocando o clitóris tão sensível .
Levantou-a do chão pelos quadris, segurando-a contra a parede quando seus dedos abandonaram a intimidade latente, com o olhar lascivo chupou os dedos que antes estavam dentro dela mirando-a profundamente.
Paulina respirava ofegante, sentindo todo seu corpo vibrar de ansiedade e desejo por aquele homem, arfou muito excitada envolvendo os braços em seu pescoço, tomando os lábios carnudos para si se dando com intensidade, jogando a língua macia e pequena na dele que duelava forte, entregando tudo a ela. Querendo tudo!
Afastando a pequena calcinha para o lado o mesmo, escorregando sua glande pela intimidade latente e estreita, segurando as nádegas firmemente enterrou-se a ela completa e abruptamente , abrindo caminho em seu interior ardente como fogo, rasgando-a lentamente. Fazendo- a gritar e agarrar-se a ele instintivamente, adorando seu impacto e intensidade.
Ele urrou instantemente pela sensação, era maravilhosa quente como fornalha, nada na vida se comparava a sensação de estar dentro dela. mordeu a pele de seu ombro descontando o prazer de estar nela, voraz e lascivo, seu corpo vibrava com a sensação tão esmagadora.
CD- Gosta de me ter assim, cariño? — questionou fitando-a duramente estando inteiro dentro dela e saindo lentamente, levando-a consigo com aquelas sensações. — É gostoso pra você ? -questionou metendo tudo e vendo-a abafar um grito em seu pescoço com uma leve mordida.
Paulina- É… Aiiinn… gostoso… — murmurou ofegante. — Levemente doloroso e bom… Eu sei que eu posso… -beijou-o desejosa. — Como eu gosto disso, vida. -disse mexendo o quadril de encontro a sua ereção.
Como pode ser tão apertada? Hmm? Tão quente... — puxou o ar por entre os dentes enquanto deslizava para dentro dela com mais força, ouvindo- a gemer um pouco mais alto. — Tão... Hmm... Tão gostosa... Eu morro por essa boceta. -murmurou estando inteiro dentro dela, quente, grande e sedento enquanto sustentava seu corpo e estocava fundo. — É lindo como se esforça para engolir o pau todo, como se aperta e me acomoda… Gostosa… Delícia do Dan. — urrou sentindo suas contrações intensas.
Paulina o ouvia em estado de êxtase, sentir suas mãos tão firmes segurando seu corpo daquela maneira. Invadindo-a tão grande, abrindo espaço em seu interior com estocadas de fogo, lhe entregando tudo. Ela tomou os lábios de Carlos Daniel de forma sedenta envolvendo os braços em seu pescoço, jogando a língua contra a dele, sugando seus lábios para si de maneira tão sensual, de pressa e apaixonadamente. — Ahhhnn hmmmm... como é bom... Ahhnnn... — gemeu descendo os beijos por seu maxilar marcado deixando rastros de fogo por ali, seduzindo a pele morena com seus lábios.
CD- Uhmm... Delícia... — urrou entrando e saindo de dentro dela em ritmo acelerado, fitando-a alucinado, como se vivesse um faz de conta, sem poder crer que tinha aquela mulher maravilhosa e cheia de curvas em seus braços novamente. — É tão quente, meu amor, apertada, linda... Cheirosa... Gostosa... E minha, tão minha... Tão fodidamente apertada e minha.
Paulina gemeu sugando forte a pele de seu pescoço, agarrando seus ombros e cravando as unhas ali. -Ahããn uhmm hmm...
CD- Amo o quanto luta para me acomodar. -sussurrou segurando a bunda grande, empurrando para dentro tão intensamente e depois para fora a estimulando-a, desfrutando de seu interior tão convidativo e delicioso- amo ser tão maior que você, amo que me acomode e me dê prazer assim.
Paulina gemeu agarrando-se mais a ele, se segurando no corpo forte, recebendo-o deliciosamente fitando-o sensualmente no fundo dos olhos.
Jogando o quadril junto a suas investidas, feito deusa dando prazer como nenhuma outra, envolvente.
CD- Vou te beijar inteirinha, cada pedacinho delicioso do teu corpo. -sussurrou entrando com tudo nela. — Chupar sua boceta bem gostosinho pra você gritar pra mim e me dar o seu mel.
Paulina- Ahhnn… -murmurou sentindo o impacto dele dentro de si e contra a parede- Ahnn q… ahhhn.
…
Carol- NÃO! Não acredito nisso! Paulina filha da mãe! Não me disse seu paradeiro, mas disse a você? Não tem nexo, levou o meu pequerrucho e nem me disse nada eu me preocupei com os dois e… — murmurou perplexa desabando seu peso no sofá. -Tem noção? Minha melhor amiga.
Cecília- Bem… ao menos está bem não é? Acredito que já tenham se encontrado, pelo silêncio. Mas… Foi irresponsável não dizer, saiu do país com a criança com o bracinho deslocado. Não disse nada.
Alexia- Gente! Eu sabia que estava em segurança! O Carlos Daniel havia planejando levá-los para a convenção com ele, passagens, hotel e tudo. Consegui uma reserva para ele na agência de viagens da minha mãe , pacote luxo. Quando ela soube do pai dela estava desnorteada, eu estava chegando para falar com o Dan ela me viu e não gostou, discutimos porque ficou enciumada e eu expliquei que não fazia sentido e contei da viagem. E ela aproveitou e foi, eu sabia de tudo e ajudei, embarcou umas 5 horas depois que nos vimos. Só ajudei , o Carlos Daniel já deve ter encontrado ela na surpresa que faria.
Carol- Gente a minha amiga é muito maluca. Quando que esse boyzão ia imaginar isso? Hã? Nunca na vida! — riu alto ainda preocupada. — Foi doida e inconsequente como quase nunca. Ele vai pirar quando vir ela.
Cecília- Quando ela voltar vamos conversar bem de perto. É uma ótima mãe, mas não pode fazer isso. Quase mata a todos do coração. É o meu neto, gostaria de saber notícias, a gente se preocupa, menina nova sozinha mundo a fora.
Alexia- Ela está confusa. Mas sinto que está balançada por ele, não consegue mais fingir. Vai ser bom ficarem juntos um pouco longe de tudo. E outra… Se derreteu inteira quando soube o que ele faria, e a ideia foi dela, certeza que ele ficará impressionado.
Cecília- Vai! Acredito que possa ficar bravo inicialmente, mas vai gostar. É um momento importante no mundo dos negócios para ele, está tão jovem consolidando sua carreira, tê-los ao seu lado vai dar mais foco.
Carol- Mas essa garota vai me ouvir mesmo assim, quando eu puder falar com ela. Vaquinha.
Cecília- Vou avisar o Hugo! — murmurou pegando o celular. — Ele moveu céus para procurá-los junto ao Carlos Daniel. Louco por essa menina.
Carol- Apaixonado.
Cecília- Está sofrendo o meu bebezão, mas estou achando bem feito! Engravidou uma menina de 16 anos, precisa sentir a responsabilidade disso. — opinou enquanto digitava no celular. – É bom que dê um pouco de trabalho a ele.
Alexia- Enfim meninas, combinei com ela de que quando soubesse que o Carlos Daniel houvesse pousado no México era pra avisar vocês onde ela estava, só cumpri o prometido.
…
CD- Uhhhhn… Hannn… Vai princesa… Goza pra mim amor... Goza vai... No meu pau. — disse torturando-a por alguns momentos, abrindo caminho em sua entrada apertada e lubrificada, entrando devagar e saindo... Depois metendo bruscamente voltando a seu ritmo.
Paulina- Amor.... — suspirou entre gemidos. — Ahh... Uhhhnnn... tão... Tão grande e... uhmmm uhmmm Gostoso... Aiiii...
CD- Goza princesa, estou sentindo... Está quase... Quase... -murmurou segurando o quadril dela e investindo enlouquecido, observando cada expressão de seu rosto avermelhado, pequenas gotículas de suor escorrendo por sua testa, os olhos verdes tomando um tom ainda mais intenso se revirando a cada dura investida dele. Como se fosse dividir a mulher em duas ele buscava seu ápice, arrebatado pelo tesão, só existia ela é mais nada, somente ela e sua abertura quente e apertada.
Paulina- Ahh... Ahnnn... — gemeu mordendo o ombro com força quando seu ventre se contraiu intensamente trazendo sua libertação. – Ahnn Carlos Daniel... hmm... -gritou sendo invadida por ele, que investia feito um animal, sem conter o tesão reprimido por dias.
CD- Isso pequena... Isso... Goza... Goza tomando meu pau... — murmurou antes de tomar os lábios com avidez, chupando a língua dela sensualmente, descontando todo tesao que sentia, fazendo-a correspondê-lo na mesma intensidade. — Toma pau… Que delícia... Que delícia de boceta, amor... — urrou apertando uma das coxas dela enquanto gozava metendo fundo, empurrando com vontade como se fosse possível fundir-se a ela enchendo o preservativo com o esperma quente.
Paulina — Ahh... Ah... — gemeu respirando ofegante sentindo os tremores de seus instintos sexuais percorrerem por seu corpo, sentindo os tremores dele em si, a boca quente dele se arrastar por seu pescoço em direção a seu ouvido.
CD- Gostosa, você é muito gostosa. -sussurrou lambendo a pele alva, enquanto saia de seu interior , fazendo sentir as contrações do corpo dela pressionando o membro grosso. – Que delícia é comer você, sou louco por ti, menina... Louco... Te quero a todo instante, quero estar sempre entre as suas pernas... Hm? O único cara... Na sua vida.
Paulina o fitou desejosa em silêncio por alguns segundos e então ele soltou-a no chão lentamente vendo-a bambear e sorriu satisfeito prendendo o corpo dela levemente contra a parede para sustenta-lo.
CD- Eu seguro você, neném... — beijou a marca que ele havia feito em seu pescoço, sorrindo de seu desconcerto. — Uma mulher como você não merece menos que isso... — beijou seu pescoço mordiscando-o levemente, fazendo um rastro de fogo surgir ali. — Pernas bambas... Nunca aceite menos que isso de mim... Afinal 117kg metendo em você... — cheirou o pescoço dela. — E você aguentando tudinho gemendo e gritando no meu pau. -murmurou trêmulo segurando-a pela cintura, engolfado pelo desejo.
Paulina sorriu sensualmente com a boca avermelhada e beijou-a brevemente. — Adoro seus beijos, me beije sempre, amo que me beije enquanto... — fez uma pequena pausa mirando-o no fundo dos olhos. — Enquanto você me fode... Me sinto tão sua, sinto que me quer tão mais... Parece que vou explodir de tanto que te quero...
Ele sorriu- Amo a sua boca, seu beijo intenso sempre, amo o quão quente e apaixonada você é pra mim... Tão solta e presa a mim, pra mim. — beijou seus lábios de forma intensa enquanto deslizava as mãos para o quadril largo e marcado dela, recostando-a ao pau semi ereto, pelo recente gozo.
Ela o correspondia na mesma intensidade, beijando-o quente, sedenta e com saudades.
CD- Te quero tanto, tanto... — murmurou espalhando beijos por toda a extensão de seu pescoço e esfregando-se a ela.
...
Quero que siga os passos dele. É como se essa garota tivesse se enfiado em um buraco, não é possível! Ela não aparece com o meu neto... Será que aconteceu algo?
Louise- Sr. encontrei passagens no nome dela com vôo para Cancún à três dias.
Dante- O que? Procure reserva de Hotel, estamos quase, sinto que está chegando o dia o qual conhecerei pessoalmente a minha menina. — murmurou fitando a cidade do vigésimo segundo andar do prédio.
…
O Raiar do dia dava seus belos sinais, após ambos desfrutarem do mais intenso prazer por todo o banheiro; a hidro, a bancada da pia, e o chuveiro já conheciam a intensidade deles, as paredes abafaram gritos de prazer e quase loucura.
Carlos Daniel a levara em seus braços a cama grande no cômodo reservado ao lado de onde estava o menino , cobrindo-a apenas com a toalha e um lençol branco.
Após isso buscou uma samba canção em sua mala e a vestiu. Dando alguns passos para que pudesse apagar a luz ambiente reparou na pequena sombra do bebê se sentando e fitando-a atentamente, esfregando os olhinhos e já tentando se levantar depressa em meio a manta ao reconhecê-lo.
CD- O filhão… — o mesmo foi mais rápido de encontro ao pequeno que cairia se houvesse conseguido levantar a tempo, abraçando o pequeno junto a seu corpo. — Que saudade que o papai está de você, minha vida! -murmurou acariciando seus cabelos enquanto o pequeno se agitava em seu colo.
Arthur- Eu… Sadades papai Cailos Daiel… E tliste e nenê blincai com ele e… chelinho papai… e… sadade. -murmurou radiante, fazendo-o rir com o “desespero” em lhe “dizer” aquelas coisas, a agitação do menino.
CD- Papai tá com saudade de tudo isso aí também, anjinho. -disse com os olhos lacrimejando sem conseguir soltá-lo. — Você é a vida do pai e eu prometo filho, que vou fazer de tudo para que não fique longe de mim nunca mais. Você é o meu feito mais maravilhoso.
Arthur- Papai tabalando Bacho eunião. — murmurou fitando o rosto do pai. — Athui tabém tabalai eunião?
Ele riu encantado. — Sim meu filho, papai estava trabalhando na reunião. E… só quando for grande e se quiser continuar cuidando das empresas da família.
Arthur- Arthui bebê. — bocejou deitando a cabecinha no ombro dele. — Paulina. -chamou um pouco mais alto, correndo o olhar atento por aquele ambiente.
CD- Shiiiu bebê. -sussurrou carinhoso. — A princesa dormiu, só podemos acorda-la depois.
Arthur- Shiiiu pla picesa… — sussurrou sonolento.
Carlos Daniel sorriu -Nana com o papai. -se sentou na poltrona de canto acomodando-o melhor em seu colo e fazendo carinho em seus cabelos, o faria até que conseguisse dormir.
…
O olhar mais penetrante que já viu, parecia poder ver sua alma através daqueles olhos ali enquanto morria por dentro ao assisti-la LINDA nua, exuberante tanto quanto se lembrava que era, em todas as suas formas. Os belos seios brancos com mamilos rosados e convidativos, a cintura fina e marcada, o quadril largo dando mais sensualidade aquela mulher, a sua mulher que agora… estava sentada sobre o rosto de um homem que segurava suas coxas sem delicadeza e chupava enquanto a mesma arqueava as costas e gritava enlouquecida. Não conseguia ver quem era nitidamente, conseguia ver os braços muito fortes segurando-a, conseguia ver a pele negra reluzindo enquanto o mesmo se dedicava em seus movimentos, outro… Parecendo grande e sedento por sua doce abertura, a chupava feito animal, degustando-a enlouquecido. Rebolava em sua face enquanto se deleitava recebendo prazer assim. Paulina o fitava no fundo dos olhos como se quisesse mostrar a ele como o recebia, como era gostoso e o quanto sentia prazer com aquele estranho.
Jogando os quadris para frente depois gemendo e apertando os próprios seios descontando tamanho prazer.
A mente de Carlos Daniel fervia, seu peito queimava de ódio e decepção, faria uma loucura! É certo que faria uma loucura e sem pensar duas vezes foi até eles. Cego de ódio, a única certeza que tinha em sua mente é que a tiraria dali
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