Notas iniciais
Oiiii pessoal, aqui estou mais um dia... kkk sim demorei, estou tentando administrar minha vida de adulto aqui, enquanto escrevo a Fic e quase nada de tempo me sobra... Enfim pessoal, capítulo dedicado a Luara que recomendou a Fic e tbm a todas que comentaram, se essa Fic ainda existe é por vocês ❤️

Eu sendo todo lindo com você e vem com negócio de estritamente sexual?! -questionou irritado. -Porra eu me declarando aqui, querendo cuidar e... Não quero só isso não, quero que você me ame, quero gritar pro mundo inteiro, postar em tudo o que é lugar, andar de mãos dadas, quero que as pessoas te olhem e saibam que você é minha mulher, quero poder andar de aliança, quero tudo o que tenho direito!

Paulina- Você pode ir conquistando tudo isso aos poucos. — riu de seu desconcerto. — Mas não vou mergulhar de cabeça de novo com a mesma pessoa a qual me quebrou por inteiro!

Ele a fitou com um nó se apertando em sua garganta.

CD- Ahhh e outra eu não sou nenhum podre com doença não, ok? Me protejo demais, eu sei onde enfio o meu pau! Que foi? Se lambuzou e está com nojinho?

Paulina- Sem exames você não me toca. Eu sei onde eu sento, me cuido, faço exames sempre, eu sei que não me arrisco, você um puto desse jeito... E outra querido, me lambuzo mesmo, isso você não pode se queixar que faço mal. — se aproximou dele arrastando levemente os dedos por sua face. — Se for pra eu tirar a roupa é pra fazer muito bem feito.

Ele segurou seu rosto com uma mão só enquanto empurrava seu corpo contra a parece. — Gosta de provocar, não é? Gosta de instigar e me deixar feito um louco atrás de você, me provoca e depois me nega tudo. — murmurou entredentes bem perto dos lábios dela, puxando uma perna dela até a altura de sua cintura. — É gostosa pra caralho sim. — beijou-a no pescoço deixando também uma mordidinha ali. — Gostosa pra caralho, de um jeito que não consigo esquecer, de um jeito que eu só consigo pensar em foder o tempo todo.

Paulina sorriu com a respiração acelerada. — Então isso é um sim, para a minha “contraproposta” benzinho? – deu uma lambidinha provocativa em seus lábios.

Ele tomou seus lábios para si, jogando a língua contra a dela abrindo passagem de forma selvagem, não podendo resistir a tamanha provocação. Soltou a perna dela juntando o corpo junto ao seu, esfregando a ereção firme a ela, segurando com as duas mãos o pequeno rosto para devorar a boca tão desejada. Paulina deixava sua língua macia duelar livremente com a dele, dando tudo, desejando-o e demostrando isso, querendo muito dele, apertando-o contra seu corpo.

CD- Não faz isso comigo, pecado. — deslizou uma das mãos para a barriga dela, buscando a faixa de pele exposta pela blusa curta. — Vou fazer essa porcaria de exame amanhã mesmo, depois disso bebê, vai ser uma semana no quarto só dando pra mim!

Paulina sorriu- Isso é um sim?- questionou em meio a um riso vitorioso.

CD- Proposta irrecusável! — disse caminhando com ela até a porta do elevador. — Mas também tenho minhas exigências! Minha mãe e meus amigos saberão que estamos... Ficando junto, sem dia específico pra nos vermos, óbvio que quero que fique só comigo, quero poder dormir na sua casa sem reclamações.

Paulina sorriu- Certo, mas sem abusar! -concordou reparando no volume entre suas pernas. — Animado o meu brinquedinho.

CD- Prontinho pra você, mas fica de frescura! — entrou no elevador, que estava uma senhorinha que arregalou os olhos, sendo demasiadamente indiscreta.

Paulina riu abraçando-o e deitando a cabeça em seu peito. — Você fica me devendo essa, gatinho. — sussurrou inebriada por seu calor e pelo perfume que já estava impregnado nela.

CD- Você vai tomar uma surra de pau. -sussurrou em seu ouvido, beijando seus cabelos.

Paulina- Aiii que lindo você é amor... -disse cinicamente.

...

Enquanto isso...

Meu Deus, Cecília... — disse emocionado olhando o bebê como se fosse uma miragem.

Arthur fitou a vó desconfiado e deitou a cabecinha em seu ombro. — Quisso vó? Quem esse?

Hugo- É o Dan, Cecília... -disse em um soluço. — É o meu filho, pequenininho de novo. — tocou a mão do bebê.

Arthur começou a chorar ao vê-lo chorando.

Cecília- Calma Hugo está assustando ele, eu sei, é o nosso bebezinho de novo, todo cheio de graça. -murmurou com os olhos marejados, tocando o rosto do menino. — Esse é o seu vovô filho, é o pai do seu papai.

Arthur a fitou franzindo o cenho e enxugando suas lágrimas. — Papapapai? -questionou fazendo-os rir.

Hugo- Não bebê... -tocou a mãozinha pequena. — Eu e a vovó Cecília tivemos um filho...

Cecília- O Carlos Daniel... -completou fitando-o com encantamento.

Hugo- E o nosso filho, teve você... por isso sou pai do seu papai.

Arthur- Papapapai... – “repetiu” inocente, fitando-o atento.

Hugo- Você é a coisa mais linda dessa vida. — tocou a bochecha gordinha. — Não consigo descrever o que eu estou sentindo no coração. — beijou os cabelos do pequeno.

Arthur- Athui lindo bebê. — falou fitando cada detalhe. — Você gande ,Cailos Daiel, Checila não gande.

Cecília sorriu- É meu amor, lembra que a vovó te disse isso? Que o seu papai é grande como o papai dele.

Arthur sorriu- Hugo — a abraçou bocejando um tanto sonolento, sem querer dar muita atenção.

Hugo- É bebê... Ela é pequena também... Eh... — fitou a mulher de forma receosa. — Bebê... Vem aqui com o vovô, um pouquinho? Me deixa pegar você, te dar um abraço?

Arthur o fitou sério por alguns instantes, depois a avó.

Hugo- Vem... -chamou com os olhos cheios de lágrimas.

Arthur ergueu os bracinhos em sua direção um tanto receoso, reparando em cada detalhe do rosto alvo.

Cecília o ajudou a acomodar em seu colo. — Cuidado com ele.

Hugo- Que pequeninho. — comentou admirando-o ali tão frágil. — Precioso do vovô.

Arthur- Essa vozi... -reparou a voz grave, fazendo-o rir.

Hugo- Eles moram aqui mesmo? — questionou fitando Cecília.

Cecilia — Sim, moram os dois em um prédio modesto próximo ao lago Norte. Ela vive esse bebê, uma mulher admirável, juro que vendo-a quando namorava o Carlos Daniel eu jamais imaginaria que seria assim, ela era só uma menina... Dedicada, trabalha loucamente para cuidar dele, cuidadosa com tudo, as coisinhas dele são um luxo de cuidado.

Hugo- Sim... O garotinho é lindo, todo gordinho, bochecha rosadinha, cheirinho de céu. — beijou a testando pequeno. — Carlos Daniel vai ter que dar duro para merecê-la... — murmurou admirando o bebê, encantado. — O menino é a cara dele, o olharzinho amor... Ele é a minha chance de ser diferente.

Cecília- Com certeza... Agora Hugo, é melhor você ir, se o Carlos Daniel sonha que te deixei ver o menino quando ele disse não, vai brigar comigo e ainda mais com você aqui, vai desconfiar de tudo.

Hugo- Acabei de pegar o bebê. — o abraçou levemente. — Olha que medinho de machucar ele.

Arthur- Athui foite igal papai. — sorriu expondo os pequenos dentinhos.

— O que está acontecendo aqui? -questionou abrindo a porta, entrando junto com Paulina- De novo na minha casa? Essa hora? –insistiu indo até ele e pegando o pequeno de seus braços. — Eu disse que ainda não te queria perto do meu filho! — jogou essas palavras com raiva enquanto o bebê o fitava assustado.

Hugo o mirava sério e em silêncio por alguns segundos, não sabendo como lidar com a atitude do filho.

Paulina se aproximou. — Boa noite seu Hugo! — o cumprimentou com um leve abraço.

Hugo- Boa noite, menina! Meu Deus como você está diferente. — a fitou com um sorriso. — Parabéns pelo bebê de vocês, ele é um pedacinho do céu...

Paulina- Obrigada. — tocou o rostinho do pequeno nos braços do pai. — É a minha vida.

Hugo- E a cara do pai... Que mundo injusto com as mães. O Carlos Daniel é uma mistura de mim e da Cecília, mas ainda sim tem características bem fortes da minha parte da família.

CD- Ninguém quer saber só quero que vá embora! — disse estupido.

Paulina sorriu sem jeito para Hugo, em seguida pegou o bebê. — Vamos pra lá, filho... Eles precisam conversar.

Arthur- Dutos? Polisso? — questionou deitando a cabeça em seu ombro.

Paulina- Isso bebê, adultos... Conversa de adultos.

Cecília- Pode ir pro meu quarto com ele, é o segundo à esquerda. As coisas dele estão lá, já está tarde notei que ele está sonolento, pode levá-lo. — murmurou vendo-a virar o corredor.

Hugo- Ele é a sua cara filho. — disse emocionado. — Parece que ganhei uma nova chance.

CD — Não consegue respeitar a decisão dos outros, não? Tem que ser tudo do seu jeito. — o repreendeu. — Acha que não tenho poder de decisão nem sobre o meu filho, porra eu que fiz, não se mete nisso. Eu sei o que estou fazendo.

Hugo- Só queria conhecê-lo tenho meu direito de avô, justamente por isso que você falou aí gostosão “eu que fiz”. Eu te e fiz e você fez ele, ele é duas vezes meu.

CD- Eu não quero a atenção que tenta me dar agora! É tarde você não percebe? Agora não adianta! — disse sério vendo a feição de decepção no rosto do pai. — Talvez a vida tenha te dado mesmo outra chance, vê se não estraga tudo de novo! Eu nunca vou te perdoar se fizer meu filho sofrer! -saiu sem esperar resposta alguma.

...

Amor... — chamou do corredor. — Vida... — abriu a porta de seu quarto. — Desculpa, esqueci de avisar que coloquei as coisas do bebê no meu... quarto. — disse vendo o bebê dormindo em sua cama e a porta de seu closet aberta. — Paulina? — insistiu entrando bruscamente e surpreendendo-a escondendo algo atrás de suas costas. — Está chorando? — questionou se aproximando dela.

Paulina- Não.

Ele se aproximou dela e pegou o que ela segurava. — Ah... -sorriu ao abrir a caixa mediana. — Doeu, não é? Independente de qualquer coisa guardarei pra sempre. São as nossas recordações, tem muito mais lá no DF. Tenho cada carta que me escreveu, as alianças, ainda guardo a roupa do primeiro dia que fiquei com você, nossas fotos de recordação, você claramente uma menina...

Paulina- Fomos uma loucura, bonitão.

CD- Prometo que vou merecer você, ninguém vai merecer você mais que eu, vou cuidar! — tocou sua cintura fitando-a com os olhos marejados. — E também prometo que se não for você vai ser todas!

Paulina o fitou séria, tentando se afastar.

CD- Eu nunca mais vou amar alguém, e então vou usar cada pessoa que passar por mim e só! Vou passar pela a vida espalhando esse amor tão grande por aí, vou foder cada uma delas como se pudesse foder você, então vou deixar todas por todas, porque se você não me quiser, não poderei querer nem mesmo a mim .

Paulina- Isso é cruel! I

CD- Esse é o amor que sinto por você e não vou dar pra mais ninguém se não quiser ele! Ninguém mais vai ter o meu coração. -disse com os olhos lacrimejados. — Nasci pra ser só seu, sei disso desde a primeira vez que entrei em você, ainda tão menina pras outras pessoas, mas pra mim a mulher que eu queria pra sempre. -beijou o pescoço dela. — Vou saber honrar cada segundo a seu lado se quiser o meu amor.

Paulina- Me mostra isso... — disse sentindo seus beijos no pescoço, enquanto as mãos dele estavam possessivas em sua cintura. — Mostra o quanto esse amor que sente pode curar e mudar tudo, eu deixo...

CD- Eu quero mudar tudo amor, tudo. -sussurrou ao pé do ouvido, deslizando uma das mãos por suas costas por debaixo da blusa. — Me tem tão seu, tão seu.

Paulina o fitou alguns segundos tão próximo a seu rosto ambos com os olhos marejados, ambos sentindo aquele amor que queima e que quase mata. Ela tomou seus lábios querendo tão mais dele, enlaçou os braços em seu pescoço aprofundando aquele beijo, dando espaço a ele, se entregando na mesma intensidade.

CD- Te quero tanto, pequena. — sussurrou espalhando leves beijos por seu queixo e maxilar. — Tanto. — continuou o rastro de fogo que espalhava pelo rosto dela também com leves chupões, enquanto uma de suas mãos vagavam por suas costas pôr debaixo da blusa sentindo a pele quente. — Saudade da pele... -sugou a pele do pescoço dela levemente. — De deixar marcadinha sabe, reclamando pra sentar, de foder até você gritar que eu sou o seu cara, de ver o seu rosto vermelho e o cabelo bagunçado e saber que fui eu o culpado. — disse esfregando-se a ela. – Cheirosa. — aspirou o seu cheiro enquanto deslizava também a língua por seu pescoço.

Paulina- Saudades é? — provocou sentindo as mãos dele deslizarem para a lateral de seu corpo por debaixo da blusa.

CD- Sim amor... Saudades de cada mínimo detalhe sórdido. — desceu os beijos de seu pescoço para seu colo. — De te beijar inteirinha, dar carinho do jeito que você merece. — beijou os seios por cima do tecido da blusa.

Paulina sorriu mordendo o lábio inferior e tocando seu cabelo enquanto repetia aquele gesto. Ela o puxou para um beijo cheio de desejo não podendo com aquelas sensações, não suportava mais estar diante dele, ali com aquela roupa adiando o que o seu corpo gritava por fazer. Tocou o peitoral másculo com as duas mãos arrastado levemente o tecido da camiseta dele, correndo a mão pequena desesperada pela pele quente.

CD- Que calor... -sussurrou agora sendo beijado por ela no pescoço. — Que boca linda.

Paulina- Ela pode fazer coisinhas tão más... — afirmou mordiscando o ombro dele, enquanto o tinha completamente entregue beijando a pele dela o tempo inteiro ansiando por mais.

CD- Quero te pegar tanto, menina, tanto...

Paulina — Estou aqui... Louquinha pra isso... — murmurou Deslizando a mão por sua barriga, puxando a camisa dele entre os dedos se livrando daquele tecido que atrapalhava.

Abraçava o corpo grande contra seu, sentindo a pele quente incendiar a sua.

CD- Perfeita, você é perfeita, bebê! — desceu os beijos para seu ombro e colo. — Quero você inteira pra mim. — se ajoelhou em sua frente beijando a barriga e apertando a bunda grande.

Paulina deslizou a mão por seus cabelos sedosos enquanto fitava o reflexo dos dois pelo espelho. Ele desabotoou o jeans dela já puxando para baixo junto com a pequena calcinha que ela usava, ajudando-a tirar o tênis, com pressa.

CD- Deusa... — se levantou tomando seus lábios, suas mãos ágeis buscaram seus seios macios. — Fica com os peitos pulando na minha frente o dia todo, sem sutiã, eu louco pra por eles na boca. -jogou aquela blusinha longe, abaixando para colocar um de seus mamilos na boca, sugando- o com intensidade. -Saudades... — segurou os seios com as duas mãos esfregando-os em seu rosto em seguida. — Sempre foram minha perdição. — deslizou a língua quente em torno do mamilo pequeno e sugou para dentro de seus lábios, alternando entre um e outro.

—Ahnnn... — gemeu com a respiração acelerada puxando levemente o cabelo dele, sentindo o toque preciso entre suas pernas, onde já latejava por ele.

CD- Olha pra mim. — pediu firme, erguendo-a em seu colo com uma perna de cada lado de seu quadril, fitando a calcinha apertar e mostrar levemente sua intimidade ali parecendo tão mais suculenta e convidativa. Ele esfregou seu membro ainda coberto ali sentindo seu calor, logo puxou sua bermuda para baixo, segurando-a pelas coxas, equilibrou-se alcançando a bermuda com o pé fazendo-a escorregar por suas pernas, juntamente com sua cueca.

Paulina- Tem preservativo? -perguntou quando encostou-a diretamente nos espelhos.

Ele parou por alguns instantes com o coração acelerado, fitando-a no fundo dos olhos, deixando-a confusa por alguns segundos. Carlos Daniel deslizou sua glande por entre a intimidade delicada fazendo-a gemer levemente com a sensação.

Ele a colocou no chão fitando o pau ereto, apontando pra cima, ali cheio de veias agitadas com a cabeça larga e rosada em sua direção. Paulina não pode deixar de sentir a boca secar ao vê-lo assim tão convidativo.

Carlos Daniel pegou depressa a cueca do chão e abrindo a porta com cuidado foi em busca do que ela pedira, revirando a gaveta do criado mudo buscou o pequeno pacotinho, fitando rapidamente o garotinho que dormia profundamente no meio da cama, depressa ele desenrolou o látex por seu membro.

CD- Vem aqui vem. — disse erguendo-a junto a seu corpo e tomando seus lábios contra os seus. — Amo cada beijo... — sussurrou em seu ouvido quando os beijos foram para o pescoço. — Você é tão quente e apertada, vida... Tão pequenininha aqui. -insistiu deslizando o pau por entre seus lábios vaginais. — Está me deixando tão louco... Só penso em comer você o tempo inteiro. — enterrou a cabeça do pau na intimidade lubrificada e puxou de volta.

Paulina- Carlos Daniel... -cravou as unhas nas costas dele, ali sedenta com as pernas abertas em volta dele. — Amor e... Ahhhããã... -urrou quando ele se arremeteu inteiro para dentro dela, exigindo espaço, causando um delicioso incômodo.

CD- Hey... — sussurrou fitando-a desejoso enquanto buscava seus lábios. — Não grita, não esquece o bebê... — saiu de dentro dela e arremeteu forte novamente. — Me morde, me arranha, mas se gritar ele vai saber que eu tô fodendo a mãe dele e... Ainda não sei se estou preparado para dizer isso. — disse investindo com firmeza enquanto olhava no fundo de seus olhos, movendo seu quadril de encontro ao dela, em movimentos ritmados e fortes, parecia querer fundir-se a ela. — Olha. — pediu apontando o espelho a imagem dela ali exposta, de pernas arreganhadas em torno dele recebendo-o tão grande, engolindo-o inteiro. — Você fica linda quando está dando pra mim. — rebolou enfiando-se cada vez mais rápido. — Que delícia... Que gostosa amor, que delícia... — fitou as intimidades fundidas ali no meio. — Foi feita pra dar pra mim, só pra mim, entende?! -investiu fundo sentindo as unhas dela cravarem-se em suas costas.

Paulina-Am... ooooor... Hmmmããh... Ahhã... — gemeu sentindo-o tão profundamente enquanto revirava os olhos se abrindo para ele.

Carlos Daniel tapou seus lábios com uma das mãos, fazendo-a produzir sons que o excitavam como quase nada nesse mundo. Ele por um momento fitou sua imagem no espelho ao lado, vendo ali tão entregue de pernas abertas em torno dele, com os seios pulando entre os corpos, a pele sedenta e suada.

CD- Olha... — exigiu roubando sua atenção. — Olha como você fica linda quando está dando pra mim. — a fez olhar a cena tão perturbadora enquanto era golpeada por seu sexo faminto e seu corpo reagia aquela invasão. — ela mordeu o ombro dele, descontando o gemido que não poderia sair de sua garganta.

Paulina- Que delícia... hmmm... — buscou seus lábios com intensidade, jogando a língua depressa contra a dele.

CD- Vamos pro tapete, bebê? — convidou quando sessaram o beijo, arremetendo-se devagar para dentro dela. — Senta na minha cara vai? — pediu sem deixar de investir.

Paulina sorriu mais sensual que esperava, e gemeu manhosa quando ele saiu de dentro dela, deixando um espaço vazio e levemente dolorido ali.

CD- Vem Deusa... -pediu tocando sua mão enquanto mirava seu corpo perfeito ali debaixo, vendo-a passar a perna por cima de seu corpo dando a ele total visão se sua intimidade. — Meu Deus que mulher linda, você é linda até aqui amor, tão perfeita. -disse agarrando as pernas dela.

Paulina sorriu satisfeita e agachou sensualmente ficando com ele entre suas pernas mas apoiada no peito dele.

CD- Eu disse na minha cara, bebê! — enfatizou agarrando o quadril largo, puxando-o para seu rosto.

Ela se encontrava ali, arrebatada por cada sensação que os lábios sedentos dele a causavam, mergulhando a língua em sua doce abertura dando e exigindo mais dela. Paulina rebolava insinuante, entregue as carícias que ele proporcionava, com as mãos sobre o tapete tentando descontar o prazer que sentia.

Paulina- ããhãn... Que gostoso, bebê... Hmmm... — ele deu um tapa estalado em sua bunda com uma das mãos enquanto com a outra apertava a carne volumosa de encontro ao seu rosto.

...

Hugo- Quero ver o meu neto sempre, ok? Não ouve ele Cecília, você tem que me deixar ver o bebê. Sempre que for ficar com ele, eles devem ficar só de “furação” agora, a gente cuida do bebê pra eles se divertirem, conhecendo o meu filho, se ele estiver cumprindo tudo o que disse, ele deve estar no cio... Vai ser tranquilo ficarmos com o bebê, brincar, fazer dormir e trocar a caquinha.

Cecília- Isso vovô! -debochou vendo seu entusiasmo.

Hugo- Iiiih eu estou em dia, estou um moleque ainda.

Cecília riu- Hummm acho que não em! Seu filho foi pai mais cedo que você.

Hugo- Eu pensei que ia ser antes, sabia? Com quatorze anos eu vi ele “torando” uma menininha do colégio, nunca te disse, mas ele traçou a criatura... Achei que seria no máximo com vinte. Não sei... — suspirou. — Estou feliz, talvez não estivesse preparado, mas é uma alegria que vem de dentro sabe? Estou realizado com esse bebezinho, um sonho de menino, olhar doce, cheirinho bom, parece que não mereço sabe?

Cecília- Eu sei, também me senti assim, ele me prendeu de uma forma inexplicável, quero ter ele por perto o tempo todo. Já o amo tanto, tanto... Ele é carinhoso, um pequeno gentleman, inteligente, observador.... Elogia os meus olhos, o cabelo, repara no esmalte, lindo.

Hugo- E a cara daquele moleque safado, eeê filho, conseguiu, parece até que é nosso filho. Paulina só gerou mesmo... que diferente ela está, não é? Corpo, mente tudo.

Cecília- Ela é maravilhosa, o bebê só fez bem pra ela, nada fora do lugar... e olha que faz três meses que ela deixou de amamenta-lo, viu? Já eu, engordei vinte quilos na gravidez do Dan, fiquei uma bola e demorei quase três anos pra perder.

Hugo- Mas o bebê é um “tourinho” é nítido que ele aproveitou o máximo da mãe . -riu. — Ele vai ser grande, em... Igual ao pai e ao avô, viu ela pegando ele? Ela é toda delicada e ele um bebezão, e com você amor? Daqui a pouco ele está do seu tamanho. — riu e abraçou a mulher junto a seu peito.

Cecília- Vai debochar de outra. — deu um tapinha em suas costas. — Não cresci mesmo, não me importo.

Hugo- Eu gosto assim amor.

Cecília o empurrou. — Agora me solta que se o Carlos Daniel me ver aqui nunca mais me olha, tenho até medo do rancor daquela criatura que eu pari.

Hugo- E aquela menina que estava aqui com você?

Cecília- Ah é a amiga do Carlos Daniel, foi treinar, está na academia ali perto da piscina.

Hugo- Amiga mesmo?

Cecília- Ela é lésbica, Hugo! Junta com o Carlos Daniel é sai umas conversas assustadoras, nosso filho parece que está no cio, Hugo... Sabia que era safado, sempre soube de várias mulheres, mas ele é perdido, um fascínora, promíscuo não se importa, parece que só quer sair por aí e transar com todas... Quer que vejam que é podre assim, eu em...

Hugo- Ele não te respeita? Está falando essas coisas pra você? — questionou sério se sentando no sofá.

Cecília- Não Hugo, andei ouvindo umas coisas... Estavam na piscina, o Dan e a Alexia... eu estava fazendo esteira, não sabiam que eu estava, mas enfim... Um dia você pari o seu filho e no outro ele está falando de bundas na cara dele, chupar mulheres e fazer simultaneamente isso com duas, entende? — sussurrou. -

Hugo levando as sobrancelhas. — Uhuuuul o moleque é treinado. — riu sacana. — Tem que representar, eu que fiz... Ele é perseguido pelas mulheres por isso, cachorrão, moleque bom, furador...

Cecília- E você está achando isso lindo? — deu um tapa em seu braço. — Isso não é legal Hugo, ele disse pra ela que tem um “arquivo pessoal” dele fazendo essas coisas, agora pensa que nojeira, isso não está certo não!

Hugo- Meu pai... Como assim? Esse Carlos Daniel é louco, e se vaza? A Paulina sabe disso? Falei a vida inteira na cabeça dele, pra usar preservativo e tal, mulher é a melhor coisa do mundo, mas... Nossa. -suspirou. — A Paulina cuidando do bebê e se dedicando e ele comendo meio mundo.

Cecília- Ela não sabe, fiquei horrorizada preferia ter ficado surda por alguns instantes ao ouvir isso, mas... Acredito que agora ele mude. Ela sempre teve princípios, conversávamos muito quando namoravam e sempre soube desde a primeira vez que aconteceu algo entre eles, ela é uma boa menina.

Hugo- Carlos Daniel vai ter que ser um puta homem pra cuidar dos dois, até então só foi um homem puto. Sei que ele vai conseguir, meu filho é o cara quando quer ser um cara. É difícil para um homem tomar uma decisão como essas, ele está abrindo mão de todas por ela, de toda a putaria, entende? De vários peitinhos, vários rabos grandes na cara...

Cecília- Homem não vale nada! Nenhum se quer. — disse odiando seu jeito.

Hugo- Que isso mulher? Vem... E Esses dois, em? Só que demoram... A Tal da Alexia foi pra piscina e sumiu...

Cecilia- Cuida da sua vida, Hugo... ela está treinando na academia, é melhor que cuidar da vida dos outros.

...

Adoro quando goza pra mim, assim tão gostosa na minha boca. — murmurou segurando a carne volumosa em seus quadris enquanto saboreava o mel em sua intimidade.

Paulina- oõõãããhhhn... Isso é tão bom, bebê... -disse segurando seus cabelos, tão mais sensível após ter chegado a seu ápice- Me deixa ir por cima em você vida?

Ele ergueu o quadril dela com facilidade colocando-a sentada em seu peito. – Oh neném... -disse fazendo-a sentar ao seu lado por alguns instantes. De pressa tomou seus lábios junto ao seus, com fome dessa menina que era tão sua. — Vou devorar você. — sussurrou tocando seu pau, estimulando-se ali entre seus corpos brevemente antes de esfregar por entre sua intimidade, fazendo mensão de penetra-la, rodeando pela pele delicada, então entrou inteiro sem pedir licença. — Adoro como é justinha aqui. -sussurrou entrando inteiro dentro dela em uma única investida.

Paulina- Vi...da ããhnnn. — gemeu recebendo-o por inteiro. — Ohhnnn me sinto tão...

CD- Macia? — sussurrou saindo dela lentamente e entrando com tudo. — Quente? -meteu desta vez um pouco mais forte, arrancando um gemido sôfrego enquanto ela olhava suada, ofegante e completamente entregue. — Esticada? -Disse ditando um ritmo um pouco mais acelerado. — Sente isso? — sussurrou investindo alucinado. — Porque eu sinto... -disse fitando o rosto ruborizado dela. — Você é tão gostosa, pequena, tão gostosa e pequena aqui. -disse batendo o corpo dela com investidas pesadas.

Paulina- Me beija... — gemeu mordendo o próprio lábio inferior.

Quando veio em sua direção ela tocou o pescoço tranzendo-o para ela , abri do a boca para beija-lo, jogando a língua contra a dele excitada, querendo o máximo dele, sentindo-o investir forte dentro dela, rebolando contra sua investidas, abafando os gemidos intensos em meio aquele beijo.

CD- Aãhn... Te amo... — disse mirando-a nos olhos e depois mirando o espelho a sua frente. — Gostosa... Muito gostosa, está tão perto amor... ãhnnn... Tão deliciosamente perto... Goza pra mim vai... -disse mirando aquela imagem parecendo tão mais indecente pelo espelho.

Paulina- Annhhhwww...

CD- Olha como eu te fodo, amor... Olha que linda você fica assim... Olhe. — pediu segurando as pernas inclinadas dela fazendo-a olhar o espelho sem parar de investir.

Paulina virou a cabeça para o lado fitando-os naqueles espelhos grandes e quase desfalecera com a imagem dela ali, aberta para ele, entregue, suando... fazendo caras e bocas que nem imaginava, sentindo seus espasmos virem e se contorcerem em seu ventre.

CD- Relação estritamente sexual... — disse jogando o quadril com mais força contra ela. — Quer só meu pau e eu aqui te amando... -murmurou investindo rude enquanto ela gemia manhosa tentando se controlar. — Toma pau, amor... Toma... -balbuciou suado enquanto investia forte. — Toma pau nessa boceta que é só minha... — deu um tapa na coxa dela enquanto se enterrava em seu interior. — Minha só minha... Promete pequena... Promete que vai ser só minha. — deu outro tapa. — Promete. — pediu entrando fundo.

Paulina riu e mordeu o lábio segurando um gemido sem pretenção nenhuma de fazê-lo ouvir aquilo.

Ele apenas seguiu seus movimentos sentindo o corpo dela temblar com aquelas sensações.

Paulina- Annnw Carlos Daniel.... Oohoõñ... — gemeu revirando os olhos, enquanto sentia seu corpo temblar em ondas fortíssimas.

CD- Uhhnn que delícia... Amor... Uhhum. – grunhiu chegando a seu ápice junto dela.

Ele deitou o corpo saciado sobre o dela sem se desencaixar, algumas gotículas de suor cobriam seus corpos cansados pelo ato tão intenso.

Paulina abraçou o corpo trêmulo junto ao seu entendendo tão bem os espasmos daquele corpo grande e moreno sobre si. Acariciou seus cabelos enquanto suas respirações se acalmavam e pensava em mil coisas ao mesmo tempo.

CD- O bebê não acordou... Nos arriscamos, não somos discretos quando transamos, faz barulho sou 117kg investindo em você.

Paulina- Meu Deus... 117 kg! — repetiu surpresa.

CD- E você aguenta bonitinha. — riu cafajeste. — Rola umas caretinhas, mas sei que aguenta tudo.

Paulina deu um tapa estalado em suas costas e depois um beijo em seus cabelos.

CD- Vou fazer os exames amanhã! Quero transar na pele, olha o que você está me fazendo passar.

Paulina- Querido vai fazer exames pra transar comigo, não disse que era pra transar sem preservativos, tá louco? Quando engravidei eu tomava anticoncepcional, descuidamos do preservativo e veio o Arthur.

CD- Eu não tenho culpa de ser um bom reprodutor, sou fértil né gata?! -se garantiu saindo de dentro dela, fazendo-a gemer manhosa por sua sensibilidade.

Paulina- Bobo... — murmurou assistindo retirar a camisinha e dar um nó.

Ele se levantou fitando-se nu a frente do espelho, fazendo-a olhar também admirada aquele homem. — Gostoso, né? Pode falar? A imagem só não é melhor que a sensação de me ter dentro de você.

Paulina riu e se levantou também pegando suas roupas naturalmente. — As duas coisas são gostosas.

CD- Que saudades disso amor, que saudades... Olha o que está falando com essa carinha de bebê inocente, me enlouquece entende? Delicada, gostosa, mas ao mesmo tempo uma mulher forte e determinada, personalidade... Boquinha linda, rabão... a frente pequenininha. -se aproximou dela e ela levantou mirando cada detalhe de seu corpo enquanto se levantava.

CD- Vamos pra Cancún, anjo? -pediu em um sussurro deslizando o olhar por cada curva da belo corpo. — Não posso adiar o trabalho, mas posso levá-los comigo, eu não fico mais longe do meu filho! Quero que viagem nós três. -disse suavemente, enquanto ela colocava sua calcinha e depois a calça.

Paulina suspirou.

CD- Amor, nos demos uma chance de ficarmos juntos agora, vida... Não vamos ficar longe essa semana, é tudo nosso... Podemos ficar no meu flat, é enorme... Vamos ter todo o conforto, terei que trabalhar eu sei, mas farei de tudo pra aproveitar vocês o máximo possível... Vamos fugir um pouco desses velhos, do meu pai, do seu que só sabe me ligar agora... — pegou a cueca do chão e vestiu. — Além disso, temos que desfrutar amor, uma semana só dando pra mim, lembra? — se aproximou dela. — Em todos os locais possíveis de Cancun, de todas as formas, vamos fazer todas as posições vida, que saudade que eu estou. — disse tocando seus seios. — Vamos curtir amor, quero me sentir cansado de tanto foder sabe, usado, quero que esgote as minhas forças... Entrar em você mais do que já entrei em bares. Olha o tempo que estamos distantes, quero sair com o pau doendo.

Paulina riu alcançando a blusinha. — Meu amor... Confesso que quero muito fugir deles, mas uma hora teremos que encarar isso de frente, eles não vão desistir. -colocou a blusa vendo ele concentrado em seus seios.

CD- Me amamenta gata. -zoou. — Não disse que vai ser só minha, não quer ser minha companhia nessa viagem.

Paulina- Não vou prometer o que não sei se posso cumprir, estou solteira agora lembra? E quanto a viagem...

CD- Solteira... Solteira o caralho, menina. — disse emputecido. — Não me provoca.., Já chega aquele insta seu lá que meu Deus, que afronte em... Mas tudo bem, pode mostrar o rabão de biquininho lá com o meu filho, mas quero que seja só minha mulher.

Paulina riu fitando sua própria imagem no espelho, enquanto o assistia subir a bermuda. — Quer tudo isso de mulher mesmo?

CD- Claro todinha, só pra mim... — abraçou-a por trás fitando-os no espelho. — Olha como fica linda ao meu lado. -beijou seu rosto.

Gente... Gente... — Alexia entrou com tudo no quarto fazendo-os sair daquele transe em que estavam. — Vocês não vão acreditar no que aconteceu. — falou ouvindo o choro estridente do pequeno que acordara assustado. — Paulina? Carlos Daniel?

Notas finais
Meninas esse capítulo foi escrito inteirinho pelo celular, então se tiver esquisitão eh por isso, sem Word n sei como vai ficar, mas enfim... Obrigada sempre por acompanharem a minha história e comentem aqui para estimular a Rachel a escrever.