Uma vampira Inocente
22 Amigos ou Inimigos?
Notas iniciais
Eu acordei, estava em minha cama. Então me levantei, tirei o pijama, coloquei no cesto de roupa suja. Fui até o banheiro, pegando a escova, e penteando meus cabelos.
Faz cinco meses desde a última batalha. Eu me pergunto o que os Tsundere e os Ventrue andam fazendo. E esses Caçadores de Vampiros que sumiram em? Estou meio apreensiva com o que eles podem estar planejando...
Depois de escovar os cabelos, fui até o guarda-roupa. Pus uma saia rosa, com pétalas de cerejeira desenhado, uma blusa de frio branca e soltinha, com letras e números misturados. Coloquei uma meia que ia até a coxa branca, e uma sapatilha rosinha.
Fui no banheiro de novo ,e prendi o cabelo com uma piranha rosa. Desci lá para a cozinha, não havia ninguém. Então eu vi um papel, escrito:
"Elizabeth, vamos sair por um tempo, por favor, fique em casa."
Aquele Edward, me deixou sozinha, nem para me acordar. Isso é estranho, se fosse algo importante ele me acordaria, então, eles estão escondendo alguma coisa de mim, estou certa?
Fui para a sala de música. Algo estava de errado com os meus poderes. Eles estavam se descontrolava, tudo estava começando a congelar quando eu tocava. Fui beber água, o copo congelou juntamente com ela. Deixei ele cair, e este se quebrou. Foi a hora que Edward chegou. Ele estava ferido, senti o cheiro de sangue.
- Edward! — Fui até ele, seu torax estava sangrando como nunca. — O que houve? Quem fez isso?
- Estavamos indo conversar com os Caçadores e eles nos atacaram. Devem achar que estamos do lado dos Venttrue e dos Tsundere. Tentamos explicar mas... Não adiantou, continuaram atacando... — Eu vi que a ferida foi feita por uma arma anti-vampiros, pois não estava se curando.
- Calma, tem que beber sangue para isso curar. — Na hora ele pulou para o meu pescoço, arrancando o tanto de sangue que conseguia. Ainda tenho medo quando sinto essas presas frias e crueis me penetrarem o pescoço com tanta força...
- Elizabeth... — Ele me chamou quando parou de beber, e sua ferida começou a se curar. — Não saiu de casa não é?
- Não... — Ele fez aquele rosto aliviado, que me acalmou.
- Que bom... — E então ele caiu em cima de mim, eu caí para trás. E então ele dormiu, estava muito cansado. Deixei ele dormir em meu colo, e fiquei lá, esperando o resto voltar com mais noticiais.
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