Uma sacada em Londres
18 Contra à parede
Notas iniciais
P.O.V. EDWARD
Jake e eu fomos em silêncio até o pub do beco, quando chegamos fiz questão de me sentar nas mesas do lado de fora com a esperança idiota que Bella olhasse da sacada.
— Não sei por que você quis ficar aqui fora, tá muito frio.
— Eu sei, mas eu gosto de ficar aqui.
— Deixa de ser mentiroso Edward, você nunca gostou de ficar aqui fora à noite.
— Agora eu gosto.
Jake olhou para a sacada e sorriu.
— Ah sim, agora eu sei por que você quer ficar aqui.
— Duas Heinekens bem geladas. – Disse o garçom que já nos conhecia há anos.
— É por isso que não abandonamos esse pub. – Eu disse. – Vê se algum outro garçom sabe os nossos pedidos sem que precisemos falar?
— É verdade. – Disse Jake sorrindo.
O garçom saiu e Jake olhou para mim como quem estivesse esperando alguma explicação de alguma coisa.
— O que? – Perguntei.
— Ela é boa de cama? – Ele perguntou sorrindo.
— Ah não Jacob, me poupa disso tá?
— Não, Edward, me conta vai, por favor. Qual é? Eu e você sempre contamos um para o outro como nossas mulheres são na cama. Por que com ela vai ser diferente? Além do mais, você acha que ela não vai contar para os amigos da faculdade como você é, então, conta aí.
— Pois perdeu o seu tempo fazendo todo esse discurso, não chegamos aos finalmente.
— Ah Edward, não minta pra mim tá bom? Eu ouvi os gemidos dela.
— Nós não transamos, eu só fiz um oral nela, pronto, falei, satisfeito?
— Sério?! – Perguntou impressionado. – Você consegue fazer uma mulher gritar daquele jeito por um ORAL?
— Fala baixo. – Eu disse ao perceber que todos ao redor nos olhavam.
— Mas sério, onde você aprendeu isso?
— Sei lá, eu só faço.
— Você é um Deus! – Disse me bajulando e eu sorri.
— Eu só fiquei meio assim com uma coisa que ela me disse.
— O que?
— Ela falou que já dormiu com um cara 26 anos mais velho.
— Nossa.
— Que isso? – Jake disse impressionado. – Cara ela só tem dezoito anos, será que foi há pouco tempo.
— Não, ela me disse a idade dele e eu fiz as contas, ele tinha treze na época.
— Caramba! Aos treze anos eu só jogava vídeo game
— Eu também, só fui saber o que era sexo aos dezesseis.
— Pois é, mas o que aconteceu anteontem?
— Ela fez um oral em mim que até esqueci o meu próprio nome. Foi o melhor oral que eu já recebi.
— Caramba, e ela tem a maior cara de santinha.
— Só a cara. – Garanti e ele sorriu e o garçom trouxe nossas cervejas. – Eu tenho medo do passado dela. Pra ela não querer contar, deve ser coisa séria. Eu só fico me perguntando como ela sabe tanto das coisas. Ela ainda é tão jovem, na idade dela, as minhas irmãs não conheciam absolutamente nada da vida, saiam com as amigas, namoravam. Se eram virgens ou não eu não sei, mas uma coisa era fato, elas não eram independentes, nem espertas, não tinham malícia da vida, nem de nada, mas a Bella não é assim, ela é muito articulada, muito esperta, ela não pensa como as garotas da idade dela, ela pensa como uma mulher, essa garota me deixa louco Jake.
— Eu sei. Às vezes eu prefiro nem pensar no que pode ser todos esses segredos que ela guarda, tenho tanto medo de me decepcionar, eu adoro a Bella, muito mesmo, o que ela já fez por mim pra conseguir encontrar o meu pai, poucas pessoas fariam, mas ao mesmo tempo em que eu coloco a minha mão no fogo pela bondade dela eu sei que tem algo errado com esse passado, pois se não houvesse por que ela faria tanta questão de escondê-lo?
— É exatamente nisso que eu penso todos os dias, e ela não conta, nem adianta insistir. E sabe o que é mais estranho?
— O que?
— Mataram a mãe dela e escreveram “Eu te avisei” na barriga da falecida com algum objeto cortante, eles não escreveriam esse recado pra mulher morta e a única família que a mãe dela tinha era ela, então aquele recado só pode ser pra Bella.
— Caramba Edward. – Ele disse impressionado e com os olhos arregalados. – Então o negócio é mais sério do que nós imaginávamos. Se fizeram isso com a mãe dela só pra provar que “avisaram” é porque tem gente atrás dela, gente perigosa, capaz de matar.
— Você tem razão. – Eu disse pensativo. – Isso pode ser mais arriscado do que a gente pensa.
— Cara, onde nós fomos nos meter? Se matarem a gente?
— Não exagera Jake.
— Não é exagero, hoje mesmo nós vamos ter uma conversa séria com ela.
Fiquei quieto olhando para o chão, eu estava nervoso, a cerveja nem estava descendo mais, queria e não queria saber o que Bella escondia. Nós conversamos mais um pouco sobre o que faríamos se ela estivesse sendo procurada por um serial killer ou algo do gênero.
Fomos para casa e quando chegamos Bella estava sentada no sofá assistindo tevê, tirei meus casacos e deixei no porta chapéus e casacos perto da porta.
— Oi meninos. Vocês chegaram na hora, acabei quase agora. – Ela disse.
— Bella. – Disse Jake. – Nós queremos falar com você antes de jantar.
— Nossa. – Ela disse após olhar para nós que estávamos parado perto da porta e se levantou. – Por que tão sérios?
— Bella, o Edward me disse que quando vocês foram pros Estados Unidos e viram o corpo da sua mãe no IML, estava escrito “Eu te avisei” na barriga dela.
- Sim, e daí? – Perguntou desconfiada. Aquilo estava me deixando nervoso.
— Você é a única pessoa que a sua mãe tinha de parentesco, ninguém ia deixar aquele recado para uma pessoa que seria morta, só pode ter sido pra você Bella. E você nunca quer falar do seu passado.
Eu simplesmente não conseguia dizer nenhuma palavra, eu estava perplexo e aquele silêncio me deixava louco, não dizem que quem cala consente? Então, ela estava calada.
— Você não vai dizer nada? – Jake perguntou.
— O que você quer que eu diga? Eu já disse que o meu passado é uma coisa na qual eu não vou falar, eu quero esquecer isso, por que vocês não fazem o mesmo?
— Nós tentaríamos esquecer se o seu passado estivesse morto e enterrado, acontece que ele não está, muito pelo contrário, ele está vivo e enterrando as pessoas ao seu redor.
— É disso que vocês tem medo?
— Sim. – Disse Jake.
— Vocês acham que eu colocaria a vida de vocês em risco? – Ela perguntou descrente e com o cenho franzido, e então olhou para mim. – Você acha isso Edward?
— Eu não sei mais de nada. – Eu disse após certo esforço.
Algumas lágrimas desceram dos olhos de Bella e os meus lacrimejaram também, eu tinha vontade de ir lá e abraçá-la, mas isso não era viável.
Ela virou as costas para mim e Jake, depois entrou no quarto.
— Bella, espera. — Disse Jake indo até a porta e tentando abri-la, mas estava trancada, Jake não estava nervoso nem nada disso, ele nunca conseguia ser grosso com mulheres. – Ainda não terminei de falar com você.
Eu estava imóvel com a mão no rosto, me lembrando de sua expressão de decepção quando eu disse que não sabia de mais nada.
Pouco tempo depois Bella saiu do quarto chorando, toda agasalhada e com uma mochila nas costas.
— Bella. – Disse Jake. – Aonde você vai?
— Eu não sei, amanhã eu venho pegar as minhas coisas e prometo que vocês nunca mais vão me ver.
— O que? – Perguntei com os olhos lacrimejando novamente, eu não podia ficar longe dela, não depois de hoje.
— Eu vou embora, não posso ficar aqui com pessoas que acham que eu quero matá-las.
— Não achamos que você quer nos matar. – Disse Jake. – Só queremos que você confie na gente e diga o que está acontecendo.
— São vocês quem não confiam em mim, eu vou embora.
— Não Bella, espera. – Disse Jake. – Fica aqui, vamos conversar sobre isso amanhã com a cabeça mais fria.
— Eu não quero ficar aqui.
Ela saiu e eu fui atrás dela.
— Jake. – Eu disse. – Me deixa falar com ela.
Ele imediatamente parou de vir atrás de mim. Bella desceu as escadas correndo e eu fui atrás correndo também até que a alcancei no meio do beco e segurei seu braço, estava serenando e eu estava morrendo de frio já que estava sem casaco.
— Me solta. – Ela gritou enquanto tentava tirar o braço de minha mão.
— Calma, você está agindo como uma criança de novo.
Ela ficou mais calma e olhou pra mim.
— Eu nunca faria nada pra machucar você e o Jake, vocês são as melhores pessoas que já conheci, eu nunca faria isso. – Disse soluçando de tanto chorar. – Mas vocês não acreditam em mim, tudo bem, eu vou embora e acaba...
Eu fiz a mesma coisa que ela fez comigo mais cedo e a beijei enquanto ela dava seu sermão, coloquei as mãos em suas bochechas e fechei os olhos enquanto nossas testas estavam encostadas.
— Eu não me importo. – Eu sussurrei contra sua boca. – Dane-se o seu passado, dane-se se vão me matar depois, eu quero você.
— Não posso te dizer muita coisa, mas te garanto que sou encrenca hein. – Ela sussurrou sorrindo, mas então ficou séria. – O Jake não vai me querer lá.
— Eu te quero lá. É isso que importa, vem comigo.
— Não, Edward, espera. – Ela disse segurando minha mão para que eu não saísse e então olhei para ela. – Me leva daqui, por favor.
— Pra onde você quer ir? – Perguntei.
— Pra qualquer lugar, menos aqui.
— Tá bom, vou pegar a chave do carro , vai pro estacionamento e me espera lá.
— Tudo bem, mas não demora.
— Pode deixar.
Fui até em casa, Jake estava sentado no sofá e se levantou quando entrei.
— E aí? Cadê ela? – Perguntou ansioso.
— No estacionamento.
— Fazendo o que lá?
— Jake, eu vou dormir fora hoje tá.
— Vai dormir com ela?
— Vou, ela não faria isso. – Eu disse a defendendo. – Me escuta, ainda que estejam atrás dela, ela não sabe disso, ela acha que estamos seguros, eu sei disso.
— Eu preciso pensar mais um pouco Edward, acho que vou pra casa da Leah, amanhã eu vou conversar com a Bella e resolver isso de uma vez por todas.
— OK, amanhã eu estou aí.
- Tá bom, boa noite pra vocês.
— Pra vocês também.
Vesti meus casacos, peguei minha carteira e a chave do carro, depois desci até o estacionamento, Bella estava me esperando, eu abri as portas do carro e nós entramos, ela colocou a mão em minha coxa e sorriu para mim.
— Eu quero resolver as coisas com o Jake, não quero deixar mal entendidos.
— Amanhã ele já esqueceu, quer apostar?
— Tomara.
[...]
Não demoramos muito para chegar até um hotel para passarmos a noite. Pedimos um quarto de casal e quando chegamos fomos ao banheiro e tomamos um bom banho quente, juntinhos.
Olhei para suas marcas e percebi que a maioria era em suas regiões íntimas, em seus seios haviam marcas de mordidas, pequenos queimados de cigarro e arranhões, nas outras partes também, mas principalmente nos seios. Beijei cada imperfeição em sua pele e ela sorriu enquanto eu fazia isso.
— Toda mulher merece um homem como você. – Ela disse. – Que só dá carinho.
— Um idiota você quer dizer né? – Eu disse rindo.
— Claro que não seu bobo.
Eu a abracei e a beijei ali mesmo.
— Sabe que estamos quebrando a regra de sem sexo, beijos ou demonstração de carinho em qualquer outro lugar que não seja na nossa casa, não sabe? – Perguntei.
— Sei, mas é só hoje, e não pode se repetir.
— Ah sim, é claro.
Eu a beijei novamente e somente isso já foi o suficiente para meu membro dar sinais de vida.
— Você sabe que a camisinha não funciona de baixo d’água não sabe? – Ela perguntou.
— Sei, você toma anticoncepcionais?
— Não, eu não estava transando com ninguém então não vi a necessidade de tomá-los.
— Então vamos sair daqui imediatamente.
Peguei a toalha e a enxuguei todinha, depois me enxuguei. Peguei Bella no colo e a levei até a cama, colocando-a deitada, completamente nua, só pra mim. Me sentei na cama ao seu lado e comecei a acariciar seu corpo lentamente parte por parte. Ela olhava me olhava encantada, parecia muito feliz, mas duvido que estivesse mais do que eu naquele momento.
— Você é linda. — Eu disse observando seu corpo hipnotizado.
Ela simplesmente sorriu, mas sem abrir os olhos. Abaixei e comecei a beijar seus seios, lambê-los e morde-los, fiz esse trajeto com todo seu corpo, ela se arrepiava cada vez mais e percebi que ela já estava tão excitada quanto eu.
— Finalmente a nossa primeira vez. – Eu disse abobalhado e ela sorriu.
— Finalmente a nossa primeira vez. – Ela repetiu sonhadora. – Camisinha? – Ela perguntou.
— Tem uma na minha carteira.
— Vou pegar tá?
— Sinta-se a vontade.
Ela pegou minha carteira em cima do criado mudo, mas quando a abriu sua expressão mudou completamente, ela pareceu triste e brava ao mesmo tempo.
— Por que essa foto?
Ela me amostrou e lá estava uma foto minha com Rosalie. Droga, tinha me esquecido de tirar aquela foto dali.
— Eu me esqueci de tirar da carteira.
— No seu quarto da casa dos seus pais também tem fotos de vocês, a final, você ainda pensa nela? Por isso guarda as fotos?
— Claro que não. Você sabe que já fazia muito tempo desde que não fui àquela casa. Quando saí de lá eu ainda namorava a Rosalie, e além do mais eu nunca liguei muito pra esse negócio de foto, ela quem me dava os porta retratos de presente e ela quem botou essa foto na minha carteira.
— Mas a sua carteira você vê todos os dias, por que ainda não tirou a foto dela?
— Não sei, eu esqueci, pra ser sincero nem olho essa parte da carteira, eu só vejo a parte onde está o meu dinheiro. – Por incrível que parecesse eu estava sendo sincero, mas ela não pareceu acreditar muito.
— Você sempre fala de mim com o Eric, mas você nunca achou uma foto dele nas minhas coisas. – Ela disse triste e olhando para baixo.
Eu estava feliz, era a primeira vez que eu ficava feliz por vê-la triste, mas não era por ela estar triste, mas por ela estar com ciúmes de mim, pensei que era o único que me incomodava por causa de outra pessoa.
Me sentei junto a ela e a abracei ternamente.
— Eu sei que é difícil acreditar, mas é verdade, eu não sinto mais nada por ela. – Garanti.
— Eu sei que não somos namorados e eu não posso exigir nada de você, mas é muito ruim saber que você é apenas um objeto para a pessoa que você está se relacionando, que a única razão de ela estar com você é pra esquecer outra.
— Hei, isso não é verdade e você sabe.
— O que eu sei é que tem uma foto da sua ex-namorada na sua carteira, e de onde eu venho as pessoas só colocam fotos de pessoas importantes na carteira.
— Para com isso Bella. Quer saber? Me dá essa carteira aqui, vou te provar que essa foto não significa nada pra mim.
Peguei a carteira de sua mão, depois a foto de Rosalie que estava nela, e rasguei até que ficasse irreconhecível, depois joguei num pequeno lixo perto da cama.
— Satisfeita?
— Sim. – Ela disse ainda meio cabisbaixa.
— Não está não, estou vendo.
— Quantas fotos mais você não deve ter espalhadas por aí?
— Bella, ela não significa absolutamente nada pra mim, acabou, ela é passado, o meu hoje é você e é isso que importa.
— Por que você é tão fofo? – Ela disse realmente comovida, dava pra ver que agora eu tinha conseguido convencê-la. – Mas para com isso, porque você está falando igual a um apaixonado e tá me assustando.
— Ah claro, tudo bem, desculpa.
Ela sorriu se aproximou e me beijou, depois começou a mexer no meu pau durante o beijo.
— Deita aí. – Ela disse me empurrando em direção à cama e eu deitei sem exitar.
Ela ligou os dois abajures em cada lado da cama e desligou a luz do quarto deixando um ambiente bem agradável, na medida certa, uma iluminação mais escura e romântica que não privava nossa visão, eu ainda conseguia enxergá-la perfeitamente. Ela veio até mim novamente, pegou a carteira da minha mão e pegou a camisinha, depois abriu e a envolveu em meu membro ereto. Ela ajoelhou na cama, passou uma perna para um lado do meu corpo e deixou a outra onde estava, chegou um pouco para frente, para ficar no lugar certo, segurou meu pau e foi descendo devagar enquanto aos poucos nós íamos nos conectando, até que em pouco tempo ela chegou até o fim e ficou apenas parada por alguns segundos e soltou um leve gemido.
— Tão grande. – Murmurou.
A sensação de tê-la ali, daquele jeito pra mim era maravilhosa. Coloquei as mãos em seus mamilos pontudos e ouriçados. Deus como eu adorava aqueles pequenos seios, ela tinha belas pernas, uma barriga definida e um traseiro redondo e perfeito, mas aqueles seios me enlouqueciam por algum motivo, eram lindos demais, seus mamilos eram pequenos, redondos e rosados, e contrastavam perfeitamente com sua pele branca. Bella começou a quicar lentamente em cima de mim enquanto uma de suas mãos estava em minha barriga e a outra no início de meu pênis amortecendo o impacto que sua vagina causaria, ela o massageava carinhosamente causando uma sensação maravilhosa.
— Tão apertada. – Eu disse entre gemidos ao sentir meu pau ser esmagado por sua boceta pequena. – Isso, cavalga.
— Você é delicioso. – Ela disse ofegante.
Ela começou a rebolar em cima de mim com mais velocidade enquanto gemia loucamente, assim como mais cedo quando a chupei. Eu também não ficava muito pra trás, gemia fortemente.
— Ah, que pau gostoso. – Disse ela rolando os olhos de prazer, eu sabia que ela estava tendo um orgasmo. – Ah, estou sentindo, ah, isso é tão bom!
Aquilo estava me enlouquecendo, vê-la daquela forma em cima de mim, completamente entregue, seu corpo tremia de prazer, parecia que ela ia desmaiar a qualquer momento, mas eu não faria nada, sabia que isso era normal nessas horas. Ela ficou nesse frenesi por pouco tempo, depois continuou rebolando em cima de mim e me levando à loucura. Algum tempo depois ela teve outro orgasmo, mas dessa vez eu não me segurei e ejaculei dentro dela mesmo, a sorte é que estava usando camisinha, eu e ela estávamos como dois drogados agora, ela saiu de cima de mim e deitou ao meu lado enquanto íamos ao delírio juntos.
— Você é maravilhoso. – Ela dizia em estado de frenesi.
— E você é muito gostosa. – Eu disse no mesmo estado que ela.
E independente do que tenha acontecido mais cedo, nada podia estar mais perfeito.
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