Uma quase história de amor
1 Prólogo.
Notas iniciais
Imagine alguém" tanto faz", com uma razão forte, alguém que as emoções não predominam, a frieza se estabelece em seu olhar, a mocinha não é tão mocinha assim, e em seu mundo não há espaço para cores vivas... o silêncio é seu troféu e suas ações programadas, é fácil confundir com um boneco, algo mastigado, sem aquele "toque especial", essa era ela... e ele, ele... pobre dele, apenas um garoto bobo apaixonado... (ou mais que isso), nosso personagem principal, nosso iludido garoto de cabelo encaracolados, o rapaz de sorriso sincero...
Era começo do dia, uma manhã ensolarada, o sol levava o sorriso do maltratado, as flores desabrochavam, e os pássaros cantavam... ela surgiu em sua frente com um caminhar pesado, rosto abaixado como quem queria se esconder, mãos pouco expressivas, pairadas no ar, mas por incrível que pareça ele a viu como quem nunca sonhou acordado e seu coração ali pulsava em meio ao movimento dos veículos e pessoas... o garoto de olhar fixado na garota de sorriso fechado.
Seu nome pouco importava, seu jeito era especial, qual o mistério que deverá ser desvendado aquela manhã? porque o hipnotizava com sua arte? você é arte.
Como uma sombra para quem a visse... essa era ela.
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