Uma nova vida.

3 Uma frustração e a revelação.


Notas iniciais
Oi gente. Desculpa a demora para postar esse capítulo, eu estava ocupado, enfim, esse capítulo foi mais para dar um pouco de paz para o Rapha haha. Bom... espero que gostem. Boa leitura para você.

Entrando no portal Rapha fica se perguntando onde estão:

—Ana onde agente tá?

—Adivinha.

— Pera um pouco. Esse é o distrito medieval!

— Isso mesmo. (Da um sorriso)

— Mas qual é o seu "passatempo favorito" ?

— Bom. Me se segue e você vai descobrir, hihi.

Eles aparecem em um beco de alguma cidade do distrito medieval e Ana pula para o telhado de uma casa e pede para que Rapha a siga. Enquanto os dois pulam de um telhado para o outro Ana encontra o seu " passa tempo favorito ". Ela avista um cara assaltando um outro e depois da um tiro na sua vítima e Ana vai atrás dele, Rapha para pra ajudar o senhor baleado e Rapha pede para Jake o curar. Após isso Jake assume o comando por um tempo. Enquanto isso Ana vai atrás do assaltante e o assaltante aponta a arma para Ana e ela chuta a arma dele para longe ao mesmo tempo ela chuta o peito dele fazendo o coração dele parar. E Jake diz :

— Parabéns ! (Bate palmas)

— Pelo o que ? Pelo o que eu fiz ?

— Sim ! Vou te explicar melhor. Você vem para cá, pelo geito, para poder matar pessoas sem causar problemas para você, mas vc ataca qualquer um que você acha bandido e não faz uma pesquisa mais aprofundada, se eu não me engano você pode ler a mente dos outros a tocando-as então agora mesmo você matou um homem que fez algo ainda mais nobre que você. Ele estudou essa pessoa porque esse senhor aqui é dono de uma casa de prostituição infantil e esse " assaltante " barra " assasino " queria acabar com isso tudo mas precisava matar o dono para o lugar parar de funcionar e as meninas serem libertas.

—Mas porque ele o assaltou também ?

— Porque ele precisava estar sozinho com esse senhor então ele combinou uma falsa compra de drogas para fazer isso eles teriam que estar a sós com ele nesse beco e ele pegou o pacote não deu o dinheiro saiu andando e atirou no senhor. Á e também a irmã desse cara estava sendo obrigada a trabalhar nessa casa de prostituição infantil .

Após Jake explicar toda a situação ele cura o "assasino" e Jake pega a arma dele, logo em seguida atira na cabeça do senhor e devolve a arma para seu dono e Jake comenta:

— Bela arma que você tem! Uma Touro X2. É uma bela magnum, faz um estrago grande! Tipo militar. Surgiu no período da guerra, legal. Eu ficaria com ela mas é sua.

Sem entender nada o "assasino" pegou sua arma e saiu correndo. Logo após isso Rapha volta e diz que está decepcionado com Ana pelo o que ela faz como passatempo. Após Rapha dizer isso Ana fala:

— Desculpa por não perfeita, pois ninguém é, principalmente eu. Eu fiz muitas coisas que eu não queria, mas fiz, eu tive que aceitar muitas coisas terríveis minhas, dos outros e da minha realidade. Não espero que me perdoe, mas você tem entender que isso agora é a sua realidade também. Falando de uma forma grossa, você deveria ser grato por eu estar te ajudando e te ensinando!

— Nunca disse que não sou grato por tudo que você tem me feito, mas não acho certo essas suas ações desnecessárias.

— Tudo bem. Até aí posso estar errada, mas algo me motiva a caçar como ninguém. Talvez seja meu instinto animal. Eu tenho um vício por caça e por matar alguém, não sei o porquê! Mas quero que entenda que isso agora vai ser algo que vai te perseguir até essa caçada acabar! Entendeu!?

— Sim. Me desculpe então, mas eu quero que não fassa isso, a não ser, que seja uma necessidade. Ok -

— Tudo bem então querido.

Depois do clima se acalmar entre os dois, Ana fala que quer mostrar um amigo a Rapha, e pede para segui-la. Depois deles andarem um pouco eles chegam a um casino e eles entram. Lá dentro Ana leva Rapha até uma sala VIP. E lá Rapha vê um cara com um sobretudo preto olhando para o teto e ele se apresenta como Jake. E Rapha pergunta:

— Quem é esse cara ?

— Ana como vai ?

—Bem e você ?

— Bem também. E quem é esse ?

— Meu namorado. Mas agente não oficializou

— Porque não ?!

— Ele tá indeciso

— Ai ai, cada um com que você fica, mas em fim, qual é seu nome cara ?

— Raphael, e o seu é Jake né ?

— Sim !

— Quem é você exatamente Jake ?

— Sou um mago

— Pera aí ! Isso é sério ?

— Sim !

—Bom. Depois de tudo o que vi, isso não é tão estranho.

—Então Rapha. Você bebe ?

—Não. E também sou menor de idade.

—Que é isso, não se apegue a essas regras, você que faz suas regras!

—Bom. Se você diz. Prefiro não beber.

Fala Rapha decidido:

—Ok. Você que sabe.

—Mas aceito refrigerante, se tiver.

—Tá bom. Traz duas taças de vinho e uma coca.

Fala Jake para o garçom. Depois que as bebidas chegam Rapha pergunta para Jake:

—Jake, você faz o que exatamente?

—Bom. Eu tenho um grupo, e agente resolve alguns problemas aqui nesse mundo em outros universos.

—Que tipo de problemas ?

—As vezes alguém decide fazer alguma merda que pode tirar o equilíbrio de um universo e agente, na maioria das vezes, é chamado pra resolver e aí levo meu grupo. É um geito bom de ganhar dinheiro, as vezes, agente resolve uns problemas pessoais e agente faz uns favores em troca de um dinheiro.

—Então vocês são tipos mercenários ?

—Por aí, porque eu só aceito trabalhos que eu acho certos.

—E quantos anos você tem ?

—Bom..., vejamos, eu nasci na idade média, mas não sei minha idade exata. Graças a magia eu tô vivaso até hoje.

—Caramba! Você me ensina magia !?

—Quem sabe.

Depois dessa conversa Jake sente algo estranho, um cheiro, que estava vindo de Rapha:

—Rapha.

—O que ?

—Você tem um cheiro familiar .

—Qual ?

—De magia !

—Como assim !? Eu nem uso magia ! E pera aí você sente cheiro de magia ?

—Sim, é uma habilidade que adquiri com o tempo, é bem útil.

E Jake começa a se aproximar de Rapha e diz:

—Esse cheiro tá vindo do seu olho. Vamos ver a traz do seu cabelo.

Jake levanta o cabelo que estava na frente do olho de Rapha e tem uma surpresa. Ele descobre que ele não tem o olho esquerdo e pergunta:

—O que aconteceu com o seu olho ?

—Bom. Quando eu nasci. Eu tinha dois de cada cor diferente e o esquerdo era vermelho. Por causa disso as pessoas tinham medo de mim, eu sofria bulinig, me machucavam falando que eu era um monstro. Apenas por causa do meu olho ! (suspira). Depois de um tempo eu me cansei, e arranquei o meu olho e depois disso minha pálpebra nunca mais abriu. Por isso eu cubro meu olho com o meu cabelo. A parte boa de tudo isso é que eu comecei a ter amigos e agora minha vida é mais feliz.

—Nossa sinto muito. Deve ser por isso que você tem cheiro de magia. As vezes quando algo importante do nosso corpo é ferido seriamente o nosso corpo, sem querer, manda energia mágica para essa parte ferida e dificilmente esse envio de energia para.

—Mas como eu tenho "energia mágica" ?

—Todos os seres vivos tem, porque ela é formada a partir do espírito da pessoa se transformando em uma energia diferente da espiritual que enquanto estamos vivos ela sempre se forma.

—Entendi.

Depois de um tempo conversando Ana pergunta:

—Então Jake você tá namorando?

—Sim ! Finalmente eu achei uma garota que eu realmente amo !

—Certeza? Você já me disse isso várias vezes, e nunca era a " garota " que você queria.

—Dessa vez eu juro que é! Agente tá namorando a um tempo, tô pensando em pedir ela em casamento.

—Ohhh, tô surpresa de você chegar a esse ponto.

—Por que ?

—Você sempre foi tão mulherengo. Só pegava as garotas para ter uma experiência prazerosa. Por isso eu nunca aceitei os seus pedidos de namoro.

—Tá, nisso você tá certa. Mas eu juro que dessa vez é totalmente diferente !

—Por que?

—Agente se ama muito, nós já tivemos noites quentes, eu fasso tudo por ela e ela por mim, eu fiz muitas coisas ruins para proteger ela! Isso basta ?!

—Sim. Desejo tudo de bom para vocês.

— Valeu.

—Um dia quero conhece-la.

—Agente combina um dia.

Depois de conversarem mais um pouco. Jake oferece um cartão para Rapha e diz:

—Você é um cara legal. Se você quiser falar comigo é só ligar. E tem um truque esse cartão, que eu fiz pra você. Se você coloca — lo na frente do seu olho ferido ele te dá dicas, verdades etc.

—Como assim ?

—Encoste e verá.

E Rapha faz isso e tem uma surpresa. Aparece algo escrito no cartão! ( Cuidado com a Ana, ela é mais perigosa do que parece ! ).

—Como assim ?

Diz Rapha. E logo em seguida Jake :-Detalhe. Tudo que aparece aí é verdade. Mas você não consegue falar para outra pessoa o que está escrito e ela nem consegue ler.

—Por que?

—Porque eu coloquei um feitiço nos cartões, para que apenas o seu usuário e eu soubesse o que estivesse escrito. Ana você consegue ler o que está escrito ?

—Não, o que está escrito Rapha ?

E Rapha tenta falar, mas quando ele fala, a Ana se contorce de dor de ouvido.

—Ana tudo bem ?

—Sim, mas doi tentar ouvir o que tá escrito.

—Pois é. Legal né Rapha !?

—Sim, mas é verdade mesmo o que está escrito ?

—Sim !

E Jake entra na cabeça do Rapha e diz:

—Rapha, isso que está escrito é verdade. A Ana tem um passado obscuro que ela tentará esconder de você! Então, tome cuidado com ela. E me responda uma na sua cabeça. Você gosta dela mesmo ?

—Sim! Eu sei que ela é estranha e tudo, mas eu curto ela. E ela tá me ajudando muito !

—Entendo, apenas tome cuidado.

—Tá !

Depois da conversa Rapha e Ana saem do casino. E Ana comenta:

—Legal você ter ganhado esse cartão. Posso ver ?

—Pode.

—Uuuuh! Esse cartão parece ser um bem especial que o Jake, de vez em quando, dá.

—Como assim ?

E Ana rasga o cartão.

—O que você tá fazendo !?

Grita Rapha com um pouco de desespero. E Ana pede para Rapha chegar o seu bolso:

—Checa o seu bolso agora.

— Como assim ?

E Rapha checa seu bolso e tem uma surpresa. O cartão estava ali !

—Como assim !? E vi você rasgar ele na minha frente !

—É o feitiço do cartão. Não importa o que aconteça com o cartão ou onde ele esteja, é só você deseja — lo que ele aparece para você.

—Que legal !

—Vamos voltar então ?

—Sim.

E Ana abre um portal e puxa Rapha para dentro. Quando eles entram, está tudo escuro e com um forte cheiro de lavanda.

E Rapha pergunta:

—Porque as luzes estão todas apagadas? Minha mãe não deixa todas as luzes apagadas antes de dormir. E que cheiro forte de lavanda é esse ?

E Rapha é empurrado para, o que parece ser uma cama. Sem entender a situação Rapha pergunta à Ana:

—Ana. O que tá acontecendo !?

—Nada de mais "querido".

—Como assim? E que tom é esse ?

—Rapha. Eu te amo muito mesmo! E eu não quero esperar mais por isso. Eu quero tomar sua virgindade. Eu quero... fazer amor com você !

E Ana o amarra. Rapha, após ouvir isso, fica desesperado e ao mesmo tempo excitado. ( O seu desespero se deve ao fato de que ele apenas faria algo assim com alguém que ele realmente amasse e depois que ele se casasse com essa pessoa. E Rapha não tem sentimentos verdadeiros pela Ana ).

Logo após isso Rapha fala com Jake:

—Jake! Me ajuda !

—Como ? (Fala calmo)

—Troca comigo e impeça a Ana de fazer isso.

—Tá bom. Eu entendo os seus motivos. Seu virjão.

—O que você disse !? (Fala irritado)

—Nada. Hihi.

E Jake troca com Rapha. Logo após isso, ele força tanto as amarras que ele se solta e agarra Ana pelos braços. E Ana percebe que é Jake e fala:

—Jake! O que você tá fazendo !!! (Fala furiosa)

—Obedecendo ordens. E você sabe bem que o Rapha só faria algo assim com quem ele ama de verdade. E ele mal te conhece. Tá bom que você tá há 16 anos observando ele e não aguenta mais esperar para ter uma "experiência mais íntima" com ele.

—Obrigado por me compreender. Maaaas você está me ATRAPALHANDO !!! Eu amo o Rapha. E se alguém atrapalhar meus planos vai se dar muito mal !

E Rapha troca com Jake e fala com a Ana:

—Ana. Eu sei que você me ama, e tudo, mas eu não te vejo como namorada e sim como uma amiga. Desculpa, mas é o que eu sinto por você.

—Então porque você ficou irritado quando eu me machuquei naquela luta !? (Grita chorando)

—Porque eu me preocupo com qualquer pessoa que seja minha amiga !-Não ?! Eu sei que é estranho eu ter observado sua infância inteira. Mas eu fiz isso porque eu estava em desespero. Quando eu vi quem realmente você é, eu... me apaixonei por você.

—Ana...

—Rapha. Se não fosse você eu nunca ficaria do lado dos humanos ! Quando eu falo que eu te amo é a mais pura verdade !

—Ana me desculpe. É que eu amo a Lina.

Depois que Ana escuta isso ela fica paralisada. Porque ela nunca percebeu isso. E então ela diz:

—Entendi. Então você não me ama como uma namorada. Tudo bem eu respeito isso.

—Ana ?

—Mas. Eu vou ficar do lado dos humanos por você. Porque se você morrer por alguém da minha espécie, eu vou me culpar para sempre !

—Obrigado ... então ?

Depois disso Ana leva Rapha até sua casa e, logo em seguida, Ana volta para a sua casa. Deixando Rapha "em paz".

No dia seguinte era Aula.

Quando Rapha acorda olha bem para seu quarto e não vê a Ana. No começo ele acha legal, mas depois de um tempo ele acha estranho. Porque ele se acostumou com a Ana em sua casa, apesar de ela ter ficado lá pouco tempo.

Ele se arruma, escova os dentes e sai de casa para ir a escola. Quando ele sai, ele encontra Ana na o esperando. E pergunta:

—Ana ! Porque você tá aqui ?

—Ué ? Não posso te esperar aqui fora ?

—Pode, mas...

— E também. Qual o problema que eu acompanhe meu amigo até a escola? Ein? E o que você ia falar ?

—Não tem nenhum problema você me esperar ou me acompanhar. Mas é que eu achei que você estava brava comigo. Por causa de ontem.

—Ontem ? Relaxa. Eu ficaria brava com você apenas pelo o que aconteceu. Eu respeito a sua escolha. Mas não quer dizer que aceito isso.

—Entendi. Me desculpe por isso.

—Imagina.

Depois de conversarem um pouco, eles vão para a escola. E lá, Ana decide contar para a escola inteira sobre a verdade. Antes que seja tarde:

—Como assim contar para toda a escola a verdade ?!

Diz Rapha surpreso:

—Exatamente. Porque quando vocês ganharam os poderes. Vocês se tornaram caça! Ou brinquedinhos se preferir.

—Não prefiro nenhum dos dois !

—Eu decidi ficar do lado dos humanos. Então tenho que treina-los !

—Mas aqui também tem crianças !

—Eu vou ter que montar um geito para não envolve-las nisso. Infelizmente eu não consigo tirar os poderes de vocês. Se eu conseguisse seria mais fácil.

E depois disso Ana vai até a diretoria para explicar tudo melhor e chama Rapha para ir junto. No caminho Rapha pergunta:

—Ana. Você ainda tá fazendo os alunos não comentarem do assunto ?

—Sim. Por quê?

—Por nada. É que eu percebi que o clima aqui na escola ainda é o mesmo.

—Que bom. Quer dizer que tá funcionando.

—Verdade.

Chegando na diretoria. Ana explica toda a situação para a diretora e para alguns e algumas cordenadoras sobre tudo. Depois que todos raciocinam tudo eles decidirem acreditar na Ana.

Quando o sinal tocou os alunos e alunas foram chamados no pátio da escola. Graças ao poder da Ana ninguém deixou de comparecer.

Com todos os alunos e alunas presentes. Ana sobe em um "palco" improvisado e lá conta tudo, sobre a espécie dela, a caça etc.

Quando ela termina, todo mundo fica confuso. Mas Ana usa seu poder de "influência" para fazer todo mundo concordar. E ela ainda complementa:

—Desculpa pessoal, por não conseguir fazer muito por vocês. Mas uma coisa que posso fazer é treina-los e ensina-los sobre tudo que precisam saber.

E um professor grita:

—Mas nós temos crianças, jovens, aqui !

—Estou ciente disso. Então farei o possível para envolver poucos alunos nisso.

—Mas...

—Eu vou precisar da ajuda da turma F do 2° Ano. Eles já estão totalmente cientes da situação a bastante tempo.

—Como assim? Por quê eles ?

Pergunta um professor:

—Porque eu quis! E também por causa do Raphael (aponta para ele). Ele já matou dois da minha espécie.

—Bom... não foi bem eu. Foi minha outra personalidade.

Diz Rapha discordando de Ana:

—Mas como foi a sua outra personalidade, que por sinal é o seu poder, tecnicamente foi você.

E todos ficam olhando Rapha e cochichando sobre ele. Por isso Ana os interrompe:

—Rapha... então você não me ama. Acho que eu devo te deixar em paz então.

E ela sai chorando do quarto em que eles estavam. Rapha tenta conversar com ela, mas não consegue e à segue. Ana vai até a sala e nesse momento Rapha persebe que não é sua casa. Chegando na sala, Rapha encontra Ana no sofá e fala com Ana:

—Ana...

—Sai daqui! Você não tem nada com o que falar comigo !

—Não é verdade.

—Não ?! Eu sei que é estranho eu ter observado sua infância inteira. Mas eu fiz isso porque eu estava em desespero. Quando eu vi quem realmente você é, eu... me apaixonei por você.

—Ana...

—Rapha. Se não fosse você eu nunca ficaria do lado dos humanos ! Quando eu falo que eu te amo é a mais pura verdade !

—Ana me desculpe. É que eu amo a Lina.

Depois que Ana escuta isso ela fica paralisada. Porque ela nunca percebeu isso. E então ela diz:

—Entendi. Então você não me ama como uma namorada. Tudo bem eu respeito isso.

—Ana ?

—Mas. Eu vou ficar do lado dos humanos por você. Porque se você morrer por alguém da minha espécie, eu vou me culpar para sempre !

—Obrigado ... então ?

Depois disso Ana leva Rapha até sua casa e, logo em seguida, Ana volta para a sua casa. Deixando Rapha "em paz".

No dia seguinte era Aula.

Quando Rapha acorda olha bem para seu quarto e não vê a Ana. No começo ele acha legal, mas depois de um tempo ele acha estranho. Porque ele se acostumou com a Ana em sua casa, apesar de ela ter ficado lá pouco tempo.

Ele se arruma, escova os dentes e sai de casa para ir a escola. Quando ele sai, ele encontra Ana na o esperando. E pergunta:

—Ana ! Porque você tá aqui ?

—Ué ? Não posso te esperar aqui fora ?

—Pode, mas...

— E também. Qual o problema que eu acompanhe meu amigo até a escola? Ein? E o que você ia falar ?

—Não tem nenhum problema você me esperar ou me acompanhar. Mas é que eu achei que você estava brava comigo. Por causa de ontem.

—Ontem ? Relaxa. Eu ficaria brava com você apenas pelo o que aconteceu. Eu respeito a sua escolha. Mas não quer dizer que aceito isso.

—Entendi. Me desculpe por isso.

—Imagina.

Depois de conversarem um pouco, eles vão para a escola. E lá, Ana decide contar para a escola inteira sobre a verdade. Antes que seja tarde:

—Como assim contar para toda a escola a verdade ?!

Diz Rapha surpreso:

—Exatamente. Porque quando vocês ganharam os poderes. Vocês se tornaram caça! Ou brinquedinhos se preferir.

—Não prefiro nenhum dos dois !

—Eu decidi ficar do lado dos humanos. Então tenho que treina-los !

—Mas aqui também tem crianças !

—Eu vou ter que montar um geito para não envolve-las nisso. Infelizmente eu não consigo tirar os poderes de vocês. Se eu conseguisse seria mais fácil.

E depois disso Ana vai até a diretoria para explicar tudo melhor e chama Rapha para ir junto. No caminho Rapha pergunta:

—Ana. Você ainda tá fazendo os alunos não comentarem do assunto ?

—Sim. Por quê?

—Por nada. É que eu percebi que o clima aqui na escola ainda é o mesmo.

—Que bom. Quer dizer que tá funcionando.

—Verdade.

Chegando na diretoria. Ana explica toda a situação para a diretora e para alguns e algumas cordenadoras sobre tudo. Depois que todos raciocinam tudo eles decidirem acreditar na Ana.

Quando o sinal tocou os alunos e alunas foram chamados no pátio da escola. Graças ao poder da Ana ninguém deixou de comparecer.

Com todos os alunos e alunas presentes. Ana sobe em um "palco" improvisado e lá conta tudo, sobre a espécie dela, a caça etc.

Quando ela termina, todo mundo fica confuso. Mas Ana usa seu poder de "influência" para fazer todo mundo concordar. E ela ainda complementa:

—Desculpa pessoal, por não conseguir fazer muito por vocês. Mas uma coisa que posso fazer é treina-los e ensina-los sobre tudo que precisam saber.

E um professor grita:

—Mas nós temos crianças, jovens, aqui !

—Estou ciente disso. Então farei o possível para envolver poucos alunos nisso.

—Mas...

—Eu vou precisar da ajuda da turma F do 2° Ano. Eles já estão totalmente cientes da situação a bastante tempo.

—Como assim? Por quê eles ?

Pergunta um professor:

—Porque eu quis! E também por causa do Raphael (aponta para ele). Ele já matou dois da minha espécie.

—Bom... não foi bem eu. Foi minha outra personalidade.

Diz Rapha discordando de Ana:

—Mas como foi a sua outra personalidade, que por sinal é o seu poder, tecnicamente foi você.

E todos ficam olhando Rapha e cochichando sobre ele. Por isso Ana os interrompe:

—Voltando ao assunto. Eu quero e vou ajudar vocês com ou sem às suas aprovações. Bom... vamos para um lugar melhor ? (fala de um geito sarcástico e estala os dedos)

Quando ela estala seus dedos todo mundo que estava lá é tele transportado para uma outra dimensão.

Notas finais
Eai, curtiram? Querem mais? Então tá! Não esqueçam de dar o seu feedback, porque eu preciso saber se vocês estão gostando e se estão com dúvidas. Mas enfim, é isso gente tchau.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.