Uma noite de revelações
1 Capítulo I
Notas iniciais

I — Uma Noite de: Revelação
Aquela era uma das poucas noites que Lucy tinha de folga, pois havia chegado cedo da missão com o parceiro Natsu e Happy, tudo o que queria era ir para casa, tomar um refrescante banho e enfim descansar para que assim pudesse continuar a escrever o romance que começará a um mês.
Assim que Lucy chegou com Natsu e Happy na guilda, nem mesmo entrou, virou-se de lado e fitou Natsu.
— Natsu mande um "Oi" para todos da guilda — Disse começando a andar — Ah! E nem ouse ir pra minha casa essa noite, estarei ocupada escrevendo meu romance e não quero você... — Virou-se e fitou Happy — e nem o Happy lá para tirar a minha concentração.
— Pode deixar Lucy, — Sorriu Natsu como sempre — Hoje eu e Happy estaremos ocupados, né?
— Aye!! — Exclamou Happy.
Lucy deu um último aceno para os dois, seguindo para o apartamento. Ah, estou preocupada com os dois, não me pareceram nenhum pouco convincente, pensou chegando ao apartamento. Ao entrar trancou a porta e a janela, só por precaução. Primeiro um banho, pensou indo para o banheiro.
Após o banho, pegou um copo de leite e seguiu para a escrivaninha sentando-se no banquinho em frente à mesma para continuar o romance incompleto.
— Hm... vejamos — Segurou o romance lendo até onde parou — O que eu faço agora? Será que eu escrevo como “Christina sentia falta de Sebastian...” Ou “como não suportava a ideia de tê-lo longe dela...” — Ao disser isso Natsu veio a sua mente — O-o quê?! P-Por que?! — Levantou-se depressa largando o papel em cima da escrivaninha, não sabia por que o rosto de Natsu apareceu em sua cabeça, ele era apenas um amigo e nada mais que isso.
—Sim, apenas um amigo... — Ao confirmar isso, sentiu uma dor aguda em seu peito — P-Por que?! E-Eu nã-não gosto do Natsu dessa forma — Apertou a mão no peito que latejava mais ainda.
Calma, calma, calma. Não tire conclusões precipitadas. Pensou indo para a sala. Não é como se eu o amasse. Seu coração palpitou. I-Isso nã-não foi nada. Apenas nervosismo. Sentou-se no sofá.
— I-Isso mesmo — Apertou ainda mais a mão no peito — Me-meu coração está assim por puro nervosismo, nervosismo — Repetiu para se convencer.
Aaaaaa. Deitou-se no sofá. EU NÃO POSSO ESTAR APAIXONADA POR AQUELE CABEÇA OCA!!. Sentou-se de pressa. Espera um minuto. Levantou a mão erguendo apenas o dedo indicador.
— Primeiro: Gosto muito das brincadeiras dele, apesar de algumas serem até demais... — Ergue o dedo médio — Segundo: Gosto muito de ir com ele em missões, apesar dos problemas que ele sempre causa... — Ergue o dedo anelar — Terceiro: Gosto muito quando ele sempre vem me salvar quando corro perigo... — Ergue o dedo mínimo — Quarto: Também gosto quando ele vem aqui em casa, apesar do método que ele usa e por sempre entrar escondido... — Ficando de pé arregalo os olhos, olhando para a mão ergo o último dedo, o polegar e confirma consigo mesma — Qu-Quinto: EU REALMENTE O A-A-AMO! — Coloca a mão na cabeça — E-E a-agora... O-O que eu faço...
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