Notas iniciais
Hey gente linda! :) Aqui está um novo capítulo. Espero que gostem. Boa leitura ...

–Bom, mas agora acho que é melhor deixar-te dormir.

–Não é preciso...

–É sim, ... até porque se não o Mestre Aro vai se chatear e muito comigo.

–Ah, se é assim... ok.

Assim que a Jane saiu pela porta (mesmo ela sendo uma vampira pela janela é que não saiu), eu deitei-me na minha nova cama e começei logo a dormir.

Eu dormi tão bem que só acordei com alguém a me abanar enquanto que chamava o meu nome.

–Isa, acorda — disse a Jane.

–Só mais 5 minutos.

–Nada disso Isa.

–Porque?

–Porque o Mestre Aro exige a tua presença na sala do trono.

Foi quando eu olhei para o despertador que ficava mesmo em sina da mesa-de-cabeçeira, e vi que ainda eram 9:30 da manhã.

–E não podia ser mais daqui a pouco?

–Eu acho que não.

Levantei-me da minha cama um pouco irritada por me terem acordado cedo, e fui na direção da casa-de-banho fazer a minha higiene pessoal.

Assim que acabei foi ao meu guarda-roupa, para poder escolher a roupa para usar durante o dia de hoje.

Optei por usar um vestido laranja que é um pouco escuro e uns sapatos da mesma cor, só que mais claro.

Assim que a Jane percebeu que eu tinha terminado disse:

–Isa, tas linda.

–Obrigada Jane.

–De nada. Podemos ir andando?

–Claro.

Enquanto que nós as duas íamos em direção a sala do trono, a Jane começa a puxar conversa comigo.

–Dormis-te bem Isa?

–Dormi Jane.

–Ainda bem.

–Mas é claro que sim.

–Então se dormis-te bem, porque que quando acordas-te fizes-te má cara?

–Porque eu sinceramente, odeio ser acordada.

–A sério?

–Por acaso sim.

–Mas então isso quer dizer.....

–Que se quiseres que sejamos mesmo boas amigas, tenta a todo o custo não me acordar quando eu estou a dormir.

–Vou ter isso em mente Isa.

–Isso é óptimo Jane.

Continuamos a andar mais um pouco até que chegamos em frente as grandes portas duplas e a Jane diz:

–Pronto.

–O que? — perguntei um pouco confusa.

–Agora só falta empurrar estas portas e acabou.

–E estás a espera do que Jane?

–Como assim? — agora ela é que estava um pouco confusa.

–Abre a porta Jane, por favor.

–Ah, ... ok.

–Assim que a Jane abriu a porta entramos na sala fo trono e reparei que tinha mais vampiros do que ontem.

–Vejam malta a gêmea bruxa trouxe-nos um lanche — disse uma mulher com uma voz um pouco anazalada.

Eu reparei na maneira que a Jane ficou depois que aquela mulherzinha de quinta categoria falou com ela, mas quando vi que o Alec ia falar, nem lhe dei oportunidade.

–Ela tem nome e é Jane.

–Como? Eu não te perguntei nada.

–E é preciso perguntares alguma coisa?

–Sua humana insignificante, ... quem é que tu pensas que és? — disse aquela mulherzinha de quinta categoria.

–Eu não penso eu sou a Isabella Swan. E mais uma coisa, previro ser uma humana insignificante, como acabas-te de me dizer, do que uma vampira de quinta categoria como tu és.

De um momento para o outro, eu senti as minhas costas a baterem na parede, por causa daquela mulherzinha vampira de quinta categoria.

–Sabes uma coisa? — ela perguntou me segurando pelo meu pescoço.

–O que? — eu falei com um pouco de esforço.

Já que aos poucos ela ia apertando o meu pescoço.

–Sabes quem é que eu sou?

–És uma mulherzinha vampira qualquer e de quinta categoria.

–Não — ela gritou -Eu sou a Renata Volturi.

–Eu não quero saber.

–Mas posso matar-te a qualquer momento, ... basta eu querer.

–Então mata-me.

–Não tens medo?

–Da morte? Não.

Foi então que eu senti a Renata a soltar o meu pescoço, e eu também caí inconsciente no meio do chão.