Notas iniciais
oiiiii pessoas tudo bem??? Primeiro queria agradecer a Anna, Novacullen, Érica, Vi e a Mack Lutz pelos comenários❤️ fiquei muito feliz, obrg msm❤️ Segundo, eu não sou muito acostumada a escrever então por favor ignore alguns erros no começo, vou tentar melhorar ao maximo.... boa leitura e espero que gostei ❤️

Uma semana tinha se passado desde o meu acordo com Rosalie e surpreendentemente nesse meio tempo não recebi nenhuma ligação ou mensagem de ninguém. Não sabia dizer se isso era um bom sinal ou não, mas isso me deu tempo de pensar sobre todos os detalhes do acordo. Quase não vi Rosalie durante a semana só pelos corredores e no quarto de descanso, sabia que ela estava ocupada com cirurgias pelo final de ano. Amanhã seria o grande dia, nossas passagens já estavam compradas e tudo organizado.

Estacionei o carro na garagem, e peguei o meu casaco e mochila trancando o carro logo em seguida. Entrei no elevador sozinho e apertei o botão e esperei alguns segundos, quando enfim as portas estavam se fechado escuto alguém.

— Segura para mim! – alguém grita, e antes que as portas se fechassem totalmente coloco a mão sobre ela. Olho para cima e abro um sorriso.

— Ora, ora se não é a minha ilustríssima namorada e vizinha – Rosalie sorrir. Éramos vizinhos a 9 meses desde que ela se mudou de New Bern cidade na Carolina no Norte para Chicago. Na primeira vez que eu a vi foi em um parque, estava correndo e me distrai por alguns segundos quando esbarrei nela e por impulso a segurei impedido uma queda. Nossos corpos ficaram colados um no outro, senti como se uma corrente elétrica tivesse percorrido meu corpo quanto segurei seu braço. Lembro que fiquei sem reação ao olhar para o seu rosto, e que o meu primeiro pensamento foi que diante de mim estava a mulher mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida e com os olhos mais perfeitos, aqueles olhos âmbar penetrantes que eu sentia que podia me decifrar em alguns segundos, e depois foi aquele maldito sorriso presunçoso que aquecia o meu coração. O olhar, seu sorriso, seu jeito me deixava completamente hipnotizados que me fazia involuntariamente abri um sorriso, como um bobo e o pior de tudo era que ela sabia disso. Dias depois do acidente do parque descobri que tinha uma nova colega de trabalho e a surpresa maior foi saber que seria ela, acabei sabendo que ela nova na cidade e tava a procura de um apartamento e por coincidência ou não um apartamento no andar a baixo do meu estava desocupando alguns dias.

Seria um mentiroso se dissesse que não queria nada com ela, mas pela primeira vez eu não queria só algo casual, com ela era diferente, ela era a única pessoa que eu não importava que falasse horas sem fim, ela era a minha melhor amiga e a única, e mesmo que a gente flertasse descaradamente e sem vergonha, eu não quero perder isso só para uma noite de sexo.

— Ora, ora aqui está o meu namoradinho- me encosto na parede do elevador e dou uma gargalhada.

— Não tive noticias suas durante essa semana, está tudo certo para amanhã? – de repente um medo me bate, e se ela tivesse desistido? E se ela tivesse percebido que isso era uma péssima ideia? E que era com certeza!

— Já quer desistir? Porque sua cara diz isso Emmett – ela me observa, algo dentro de mim dizia para deixar essa ideia maluca de lado e contar a verdade para a minha mãe, que eu estou bem do jeito que eu estou e que eu sou feliz na maior parte do tempo. Mas eu sabia que a minha vida era uma preocupação para ela, o único filho de saiu da cidadezinha e foi se aventura em uma cidade grande e que estava com 32 anos e sozinho, então emburrei aquela parte pequena que me dizia para desistir de tudo e falei:

— Eu vou até o fim, você vai está comigo? Se você quiser desistir eu vou entender Rosalie. Eu sei que eu tô pedindo muito, você tem a sua vida e vai deixar para passar o natal comigo e a tira colo com uma família maluca.

— Eu vou até o fim Emmett, não sou mulher de voltar atrás.

— Eu sei Rosie – falo sorrindo e vejo ela retribuído o sorriso. Aquele era o apelido que eu havia lhe dado

— Já arrumou as suas coisas para amanhã? – pergunta ela procurando algo na bolsa.

— Sim já estão tudo organizadas – digo – o que tanto você procura dentro dessa bolsa? – assim que termino de falar as portas do elevador se abriram e lentamente Rosalie tira um molho de chaves da bolsa.

— Isso – Rosalie sorri – Até amanhã ilustríssimo namorado – acena caminhado para fora do elevador. E assim que as portas se fecham, comecei a gargalhar.

[...]

Acordei as 7h da manhã e o nosso voo era as 9:30min, me levantei e me espreguicei, fui em direção ao banheiro, onde fiz minha higiene matinal. Daria tempo para tomar um banho em velocidade humana, quando se e um médico um banho demorado vira quase um milagre. Entro no box e depois de 35 min saio enrolo em uma toalha na cintura e vou em direção do closet e escolho uma roupa, uma calça jeans de lavagem escura, um suéter verde e coloco uma jaqueta preta e um coturno, arrumo meu cabelo e saiu do quarto indo em direção da cozinha, passo um café e fico esperando até chegar a hora de ir para o apartamento de Rosalie.

[...]

— Rosalie a gente vai passar uma semana fora e não um mês. Então por que motivos você está levando seis malas, eu posso saber? – não era em 9h e eu já estava irritado, ao chegar no apartamento de Rosalie me deparo com exatamente seis malas enormes me esperado e uma loira tranquila andado de um lado para o outro.

— Não – respondeu secamente.

— Seis malas – questiono- eu posso saber o que tem dentro delas pelo menos?

— Roupas Emmett. Tem roupas, sapatos, bolsas e uma dessas malas tem presentes.

— Presentes para quem?

— Para sua família – ergo a sobrancelha – Eu poderia apostar que você não comprou nada para ninguém, estou errada?

Engulo a seco, eu não tinha comprado nada para ninguém e isso incluía os meus pais e irmãos. Eu sempre deixava para mandar cartões no final do ano, mas tudo foi tão corrido desde a ligação e a mentira que não me dei conta que eu ia passar o natal com os meus pais e teria que comprar alguma coisa para levar e não cartões que eu sempre enviava em todos os feriados.

— Obrigada- a encaro por alguns segundos agradecido, olho para o seu corpo e dou um sorrisinho.

— Ora a gente tá igual dois namoradinhos de colegial que combina roupa- ela vestia um vestido de gola alta que ia até a canela da cor verde exatamente da mesma cor do meu suéter e com uma jaqueta peluda preta e os pés um coturno – Linda como sempre – meus olhos passam descaradamente em cada centímetro daquele mar de curvas.

Ela bufa e vira de costas e indo em direção ao corredor me dado uma linda imagem da sua bunda empinada.

— Tá gostando da imagem? – ela se vira para mim, é sorri maliciosamente.

— Demais – retribuo o sorriso.

— Babaca – solto uma gargalhada.

— Precisamos ir – olho no relógio no pulso.

— Vamos – disse colocado uma bolsa sobre o ombro – não esqueça as malas.

— Às vezes eu quero te matar – murmuro carregado comigo duas malas.

Fiz três viagens até pegar todas as malas, minhas e dela. Seguimos para o aeroporto alguns minutos depois, o caminho foi silencioso, chegamos e fomos direto fazer o check in e minutos depois estávamos dentro do avião indo direto para Seattle.

[...]

Não podemos ir buscar vocês no aeroporto

Pai

Olhei para a tela do celular mais uma vez.

— Eles não vão pode vir buscar a gente- digo puxando o carrinho de malas para fora do aeroporto.

— E agora?

— Eu vou ligar para uma agencia de carros alugados, vai demorar um pouco- disse discando o número.

— Tá tudo bem- minutos depois estávamos dentro de um volvo preto indo em direção a Forks. Durante o caminho observo a paisagem, tudo exatamente igual. Olho para Rosalie que estava com a cara encostada na janela.

— Só tem verde aqui – olho para a estrada e sorriu. Eu gosto disso, do verde e do frio. Quando decidi sair de Forks eu sabia que só veria isso de novo ao retorna. Nas eu queria me aventura em uma cidade grande e Chicago foi a escolha, não me arrependo de ter saindo de Forks, só sentia saudades disso, do frio, do verde e dos meus pais. Sai de Forks com 18 anos e comecei a faculdade de medicina na universidade de Illinois, no começo foi difícil me adaptar, mais com o passar do tempo eu fui me acostumado, mas foi difícil mesmo me acostumar com a saudades. Alice minha irmã mais nova tinha 9 anos na época, foi difícil para mim deixar ela e mais ainda para ela me deixar, lembro que depois de um mês longe depois que recebi uma ligação da Alice aos berros cogitei a ideia de larga tudo e voltar, só não fiz isso porque Edward meu outro irmão com 14 anos na época, falou que era só saudades e que ela iria ser acostumar. Foi difícil para os meus pais também, eu o filho mais velho indo embora para uma cidade grande e longe de casa.

— Eu gosto disso- saio dos meus pensamentos e olho para ela que me observava.

— Admirado o namorado?

— Não sua besta, só vi que você estava com os pensamentos longes – e ali estava aqueles olhos que me olhava com se pudesse saber tudo sobre mim, e sabia em grande parte.

— Só estava pensado no passado – respondo a verdade- e a gente tem que conversar sobre os detalhes do plano – me lembro.

— Sim, o que você pensou? – perguntou se ajeitado no banco.

— O básico, que a gente nos vimos pela primeira vez em um parque e depois eu descobrir que a gente ia trabalhar no mesmo hospital e depois a gente começou a namorar.

— Eles vão perguntar o tempo de namoro.

— Sim, a gente pode falar que são 3 meses – desvio os olhos da estrada e me viro para ela em alguns segundos – os melhores 3 meses das nossas vidas – pisco um olho para ela, que solta uma gargalhada.

Minutos depois Rosalie recostou a cabeça na janela e dormiu logo em seguida.

[...]

Uma hora e meia depois paro o carro em frente da casa dos meus pais, eles moravam afastado da cidadezinha e dentro de uma floresta.

Dentro do carro dava para escutar o barulho do rio que passava perto da casa. Ouvi aquele barulho trazia uma certa calmaria, meus pais nunca saíram daqui, de Forks, dessa casa, talvez seja por causa dessa sensação. Olho para a casa que eu vivi até os 18 anos, dois andares, toda de madeira e com janelas de vidro, deslumbrante! Toda projetada pela minha mãe.

Um pouco mais afastado tinha uma fila de carros, sete no total, dois deles do meu pai. Um pouco da família tinha chegado.

—Já chegamos? – me assustei ao ouvi a voz de Rosalie ao meu lado, olhando tudo em minha volta acabei não percebido que a mesma tinha acordado.

— Sim.

— É linda! – sorriu para ela.

— Deslumbrante – digo — Vamos?

— Vamos!

Saio do carro e uma rajada de vento frio bate contra o meu rosto e o meu corpo e nem mesmo o meu suéter e jaqueta não foi suficiente para afastar um arrepio de frio. Dei a volta pelo carro e abro a porta para Rosalie e estendendo a mão que e pega imediatamente.

— Nossa que frio- falou esfregando os braços.

— Eu avisei. Mas pode ficar tranquila eu vou manter você bem aquecida no calor dos meus braços- me viro para ela com um sorriso malicioso e uma longa gargalhada sai dela.

— Que prega Emm, você consegue pegar mulher falando essas coisas?

— Engraçadinha – tranco o carro – Mas você sabe que eu posso esquentar você na hora que quiser e do jeito que quiser – provoco.

— Vai sonhando Idiota – ela sorri e alguns passos curtos chego perto o suficiente e a abraço por trás fortemente a erguendo do chão. Levo meus lábios até seu pescoço e dou um beijo, não vendo negação da sua parte dou mais beijos e sinto aquela corrente elétrica subi pelo meu corpo, me arisco e levo meus lábios para o seu pescoço novamente mais dessa vez dou leves mordidas e escuto um gemido saindo pelos seus lábios vermelhos. Sinto o choque percorrer todo o meu corpo e meu coração literalmente saindo pela boca. Nunca tínhamos chegado tão longe, só provocações e piadinhas de duplo sentido, mas isso nunca. Sua pele estava arrepiada como a minha. A viro de frente pra mim fitando os seus olhos, tons de dourado e amarelo. Levo uma das minhas mãos até os seus cabelos eu faço um carinho Rosalie fecha os olhos e em seguida vou descendo outra por suas costas.

Nós estávamos tão próximos que eu podia escutar a sua respiração ofegante.

Rosalie abriu os olhos e me olhou intensamente. Vi que ela ia disse algo mas fomos interrompidos com o barulho de algo caindo. Desviei do seu olha e procurei de onde saiu aquele barulha até que eu avisei todos, quando eu digo todos eu estou dizendo todos da minha família nos observado pela janela da sacada. Minha mãe estava com uma expressão de extrema felicidade, meu pai com um sorrisinho no rosto igual Alice e Edward esse estava com um sorrisinho malicioso. Voltei a olhar para Rosalie que estava branca igual papel.

Aquela cena com certeza não fazia parte da atuação.

Notas finais
espero que gostem....