Notas iniciais
Olá, de volta aqui com mais um capítulo e espero que gostem!

Alguns dias já tinham se passado desde a entrega das cartas, e como de costume, os alunos tinham que comprar os seus matérias, e muitos deles estavam muito animados para fazer isso, mas que o recomendado até.

-ENTÃO É AQUI QUE VENDEM OS MATERIAIS PARA POÇOES?! E ALI AS MINHAS NOVAS ROUPAS?-falava um moreninho correndo de um lado para o outro freneticamente esbarrando em muitas pessoas

-Porque exatamente, nos trouxemos ele conosco mesmo?- perguntava Ace para o irmão do meio

-Ele tem que comprar uma varinha. E não seja tão pessimista, Ace! Talvez a Dadan nos de alguns nuques para comprar alguns logros!

-Sim! Meu estoque de bombas de bosta esta acabando!- falava Ace animado- Temos que mostrar para o Filch o poder que a ASL tem quando esta unida!

Eles continuaram conversando por mais algum tempo, entraram em algumas lojas até que o irmão mais novo esbarrou em alguém a alta velocidade fazendo alguns livros voarem.

-LUFFY!!- gritam os irmãos mais velhos, mais irritados do que preocupados.

O moreno levanta com dificuldades e olha para a pessoa que ele esbarrou. Era um menino com mais ou menos o sua idade, um pouco mais alto, com algumas feições asiáticas e cabelos verdes curtos.

-Ei olha por onde anda!-fala o desconhecido irritado

-Ei você vai para Hogwarts também?

-Não vai nem se desculpar?!

-Mas eu só esbarrei em você! E você não respondeu a minha pergunta!

-Tcs! Sim, eu vou pra Hogwarts, e você?

-Também, ei quer ser meu amigo?

-LUFFY-fala Ace irritado enquanto soca a cabeça do mais novo – Eu falei pra você se acalmar! Me desculpe pela atitude do meu irmão mais novo.

-Não tem problema, eu também estou tentando fugir da minha irmã.

-Ei, proposito, meu nome é Luffy, qual o seu nome?

-Zoro.

Depois desse encontro nada comum, Luffy se separou de seus irmãos, combinado de as seis horas encontrar com eles no Caldeirão Furado.

-Então como você acha que Hogwarts vai ser?

-Não si, só quero entrar pra equipe de quadribol- falava o de cabelos esverdeados- Mas pelo o que eu pude ouvir, tem um programa de defesa contra as artes das trevas até que interessante, e você, o que pretende fazer lá?

-Quero só me formar para poder explorar o mundo! Tipo, sair encontrar coisas estranhas e montar dragões!

-Idiota! Não dá para montar dragões! Eles colocariam fogo em você antes que tivesse a chance de fazer alguma coisa!

-Então eu vou ser o primeiro!

-Pelo visto você não vai mudar de ideia, mas você já comprou tudo da sua lista?

-Não, só falta a varinha, o que você acha de a gente ir comprar e depois passar na loja de logros?

-Claro, não posso começar o ano sem um Nuga Sangra nariz.

Os dois garotos começaram a correr pelo o Beco a procura de da loja de varinhas, mas acabaram se perdendo varias vezes por conta do senso de direção do garoto de cabelos verdes.

-Zoro, onde a gente tá?- falava o moreninho- Acho que a gente já passou em frente a essa loja umas mil vezes! Porque a gente não pede alguma informação?

-Não estamos perdidos! Acho que é só a gente virar naquela ruela...

-Vocês dois precisam de ajuda? Já passaram por aqui umas sete vezes!- fala uma voz. Quando os meninos se viram para ver a fonte da voz, veem uma menina mais ou menos da idade deles, com cabelos ruivos na altura dos ombros.

-Não precisamos de...

-Sim!- fala Luffy interrompendo Zoro – Você sabe onde fica o Olivaras?

-Olivaras? A loja de varinhas?- pergunta a menina, fazendo o menininho acenar com a cabeça – Sim, eu estava indo para lá agora. Os duendes do banco me explicaram o caminho, mas não vou levar vocês ate lá de graça, vai custar, como é que se chama mesmo? Uma daquelas moedinhas douradas!-fala e menina presunçosa

-UM GALEÃO?!- falam os dois meninos em uníssono

-Sim, e acho melhor vocês aceitarem, o sol vai se por em uma hora, e duvido que vocês achem a loja sozinhos antes disso.

-Acho que isso é um adeus ao meu Nuga Sangra Nariz- fala Zoro enfiando a mão no bolso e tirando uma moeda dourada- Toma, mas vamos rápido com isso.

A menina pegou a moeda satisfeita, e começou a guiar os dois meninos, o que não durou muito, já que a loja era dois quarteirões abaixo. As três crianças entraram na loja e ficaram assustados com o freguês que estava na loja. Era um homem enorme, que facilmente tinha mais de dois metros, e possuía uma quantidade absurda de cabelo e barba, que estavam totalmente desgrenhado, e acompanhado ele, estava uma pequena garota de cabelos pretos lisos que estava testando algumas varinhas, até que surge um efeito diferente. Depois de agitar a varinha varias pétalas de cerejeira surgem caindo pela loja e desaparecendo ao tocar ao chão.

-Ora fascinante!- fala um homem idoso atrás do balcão pegando a varinha e a analisando – Uma combinação muito sutil, ótima para feitiços! Cipreste, vinte e seis centímetros, e feita com o pelo da crina de um unicórnio, essa varinha ira lhe atender muito bem!

-Eu te disse Robin, o Olivaras iria encontrar a sua varinha ideal. Vai ficar em quanto?

-Um galeão, meu amigo, e boa sorte em Hogwarts, senhorita Nico!

A garota pegou a varinha, e olhou para trás vendo os novos clientes que tinham acabado de entrar na loja.

-Oh, olá, Senhor Monkey, Roronoa, e eu não conheço a senhorita, como se chama?

-Sakai Nami, senhor.

-Bom, agora pulando as formalidades, deixe-me ver, acho que salgueiro deve ser uma boa opção para o senhor Roronoa, esperem aqui, já volto- falou enquanto adentrava na loja para buscar as varinhas.

-Então você é o Luffy?- falava o gigante se dirigindo ao garoto de cabelos negros – Seus irmãos me falaram muito de você!

-Como você conhece o Ace e o Sabo? Você trabalha em Hogwarts?

-Sim, sou o guarda-caça de Hogwarts, e essa aqui é a Robin, ela vai ser uma colega de vocês esse ano- falava enquanto punha uma mão em seu ombro.

-É um prazer te conhecer, Robin- falava Nami, já se pondo na frente dos garotos– Espero que fiquemos na mesma casa em Hogwarts!

-Prazer, acho que vamos ter que esperar para ver- responde Robin com um sorriso

-Bem, Robin, acho que há nossa hora chegou, vejo vocês em Hogwarts!- fala o gigante enquanto guia a garota para fora da loja

Os dois saíram da loja deixando o trio esperando pelo fabricante de varinhas.

-Pois bem, as damas primeiro- fala o fabricante chagando com algumas caixas na mão, ele abre uma e oferece para Nami- Acho que essa irá servir.

A garota segura a varinha, e institivamente faz um movimento com a mão, um jato de luz sai dela destruindo um vaso no canto da loja.

-Acho que não, bom talvez, essa vá lhe servir bem

Nami pega a varinha, um pouco apreensiva dessa vez e faz uma tentativa, dessa vez varias faíscas laranjas voam pela sala, deixando um cheiro de laranjas no ar.

-Hum, interessante- fala Olivaras pegando a varinha e dando uma olhada- Cedro, núcleo de pena de fênix, vinte e seis centímetros, levemente maleável. Muito boa para defesa pessoal e transfiguração, um pouco inusitada, mas, muito boa.

-Senhor, como pode dizer tudo isso da varinha? E como sabe que ela vai me servir bem?- pergunta a menina

-Bem, minha família trabalha a gerações com isso, mas a parte mais difícil fica para a varinha.

-Como assim, Oji-san- pergunta Zoro no outro canto da loja

-A varinha que escolhe o bruxo, senhor Roronoa, isso sempre esteve claro para todos os fabricantes e varinhas, mesmo que nos não entendemos totalmente-fala ele devolvendo a varinha- Bom, quem é o próximo?

Com Zoro e Luffy acabou sendo a mesma coisa, tirando o fato que Zoro precisou experimentar umas dez varinhas ante de dar certo. A varinha de Luffy era de Ipê, fibra de coração de dragão, maleável e de dezenove centímetros, a de Zoro foi um tanto peculiar, um tanto grosa para um menino de onze anos, salgueiro, fibra de coração de dragão, vinte e sete centímetros e inflexível. Depois de todos adquirirem as suas varinhas, se despediram e prometeram se encontrar novamente no trem, no dia da partida.

Alguns dias já tinham se passado desde a entrega das cartas, e como de costume, os alunos tinham que comprar os seus matérias, e muitos deles estavam muito animados para fazer isso, mas que o recomendado até.

-ENTÃO É AQUI QUE VENDEM OS MATERIAIS PARA POÇOES?! E ALI AS MINHAS NOVAS ROUPAS?-falava um moreninho correndo de um lado para o outro freneticamente esbarrando em muitas pessoas

-Porque exatamente, nos trouxemos ele conosco mesmo?- perguntava Ace para o irmão do meio

-Ele tem que comprar uma varinha. E não seja tão pessimista, Ace! Talvez a Dadan nos de alguns nuques para comprar alguns logros!

-Sim! Meu estoque de bombas de bosta esta acabando!- falava Ace animado- Temos que mostrar para o Filch o poder que a ASL tem quando esta unida!

Eles continuaram conversando por mais algum tempo, entraram em algumas lojas até que o irmão mais novo esbarrou em alguém a alta velocidade fazendo alguns livros voarem.

-LUFFY!!- gritam os irmãos mais velhos, mais irritados do que preocupados.

O moreno levanta com dificuldades e olha para a pessoa que ele esbarrou. Era um menino com mais ou menos o sua idade, um pouco mais alto, com algumas feições asiáticas e cabelos verdes curtos.

-Ei olha por onde anda!-fala o desconhecido irritado

-Ei você vai para Hogwarts também?

-Não vai nem se desculpar?!

-Mas eu só esbarrei em você! E você não respondeu a minha pergunta!

-Tcs! Sim, eu vou pra Hogwarts, e você?

-Também, ei quer ser meu amigo?

-LUFFY-fala Ace irritado enquanto soca a cabeça do mais novo – Eu falei pra você se acalmar! Me desculpe pela atitude do meu irmão mais novo.

-Não tem problema, eu também estou tentando fugir da minha irmã.

-Ei, proposito, meu nome é Luffy, qual o seu nome?

-Zoro.

Depois desse encontro nada comum, Luffy se separou de seus irmãos, combinado de as seis horas encontrar com eles no Caldeirão Furado.

-Então como você acha que Hogwarts vai ser?

-Não si, só quero entrar pra equipe de quadribol- falava o de cabelos esverdeados- Mas pelo o que eu pude ouvir, tem um programa de defesa contra as artes das trevas até que interessante, e você, o que pretende fazer lá?

-Quero só me formar para poder explorar o mundo! Tipo, sair encontrar coisas estranhas e montar dragões!

-Idiota! Não dá para montar dragões! Eles colocariam fogo em você antes que tivesse a chance de fazer alguma coisa!

-Então eu vou ser o primeiro!

-Pelo visto você não vai mudar de ideia, mas você já comprou tudo da sua lista?

-Não, só falta a varinha, o que você acha de a gente ir comprar e depois passar na loja de logros?

-Claro, não posso começar o ano sem um Nuga Sangra nariz.

Os dois garotos começaram a correr pelo o Beco a procura de da loja de varinhas, mas acabaram se perdendo varias vezes por conta do senso de direção do garoto de cabelos verdes.

-Zoro, onde a gente tá?- falava o moreninho- Acho que a gente já passou em frente a essa loja umas mil vezes! Porque a gente não pede alguma informação?

-Não estamos perdidos! Acho que é só a gente virar naquela ruela...

-Vocês dois precisam de ajuda? Já passaram por aqui umas sete vezes!- fala uma voz. Quando os meninos se viram para ver a fonte da voz, veem uma menina mais ou menos da idade deles, com cabelos ruivos na altura dos ombros.

-Não precisamos de...

-Sim!- fala Luffy interrompendo Zoro – Você sabe onde fica o Olivaras?

-Olivaras? A loja de varinhas?- pergunta a menina, fazendo o menininho acenar com a cabeça – Sim, eu estava indo para lá agora. Os duendes do banco me explicaram o caminho, mas não vou levar vocês ate lá de graça, vai custar, como é que se chama mesmo? Uma daquelas moedinhas douradas!-fala e menina presunçosa

-UM GALEÃO?!- falam os dois meninos em uníssono

-Sim, e acho melhor vocês aceitarem, o sol vai se por em uma hora, e duvido que vocês achem a loja sozinhos antes disso.

-Acho que isso é um adeus ao meu Nuga Sangra Nariz- fala Zoro enfiando a mão no bolso e tirando uma moeda dourada- Toma, mas vamos rápido com isso.

A menina pegou a moeda satisfeita, e começou a guiar os dois meninos, o que não durou muito, já que a loja era dois quarteirões abaixo. As três crianças entraram na loja e ficaram assustados com o freguês que estava na loja. Era um homem enorme, que facilmente tinha mais de dois metros, e possuía uma quantidade absurda de cabelo e barba, que estavam totalmente desgrenhado, e acompanhado ele, estava uma pequena garota de cabelos pretos lisos que estava testando algumas varinhas, até que surge um efeito diferente. Depois de agitar a varinha varias pétalas de cerejeira surgem caindo pela loja e desaparecendo ao tocar ao chão.

-Ora fascinante!- fala um homem idoso atrás do balcão pegando a varinha e a analisando – Uma combinação muito sutil, ótima para feitiços! Cipreste, vinte e seis centímetros, e feita com o pelo da crina de um unicórnio, essa varinha ira lhe atender muito bem!

-Eu te disse Robin, o Olivaras iria encontrar a sua varinha ideal. Vai ficar em quanto?

-Um galeão, meu amigo, e boa sorte em Hogwarts, senhorita Nico!

A garota pegou a varinha, e olhou para trás vendo os novos clientes que tinham acabado de entrar na loja.

-Oh, olá, Senhor Monkey, Roronoa, e eu não conheço a senhorita, como se chama?

-Sakai Nami, senhor.

-Bom, agora pulando as formalidades, deixe-me ver, acho que salgueiro deve ser uma boa opção para o senhor Roronoa, esperem aqui, já volto- falou enquanto adentrava na loja para buscar as varinhas.

-Então você é o Luffy?- falava o gigante se dirigindo ao garoto de cabelos negros – Seus irmãos me falaram muito de você!

-Como você conhece o Ace e o Sabo? Você trabalha em Hogwarts?

-Sim, sou o guarda-caça de Hogwarts, e essa aqui é a Robin, ela vai ser uma colega de vocês esse ano- falava enquanto punha uma mão em seu ombro.

-É um prazer te conhecer, Robin- falava Nami, já se pondo na frente dos garotos– Espero que fiquemos na mesma casa em Hogwarts!

-Prazer, acho que vamos ter que esperar para ver- responde Robin com um sorriso

-Bem, Robin, acho que há nossa hora chegou, vejo vocês em Hogwarts!- fala o gigante enquanto guia a garota para fora da loja

Os dois saíram da loja deixando o trio esperando pelo fabricante de varinhas.

-Pois bem, as damas primeiro- fala o fabricante chagando com algumas caixas na mão, ele abre uma e oferece para Nami- Acho que essa irá servir.

A garota segura a varinha, e institivamente faz um movimento com a mão, um jato de luz sai dela destruindo um vaso no canto da loja.

-Acho que não, bom talvez, essa vá lhe servir bem

Nami pega a varinha, um pouco apreensiva dessa vez e faz uma tentativa, dessa vez varias faíscas laranjas voam pela sala, deixando um cheiro de laranjas no ar.

-Hum, interessante- fala Olivaras pegando a varinha e dando uma olhada- Cedro, núcleo de pena de fênix, vinte e seis centímetros, levemente maleável. Muito boa para defesa pessoal e transfiguração, um pouco inusitada, mas, muito boa.

-Senhor, como pode dizer tudo isso da varinha? E como sabe que ela vai me servir bem?- pergunta a menina

-Bem, minha família trabalha a gerações com isso, mas a parte mais difícil fica para a varinha.

-Como assim, Oji-san- pergunta Zoro no outro canto da loja

-A varinha que escolhe o bruxo, senhor Roronoa, isso sempre esteve claro para todos os fabricantes e varinhas, mesmo que nos não entendemos totalmente- fala ele devolvendo a varinha- Bom, quem é o próximo?

Com Zoro e Luffy acabou sendo a mesma coisa, tirando o fato que Zoro precisou experimentar umas dez varinhas ante de dar certo. A varinha de Luffy era de Ipê, fibra de coração de dragão, maleável e de dezenove centímetros, a de Zoro foi um tanto peculiar, um tanto grosa para um menino de onze anos, salgueiro, fibra de coração de dragão, vinte e sete centímetros e inflexível. Depois de todos adquirirem as suas varinhas, se despediram e prometeram se encontrar novamente no trem, no dia da partida.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.