Uma linda mulher

30 Verdades e incertezas


Notas iniciais
Ei gente, boa leitura!

Clara sentou-se no colo da Marina abraçando-a com as pernas enquanto se beijavam loucamente, a falta de fôlego fez com que parassem por um tempo.

Clara: Doçura, comprei alguns brinquedinhos para nós.

Clara se levantou do colo de Marina e abriu sua bolsa retirando de lá uma pequena sacola de cor vermelha.

Clara: Então se aproximou de Marina e passou a mão em seu sexo, arrancando um gemido profundo da mesma.- Você gosta assim?

Clara entregou a Marina um pênis de borracha que soltava óleo lubrificante com sabor morango, assim a amada além de enfiar o membro de borracha em seu sexo, poderia também sentir o sabor em sua vagina após retirar o objeto.

Clara subiu em cima da cama, ficou de quatro e virou sua intimidade para sua amada que assistia tudo admirada.

– Marina meu amor! Me come gostoso! – ao dizer isso Clara arrebitou ainda mais o bumbum.

Marina enfiou o pênis de borracha na vagina de Clara sem maiores problemas, entrou com muita facilidade, devido a grande excitação sua vagina ficou toda molhada facilitando a entrada do membro.

Clara: Enfia mais, minha gostosa, assim...vai...isso...até o fim... ahhh... ahhh! Que delicia – gritou exasperada.

Marina só atendia aos pedidos de Clara que tão enlouquecida que nem conseguia abrir os olhos.

Mari: Relaxe… – Clara gemeu baixinho relaxando por completo todos os músculos do corpo, beijou-a para abafar o gemido agudo que brotou em seu garganta quando por fim Marina enfiou o pênis de borracha que se encontrava dentro dela, Marina subiu as mãos percorrendo toda as costas de Clara, lhe beijou com fúria os lábios enquanto nenhum movimento fazia… – Não se mova…

Clara: Não posso suportar… – Mordeu os lábios, o suor que pingava de seu rosto, umedecendo seus cabelos denunciava que o prazer a tomava como louca a deixando completamente sem sentidos… – Marina segurou um pouco mais os movimentos, até seu corpo não suportar a pressão do corpo de Clara para que elas se movesse, se aprofundasse para depois voltar a sair dando prazer total a ambas os corpos, se virou bruscamente ficando por cima de Clara, lhe abriu um pouco mais as pernas e deu inicio aos primeiro movimentos, e logo depois outro, e outro… Clara arqueou as costas arregalando os olhos, jamais havia sentido tão profundamente, era como se ela mesma não tivesse fim, cravou as unhas e os dentes no ombro de Marina, para que não gritasse em quanto seus corpos subiam e desciam para depois novamente voltar a subir com mais força, Marina já pingava e os cabelos já estavam molhados assim como os dela, se movimentava sem parar lhe beijando lábios pescoço e tudo o que era possível…

Clara: Marina… – Ela gemeu no ouvido da mulher se contraindo ainda mais quando ela a apertou com força na cintura…

Mari: Não consigo me conter… – Clara mordeu os lábios, faltava algo, faltava algo para que finalmente alcançassem o prazer absoluto, estava perto, Clara podia sentir as ondas vindo de seu ventre avisando que não só seu corpo mais o corpo de Marina também explodiria em Êxtase, puxou os cabelos de Marina com mais força.

Clara: Vem cá amor! Deixa eu te mostrar! Veste isso, e o resto deixo por sua conta. – Clara mostrou para Marina uma parte do pênis que permitia que o vestisse como uma calcinha, era um pequeno compartimento embaixo das bolinhas de borracha do membro, assim Marina poderia vesti-lo e enquanto comia sua amada, suas mãos ficavam livres para fazer o que quiser.

Sentiu que já não podia respirar e que não aguentaria por muito tempo, rolaram pela cama novamente em movimentos bruscos fazendo com que Clara ficasse por cima, e Marina se sentou na cama se encostando ao respaldo da mesma, seus corpos agora colados, e as pernas de Clara rodeando a cintura de Marina, dando uma maior permissão para que seu corpo se fundisse a ela… Olharam-se, se movimentando, os olhos de Clara estavam semifechados, os cabelos espalhados pelo rosto, assim como os dela…

Mari: Clara… Abre os olhos… – Pediu quando sentiu que finalmente seus corpos explodiriam… – Está sentindo ?

Marina estava também muito excitada com aquele fogo todo de sua esposa, e cada vez enfiava com mais gosto, fazendo Clara quase subir pelas paredes, enquanto enfiava o pênis na vagina de sua amada, Marina então aproveitava suas duas mãos livres para massagear os seios de sua amada, e beijava a boca de sua esposa por trás enquanto continuava o mesmo vai e vem gostoso com o pênis dentro do sexo da amada que gemia loucamente sem controle. mordiscou seus lábios para logo depois a pegar pela nuca, puxando levemente seu cabelo, ela respondeu com um gemido, e se beijaram de imediato quando por fim seus corpos exaustas e suadas alcançaram o prazer absoluto e final. Apertaram-se forte, para não gritarem alto, mas mesmo assim um gemido escapou da boca de Clara, que se abraçou com ainda mais força a Marina sentindo seus corpos tremerem dos pés a cabeça, tudo girava, mais uma vez o quarto girava e as luzes coloridas relembraram que ela ainda estava sobre total efeito do prazer, Marina cuidadosamente a deitou em seu lado, e fez o mesmo, puxando o edredom dós pés para cobrir seus corpos..

Clara: Me sinto pegando fogo… – tentou afastar a coberta mais mesmo assim Marina insistiu em cobri-los…

Mari: Também me sinto, mas a noite é fria, seu corpo está quente, é melhor que evitemos uma doença certo? — Clara assentiu se enrolando nela, a abraçando, o quarto agora estava tão escuro, e a noite começava depois de longos minutos dar sinal que estava mesmo fria… Clara se arrepiou, Marina se levantou e com pressa pegou uma camisola comprida preta, e uma camisola para si, se vestiram com pressa, voltando para o quente debaixo das cobertas, silêncio, aquele maldito silêncio…Clara respirou fundo…

Clara: Como foi de viagem? – relaxou fechando os olhos – Mari– Cansativa, mais boa, não precisarei voltar para Madrid tão cedo, preciso tirar essa semana inteira para ficar com o Gabriel, a segunda coisa que me falou foi sobre o maravilhoso jogo de futebol com Luiza…. – Clara abriu os olhos – As vezes ela fica mais tempo com Gabriel do que eu, esse trabalho exige tanto de nós, antes havia tanta graça, mais agora tudo o que eu quero, são 6 horas por dia em um escritório, voltar para a minha casa para ficar com o Gabriel e contigo…

Clara: Não é verdade Marina, vemos Luiza em alguns finais de semana do mês, você trabalha, combinados assim se lembra? Eu fico aqui cuidando do Gabriel e você resolve o que teríamos que resolver nós duas juntas em Madrid, além do mais quando você está em casa faz até com que ele se enjoe de tantos beijos abraços… – Marina sorriu era verdade, quando mais Gabriel fugia dos beijos abraços de brincadeiras, significava o quanto ele gostava de ser amado na intensidade que era amado pelas Mães.

Mari: De qualquer jeito, farei um novo horário para mim, Flavia logo, logo terá um filho, precisará trabalhar menos também, de qualquer maneira, não quero falar de serviço, não quero falar de nada sem ser sobre nó... Quando te perguntei alguns horas antes o que queria, falava sério Clara….

Clara: Eu confio plenamente em você, eu sinto muito mais é algo que foge do meu controle… – Marina fechou os olhos com força, Clara havia dito aquilo para ela, o que antigamente era o maior problema de seu relacionamento, a confiança.

Mari: Eu quero que dê certo, isso... nós. Quero que continue dando.

Clara: Há coisas Marina, que ficam marcadas para sempre, e há outras que se apagam como pó quando o vento sopra…

Mari: Você quer tempo? — ela arregalou os olhos.

Clara: Claro que não, eu quero você… – olhou para cima e Marina baixou a cabeça a mirando nos olhos – Na realidade eu quero tudo o que pertence a você para sempre, seu amor, seu respeito seu carinho e acima de tudo seu controle…

Mari: Ele já é seu…

Clara: Não, você apenas o compartilha comigo, mas se entregar do jeito que eu me entrego a você Marina, você jamais a fez por completo… – fechou os olhos voltando a se deitar sobre o seio de Marina. – Mas eu te ensino…

Mari: E quando começa minhas aulas? – sorriu a abraçando com mais delicadeza. – Clara – Amanhã, hoje eu só preciso dormir…

Mari: Diga que me ama…

Clara: O quê?

Mari: Diga agora sem pensar que me ama.

Clara: Eu amo você. – Sentindo os lábios de Marina lhe beijarem a testa respirou profundamente

Mari: Eu também amo você. – Clara sorriu agora, mas se pôs séria e curiosa perguntando a Marina.

Clara: Você também me disse algo, sussurrou algo no meu uvido, eu estava tão louca de prazer que não ouvi…

Mari: Eu sei que você não ouviu.- sorriu

Clara: O que você disse ?

Mari: Que eu amo você, meu amor…

Clara: E você era tão orgulhosa a ponto de nunca admitir que ama uma mulher sem que ela dissesse o mesmo.

Mari: Você tem razão, eu tinha tanto medo.

Clara: Eu ficava tão confusa…

Mari: Não, você estava infeliz.

Clara: Marina…Eu estava magoada…

Mari: Eu também estava, você me dava provas vivas que não me suportava. – Ela mirou a janela, e se levantou da cama caminho até a frente da mesma se sentando no pequeno espaço de frente para a mesma…

Clara: Você tinha o que para me oferecer Marina? Eu era uma prostituta que sonhava em me casar com uma bilionária que amava meu sexo e não a mim… – respirou fundo – Se você tivesse dito que me ama, que queria ficar comigo, eu ficaria com você, com dinheiro ou sem dinheiro, porque quando chegou o meio da semana eu havia me esquecido que era por dinheiro que eu estava ali, você era a mais arrogante e a mais detestável das mulheres, mas mesmo assim me colocava louca a cada palavra que você dizia, Marina eu comecei a amar você na segunda vez que dormimos juntas… Na realidade, você foi a única que me fez me sentir como uma verdadeira meretriz, Era mais fácil, fazer pegar o dinheiro e cair fora, mas o pior era esperar para ver se você notava e me suplicasse para que não a deixasse sozinha...

Mari: Eu pensei que fosse só dinheiro…

Clara: Na realidade eu acho que nunca quis o seu dinheiro, para ser sincera, eu pensei três vezes antes de o pegar e colocar na minha bolsa no domingo… – jogou os cabelos para trás agora a mirado nos olhos – Eu tinha tudo para te oferecer, e você para me oferecer só tinha dinheiro… – Marina se remexeu inquieta na cama, havia tomado um belo de um tapa na cara isso sim. Depois de 2 anos que eu passei provando a mim mesma que eu não merecia ser o que era, então estudei me tornei à dama que você havia me tornado aquela semana e recomecei do zero…

Mari: Foi quando eu voltei…

Clara: É, foi quando você voltou, me pediu um filho e logo depois casou comigo.

Clara então se levantou caminhando novamente até a cama onde Marina sentada calada e com a cabeça baixa aguardava as próximas palavras dela

Mari: Eu fui sincera com você Clara… – levantou a cabeça – Antes de você, só haviauma mulher que eu havia me apaixonado.

Clara: Vanessa…

Mari: Isso, Vanessa, e ela havia preferido a Luiza… – Clara a mirou surpresa.

Clara: Eu havia te dito que aquilo ia além de negócios!

Mari: E depois de me tirar a Vanessa ela queria você, e isso nenhuma outra mulher ou ela teria naquela semana, ou pelo resto da vida compreende, era a minha obsessão por você que não permitia que eu visse que te amava... e hoje, eu conquistei isso tudo, eu não tenho mais medo do amor, e eu não vou nunca desistir…

Clara: Eu também não vou desistir, eu quero você, eu te amo.

Mari: Não basta me amar… – Ela sorriu franzindo a testa.

Clara: O que você quer de mim?

Mari: Eu quero tudo o que você tiver a me oferecer. – Clara aproximou colando seus lábios no dela, impedindo que Marina continuasse a falar, permaneceu assim durante alguns segundos até que se afastou o tanto para que pudesse pronunciar algumas palavras.

Clara: Não, não diga nada mais… – Aproximou seus corpos, Marina reagiu de imediato a olhando nos olhos a pegou pela cintura a deitando sobre seu corpo – Não diga que você sente muito porque eu não vou dizer o mesmo… Diga-me que sou sua – beijou-a, passando a língua pelos lábios interiores de Marina. – Diga que eu pertenço a você, e me ponha ver estrelas novamente… enquanto eu sussurro o mesmo ao pé do seu ouvido dessa maneira Marina… – lhe mordeu o lóbulo da orelha, delicadamente enquanto sua respiração o fazia se arrepiar por completa… Marina não pode dizer nada, só depois que seus corpos unidos profundamente, se movimentando com leveza e delicadeza, Marina lhe mordeu os lábios, em quanto com sua voz rouca e inconfundível, dizia e repetia que Clara pertencia a ela…

Clara levantou na manhã já era 9:30 manhã, Gabriel, essa altura ela já teria acordado, e estaria com fome. Como poderia ter sido tão descuidada, colocou rapidamente sua camisola e prendeu os cabelos em um rabo de cavalo alto escovou os dentes e mesmo descalça lavou o rosto voltando para o quarto ficou, lá parada por uns segundos observando Marina completamente nua deitada de bruços esparramado pela cama, seu corpo rapidamente protestou lhe dando arrepios e lhe enviando ondas de calor, afastou a mirada se recordando da movimentada em todos os sentidos madrugada, seu corpo protestava, ambas os corpos protestavam por um descanso, sorriu novamente jogando um lençol por cima de Marina, que exausta nem se movimentou. Indo até o quarto de Gabriel viu que ele estava realmente acordado deitado na cama, sorriu a mãe quando a viu se levantou rapidamente indo até o colo de Clara, que lhe beijou várias vezes o rosto indo até a cozinha, em quanto conversavam, Clara preparou o café da manhã para o filho para si mesma, alimentou muito bem Gabriel com um enorme copo de achocolatado com panquecas com mel e logo depois algumas frutas, sentando na cadeira ao lado começou a comer, em quanto o filho tagarelava sem parar, Clara se divertia Gabriel era sempre bom humorado de manhã, especialmente quando sabia que Marina estava em casa, e que logo desceria para um Domingo maravilhoso de piquenique futebol e muita diversão…

Logo depois de satisfeito Clara subiu com Gabriel lhe deu um bom banho vestindo a adorada roupa de Domingo, o uniforme de futebol, lhe bagunçou os cabelos com gel para logo depois o ajudar a escovar os dentinhos.

Gabriel: Já ia me esquecendo, a tia Luiza e a tia Sô me disseram que viriam para o jogo hoje… – Clara se preocupou.

Clara: Hoje a mamãe Marina vai com você meu amor…

Gabriel: Eu sei… – Seus olhos brilharam por recordar do fato de ter Marina presente nos domingos de futebol – Achei que seria legal jogar com a mamãe Marina e com Luiza hoje… – Clara assentiu sorrindo preocupada, Marina e Luiza juntas, nunca saia boa coisa, ainda mais quando os sentidos de posse de Marina por ela, havia sido demoradamente lembrado por toda á noite, sorriu ao ver Gabriel a observando profundamente tentando entrar em sua mente…

Clara: Não sei quem é mais observador você ou sua mãe… – Gabriel riu com o comentário, correndo pelas escadas até chegar ao jardim onde começou a treinar pequenos dribles com a bola quase maior que ele – Clara o olhou pela varanda, para ver se ele não estava muito próximo a piscina… — Fique longe da piscina ouviu Gabriel?

Gabriel: Ouvi mãe…

Clara: Olhe para mim e diga que você promete – As promessas de mãe e filho eram assim olhos nos olhos, desde de pequeno tanto Marina como Clara haviam ensinado a Gabriel que não mentisse a ninguém.

Gabriel: Eu prometo mãe… – Clara sorriu satisfeita entrando em seu quarto, se sentou na cama observando Marina, que como uma loba com sentidos afiados abriu os olhos a mirando direto nos olhos…

Clara sorriu lhe beijando de leve os lábios…E o instinto maternal de Marina obrigou a perguntar imediatamente de Gabriel…

Clara: Lá em baixo, esperando por nós….

Mari: Passaremos o dia inteiro fora, jogaremos futebol, eu você e ele – Clara franziu a testa divertida – Depois sairemos para almoçar, depois iremos para o clube da empresa, depois faremos o tão esperado piquenique, voltamos para a casa tomamos banho e sairemos para comer pizza…

Clara: Nossa mais que mulher mais programada, e que Domingo maravilhoso em Família…– Clara fechou o sorriso – Luiza e Sophia irão com a gente…

Mari: Poxa, Clara… — Se levantou nua caminhando até o banheiro… – Eu você e o Gabriel, ninguém mais… Além do mais você sabe…

Clara: Não entendo essa sua implicação com elas, principalmente pela Sô, ela é tão boa, nunca fez nada para você… – Marina se calou a olhando para logo depois desviar o olhar entrando no chuveiro enquanto escovava os dentes… Clara tirou a camisola, também entrando no chuveiro, se aproximando de Marina que parecia irritada ou cautelosa ela não conseguiu distinguir- E se for por Luiza…

Mari: Não gosto do jeito que olha para você…- A mirou terminando de escovar bem os dentes – E muito menos suporto Sophia…

Clara: Larga de bobeira, Luiza a Sô estão apaixonadas, Luiza não olha de jeito nenhum para mim, além do mais já faz tanto tempo…

Mari: É faz muito tempo, e eu continuo a desejando como se não tivesse passado nenhum segundo, porque com ela seria diferente…

Clara: Porque ela ama a Sô, e ela também a ama… – Marina se calou não adiantaria em nada discutir tomou seu banho junto com Clara, se beijaram lentamente em quanto a água escorria, então Marina saiu da ducha deixando Clara terminar seu banho, se vestiu para mais um domingo futebol de mães e pais e filhos das empresas Venturini e Meirelles desceu recebendo um forte abraço de Gabriel, conversaram sobre futebol e começaram ambos a brincar com a bola, Marina fingia tomar vários olés de Gabriel se atacando no chão.

Simulando quedas de goleiros fazendo o garoto delirar de tanta alegria, Clara gargalhou com a última queda no chão de ambos, terminada de fazer uma linda e natural maquiagem abusando, deixando seus cílios longos e os olhos bem maquiados, abriu seu guarda roupa e sorriu ao tirar um shortinho branco de bolsos e uma camiseta bem coladinha ao corpo lilás, calçou um tênis branco com os cabelos soltos colocou um boné também branco, céus fazia tanto tempo que não se vestia daquela maneira, pegou seus óculos escuros sua bolsa branca de couro e grande, já na cozinha e perfumada, separou algumas frutas e uma mamadeira para Gabriel, trancou a casa correndo até o carro onde Marina e o filho a esperavam ouvindo um rock no último volume…Clara gargalhou ao ver como eles animados cantavam e fingiam bater a cabeça contra algo, ao sentar no banco do carro o som se abaixou e os dois pareciam a olhar hipnotizados…

Clara: Se preferem o preto básico e social eu posso trocar… Sei que todas as esposas vão, mas é que hoje está um dia tão lindo…

Mari: Não, você irá dessa maneira. — sorriu – Sem salto ou preto, assim dessa forma… – Clara se pôs vermelha quando os olhos da esposa lhe percorreram de cima abaixo — Não acha filho…

Gabriel: Acho, assim fica linda mãe…

Clara: Obrigada meus amores – Sorriu agradecida lançando um beijo no ar para Gabriel…

Mari: Apertem os cintos que a nave vai decolar… – Gabriel entrou na brincadeira apertando os cintos… – Tudo pronto comandante…Gabriel

Gabriel: Sim, Capitã mãe… – Clara sorriu observando a janela em quanto o carro se punha em movimento, chegaram ao local agradável clube de futebol também da pareceria de ambas as empresa, apenas funcionários das empresas Aguiar ou Venturini, tinham acesso com suas famílias aos Domingos de Futebol e ao grande clube, sorriram cumprimentando a todos, e ainda mais exaltadas por Marina com Gabriel e a linda Clara ao lado…

Passaram de rodinha em rodinha, conversando e sorrindo, estranharam Clara, estava tão animada e tão espontânea, os murmúrios que havia se reconciliado com a esposa perfeita que era como chamavam Marina correram solto, e as esposas rapidamente a pegaram para conversar, Clara tinha consciência que eram fúteis, mais afinal de contas a fazia dar boas gargalhadas… Marina com um grupo de diretores do setor de finanças conversava sobre coisas agradáveis em quanto observava Gabriel jogando futebol no campo verde de gramado bem cuidado…Clara pediu licença quando avistou Luiza e Sophia chegando, sorriu as amigas as abraçando…

Notas finais
Obrigada pelos comentários! Beijos xx.