Notas iniciais
Boa noite gatitas! Sobre a história,vou explicar pra vocês,porque Marina não procurou Clara durante esses anos,vocês vão descobrir nos próximos capítulos, mais pra frente. Boa leitura

Nelita: Obrigada Dona Clara… — Sorriu a patroa pedindo liçença se retirou, Clara respirou fundo, em seu estômago parecia que haviaum tornado…

Faltava pouco tempo…O final se semana havia sido reconfortador, havia passado na casa de sua amiga Sophia que trabalhava em outra filial Venturini como secretária particular de Luiza Machado…

Havia dado sorrisos, e brincado, se sentia confortavél na compahia de Sophia que também havia se tranfomado em uma grande mulher…

Logo após Clara se estabilizar em seu emprego a 1 ano atrás, havia convidado Sô para se unir a ela, e trabalhar de secretária em uma sala apertada das empresas Venturini, a diferença era que Sophia havia sido tranferida e Clara havia conquistado seu lugar naquela mundo gigantesco de negócios, Sophia tinha seu próprio apartamento e sua vida independente financeira em boa situação…

Se orgulhou de sua amiga, sem pensar duas vezes havia saido das ruas para tentar assim como ela uma vida digna, e haviam conseguido…

Droga de transito bateu no volante, já estava quase atrasada, dirigiu com rapidez estacionando seu carro em sua vaga privada, eles já haviam chegado avistou a limusine preta e seu coração assim como seu corpo estremeceram…

Fechou os olhos se equilibrando nos saltos altos, ergueu o queixo, Clara não era mais um prostituta e nem nunca mais agiria como tal…

Cumprimentou as pessoas e os rapazes que quase quebraram o pescoço ao ve la passar, da sala de reuniões se ouvia vozes a porta estava fechada, pegou sua pasta em sua sala com o conteúdo estudado, sentou se por alguns segundos…

Respiorou fundo, porque as malditas de suas pernas não reagiam ao seu comando…

Bebeu um copo de água respirou fundo se olhando os espelho… Era hora de ir…

Todos jah estavam na reunião foi avisada por sua secretária, agradeceu entrando na…..sala..

Clara: Bom Dia senhores…

Balançou a cabeça comprimentando a todos, o silêncio se fez na sala, e todos pareciam a olhar das cabeça as pés, Clara ocupou sua cadeira na outra ponta da mesa sem procurar a mirar…

Retribuiram o Bom Dia na mesma seriedade que Clara, voltando todos a se sentarem…

Luis: Bem, só estavamos esperando você e a senhorita Meirelles, estão todos presentes?

– Todos assentiram… — Bom me sinto no dever de apresenta las… Marina Meirelles essa adoravél jovem é…

Mari: Clara… — Santo Deus Marina não sabia o que fazer ou como reagir, estava sentada nervosa pois perderia o dia em mais uma de suas reuniões quando aquele tormento em pessoa entrou pela sala…

Quem era ela ? De onde vinha, mais ao chegar a seu rosto depois de percorrer seu corpo quase caiu da cadeira, era Clara aquela Clara que havia sido sua, e ela estava tão diferene, Marina estava tão…

Sua garganta travou, e o velho ressentimento percorreu sua mente dando um gosto amargo, aquela mulher habitou seus pensamentos durante um ano inteiro…

Luis: Oh vocês se conhecem ? — Clara ergueu a mirada séria, e agora totalmente arrogante,Marina estava sem fala e todos perceberam isso…

Clara: Prazer senhorita Meirelles… Vamos fazer uma perceria e tanto…

– Marina não disse nada, continuou a mira la no olhos daquela maneira, daquela mesma maneira que ela sempre a fazia, Marina estava a devorando e ela sabia disso…

As pessoas começaram a se constranger, Marina se sentiu arrepiar, foi ela seguia ali de frente combatendo com Clara naquela luta entre olhares com aquele ar de arrogância que reconhecia em si mesma quando se olhava no espelho…

Flavinha: Santo Deus Marina, você está deixando as pessoas sem graça..

Cutucou Flavia a sua irmã, e foi o único momento que Clara sorriu aquela mulher maravilhosa que tanto a havia feito bem…

Flavia sorriu de volta voltando a se concentrar na reunião..

Clara se lavantou então com sua pasta começando a caminha pela sala..

Clara; Bom senhores se me permitem… Essa reunião foi feita com um único e exclusivo motivo, por favor não vamos desviar dele, As empresas Meirelles estão propondo uma parceria financeira e social com as nossas empresas Venturini, eu andei estudando a proposta de vocês durante a última semana, e não achei nada de desiteressante, exceto pela fato de sermos sócios, contudo as empresas Meirelles teriam cerca de 51% das ações e as empresas Venturini ficaram apenas com o restante, Senhores

– Olhou no rosto de cada um na sala — Sejamos extremamente competentes e convenientes, somos a maior empresa mundial quando o assunto se trata de Marketing e vocês possuem o maior nome e administrador em questão de compra em venda de empresas, seria consideravél que apartir da assinatura dos conselheiros presentes nessa sala, seria inevitavél que nãos nos necessitassemos um do outro, por tanto por questão se segurança e bem estar da nossa empresa o contrato vai ser assinado caso a presidende e os conselheiros da empresa Meirelles reavaliarem sua proposta dando direitos iguas, 50% a cada uma das empresas interessadas.

E cá entre nós a Venturini tem nome e poder suficiente para recusar uma proposta da multimilionária das empresas Meirelles… — A sala se calou…

Na realidade Clara achou até que as pessoas haviam parado de respirar, ainda em pé com a pasta na mão olhou o presidente da Venturini, seus olhos brilhavam de orgulho, então criou coragem para combater novamente Marina, que também a mirava assim como Clara a mirava…

E mais uma vez a explosão veio a tona, e o subto desejo percorreu o sangue de Clara a queimando feito brasa viva…

– Senhorita Meirelles? O que me diz ? — Santo Deus mulher, reaja Marina gritou para o seu interior…

Mari: Podemos comprar essa empresa não sabe senhorita Clara?

– Ergueu as sombrancelha a desafiando, Clara estava preparada para esse confronto…

Clara: Creio que podem Senhorita Meirelles, mais também creio que depois não tenham dinheiro o suficiente para administra la, essa empresa já é dividida por fora, o que calculo é que a senhorita não ganhariam muito, já que não poderiam dividi la e vende la em partes iguais….

– Clara olhou suas anotações novamente — A senhorita possuem 3 bilhões em caixa para negociações e em quanto eu estiver na diretoria essa empresa não será vendida por menos de 10 bilhões…

Mari: Você acha que vale tudo isso senhorita Fernandes…?

– Apertou os dentes e Clara compreendeu que Marina não falava sobre a empresa mais sim sobre ela..

E com nitida sensação que suas próximas palavras causaria ,não pensou duas vezes…

Clara: Foi se o tempo que algo valia 3 mil reais senhorita Meirelles, as coisas crescem se tornam mais fortes e mais independentes, e a senhorita como grande empresária que é, deveria saber desde do principio disso…

– Flavia arregalou os olhos olhando pra Marina, sentiu que sua irmã iria se levantar pegar Clara pelos cabelos a levando onde ninguém pudesse as ver, mais o que viu foi diferente...

Foi o olhar de uma mulher que havia amado aquela mulher durante 1 ano inteiro, Marina estava entregando os pontos e se sentia fraca por não fazer nada…

Mari: 50% a ambas as partes… — Consentiu se levantando indo até a janela..

Luis sorriu vitorioso e Clara respirou fundo sorrindo novamente a Flavinha, os conselheiros assinaram em pouco tempo…

Em em 30 minutos as assiaturas foram recolhidas e guardades em caixa forte…

– Se me permite, gostaria de conversar a sós com a senhorita Clara…

Luis: Mais é claro senhorita Meirelles, além do mais a reunião já está terminada…

Flavia: Boa tarde senhores, Boa tarde Clara, Marina te espero no carro…

– A irmã não respondeu, as pessoas foram saindo lentamente da sala, e segurando a força para não bater a porta Marina a fechou a trancando, Clara se virou com a placa de gelo que havia se formado ao seu redor…

Clara: Creio que não será necessário senhorita Meirelles que falemos…

Mari: Porque você não cala essa sua boca para que eu posso recuperar o fio de controle que resta em mim…

Clara: Não sou mais obrigada a isso se me dá licença, caminhou até a porta…

Mari: Não se atreva Clara, eu juro que te pego pelos braços, e que Deus te ajude…

– Marina estava descontrolada e Clara percebeu pelo seu tom gélido de voz…

Na voz guardava grandes magoas, ou talvez nutria um grande ódio, com quem Marina pensava que estava falando ?

Clara; Você não tem motivos para gritar, e nem muito menos para me pegar pelos braços, Senhorita Meirelles não acho que seria bom para os negócios que deixemes assuntos sem importância invadirem nossa concentração…

– Marina estava incédula, mais de certa maneira Clara tinha razão, porque sentia tanta raiva ao ve la? Porque estava tão descontrolada a ponto de quebrar a primeira coisa que havia em sua frente.

Céus Marina nem mesmo conhecia aquela mulher na sua frente, estava agindo como uma louca obssessiva por “assuntos sem importância”..

Agarrando seu controle com unhas e dentes se virou para Clara, mais era impossivél que Clara não enxergasse o que aqueles olhos queriam lhe dizer…

Mari: Me Desculpe Senhorita Fernandes eu a confundi com outra mulher…

– Pegou sua pasta em cima da cadeira se marchando para fora da sala…

Clara: Eu tenho certeza que sim…

– Marina parou, se virou novamente a olhando dos pés a cabeça seus olhos arderam e sua garganta se tornou quente assim como a ponta de seu nariz, e Clara continuava lá, com aquele queixo erguido , o nariz empinado como se nada estivesse acontecendo, como se não fosse Marina que estivesse na sua frente, talvez sempre tivesse tido razão, era dinheiro, tudo foi sempre questão de dinheiro, e o feitiço virou contra a feitiçeira, porque Clara soube exatamente sobre o que Marina pensava, e por mais que tentasse não conseguiu controlar as palavras…

Notas finais
E continua no próximo capítulo, o reencontro delas. comeentem! Beijos.