Notas iniciais
Ei amores, voltei com mais um capítulo. Espero que gostem. Beijos!

Mari: Santo Deus Clara, eu havia prometido… – Ela virou a olhando nos olhos com a testa franzida engoliu a saliva que se formava em sua boca, ansiava por um beijo, por sentir a língua de Marina lhe varrendo a boca com caricias leves e profundas… Mordeu os lábios, subindo as mãos até os cabelos da mesma os puxou, então Marina fechou os olhos, ela fechou os olhos, e seus lábios se entregaram a um beijo que poderia ser taxado como algo magnético e completamente sobrenatural, ela entreabriu os lábios para que a língua quente e molhada de Marina rolasse pela sua e encontrasse com sua língua, ela lhe lambia os lábios e jogava sensualmente de forma que o encontro não acontecesse,Céus Clara tremia por todo o corpo, e Marina tremia por todo o corpo ! Fechou os punhos na blusa, dizendo a Marina que…Isso, exatamente isso…Que necessitava que suas línguas se encontrassem formulando uma dança primitiva e sensual, ao passar dos minutos começavam a se devorar, e as mãos até agora quietas adquiriam vida própria percorrendo o corpo tanto de uma como de outra… Clara arqueou as costas ao sentir as mãos de Marina deslizarem por suas pernas até encontrarem suas coxas aonde que com um toque menos sutil, havia deixado suas marcas, mordeu lhe os lábios em quanto sus próprias mãos encontravam a abertura em baixo da blusa de Marina e com as unhas lhe subia todo o tórax…Marina lhe deixou os lábios para morder seus próprios, Céus se Clara continuasse… Suas essências estavam mescladas em um só perfume, que gerava uma fragrância sensual provocativa de pura ardência… Quando suas bocas desesperadas voltaram a se encontrar , Marina subiu a mão ao lado do pescoço de Clara, viraram o rosto com uma mordida provocativa, e quando Marina sentiu que lhe doía de tanta excitação, parou o beijo… Ofegantes, buscando a todo custo por ar. Não, só quando você tiver certeza Clara.. – Clara tentava controlar o resto de razão que havia em seu corpo, sentia sua feminilidade úmida e pronta e Marina não estava diferente seu ventre onde ela encostava lhe informava…Ainda coladas um contra a outra na parede Clara abriu os olhos, estava cega de puro e ardente desejo… Marina se afastou a colocando ao seu lado, abaixou as costas, colocando as mãos no joelho tentando encontrar a calma… Levantou-se após alguns segundos, se virou agora ficando na frente de Clara… Ela se virou a olhando no fundo dos olhos, e ali Marina soube que aquela linda mulher havia deixado que ela entrasse novamente em sua vida…Não disse nada, fechou os olhos colando em suas testas, e Clara fez o mesmo, Marina sorriu em agradecimento, em quando sua mão deslizava a aliança dourada de volta ao seu lugar.

Gabriel seguia vendo desenho tomando sua mamadeira, Clara sentada com Marina na mesa cuidava de alguns documentos que precisavam estar assinados até amanhã a noite.

Gabriel: Mamãe Clarinha?

Clara: Diga meu anjo… – Se virou para Gabriel, que mordia o bico da mamadeira.

Gabriel: Por mais quanto tempo vou ficar aqui ? – perguntou agora mirando Marina.

Mari: Não sabemos filho, até você sarar, ficou bastante doente Gabriel, precisamos ter cuidado, tratar direitinho para que possamos ir embora tranquilos… – O médico havia passado para sua visita diária de duas vezes ao dia, havia falado que ele aceitava bem os medicamentos e até o final da semana poderia manter o tratamento em casa, mais que todo o cuidado era pouco e que meningite além do mais em crianças era uma séria doença e poderia gerar sérias consequências se não bem tratada.

Gabriel: Hum entendi…- Marina sorriu mirando mais a fundo Gabriel.

Mari: A tia Flavinha , e a Tia Sô passaram aqui e deixaram um enorme beijo… – Gabriel assentiu mais uma vez, rindo levemente com algo do desenho.

Clara: Se sente bem filho… ? – se aproximou lhe medindo a febre.

Gabriel: Me sinto melhor, mais sinto sono… – bocejou novamente – E um grande cansaço.

Mari: É pelo dodói e pelos remedinhos filho… – se levantou sentando se do outro lado da cama como Clara… Vai ficar tudo bem, eu prometo, e depois quando sairmos daqui, vamos dar um super passeio eu você e a mamãe… – Gabriel sorriu deixando seus olhos brilharem.

Gabriel: Jura ? Eu você e a mamãe, sem brigas ? — Clara sorria mais naquele momento se sentiu emocionada — Não gosto quando vocês brigam… – fez um bico – A mamãe Clarinha chora, e a vovó disse que a mãe Mari fica triste…! — Marina sorriu passando as mão nos cabelos do filho, Clara também sorriu emocionada !

Mari: Isso não vai mais acontecer querido.

Gabriel: Promete mamãe ? — Marina olhou nos olhos emocionados de Clara, ela lhe sorriu com a testa franzida.

Mari: Prometo querido… – Mais tarde com Gabriel adormecido, sentadas novamente a mesa, tratando de analisar cada coisa que haviam sido enviadas, Marina franziu a testa na mesma hora que Clara, se olharam.

Clara: Está lendo o e-mail da Luiza da Venturini ? – Marina assentiu, um tanto fora do ar… – Ana Padalecki era sua antiga amiga e braço direito não era?

Mari: Sim logo depois daquela semana, ela recebeu uma proposta de trabalho partiu, não nos falávamos mais, desde de um incidente… – Clara já imaginava qual tinha sido – Só não entendo o que quer comigo.

Clara: Talvez uma nova parceria ou algo parecido.

Mari: Ana é esperta o suficiente, para depois do que me disse e do que eu disse a ela retornar propondo algum negócio.

Clara: Não gosto dela… – Olhou Marina nos olhos e ela entendeu o porque.

Mari: Veremos, na segunda feira, Gabriel já estará em casa, e eu mesma me encarrego de saber o que ela deseja, e como conseguiu uma reunião comigo na segunda… – Clara assentiu voltando a prestar atenção nos e-mails, mais seus olhos se voltaram para Marina, que tão preocupada analisava cada e-mail atenta, era a única chance, a última chance, fechou os olhos se lembrado de quando cegas de desejos Marina havia parado e lhe dito… “Não, só quando você tiver certeza Clara…” , nesse momento Clara se perguntava de que certeza Marina falava, haviam tantas para se ter, abriu os olhos notando que Marina a olhava profundamente e intensamente e o que viu a deixou assustada como uma menina que não encontra sua boneca preferida… Ela tinha certeza, era amor, Santo Deus só podia ser amor!

~.~

Clara abriu os olhos se esticando toda na cama, o despertador acabara de tocar, e parecia que havia dormido a eternidade…Descansada seu corpo sentia se completamente descansada, levantou se, ficaria em casa mais essa semana para cuidar de Gabriel, havia recebido alta no sábado pela manhã, se levantou vestindo seu hobbie preto que lhe cobria todo o corpo, com os cabelos soltos jogados pelas costas em seu enrolar natural, escovou os dentes lavando o rosto, mesmo descalça caminhou até o quarto de Gabriel, e percebeu que o filho não estava na cama, olhou pelo quarto, no banheiro e nada, se direcionou ao quarto de hospedes onde Marina estava, e lá estavam ambos, Marina com as mãos nas costas de Gabriel, que estava deitado por cima dela, com a cabeça repousada em um sono profundo no peito da mãe, sorriu com toda certeza havia acordado de Madrugada e Marina havia ido até ele, uma mamadeira estava do lado da cama, na mesinha de cabeceira, olhou o relógio de Marina fosse trabalhar estava atrasada……Sentou se na cama mais sentiu dó de acorda los, queria ter uma máquina nesse momento, observou Marina, os olhos adormecidos, os cabelos bagunçados, os lábios inchados pelo sono, fechou os olhos levando sua mão ao seus próprios lábios, haviam se beijado daquela maneira só naquele dia no hospital, e depois nada além de alguns selinhos, na frente de Gabriel, Não dormiam no mesmo quarto, e se falavam com calma aos poucos, sobre assuntos de duas pessoas que acabavam se conhecer, ainda sentia a dor no coração, Céus ainda se sentia tão magoada, por ela, por Marina, por Flavinha ! Devagar se deitou na cama ao lado da esposa e do filho, com os olhos abertos mirando o teto, pensou em sua vida nos últimos 2 anos…Tudo havia virado de um forma tão brusca, além do mais passou a semana preocupada com o aparecimento da antiga amiga e braço direito e sócia de Marina, sabia bem qual era o motivo de terem cortado relações… Clara, e sabia bem que Ana sabia assim como Júlia sobre seu passado…Precisava ligar para Sophia, oh sentia tanta falta de sua melhor amiga, contar a ela sobre seu casamento, sobre seus planos, fechou os olhos se cobrindo com a manta quente que aquecia os dois amores de sua vida… Aproximou-se um pouco mais de Marina, fechando os olhos, precisava tanto de carinho, precisava que alguém lhe abraçasse e lhe dissesse no ouvido para não ter medo.

Que tudo ficaria bem, Oh apenas que tudo daria certo, quem dera ser por um dia Cinderela, sorriu de olhos fechados, em sua vida chegara à conclusão, que a 1° badala batia ao meio dia, não a meia noite, Júlia havia ligado, havia dito que precisava vê-la e que queria repetir o que havia acontecido na última vez que se viram e jantaram juntas. Virou-se de lado observando Marina. Que mulher Meus Deus, precisava de outra mulher em sua cama com Marina em sua frente na mesma? Precisava procurar os toque, os beijos e movimentos de Marina.

Quando sua esposa tratava de lhe esconder as coisas, havia sido uma única vez, na qual quando havia terminado, Clara fechou os olhos com força rezando para que alguém viesse e lhe levasse de tamanha inquietação…Marina a olhava nos olhos , Marina a fazia fechar os olhos, eram toques, seu corpo já estava moldado e preparado para receber o corpo dela. Era que ela sabia disso, se perguntou porque não conseguia mais sentir prazer quando estavam juntas, seria pelas mentiras, pela falta de confiança?…Seria por medo ou insegurança, porque Clara sabia que se Marina pensasse em a deixar, seja por ninguém ou por outra mulher talvez ela não suportaria! Havia se apaixonado na primeira vez que o corpo de Marina tocou seu corpo, havia a amado quando pela primeira vez em um estado de êxtase e descontrole, Marina havia a feito olhar em seus olhos e dizer a quem pertencia…A ela, Clara sempre diria caso Marina perguntasse, ela pertencia a ela…” Pode me abraçar sem medo…Pode encostar sua mão na minha ”, fechou os olhos por alguns segundos para depois abri los… E novamente Marina estava ali, com os olhos abertos a olhando fixamente como se já estivesse a olhando há horas…Não disseram nada, Marina se levantou com cuidado e depositou Gabriel em sua cama no quarto do garoto, lhe beijou a testa encostando a porta, voltou para o quarto, escovou os dentes, voltando para a mesma posição que estava na frente de Clara.

Mari: Bom dia… – ela abriu os olhos que estavam fechados e respondeu:

Clara: Bom dia…- silêncio – Ele passou mal ? — se referia a Gabriel.

Mari: Não, acordou de Madrugada sentindo fome, preparei um leite com morangos, e logo depois de tomar se empoleirou em mim e adormeceu, perguntando por você… – Clara sorriu se virando, ficando de barriga para cima.

Clara: Já está melhor, tomei um susto quando cheguei na casa da Marieta aquele dia.

Mari: Eu também levei ao ver o recado dela no celular…Mais agora está tudo bem.

Clara: Sim está tudo bem… Não vai trabalhar hoje?

Mari: Não, cancelei as reunião e as transferi para a quarta feira, Gabriel não está 100% bom, caso precise de alguma coisa, quero estar aqui por mais alguns dias… – Clara assentiu e novamente se fez o silêncio… – Vem…. – Clara a olhou e Marina se arrumava na cama de modo que Clara pudesse ficar abraçada a ela, olhou para Marina, para os braços que esperavam por ela, baixou a mirada, escorregou para os braços de Marina, deitando a cabeça em seu peito, a abraçando com os braços. Marina fechou os olhos, aliviada a apertando contra seu corpo sutilmente.

Mari: Sinto sua falta Clara… – Disse após longos minutos de silêncio, pelo tempo que ela demorava em responder tinha a certeza de que já estava adormecida…Fechou os olhos e não ouvindo mais nada, sim ela estava dormindo… – Clara com os olhos fechados tentava ao máximo não se mover, não queria responder, não queria dizer a Marina que também, que também sentia saudades…Só queria permanecer daquele jeito, naqueles braços que sem ver os olhos de sua dona a aquecia.

~.~

Luiza mirou Sophia que distante ao seu lado no carro , dirigindo rumo a Venturini apenas respondia com monossílabos… Os cabelos loiros estavam presos em um rabo de cavalo alto que deixava sua nuca a mostra com alguns fios elegantemente soltos, vestia um terninho vermelho com sandálias de salto alto da mesma cor, que por fim combinavam com seus óculos de pouco grau com a armação retangular e também vermelha.

Luiza: Está me ouvindo ? — Sophia se virou e a olhou com impaciência.

Sophia: Estou Luiza, estou te ouvindo.

Luiza: Qual é o seu problema essa semana ? Não nos falamos, você apenas responde com monossílabos, está com dor de cabeça um dia, cansada no outro, não me olha nos olhos, o que, que foi Sophia ?

Sophia: Não é nada, é exatamente isto estou apenas cansada, preocupada, preciso falar com a Clara.

Luiza: Que tem a Clara ? – Se virou prestando ainda mais atenção no assunto – Está com algum problema?

Sophia: Se estiver a esposa dela irá resolver não acha ? Luiza ah sim, agora você se lembra que é a mimha mulher ? – se virou a encarando.

Luiza: Do que você está falando ? — estacionou em sua vaga.

Sophia: Estou falando da Clara Luiza, Marina mandou agradecer por você ter dito a ela quem é Elisa no último jogo de futebol.

Luiza: Quando você falou com a Marina ? E porque falou com ela?

Sophia: Fui ver o Gabriel no hospital… A propósito, Marina e Clara estão em uma segunda lua de mel… – Mentiu aguardando a reação de Luiza – E quer saber, me pergunto porque se casou comigo ? Se segue desejando a ela na sua cama.

Luiza: Você está passando dos limites Sophia.

Sophia: Não, eu já passei do meu limite Luiza…Só uma burra não perceberia o jeito de como você a olha, de como adora quando a toca, se você tem essa maldita rincha com a Marina por causa de uma mulher você que passasse a vida, solteira… – Luiza jogou a cabeça para trás se calando – Eu não vou mais entrar no seu jogo, até tentei te fazer sentir ciúmes, Eu quase dormi com Marina Meirelles e você nem se quer notou!

LUIZA: VOCÊ O QUE ? – Se virou furiosa para ela.

SOPHIA: Não me cobre sendo que você deseja dormir com Clara todas as noites não comigo… – se emocionou levantando o tom de voz… – Não aguento mais viver com isso…Não ha mulher que aguente, isso não foi o que planejei para mim…Luiza eu amo você, mais entre amar você e amar a mim mesma eu prefiro amar a mim mesma, sei dos meus defeitos dos meus limites, mais já não sei o seu! Qual é ? Pensou que eu nunca perceberia ? – Luiza se calou apenas a olhando nos olhos

Luiza: SÔ… Sophia Não…Sô não ! Eu vou deixar você Luiza, eu estou deixando você ! – Sorriu tristemente saindo do carro.

Júlia sentou se em sua sala a espera de que Clara viesse trabalhar nesta segunda feira, analisou alguns documentos terminando seu trabalho da parte da manhã pegou seu celular discando para o celular da mesma…na certa Marina estaria na Meirelles o celular tocou uma e duas vezes em quanto Clara estava no banho, Marina seguiu o barulhinho irritante que acordaria Gabriel, era de um dos telefones da Venturini, não uma ligação privada,ela não ficaria brava caso Marina atendesse.

Júlia: Clara, querida é você ? – Marina fechou os olhos segurando forte o lençol.

– Marina– Ora, Ora o que devo a honra Júlia ? – Júlia se sentou na cadeira bufando, Droga ! – Espero que seja algo relacionado à empresa para você ligar a essa hora para a minha casa.

Júlia: Bom dia Marina…Em primeiro lugar, não liguei na sua casa, sei que tem filho pequeno, liguei no celular da Clara.

Mari: Eu sei que você vem querendo ficar e conquistar minha mulher, Júlia e eu já pesquisei sobre você e sei que esteve envolvida com drogas e só te aviso uma coisa: Fique longe da minha mulher.

Júlia: Como você sabe disso Marina?

Mari: Temos detetives na empresa que tem informação sobre você sua vida toda Sério ? Certo, então agora sabe o que eu vou fazer? – Se sentou na cama – Desligar o celular da Clara! — Júlia tentou dizer mais alguma coisa mais foi tarde, Marina desligou o celular botando-o em seu lugar de volta, saiu do quarto se direcionando ao quarto de Gabriel.

~.~

Clara tirou a animada mesa de jantar, havia sido a primeira refeição desde de sua saída do hospital que Gabriel havia comido para valer, com direito até sobremesa, haviam jantado em um ambiente tranquilo, e não muito carregado, havia distribuído gargalhadas a todos o pequeno Gabriel, e Clara curtiu a mesa de jantar como não fazia há tempos, sem cabeça baixa contendo as lágrimas ou o nó na garganta, nada disso o trio havia se divertido para valer ! Observou as gargalhadas de Marina e Gabriel lá em cima, onde ambos tomavam banho na banheira do quarto de Clara, sorriu sozinha em quanto deixava em cima da mesa o pagamento de Nelita, subiu as escadas apagando a tv da sala.

Gabriel: Tem que esfregar assim mãe… – mostrou a Marina esfregando a sola do pé – Mamãe Clarinha disse que o pé é sujinho, que andamos o dia inteiro às vezes com ele no chão, e o que o chão é sujo, pó isso tem que esfregar direitinho… – Marina sorriu terminando de esfregar direitinho o pé do menino, lhe deu um tremendo banho, saindo junto com ela, em quanto o deixou mais alguns minutinhos sentado seguro na banheira se enxugou colocando apenas uma calcinha, branca e camisola, pegou a toalha.

Mari: Vem filho, rapidão, para você não pegar friagem – Gabriel saiu com rapidez e sorrindo, deu um grito de excitação ao pular no colo de Marina que o esperava com a toalha já aberta – Seu pestinha… – sorriu junto com o filho, lhe fazendo cócegas em quanto o enxugava com rapidez… – Após colocar a cueca, e o pijama de bichinhos, meias e lhe secar bem os cabelos, Gabriel se deitou na enorme cama das mães assistindo desenhos…Não antes de sorrir para a mãe e lhe beijar as bochechas.

Clara: Esta sentindo alguma coisa filho ? – Se aproximou de Gabriel lhe distribuindo beijos pelo rosto, o menino sorriu se retorcendo em cócegas.

Gabriel: Estou só um pouquinho cansado… – Clara olhou o relógio, já eram 21:30 , haviam jantado um tanto tarde hoje.

Clara: Vou tomar um banho e já me deito com você.

Mari: Já dominou a minha televisão né seu safado… – Clara se virou sorrindo, com seus olhos caindo em cima de Marina, Oh Santo Deus ela estava apenascom uma camisola branca e curta, respirou fundo eliminando todo o ar de seus pulmões a obrigando a puxar o ar com mais força, seu corpo estremeceu, seus lábios ficaram secos, e a melhor opção seria dar meia volta indo diretamente ao banheiro… Marina deitou se na cama, e com um sorriso nos lábios balançou a cabeça em quanto ouvia Clara fechar a porta do banheiro com cuidado, abraçou se ao filho, que se se encostou a seu peito.

– Clara fechou os olhos em quanto à água caia em seu corpo e em seu rosto, estremeceu ao sentir o perfume de Marina ainda na banheira, fechou os olhos depois de tomar banho, e pressentiu que havia adormecido pois seus dedos já estavam enrugados e do quarto já não se ouvia mais gargalhadas ou um único barulho…Talvez Marina já tenha colocado Gabriel em seu quarto e partido como todas as noites desde da volta do filho para o quarto de hospedes, levantou se e se enxugou, e droga havia esquecido de pegar sua roupa! Já seca, enrolou se na toalha soltando os cabelos, saiu do banheiro e viu ambos adormecidos em sua cama, Gabriel estava de mal jeito e Marina também… Com cuidado pegou o filho no colo, que assim ao sentir seu cheiro se abraçou a Clara, encostando a cabeça em seu ombro, Clara caminhou até o quarto o depositando na cama, com um belo beijo na testa o cobriu até o pescoço apenas acendendo o abajur fechou a porta…Voltou para seu quarto, entrou no closet colocou sua camisola preta, prendendo seus cabelos em um coque quase solto, aonde alguns fios caiam por trás de sua nuca…- Sentou se na poltrona, analisando alguns últimos documentos que mandaria o boy pela manhã vir buscar e leva los direto até as mãos de Karla, e não havia parado para pensar que o dia do aniversário de Marina estava chegando.

Notas finais
Obrigada pelos comentários no capítulo anterior! Comentem! Beijos *-*