Notas iniciais
E finalmente chegou o dia da conversa, tomara que dê tudo certo. Boa leitura.

– Ana sentou se na poltrona se seu apartamento luxuoso em um ponto bastante calmo da cidade, com seu terninho impecavél analisando exatamente o que Júlia atenciosa relatava.

Ana: Na verdade não me importo muito com a Meirelles, Marina administra aquela empresa com mão de ferro, seria impossível que algo ou alguém acabe com ela.

Júlia: A Venturini não é diferente, Clara administra igual a Marina, tem mãos de ferro.

Ana: Clara é uma prostituta paga pela Marina Júlia, qual é ? Dormiu com ela e se encantou.

Júlia: É Claro que não, mais as coisas não funcionam assim, elas possuem planos contra qualquer tipo de plano ou furto…Acredite Ana, nunca vi uma contabilidade financeira tão numerosa, bem protegida e perfeita como dessas empresas ! Nada de rombos, gastos desnecessários, a Meirelles possui mais capital do que a Venturini, mais nada tão distante, são podres de ricos Ana.

Ana: Eu também seria se estivéssemos fechados aquele negócio, essa mulher destruiu com a vida de Marina, ela é tão cega que mal percebe que ela dorme com outra.

Jula: Não se engane Ana, Marina é quase obcecada por Clara, e além do mais sabe que Clara me interessa.

Ana: Está brincando… – sorriu ironicamente – Que seja, meu objetivo é apenas conseguir uma parceria com essas empresas, não destruí las, Marina me mandou embora me deixando sem emprego, pelo capricho de mostrar a vagabunda da Clara que Marina era uma pessoa melhor ! Gostaria de saber como Marina reagiria se a sociedade inteira soubesse que a diretora,mulher, esposa e mãe do filho da bilionária Marina Meirelles é uma prostituta.

Júlia: Você está brincando Ana, botar um sócio a mais nessas empresas seria besteira e perda de dinheiro, além do mais elas são divididas igualmente entre a Venturini e a Meirelles, ficaria desigual, e outra tanto Marina como Clara sabem como administrar os negócio, e Marina sabe sobre o meu passado, e digamos que já e mostrou que seria mais coerente calar a boca… – Ana se serviu de um copo de vodka e se aproximou de Júlia- Não vão concordar com isso, vingança boba, você possui bastante dinheiro, qual é Ana?

Ana: Eu poderia triplicar meus negócios com essa sociedade, digamos que vou conversar com Marina, caso ela não aceite, aí as coisas mudam de planos.

Júlia: E quanto a Clara.

Ana: Que se ferre ela, dou um jeito de a tirar do caminho, Marina sempre confiou em mim, vai ver ,até deixe que eu prove um.

Júlia: Marina não deixa que ninguém se aproxime da mulher dela Ana. Escute me, além do mais tem Sophia, a mulher de…

Ana: Luiza Machado… – sorriu – A babaca é maluca pela mulher da Marina, induzir Marina a entrar na nossa vai ser difícil.

Júlia: Marina perderia tudo antes de botar Clara ou o filho delas em risco, escute o que te alerto Ana, escute o que te falo, é melhor não mexer com a fera.

Ana: Relaxe Júlia.. – sorriu – Tudo o que pedi a você era que me mantivesse informada…Aprecio o seu serviço Júlia mais o resto deixa comigo.

Marina abriu os olhos já amanhecia, e sol aparecia esquentando amadrugada em que o tempo havia feito fria…Esticou o corpo ainda cansada, fazia apenas algumas horas que a havia amado pela última vez na noite, se deitou novamente, se virou para Clara, estava de lado para Marina, com o lençol cobrindo estrategicamente as partes intimas do corpo…Deslizou, pelo braço descoberto as costas da mão e os pelos de Clara se arrepiaram automaticamente com a caricia leve e proposital, Marina sorriu se virando de lado, ficando de frente para observa la, é tão linda, franziu a testa diante do rosto quase sem maquiagem, os cabelos revoltos maravilhosamente esparramados pelo travesseiro e o corpo bronzeado nu…Aquilo era tudo o que tinha sonhado por toda vida, será que Clara ainda a amaria ? Será que ainda era capaz de sentir o que Marina sentia, haviam se entregado de corpo e alma, haviam entregado até mais do que poderiam, Clara havia lhe choramingado, pedido por favor que jamais partisse, se emocionou ao se lembrar de como havia lutado para permanecer com Marina, unida a ela sem que seus corpos esfriassem…Se você soubesse Clara… Ai de mim se algum dia fosse você que partisse!

Clara: Tira o pé do chão os dois… — Clara abriu a porta ainda sorrindo, para dar de cara com Flavia, estava pálida com os lábios roxos e trêmulos… – Oh Flavinha…. – Franziu a testa a abraçando e logo atrás Marina surgiu com o semblante séria olhando a irmã… Flavia abriu os olhos vendo Marina atrás de Clara, a qual te dava um longo abraço… Após soltar Clara, como faziam quando mais novas, Flavinha correu pelo corredor até encontrar os braços da irmã mais nova, lhe ofegou os cabelos, a abraçando com força…Gabriel se levantou do chão, e um tanto assustado pelo pranto da tia correu para o colo de Clara que o abraçou, Marina olhou a esposa ainda com Flavia abraçada fortemente a si, pedindo com que ela subisse com Gabriel e assim Clara fez, entendendo perfeitamente o que os olhos da esposa lhe diziam… Após deixar o garoto agora entretido com um filme já assistido um montão de vezes, desceu as escadas para encontrar as irmãs sentadas no sofá, Flavinha segura o copo de água nas mãos já mais calma… – Marina permanecia calada mirando o rosto abatido da irmã.

Flavia: Eu não sei o que deu de errado… – Clara se sentou ao lado da esposa segurando lhe as mão geladas – Ele estava estranho, e dizia que queria falar comigo, mais pensei que fosse algo relacionado as empresas, ele estava em Madrid, e eu estava com saudades mais aí então… – baixou a cabeça respirando fundo – Desculpe Clara, por não ter sido sincera com você, mais sempre pensei que Elisa era amante de Marina.

– Marina levantou a cabeça, percebendo de certa forma que isso ainda atingia sua mulher… – Mais Robert me disse que.

Mari: Elisa era só minha amiga Flavia… – mirou a irmã nos olhos – E Eu sabia que Robert tinha um caso com a Elisa… Um caso que também havia terminado há alguns meses… Quando descobri… – mirou os olhos horrorizados da irmã – Quando descobri, eles já haviam terminado, Robert implorou para que eu não lhe dissesse nada… Eu concordei, teria sido pior se eu tivesse lhe contado Flavinha… Eu precisava te proteger.

Flavinha: Fazendo todos pensarem que Elisa era sua amante não de Robert ? – se põs a chorar, observando Clara que tentava ao máximo ser forte, segurar a barra apertando cada vez mais as mãos da esposa.

Mari: Se não me perdoar vou entender, mais você ama a ele, e eu também achei melhor que ele lhe contasse a verdade, eu teria acabado com ele em 24 horas se ele ainda não tivesse o feito… – Flavinha assentiu, parecendo não estar com raiva ou algum ódio da irmã, era uma mulher sensata, e de certo ponto havia sido melhor ouvir a verdade de Robert do que de qualquer outra pessoa…. Mirou Clara, que estava com os olhos cheios de lágrimas… E compreendeu até que ponto a irmã havia a protegido.

Flavia: Você quase acabou com o seu casamento Marina, Clara iria deixar você… – Marina olhou nos olhos da mulher, lhe sorrindo tristemente, para logo depois voltar a mirar a irmã – Entendo o que fez por mim, mais nunca mais o faça para proteger uma pessoa como o Robert.

Marina franziu a testa, suspirando, foi até de encontro com a irmã a abraçando novamente… Quando voltou a se sentar Flavinha parecia mais calma, e como em busca de algo que a consolasse, olhou diretamente para os olhos cheios de lágrimas de Clara.

Clara: Não vai ser tão ruim querida….– olhou Marina que nada fez a não ser baixar a cabeça, olhando para sua irmã agora, podia ver em Clara, a dor que ela havia sentido ? –Quando sua barriga começar a crescer, já não vai mais lembrar de tudo com tanta intensidade, mais cabe a você perdoar ou não o seu marido…- Marina ergueu a cabeça a mirando nos olhos.

Mari: Escute Flavinha,não posso julga la, e nem posso dizer para que o abandone, não tenho esse direito, eu mataria alguém por ter feito você chorar dessa maneira,mais escute seu coração e a sua razão, escute sua mente, seus sentidos,de que forma você poderia viver bem ? – ela voltou a chorar – Não, não chore, mais sim pense no seu futuro agora.

Clara: Há uma criança, uma vida em jogo, um pedaço de si que você sentira todos os sentimentos por ele, antes mesmo de nascer, Mais não cometa o erro de voltar com Robert só para seu filho ter um pai e uma mãe…- inclinou a cabeça com ternura observando a cunhada – Se for voltar volte por amor, e de coração Flavinha… Ou se não viva a sua vida, e encontre alguém que te faça feliz…- Flavia observou profundamente Clara para depois observar Marina.

Flavia: O que você faria Clara?

Clara: O que eu faria querida…. O que eu fiz, você quer dizer ? – Clara mirou Marina, que parecia bastante magoada com a situação… — Sorriu – Eu amei sua irmã desde a primeira vez que a vi Flavinha… – baixou os olhos impedindo que as lágrimas caíssem – Tão arrogante e tão vistosa, Céus não havia mulher não olhasse quando nos passávamos… – Marina mordeu os lábios observando Clara com atenção – Somos uma família, você é minha família Flavinha, vocês são as únicas que eu tenho, no instante em que ela sorriu para mim eu sabia que queria passar o resto da minha vida com essa mulher… – Flavia se acalmou mirando com atenção. Clara não é perdoar, é amar… Você ama o seu marido, o suficiente para suportar que ele tenha tido uma outra mulher, e que tenha um filho,da qual terá que dar atenção juntamente com o seu filho ? – Flavia baixou a cabeça, e hipnotizada, Marina observava com um nó na garganta Clara calma e emocionada consolar sua irmã — Eu amo a mminha mulher Flavia, e do jeito dela eu sei que também me ama e esse é o único fato que nos manteve juntas todo esse tempo… O amor, — virou se para Marina que franziu a testa, emocionada, Clara sorriu a olhando nos olhos — Vale a pena começar tudo de novo ? – Virou se para Flavinha que ouvia a tudo com os olhos brilhantes – Até onde o seu amor por ele suportaria ? – Flavia se calou baixando a cabeça – Sua criança vai nascer, e não poderá conviver no meio de brigas ou raivas ou encenações, isso chegou a fazer mal para o nosso filho Flavia por esse motivo, criança sente quando há algo errado…. E mentir para si mesma é pior, dizendo que está nessa por causa de filho, quando você está nessa porque não é forte o suficiente para dar a cara a tapa e enfrentar o amor a paixão… – Se aproximou de Flavia lhe colocando as mãos no rosto – Querida não há porque chorar ! É você decidir o que te faz bem.

Flavia: Robert me fez bem, mais receio que agora não volte a faze lo. Preciso pensar… – se levantou – Andar, espairecer ! – Clara se levantou e Marina também.

Clara: Tem certeza que ficará bem?

Flavia: Tenho… – sorriu enxugando as lágrimas – Obrigada Clara… – A abraçou com força, de simples voltando a se emocionar – Obrigada querida.

Clara: Para o que precisar Flavia, para sempre ! – Flavia sorriu se despedindo com um abraço forte da irmã, Clara a acompanhou até a porta com mais uma abraço, mais serena Flavinha entrou no carro caminhando rumo ao lugar que mais lhe deixava calma, seu quarto, na casa de Marieta.

Clara fechou a porta, na mesma hora que a mesma bateu seus olhos se fecharam em grande alivio, mordeu os lábios mais controlada, e caminhou até a sala novamente, observou Marina sentada no sofá, desde de que havia conversado com Flavia ela havia se calado, alguma coisa estava errada ? Marina estaria sim por sua irmã sem sombra de dúvida… – Clara sentou na mesa de centro, de frente para ela no sofá, Marina subiu então a mirada, os olhos estavam vermelhos assim como a ponta do nariz… Clara franziu a testa preocupada, e logo subiu em seu colo lhe dando um forte abraço.

Clara: Querida você fez o melhor, não se culpe Marina… –a beijou na boca de leve.

Mari: Clara eu amo você… – Ela sorriu enxugando o canto molhado dos olhos da esposa – É sério, olha para mim… – Clara o fez, com um nó na garganta – Eu realmente amo você, o filho que me deu, o amor que … – Respirou fundo não conseguindo terminar a frase… – Olha…. – levou as mãos ao seu peito – Eu nunca me senti assim antes… – balançou a cabeça mordendo os lábios… – Parece que tem alguma coisa na minha garganta.

Clara sorriu ternamente, ela se referia aquele nó, aquela vontade de chorar… A abraçou com força lhe acariciando os cabelos… Marina entrelaçou seus braços nas costas da mesma, a apertando contra si… – Diga que me ama… – Clara sorriu lhe beijando o pescoço, e Marina estava commedo ? — Faça amor comigo, me faça sorrir, sussurre que me ama ao pé do meu ouvido…Porque eu sei que sou sua Clara, e eu preciso que de uma vez por todas você compreenda isso… – Clara travou ao ouvir tais palavras, e a cena na qual ela havia lhe dito isso veio completamente em sua cabeça…Aproximou-se do ouvido de Marina e de simples e fácil lhe disse o que tinha exposto desde da primeira vez que haviam a visto.

Clara: Eu amo você…- Marina sorriu aproximando seus lábios para um beijo que… – OHHHH MÃEEEEEEEE CADÊ MEU BONEQUINHO QUE ANDA? – gritou Gabriel do canto da escada sorrindo, Marina mordeu os próprios lábios engolindo vento, e Clara deu uma gostosa gargalhada jogando a cabeça para trás, e se assuntou rindo ainda mais alto, quando Gabriel pulou em Marina caindo os três esparramados pelo tapete.

A tarde passou dessa maneira, com muita gargalhada, e brincadeiras, quando deu 9 da noite Gabriel já não se aguentava de sono, com muito custo, Clara o fez jantar e depois permaneceu junto a ele até que adormecesse, levantou se, lhe dando um beijo na testa, precisava com urgência de um banho, já em seu quarto tirou a roupa sorrindo, Marina estava na banheira, e de olhos fechados, colocou seu roupão atrás da porta e calmamente entrou na banheira, Marina abriu os olhos, os cabelos estavam molhados, e com uma passada de mão penteados todo para trás, aquilo a excitou… De maneira que Marina sorriu ao vê la prender os cabelos em um coque mal feito, deixando alguns fios pelo rosto, sentou se no meio das pernas de Marina, com as costas no peito dela, e deixou que a água confortável cobrisse seu corpo, estavam ambas cansadas, haviam brincado com Gabriel a manhã e tarde inteira.

Mari: Dormiu rápido?

Clara: Desmaiado na cama, nem deu Boa noite… – sorriu alisando o interior das coxas de Marina, que fechou os olhos deitando a cabeça para trás… – Clara se virou agora deitando se por cima dela… – Cansada?

Mari: Para você ? Nunca… – Abriu os olhos, e as pernas, e Clara automaticamente escorregou para o meio delas, deixando suas intimidades coladas…Desceu suas mãos até a cintura dela desceu o rosto lhe beijando devagar os lábios, saboreando a boca doce, que o levava com beijos e caricias a loucura… Clara fechou os olhos, sentindo seu corpo tenso relaxar, sentiu uma deliciosa massagem em suas costas, as mãos de Marina subiam e desciam por todo o seu corpo, mordeu os lábios sentindo o primeiro arrepio, e imediato suas unhas procuraram algo para agarrar e Marina mordeu os lábios de Clara ao perceber que a mesma havia lhe cravado as unhas no interior de suas coxas quase em sua virilha… – Clara sorriu em meio de beijos quando Marina a subiu um pouco mais, permitindo quase que completamente seus corpos se unissem… Mais não o fez, a torturando com um lento, quase sem se mover esfregar de seus corpos, Clara abriu os olhos, subindo as mãos até os cabelos dela, os alisou para trás como estavam “penteados” , e Marina fez o mesmo fechando os olhos.

Clara e Marina entrelaçaram as mãos e olhavam dentro dos olhos cheios de amor,naquele momento era como se o mundo tivesse parado e só existisse as duas no mundo, e nada mais importava naquele momento, um clima de amor verdadeiro pairava no ar; Clara,acariciava os cabelos de sua esposa com um olhar insinuante, enquanto as mãos de Marina percorriam suas pernas morenas vagarosamente e seus lábios passeavam pelo pescoço de Clara, uma leve mordiscada no queixo de Clara já foi o suficiente para deixá-la impaciente aguardando por um beijo ou qualquer gesto prazeroso á mais de Marina, mas não precisou esperar muito por isso; Marina sugou os lábios de Clara com impaciência e sentiu o corpo de sua mulher totalmente entregue á ela, e elas estavam na banheira enquanto sentia o sabor dos seus lábios.

Marina seguiu mais pra perto de sua amada e desceu sua mão boba até a vagina de sua esposa, que gemeu ao sentir a mão de Marna em seu sexo, a voz de Clara saía mais rouca do que o normal, quase que um sussurro.

– Hummm...Marinaaa...não para.

Marina retirou suavemente a mão das intimidades da esposa e indagou: Ei...Clarinha...e aquele embrulho, o que é? Só um minuto, vou pegar. – Não acredito, comprou outra nova amor?

Clara: Comprei, gostou?É mais grossa, vai ficar mais gostoso ainda. Clara entregou á Marina um pênis novo que havia comprado. esse tinha apenas um pouco de diferença era um pouco mais grosso e era mais simples vesti-lo, pois era uma cinta, Clara não perdeu tempo e já colocou o membro na cintura de Marina...- Uau!!!Assim que eu gosto.

Marina deslizou sua boca pelo pescoço,ombro e seguiu direto para os seios da amada, sugou as pontinhas dos seios de Clara, e hora e outra abocanhava-o com bastante fome, Clara segurou o membro que colocara na esposa e guiou até a entrada de sua vagina, Marina enfiou vagarosamente com muito cuidado, pois o membro era bem mais grosso, Clara se apoiava na beira da banheira enquanto Marina beijava sua boca e metia gostosamente o pênis em sua buceta, Clara gemia prazeirosamente e vez e outra chegava a urrar de tanto desejo,cravou as unhas nas costas brancas de Marina.

Mari: Isso… – a olhou nos olhos, mordendo os lábios se movendo tão lentamente, que Clara franziu a testa sentindo tanta ternura e conforto… –Isso, chama se fazer amor… – ela fechou os olhos assentindo, em quanto suas bocas mal conseguiam se mover, com seus corpos tão conectadas e compenetrados uma a outra… Em um movimento sem desconectar seus corpo, Marina a colocou sentada em cima de si, os corpo estavam escorregadios pelo sabonete, Clara parecia não reagir mais as suas chamadas, sorriu lhe acariciando os seios, e de simples ela voltou a se deitar por cima dela, sentada da maneira que estava lhe beijou os lábios, na intensidade dos movimentos, lentos, e profundamente, uniram suas mãos entrelaçando seus dedos, quando à vontade de acelerar o ritmo se fez presente, talvez o jogo naquele instante havia reiniciando, sorriu Clara negando a se movimentar com mais pressa, e Marina fez o mesmo, apertando a mão dela com mais força, em quanto a outra , com os dedos lhe apertavam a cintura…Jogou a cabeça para trás sentindo peito contra peito ser pressionado… Será que ela tinha consciência do que estava prestes a acontecer, se não parasse com essa tortura se levantaria dali, a encostaria, na primeira parede e que Deus nos ajude… Sorriu com os pensamentos, ao ver que o fim estava cada vez mais próximo, a parede podia esperar, aquele amor não, o gemido baixo da parte de ambas foi quando seus olhos se cravaram um no outro, e de simples mais nenhuma palavra foi dita… Na realidade, nenhuma palavra precisava ser dita!

Clara levantou de madrugada para ver se Gabriel se encontrava bem , tinha medo que lhe voltasse a febre, desceu as escadas indo até a cozinha para beber água viu a luz da secretária eletrônica, pegou o telefone e após ouvir apenas com um roupão cobrindo sua nudez voltou para cama, onde que por sua vez Marina não estava coberto por nada, sorriu, se deitando por cima dela, lhe beijando os lábios e logo em seguida cada parte do rosto, Marina se mexeu levanto as mãos até a cintura dela, correndo os dedos pela seda deliciosa do roupão.

Mari:O que foi ? – abriu os olhos devagar – Gabriel está com febre ? – Ela sorriu negando com a cabeça – Então o que foi ?

Clara: Flavinha deixou um recado, Entrou de viagem e de férias hoje, está em Madrid e depois irá por outros lugares, volta em dois meses… – Marina pensativa assentiu, não seria fácil trabalhar sem Flavia mais a irmã precisava desse tempo, precisava de calma para agir certo em sua vida, odiava ver Flavia magoada, era sempre tão alegre e viva, sim sua irmã necessitava desse tempo sozinha… – Clara se deitou ao seu lado na cama tirando o roupão, sentia frio, puxou o lençol cobrindo a ela e a Marina, se aproximou da esposa, se deitando no vão entre seu ombro e seu pescoço.

Mari: Ela precisa disso.

Clara: Sim, precisa…Vai ir trabalhar amanhã ?

Mari: Preciso ir trabalhar amanhã, sei que está tudo em ordem , mais agora que Flavia viajou, não há alguém para assumir.

Notas finais
Obrigada pelos comentários.Desculpem os erros Beijos.