Uma linda menina

2 Vivy, na escola.


Vyvi, na escola

E Vyvi cresceu chegou a hora de ir para a escola, a menina logo fez muitas amizades, as crianças também a chamavam de Xuxa. Na escola ela fazia piquenique na hora do recreio, brincava de pique, de roda, de casinha, mas as brincadeiras não ficavam somente na escola, D. Irma brincava muito com seus filhos em casa: brincadeiras na piscina, de bola, primeiro a mamãe ensinou a menina a agarrar a bola e depois ensinou a rebater como se fosse vôlei e as duas batiam vários recordes de batidas e rebatidas na bola sem deixar cair no chão.

Vyvi tinha muito capricho com os materiais escolares, ela chegava pra sua mãe e pedia:

_Mãe quero meus cadernos, mochila, lápis de cor da barbie _Lá ia a mãe e fazia os gostos da menina.

_Mamãe, agora quero um cachorro_ o vizinho, seu Nélio deu um filhote de poodle marrom, era uma gracinha parecia que tinha caído num pote de chocolate, Vyvi brincava muito e todos se divertiam, ele recebeu o nome de Fill, o cachorro crescia e também era a alegria da casa. D. Irma brincava assim com o Fill:

_Vegonhinho, vegonhão, cadê o vegonho?

O bichinho pulava, lambia, balançava o rabo, mas um dia aconteceu que um vizinho colocou veneno para rato e o cachorro que era muito arteiro, havia se soltado e comeu o veneno, o bichinho passou muito mal todos ficaram chorando, mas o S. Pedro ajudou o bicho a provocar vômito, deu bastante leite e Fill começou a reagir, passou alguns dias e ele já estava melhor, até que ele ficou bem e voltou a alegrar a casa.

—Nossa! Que susto danado_ Ai meu coração!

Na escola, Vyvi viajava sempre por um mundo encantado de princesas, castelos, anões, príncipes e duendes. Uma vez a professora chamou D. Irma para conversar:

_ Vyvi parece um pouco distraída durante as aulas, preocupo-me que essa distração prejudique a sua aprendizagem. D.Irma respondeu:

— Sabe acredito que seja muita imaginação desta menina, pode deixar que vou observar, mas penso que ela não vai se atrasar nos estudos. E assim Vyvi começou a conhecer as letras, juntar e formar palavras, frases e textos. E a menina começou a brincar com o Laptop do seu irmão e brincava de formar figuras, caça palavras, e em três línguas, ela conseguia brincar ia errando e acertando as letras até conseguir e ela se desenvolvendo cada vez mais.

Um dia D. Irma que também era professora fez um concurso público pra trabalhar em outra cidade e a família teve que se mudar. Assim que a menina chegou na nova escola um amigo observou:

— Nossa ela é magra _ mas Vyvi não ligou continuou a fazer o que tinha de melhor: TEXTO. O Professor não podia dar uma proposta de texto que ela escrevia e não parava mais. Vyvi conversava com o professor:

—Quer que eu escreva mais?

E o professor:

—Não, está bom_ mas acredito que você já pode escrever um livro. E assim Vyvi fez, começou a escrever um livro com fatos da família. Mas o que mais chamava a atenção da menina era algumas situações de conflitos que aconteceram. Vyvi se lembrou que uma vez sua mãe comprara uma televisão e com pouco tempo apresentara defeito. D. Irma foi na loja reclamar, mas a loja não dava uma solução para o problema. A mãe da menina tivera várias vezes na loja, conversou com educação, mais nada acontecia. Até que o pai de Vyvi irritou-se e foi resolver o problema. Chegou na loja procurou a atendente, conversou sobre a situação mas novamente a atendente não apresentou uma solução. Então o senhor Pedro foi para a frente da loja e começou a esbravejar:

—Chame o gerente, que hoje eu quero sair com o problema resolvido_ Como é que a loja vende um produto que não tem assistência técnica no local? Eu não posso levar a televisão para outra cidade, sendo que está na garantia.

As pessoas que iam passando pelo lugar começaram a se juntar para saber o que estava se passando com o Sr. Pedro. Não demorou muito e apareceu outro funcionário da loja com o endereço de uma assistência técnica que existia na cidade. E seu Pedro ficou satisfeito por ter seu problema resolvido.

Outro fato que Vyvi escreveu no seu livro foi que uma vez no dia das crianças, a menina acompanhou seu pai ao mercado, neste dia eles estavam fazendo pinturas nas crianças, Vyvi escolheu uma linda borboleta que foi pintada no rosto. De repente as pessoas do evento observam um bate boca na loja. A menina escuta as pessoas da pintura conversarem.

—O que está acontecendo?

—Sei não, alguém estressado na fila do caixa.

—Por que será?

— Vyvi, de longe, observou que seu pai estava reclamando da propaganda que o mercado fazia de cobertura de ofertas de outros mercados, mas a loja não queria cumprir e o seu Pedro novamente falou:

—Chame o gerente_ rapidamente o problema foi resolvido. Vyvi escrevia tudo no seu livro.

Vyvi também gostava de participar dos projetos da escola: danças, apresentações, feira de ciências, mas acima de tudo adorava ler.

Uma vez Vyvi quis pintar seu cabelo de rosa e lá vai a menina comprar papel crepom, lançar moda na escola, não demorou muito algumas amiguinhas também quiseram se juntar ao grupo, mas esta fase também passou.

Às vezes que Vyvi ia na mercearia à noite para D. Irma, ela ficava observando as estrelas com algum medo pois alguns amiguinhos da escola havia dito para ela ter cuidado com o disco voador. E assim vyvi ficava com medo quando algum ponto brilhante no céu que se movia. E pensava deve ser os alienígenas. E a menina voltava rapidamente para casa.

Um dia ela quis ler uns livros do pré-vestibular que sua mãe estava estudando, uns livros mais para adulto. D. Irma teve que aconselhar:

—É muito cedo pra você minha filha, vamos procurar outros livros infantis. E ela descobriu a pedra filosofal.

Agora a menina resolveu que queria dançar. D. Irma a matriculou num curso de danças folclóricas, era lindo a menina dançando, ela procurava a música na internet e fazia a coreografia direitinho. A menina quando descobriu a internet também foi um grande achado: começou a participar de redes sociais, baixar músicas, descobrir filmes e assim também ela começou a conhecer novos artistas, inclusive a americana Katy Perry com seu sucesso “California girl” logo ficou encantada.

—Mãe me leva para ver a Katy Perry no Rio de Janeiro, lá foi a mãe a levá-la, contudo a menina ficou triste pois a cantora não apareceu na sacada do hotel e elas voltaram para casa.

Um dia D. Irma tirou para conversar com a Vyvi sobre colaborar nos trabalhos da casa, a mãe aos poucos foi ensinando a menina a lavar louça, varrer a casa, arrumar a cama, guardar os brinquedos, Vyvi gostava muito de colaborar.

A menina ficava cada dia mais esperta em muitas coisas mas na matemática de vez em quando, precisava da ajuda de D. irma que tomava a atabuada, escrevia o passo a passo da conta de dividir, ajudava com as expressões numéricas, mas o que Vyvi gostava mesmo era de jogar dominó, xadrez, chegou até a participar de um campeonato interescolar e ficou em terceiro lugar. E a menina também ficou esperta em matemática.