Uma companheira

7 Tirando Satisfação


P.O.V. Hope.

Eu ainda estava tentando ligar no celular dela quando alguém bate á porta. Bom, a pessoa estava esmurrando a porta.

—Mikaelsons! Abram a porta! Eu to ouvindo seus pensamentos! Se não abrirem nós vamos arrombar!

—Quem é?

—A Família Cullen! Queremos saber o que vocês fizeram com a minha filha!

Eu decidi abrir a porta.

—Boa decisão garota.

Eles entraram correndo e prensaram meu pai e meus tios contra a parede.

—Tá vendo isso?! É estaca do Carvalho Branco! E eu vou enfiar isso tão fundo no seu coração que a outra ponta vai sair do outro lado se você não falar o que fez com a minha filha!

—Ela acessou as memórias deles. E as apagou.

—O que?! Isso explica a insanidade, a paranoia e a loucura.

—Insanidade?

—Ela chegou em casa correndo e gritando por socorro dizendo que os Mikaelson queriam pega-la. Falou em gente queimando, gente compelida a se matar, corpos drenados e tivemos que trancar ela num quarto do pânico no porão.

—Sério?

—Eu tenho cara de quem tá brincando garota?!

—E o que eu posso fazer? Eu faço qualquer coisa. Ela é minha amiga. A única amiga que eu já tive.

—E olha só o que aconteceu com ela!

—Me deixe ir até lá. Eu vou levar meus grimórios e dar um jeito nisso. Por favor.

—Tá. É bom você dar um jeito nisso. Porque ela deixou você entrar e só falou o quanto você era diferente dos seus outros adoráveis parentes.

—Vem tio Elijah. Você vai ser o meu plano B.

—Plano B?

—Se eu não achar nenhum feitiço que concerte isso. Ele concerta. Faz ela esquecer.

Nós fomos até a Casa dos Cullens e... o que encontramos lá foi...

—Nossa!