Notas iniciais
É... Desculpem-me se houverem erros, é que o meu Word é o Pad e não tem correção. Tá isso não é desculpa, mas mesmo assim, e eu também não tenho nenhuma beta, gostaria muito de ter, mas como ninguém se habilita...
Vamos ao primeiro capítulo uhu /

Aquela série de repetições de enjôos não cessavam, e em vez de eu me assustar — como uma pessoa normal — só me dava uma certeza... Eu estava grávida.

É claro que eu precisava da confirmação de um especialista — um médico — mas eu não tinha dúvida, eu seria mãe.

Meu maior sonho seria realizado.

Eu e Edward, queriamos isso, mais do que o ar para respirar, e agora eu me pegava pensando em como seria, se esse sonho que me tomava se tornasse real... Eu já me imaginava com o fruto do nosso amor em meus braços, o rostinho dele ou dela, tudo.

Alice sabia dos meus enjôos, também, pudera, esconder algo de Alice era impossível.

Alice era minha melhor amiga e cunhada — irmã de Edward -, e trabalhava comigo na Revista Swan, como Auxiliar Stayler, e eu, além de dona, era Editora chefe de uma das revistas mais bem prestigiadas de toda Nova York. Não era pouca coisa, ainda mais depois de ter cido herdada dos meus pais, quando estes morreram. Foi um baita puxão de tapete, pois além de ter que encarar a morte de duas pessoas que eu amava, tinha que assumir o cargo deixando pelo meu pai, deixado pela minha mãe... Ambos eram pessoas estraordinárias, que me fizeram entender o verdadeiro valor do amor, mas que partiram cedo, infelizmente sem dizer adeus.

Eu não sabia como ir até o hospital fazer esse exame, sendo que Edward trabalhava lá. Ele era Neorucirurgião. Mas Alice, como sempre, sabia como isso poderia acontecer sem que Edward soubesse. Ela conversaria com um médico da família que nos ajudaria.

- Pronto Bella... Está marcado para hoje mesmo! — Uma baixinha de cabelos espetados num estilo chanel disse, entrando em minha sala, como sempre fazia sem bater.

- Ah Alice... Pode entrar. — Falei com irônia, me levantando da cadeira, e dando a volta na mesa, para encostar nessa.

- Bella para de ser chata. Eu vim aqui te dá uma boa notícia, e você fica ai...

- Tá bem, tá bem! — Falie, cortando o drama dela, Alice conseguia ser pertubante quando queria, mas fazer o que? Eu precisava da ajuda dela. — O que seria da minha vida sem você em?

- Um tédio concerteza! — Ela disse, nos fazendo rir. — Hoje será feito o exame Bella... Entenda, o Dr. Frobes disse que Edward estaria em uma cirurgia durante umas cincos horas, ou seja... Dá tempo de sobra! — Ela disse, batendo palmas.

Eu não respondi nada. De repente me bateu uma angústia. E se eu estivesse enganada?

Eu sei que eu e Edward poderiamos tentar de novo, mas ter tido esperanças, e depois elas serem destruídas por causa de resultados de papeis... Aquilo me entristecia. Por isso optei por não contar nada a Edward, dizendo que nas vezes que ele me via passando mal, dizia que era uma virose. Eu não sabia se ele tinha acreditado em mim, mas...

- Bella! O que houve? — Alice veio vei até mim, se postando do meu lado, me abraçando. — Não é nada!

- Bella... — Ela me repreendeu almentando o som da sua voz de sinos. — Você não sabe mentir para mim.

Definitivamente eu não sei, pensei.

- Alice é que... — Respirei fundo. — Tenho medo de que o resultado dê negativo.

- Bella, isso só saberemos daqui a três dias ou menos. — Ela disse, tentando me confortar, mas não adiantou em nada. — Tudo indica que sim, você sabe!

- Sim Alice, eu sei!

- Então não fique assim. O que tiver de ser, será! — Disse ela, desencostando da mesa. — Eu espero que seja uma menina! — Ela disse, descontraída.

Deixei a preocupação de lado, e comecei a rir.

- Para que você possa fazê-la de sua pequena prodigio! — Gargalhei, fazendo ela ficar séria.

- Bella... Você como Editora Chefe de umas das mais prestigiadas revistas de moda, dizendo isso, é um insulto okey? Eu sou uma super estilista!

- Nem um pouco convencida! — Murmurei, indo até a minha cadeira e pegando o meu casaco e a minha bolsa que estava postada no bancada em frente a imensa janela de fundo da minha imensa sala. Também não era pra menos, tinha que ter um espaço amplo por causa das reuniões de pautas que ali eram feitas.

Já estávamos em meu carro — depois de convencer Alice de que eu não teria nenhuma vertigem durante o percurso. Além do mais, eu não queria ir no Porche de Alice, que com um simples toque no acelerador, o carro se impulsava para a fente numa velocidade que ai sim a vertigem voltaria com força total.

- Bella, faz quanto tempo que você não troca esse carro? — Alice perguntou, enquanto eu parava o carro por causa do sinal vermelho. Ela se referia ao meu Air Cross.

- Alice, esse foi meu primeiro carro... Nunca irei trocá-lo! — Falie, me inclinando para o volante e o beijando.

- Mas já está na hora mocinha...

- Alice, não é porque você troca de carro como troca de roupa que eu tenho que fazer o mesmo.

Ela me mostrou a língua como sempre fazia quando ficava emburrada com algum comentário. Não importava o que Alice fizesse ou deixasse de fazer, ela sempre seria a minha melhor amiga, a minha irmã que eu nunca tive.

- Enfim chegamos. — Ela disse, tirando o cinto de seguranças e levantando as mãos para o céu, mais precisamente teto do meu carro. — Se tivessemos vindo com o meu Porche, já estariamos de volta! Ignorei seu comentário, estacionando o carro, e logo em seguida saíndo.

O elevador chegou rápido, amenizando a minha ansiosidade. Andava pelos corredores do hospital olhando para todos os lados. Eu estava preocupada que Edward aparecesse a qualquer momento com aquele sorriso perfeito, me fazendo flutuar, e acabar contando o que eu fazia ali. Eu não podia contar antes de saber a confirmação.

- Isabella... Para de andar olhando para os lados como se estivesse fugindo da polícia. — Alice sussurrou para mim para que a enfermeira que nos conduzia até a sala do Dr. Frobes não a ouvisse.

Eu poderia ter rido do seu tom de sinceridade, pois Alice séria, era uma raridade...

- Pra você é fácil, que não está escondendo nada do seu marido. — Falei no mesmo tom de voz, sussurando.

...

- Chegamos! — A enfermeira que nos guiava disse, parando em frente a uma sala, no setor de ginicologia. — O Dr. Frobes já foi avisado da chegada das senhoras, podem entrar. — Ela abriu a porta, dando um passo para trás, nos dando espaço.

- Obrigada! — Sussurrei, entrando na sala, sendo seguida por uma Alice apressada, parecia que era ela que iria fazer o exame. O Dr. Forbes estava sentando em sua mesa, lendo uns papeis, logo em seguida desviando o olhar dos papeis e nos cumprimentando com um sorriso singelo. — Boa tarde senhora Hale! — Ele se levantou pegando na mão de Alice, em segida na minha. — Boa tarde senhora Cullen!

Eu ainda não estava toda acutumada com toda aquela cordialidade, formalidade que me rodeava. Na verdade, eu ainda não tinha me acustumado ao fato de ter me casado com um homem apixonante como Edward, e consequentimento me tornando senhora Cullen, mesmo depois de dois anos de casados, era como estar em um sonho que eu não acordava de jeito nenhum.

- Boa tarde! — Eu e Alice respondemos a unissono.

- Sentem-se... — Dr. Forbes disse, indicando duas poltronas a frente de sua mesa, nos sentamos. — Quando a senhora Hale me disse que tinha de ser escondido a vinda de vocês para cá, tive de providenciar as pressas tudo, até enfermeiras de minha confiança... — Ele apontou para porta, onde a enferemeiro que nos guiou ainda estava. — Ela encamiará a senhora... — Apontou para mim. — Para a sala de exames, mas isso só depois.

Eu estava me sentindo em uma missão daquelas de filme de suspense. Só Alice para me submeter a isso mesmo. Mas também tinha de ser assim, não queria que Edward soubesse antes de uma confirmação médica.

Antes de fazer os exames, o Dr. Forbes me fez algumas perguntas de prache, tipo: "Os enjôos vêem com muita frequência...?", "O atraso do seu ciclo menstrual...". E para esas perguntas eu só tinha essas respostas respectivas: "Sim!"

Eu estava com todos os sintomas precisos para um confirmação, mas o Dr. Forbes deixou claro que poderia ser uma virose ou algumas coisa do tipo, mas que não discartaria a probabilidade de ser uma gravidez.

Os exames já tinha sido feitos, e ficariam prontos o mais tardá amanhã.

E eu esperava ansiosa por esse amanhã.

...

Acabei não voltando para a Editora, e por mais estranho que tenha sido, Alice não me convenceu a nada de diferente, alegando que:

- Você tem que descançar Bella... Muito esforço não fará bem para a minha sobrinha-afilhada!

Eu admirava muito isso em Alice, mesmo que às vezes agisse como uma criança mimada, ela nunca deixava de lado a sua motivação em fazer as pessoas ao seu redor felizes, transmitindo esperanças, que nem eu sabia onde enxergar.

O apartamento estava silencioso, mais uma prova de que Edward não havia chegado.

Pode até parecer bobo, mas as horas que ficavámos sem nos ver, me batia uma saudade...

Notei que Olga, que é a nossa empregada, já havia ido embora, quando dava o seu horário.

Fui até a cozinha, e vi que bancada de marmóre, no centro da cozinha, tinha um bilhete, encostado no porta-facas.

Era de Olga:

Bella...

Preparei aquele rigatoni que você tanto ama, por tanto não faça drama e coma. Deixei a cartela de comprimidos para enjôos no armarinho do banheiro, tome 1 se voltar a sentir os tais enjôos.

Olga

Sorri ao terminar de ler. Olga sempre foi tão atenciosa, trabalhaou sempre na casa de meus pais, que também tinham um imenso carinho por ela. Olga era mais do que uma empregada ou ex-babá — e quem sabe, futura -, ela era como uma mãe para mim, e desde a morte de meus pais, a convidei para trabalhar para mim, quando decidi vender a casa de meus pais e doar o dinheiro a uma instituição de crianças com câncer dos EUA, que minha mãe ajudava. Foi difícil vender a casa onde eu nasci e fui criada, mas aquela casa não poderia servir como malzoléu, como minha mãe vivia dizendo... Trazia boas lembranças, mas era assim que eu queria me recordar, nos meus pensamentos.

Olga sabia dos meus enjôos, só que nunca disse nada a respeito de uma suposta gravidez, mas eu sabia que ela cogitava essa possibilidade.

...

O rigatoni estava exelente, como sempre. Olga sabia exatamente das coisas que eu gostava, e não poupava de me mimar, e eu, como uma boa menina obediente, não reclamava.

O sono já estava chegando, e eu sentia que não iria ver o final do filme que estava passando tevê. Não que eu me importasse, mas pensei que um filme de ação iria me deixar desperta para ficar esperando Edward, mas não estava dando resultado.

Já passava das 22, e nada...

Okey, Edward era um médico muito ocupado, e poderia estar de plantão, mas ele não me ligou em nenhum momento desde às 8 da manhã, que foi a hora que ele saiu, isso não era normal... Tá, eu deveria estar paranóica.

Não aguentava mais, senti as palpebras pesarem, e depois não vi mais nada, a minha visão estava ficando turva, até quea escuridão chegou.

Notas finais
Ta bem, eu acho que foi meio filme de terror esse final né, rs.
(: Espero muito que tenham gostado... Não vou ficar muito comentando sobre o capítulo, porque hoje não dá!
By: Josi Monteiro