Uma Tarde Prazerosa
2 Capítulo 2: Dona de Si
Notas iniciais
Quando eu finalmente consegui sair dos meus pensamentos, foi que reparei no rosto da pessoa a minha frente. Ele estava realmente nu, e devo dizer, que era tudo muito gostoso. Sério, eu até mesmo seria capaz de lamber aqueles gominhos ali.
— Hey, eu tô falando com você — lá vinha de novo a voz, me impedindo de continuar com os pensamentos nada bobinhos. — Quem é você? — o engraçado da situação é que o desgraçado não parecia nem um pouco envergonhado de estar nu na minha frente.
— Eu sou Isabella, mas todo mundo me chama de Bella — respondo totalmente encarando seu pênis. Gente, quase babei olhando aquele monumento, sério. Era longo e grosso, totalmente depilado, as veias saltando e tinha a cabecinha rosa, e eu estava babando de vontade de chupar. — Quem é você? — pergunto não entendendo de onde saiu aquele monumento.
— Edward Cullen — responde, porém, continuo com minha cara de interrogação, afinal, para mim continua na mesma merda. — Er, sou noivo da Esme.
Aquilo me deixou embasbacada. Como assim aquela sonsa da Esme conseguiu um homem desses? Esme é a mãe da Alice, e a pessoa que mais odeio do mundo, eu simplesmente não consigo suportar ela. Ela é fútil, egoísta e manipuladora.
Quando Carlisle pai da Alice morreu, ele deixou todos os bens para minha amiga, porém, como ela é menor de idade, sua “mãe” deveria tomar conta dos bens e da Alice, o que na verdade não acontece, pois ela nem mesmo liga se minha amiga está viva ou morta.
— Que merda que você viu na falsa da Esme? — minha boca grande não foi capaz de manter fechada.
— Quem você pensa que é para a chamar de falsa? — respondeu com a cara fechada, como se eu tivesse ofendido a própria rainha da Inglaterra. E sabe a parte mais engraçada? É que ele continuava nu. Obviamente eu estava adorando a visão, ao menos ele tinha um bom corpo, porque bom gosto, estava difícil.
— Eu já te falei, amiga da filha dela. Sério, você deve ter titica de galinha na cabeça, para ficar com aquela lá — socorro Deus, mantenha minha boca fechada.
— Ela pode ser meio excêntrica, mas é uma boa pessoa — fala agora mais calmo.
— Urrum, é o mesmo que falar que eu sou virgem, isso é, uma mentira — o que eu falei da minha boca grande? Sério, acho que meus pensamentos não passa pelo cérebro antes de sair não, porque é cada merda que falo.
O rapaz que não tinha nada de menino, pois aparentava já ser um homem feito, pareceu incrivelmente constrangido pelo meu comentário, foi quando eu tive a brilhante ideia da vingança.
Qual é, eu nunca disse que era inocente, certo? Eu odiava a Esme, ela odiava minha melhor amiga e fazia da vida dela um inferno, era o momento ideal para eu me vingar, e uma vingança prazerosa, era o melhor tipo.
— Você ama a Esme? — pergunto mordendo meus lábios e deixando cair minha bolsa no chão.
— Claro, ela é uma mulher incrível, muito bonita.
— Então porque você continua nu? — pergunto trancando a porta, afinal, eu não iria gostar que alguém chegasse bem na hora e nos pegasse no flagra, eu era doida, não suicida.
— Eu... — fala olhando como se não tivesse percebido que estava nu.
— Relaxa, eu gosto de você assim. — falo me aproximando.
— Acho melhor você parar menina. — diz pegando a toalha e guardando aquele tesouro.
— Não, eu estou só começando — digo praticamente colocada a ele. — E quando eu terminar, você vai me agradecer, por estar te livrando daquela falsa.
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