Uma Super Garota Nada Normal
3 Capítulo 2: Olhos Negros
Notas iniciais
Eram cinco, todos eram pálidos. Perguntei a Jéssica sobre quem eram eles e ela me respondeu que eram os Cullen e os Hale. Edward, Emmett e Alice Cullen, os outro dois eram Rosalie e Jasper Hale e eram irmãos gêmeos. Os cinco foram adotados por Carlisle e Esme Cullen. Eles eram lindos. Bom, não eram os mais lindos do mundo mas estavam claramente entre os duzentos. Edward Cullen então nem se fale, não era um Henry Cavill, mas dava pro gasto.
Todos eles estavam bem vestidos, finalmente alguém com bom senso nessa cidade. Deduzi que o Volvo no estacionamento pertencia a eles.
Eles falavam baixo, somente para eles escutarem. O grandão chamado Emmett perguntou para o Edward o que eu estava pensando, levei um segundo para perceber o que ele disse. Então quer dizer que o tal Edward pode ler pensamentos? Bom, parece que os meus não. Isso me fez perguntar: será que eu tenho algum problema na cabeça? Hum... não claro que não, ele que deve ter vindo com defeito. Deve ser um leitor de mentes do Paraguai.
Eles também deixaram escapar que a tal de Alice podia ver o futuro. Interessante. E também tem o tal do Jasper, que apesar de ser lindo, vive com cara de dor. Bizarro. Parece que ele pode sentir e manipular as emoções alheias. Os outros dois eles não deixaram escapar nada sobe as habilidades que eles tinham. O que será que são eles? Fiquei curiosa.
Mas não foi nada disso que me fez tirar os olhos da direção em que eles estavam, foi uma outra coisa.
– Acho que estou apaixonada... – eu soltei sem tirar os olhos deles. Notei que eles se mexeram desconfortável, pois é, parece que eles também podem ouvir a distância, se bem que, acho que minha audição é melhor. A quem eu estou querendo enganar? É claro que minha audição é melhor, eu posso ouvir as pessoas da atmosfera do planeta.
– Ah... – disse Jéssica – Querida, pode ir tirando seu cavalo da chuva, por que eles estão juntos, Emmett e Rosalie, e Jasper e Alice, exceto o Edward, que é o encalhado da turma. Ele é maravilhoso, lógico, mas não perca tempo. Ele não namora. Nenhuma das garotas daqui são bonitas o suficiente para ele, aparentemente. – ela desdenhou, um caso claro de rejeição.
– Ele já te mandou pastar, não foi? – perguntei com pena da minha nova amiga. Ela não se irritou com o meu modo de falar, já estava acostumada nesses últimos minutos em que ficamos fofocando sobre a vida alheia.
– Sim, aquele desgraçado. – ela disse de forma impetuosa. É isso aí amiga. – Sinceramente? Acho que ele é gay. Quem em sã consciência iria me rejeitar?
– Alguém com olhos? – eu ouvi a tal de Rosalie rosnar de raiva. Quem ela pensa que é pra falar assim da minha amiga? Tá certo que a Jéssica não é lá essas coisas, mas coitadinha dela, ela é uma pessoa com sentimentos, fofoqueira, mas com sentimentos. Mas decidi levantar o animo da minha amiga.
– Concordo com você, amiga. – eu disse, ouvi alguns rosnados vindo da mesa dos cinco. Me lembraram do cachorro de estimação que eu tinha, infelizmente ele morreu. A culpa não foi minha. – Mas não era nada disso que eu estava falando. Eu não me apaixono fácil, mas se fosse para me apaixonar, seria o Super-Gostoso-Man...
– E não é verdade...? – entrou no meio da conversa aquele traveco de esquina, vulgo Lauren. – Ele não é todo de bom?
Mas quando se fala de homem gostoso, eu esqueço as diferenças na hora.
– E se é... – eu disse suspirando junto das meninas da mesa, e acredite ou não, eu ouvi suspiros vindo da mesa dos Cullen seguidos de rosnados. – Em todo caso, eu estou apaixonada, mas não por homem, e sim por aquelas botas pretas que a loira aguada esta usando. – ouvi o rosnado da loira aguada, mas nem importei. – Acreditem ou não, só foram feitos cinco delas em todo o mundo. Eu esperei por seis meses, e no dia que eu iria comprar a minha, eu acabei me metendo em alguns probleminhas por aí... – eu disse meio desconversando. Na verdade, eu me meti foi em um baita enrascada, eu quase causei uma guerra entre o povo de Atlântida com o governo dos Estados Unidos, por sorte a Mulher Maravilha acabou me salvando, se bem que, não foi culpa minha. – E acabei ficando sem as minhas botas...
– Sinto muito... – ela disse meio sem saber o que dizer. – E por falar em problemas, eu ouvi dizer que você já foi mandada para a diretoria hoje...
– Não foi culpa minha. – eu disse logo de cara, e como eu fiz para o diretor, eu mostrei os dedos e disse as mesmas palavras que eu falei na diretoria. – A culpa foi de quatro pessoas. Primeiro: a culpa é do cara que inventou a escola. Segundo: é do J’onn por ter me mandado para cá e me obrigado a estudar. Terceiro: é do professor com cara de tomate por dar uma aula tão Me-de-um-tiro-na-cabeça-agora. E Quarto e ultimo: é daquela aberração da moda, a mulher da secretaria que colocou o livro da saga Molusco junto com os meus outros livros para as aulas. Eu não tenho culpa que na hora que o professor pediu para abrir o tal livro de história, obviamente eu achei o do Molusco mais interessante e comecei a ler.
Não sei por que, mas todos ficaram me encarando com a cara de... incrédulos? O que será que aconteceu? Decidi ignorar e voltar a comer. Logo o falatório voltou no refeitório, parece que todos estavam ouvindo a minha conversa com a Jéssica.
Logo o sinal tocou anunciando o fim do almoço. Mike-Alguma-Coisa decidiu por conta própria que iria me acompanhar. Era só o que me faltava. Cheguei perto da Jessi e sussurrei:
– O que eu faço? O futuro pai de seus filhos vai acabar me irritando e eu vou acabar enfiando a mão na fuça dele ou você vai acabar tendo que achar um novo pai para os seus futuros filhos, pois meu joelho esta coçando com uma imensa vontade de conhecer o meio das pernas dele.
– Homem é tudo igual mesmo... – revirou os olhos. – Apenas ignore, quem sabe assim ele não desiste. Ainda quero que ele seja o pai dos meus futuros filhos...
– Ok... – eu disse. – Mas que fique bem claro, estou fazendo isso por você, pois se fosse por mim, você já sabe o que teria acontecido com ele.
Me separei dela e comecei a caminhar rumo a sala de aula. Por sorte, a piriguete, vulgo Angela, se juntou a mim e Mike e se fez de santa. Santa do pau oco, safada.
Quando entramos na sala de aula, Mike e Angela foram sentar numa mesa de laboratório, com tampa preta. Eles já tinham pares. Na verdade, todas as mesas estavam ocupadas, com a exceção de uma. Ao lado da fileira do meio, reconheci Edward Cullen por seu cabelo peculiar, sentado ao lado da única cadeira vazia. Legal, ele é bonito. Será que ele topa ser o futuro pai de meus filhos? É claro que eu prefiria o meu Henry Cavill (ainda mais depois que eu o vi atuando em Imortais) para ser o pai de meus filhos, mas fazer o que se ele já esta comprometido. Sim, eu sou dessas que não tolera traição, e já que eu não gostaria que fizessem isso comigo, eu não faço isso com ninguém. Edward Cullen serve, a não ser que ele seja gay, o que eu estou torcendo pra não ser, gente, homem esta em falta. Ainda mais homem bonito, ou é casado, ou gosta de queimar a rosca. Onde esse mundo vai parar? Isso é um desperdício de homem. Se gosta de queimar a rosca, é só comprar um vibrador, mas não precisa mudar de time.
Enquanto fui até o professor para me apresentar e pedir para que ele assinasse meu papel, secretamente observava Edward. No momento em que passei, ele ficou rígido de repente. Ele me encarou novamente, seus olhos encontraram os meus com a mais estranha das expressões em seu rosto — era hostil, furiosa. E eu fiquei tipo: What Fucked You? (O Que Fodeu Você?). Estava chocada com esse olhar dele. Eu por acaso fiz algo de errado? Não, eu nunca faço nada de errado. Se ele me odeia, a culpa é dele, não minha.
Tinha notado que os olhos dele eram negros, como carvão.
O Sr. Banner assinou meu papel e me entregou um livro sem o besteirol das apresentações. Pude prever que nos daríamos bem. Obviamente, ele não tinha escolha a não ser mandar eu me sentar na única mesa vazia no meio da sala. Ao contrario de Clark que age como um repórter bobalhão, tímido, eu ajo normalmente. Sou impetuosa, maravilhosa, chique, diva, elegante, e apesar de tudo, não sou de guardar rancor e gosto muito de fazer amizades.
Quando sentei, pelo canto do olho vi sua postura mudar. Ele estava se inclinando para longe de mim, sentado bem na ponta da cadeira e virando a cara como seu eu tivesse cheiro ruim. Discretamente, cheirei meu cabelo. Tinha cheiro de morangos, que era o perfume do meu xampu preferido. Parecia um cheiro inocente o bastante. Será que ele é alérgico a morangos?
– Oláaaaaa... – eu disse com um sorriso colgate. Tá certo que ele merece uma borra surra pelo comportamento dele. Mas, pensem comigo: ele é irmão de Alice. Alice pode ver o futuro. Eu amo compras, então: Alice + Ver o futuro + Compras + Liquidação= vou ser sua melhor amiga e você vai me dizer quando vai ter liquidações de roupas de grifes. Ele não me olhou, bem, pelo canto do olho ele olhou para mim, mas não se virou. Ate parece que ele estava sentindo dor. Mas não estou nem aí, ele é a chave para eu viver feliz da vida nos shoppings. Quando ia dizer algo, o professor começou com a aula. Droga.
Infelizmente a aula era sobre anatomia celular, algo que eu não fazia ideia do que era. Eu frequentei a escola e já me formei, mas é claro que isso se deu ao fato dos nerds serem burros na arte da manipulação. Então já sabem como eu consegui me formar. E antes de suas mentes pervertidas pensarem em algo, eu sou vigem. Beijar, eu já beijei muito, mas só ficou nisso.
Peguei dois livros da minha mochila, e discretamente, eu troquei as capas dos dois. Com a capa de biologia, eu abri o livro Molusco na página que eu tinha parado, que era a do primeiro capítulo, afinal, só tinha lido o prólogo.
Percebi que Edward, mesmo olhando para a frente, observava o que eu estava fazendo.
– Acho bom que isso fique somente entre nós dois. – eu sussurrei em um tom claro de ameaça. – Se você dá valor ao Volvo lá fora...
Se possível, ele enrijeceu ainda mais com a menção do Volvo. Acho que acabei de descobrir um ponto fraco de Edward Cullen.
Comecei a ler o livro mais melodramático do mundo. Eu lia em uma velocidade um pouco acima do normal. E qualquer coisa, é só dizer que eu tenho memória fotográfica.
Em poucos minutos eu já tinha lido cinco capítulos, e devo confessar, a história me prendeu. Acho que estou viciada.
Durante a aula toda, o ser ao meu lado não relaxou de posição, sentado na ponta da cadeira, o mais longe possível de mim. Pude ver que sua mão sobre a perna esquerda estava em punho, os tendões se destacando sob a pele clara. Também não relaxou a mão sequer uma vez. As mangas da sua camisa branca estavam puxadas até os cotovelos, e seu braço era surpreendentemente musculoso. Ele não era tão frágil quanto parecia quando comparado com o irmão.
Ele estava tão imóvel que parecia que não respirava. Qual era o problema dele? Será que isso era o comportamento normal dele? Me questionei sobre o que tinha pensado sobre a amargura de Jessica durante o almoço. Talvez ela tenha razão, ele deve ser gay, mas tão gay que não suporta estar ao lado da fruta que ele devia gostar. Essa era única opção que eu encontrei.
Não poderia ser comigo. Ele nunca tinha me visto na vida.
Espiei de novo e me segurei para não dar um soco na cara dele e explodir a cabeça dele com minha visão de calor. Ele estava me olhando novamente, seus olhos negros cheios de repulsa.
Meu lado guerreiro, o meu lado kryptoniano rugiu em fúria dentro de mim. Me segurei com força no lugar. Minhas mãos apertavam o livro. Eu estava quase rasgando ele.
Voltei meu olhar para o livro. Vou ser sincera. Eu odiei Edward Cullen por quase fazer eu perder o controle e mostrar que eu sou uma filha de Krypton.
Guardei minhas coisas. E já que eu sabia que ele não era um simples humano normal, resolvi mostrar que eu também não era.
– Você e sua família não são os únicos diferentes nessa cidade. Você não faz ideia do que eu sou capaz. – sussurrei o olhando em seus olhos pretos como carvão. Minha feição era ameaçadora. Ele me olhou com ódio e espanto. Sim, eu notou que eu sabia algum segredo dele e da família dele, e também que eu não era uma simples humana como aparentava ser.
Naquele momento o alarme bateu alto. Vi tudo em câmera lenta. Edward pegando suas coisas pronto para sumir da sala, mas eu fui mais rápida, peguei minhas coisas, me levantei sai antes dele.
Antes de sair da sala, pela minha visão periférica, notei que ele me olhou espantado, mas logo começou a andar mais rápido que um humano normal, mas sem chamar a atenção.
Caminhei rumo ao estacionamento. Percebi que ele vinha logo atrás de mim. Assim que sai pela porta, voei para o céu quase quebrando a barreira do som. Não deu tempo dele me ver. Já entre as nuvens, parei e olhei com minha visão de raio-x e microscopia para baixo. Logo eu estava vendo o estacionamento da escola e lá estava Edward Cullen parado e olhando em todos os lado, me procurando, mas não achando. Dava pra ver que ele estava claramente confuso. Droga. Agora eu quero socar coisas. Já que essa cidade não tem criminosos, a cidade vizinha deve ter.
Voei ate em casa só para deixar minha mochila. E sim, vou cabular a aula. Depois eu passo na escola para buscar meu carro. Se J’onn perguntar, é só dizer que eu escutei um... S.O.S., só espero que ele acredite.
Fui ate meu quarto e peguei meu colar que estava sob o criado mudo. Nunca saia de casa sem o seu disfarce. Meu colar tinha uma pedra vermelha, um rubi. O coloquei e fui ate o espelho.
Passei o dedo sobre a pedra vermelha como se estivesse a acariciando.
– Ativar. – eu sussurrei.
Vi a minha imagem no espelho começar a mudar. Meus cabelos se encolheram um pouco e ficaram cacheados e ruivos. Meus olhos ficaram azuis claros, quase verde piscina. Meus lábios ficaram vermelhos fogos. Meu rosto mudou, assim como meu corpo. Ate mesmo minha voz mudou.
Minhas roupas mudaram, e um traje preto surgiu em meu corpo, parecia couro. No cinto tinha um “S”, igual ao “S” do Superman. A roupa se ajustou ao meu corpo me deixando sensual. Botas pretas de salto surgiram em meus pés. Em minhas mãos surgiram luvas cobrindo uma boa parte da mão.
Eu tinha virado Stellar. Mas não me confundam com aquela heroína, Estelar, pé de chinelo que fez parte dos Jovens Titãs liderada por aquele gêniozinho irritante, Robin. Na verdade, o nome de herói dela é Starfire.
Eu tinha que achar um nome de heroína pra mim que tivesse o “S”, eu queria ser chamar de Super Diva, mas não me deixaram e não sei o por que.
Voei rapidamente ate Port Angeles. A cidade era maior que Forks. Muito maior. Bom, J’onn não disse necessariamente que eu deveria proteger somente Forks. Então é de fácil compreensão que ele me deu Forks e sua região para proteger. Sobrevoei a cidade feliz com esse pensamento.
Patrulhei a cidade por alguns minutos ate ouvir um sinal, um alarme de que indicava roubo. Um roubo que estava acontecendo no exato momento em que eu patrulhava a cidade. Meu primeiro ato heroico na região de Forks, isso que é sorte.
Voei rapidamente em direção ao roubo. Eram cinco criminosos, e todos eles estavam em um camaro preto de 1988 dirigindo feitos loucos pelo centro da cidade com três carros da policia os perseguindo. Eles haviam acabado de roubar um banco.
O camaro estava prestes a cruzar um cruzamento. Era a minha hora de brilhar.
Voei em alta velocidade e desci no centro do cruzamento chegando ate criar rachaduras no asfalto.
Como apareci de repente na frente dos bandidos, nem deu tempo deles frearem. Com meu punho direito fechado, eu soquei o capô do carro como se fosse uma marreta. O carro parou de andar na hora e a sua traseira foi suspensa ao ar pela minha força. Todos os vidros do carro se espatifaram. Eu tirei meu punho do capô do carro e a traseira dele caiu fortemente no chão.
O que eu não contava era que, os carros que viam logo atrás do camaro freassem bruscamente e derrapassem pela rua e batessem uns nos outros, e que alguns atingissem os postes de energia e os derrubassem, assim causando uma queda de energia naquela parte da cidade.
Eu tinha certeza de três coisas:
Primeiro: Eu impedi um roubo.
Segundo: A cidade virou um caos.
E terceiro: A culpa não foi minha.
Mas quem disse que J’onn acreditou em mim? Pois é, 4 horas depois ele estava lá em casa me esperando, e depois de um sermão, e é claro eu me defender, ele disse claramente: você deve proteger apenas Forks e suas redondezas. Nenhuma outra cidade.
Depois ele usou o tele transporte da Torre de Vigilância... ops, eu vivo esquecendo que a base no solo lunar foi destruída, então agora é um satélite em órbita da Terra que chamamos de Torre da Liga.
Na maior deprê, eu toquei meu colar (que tinha se transformado em um símbolo de Krypton), como se estivesse o acariciando.
– Desativar... – eu disse.
Voltei ao normal, meu traje de herói desapareceu, e o colar voltou a ter um rubi vermelho.
Voei ate a escola e fiquei acima das nuvens e usei minha super-visão e minha super-audição para ver se não tinha ninguém na área que pudesse me flagrar. Esse alguém que eu quero dizer é o Ediota Cullen.
Estava tudo limpo. Desci ate o estacionamento. Entrei no meu carrinho lindo do meu coração e pisei fundo rumo de volta a mansão. Mas é claro, só não contava com o que iria encontrar lá. Droga.
POV: Narrador
Nos confins do espaço, um buraco negro se formou ao redor de uma tempestade de raios cósmicos, assim se formando um vórtice para um outro universo. Um universo onde todos os prisioneiros de Krypton ainda estavam presos na Zona Fantasma. Um vidro retangular.
O vidro retangular que se for destruído, liberta os prisioneiros ali contidos, flutuava no local onde o vórtice se abriu e ele foi sugado para dentro do portal que o levou para o universo em que Superman já havia derrotado os prisioneiros da Zona Fantasma.
Apesar do vidro estar a milhares de anos luz da Terra, assim podendo dizer que talvez nunca chegassem ao planeta dos humanos, ou ate mesmo nunca fossem libertados, mas quem poderia garantir que o vidro não cruzasse com um buraco negro e fosse mandado para o outro lado do universo, na galáxia do sistema solar, onde a Terra se encontrava, e que por um acidente infeliz, uma bomba de hidrogênio destruísse o vidro, assim libertando os kryptonianos, e eles fossem parar justamente em Forks? Bom, é exatamente isso o que vai acontecer, mas apenas em algumas semanas.
Stellar (Bella) é uma kryptoniana super-poderosa, igual ao Superman, mas General Zod também é um kryptoniano super-poderoso, assim como os seus dez soldados que estão presos junto dele na Zona Fantasma.
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