Uma Segunda Chance para Viver II
19 Encontros
Notas iniciais
Uma Segunda Chance para Viver II
Encontros
Hermione não estava realmente afim de ir na festa de fim de ano do Ministério, mais suas opções era limitadas, se não fosse ficaria sozinha provavelmente chorando e pensando em Tom. Não era uma forma muito boa de se iniciar o ano.
Olhou-se no espelho estava bonita, usava uma túnica grega branca, com um cinto dourado, havia se fantasiado de Atena, não estava com ânimo para nada mais elaborado, colocou uma tiara dourada com uma leve maquiagem e estava pronta. Nada chamativo, nada de anormal, somente para dizer que estava com uma fantasia e dizer que foi.
Hermione ainda estava muito triste, por mais que não assumisse queria que Tom tivesse vindo ao seu encontro, vê-la, dizer que estava com saudades, que não tinha um dia que não tivesse pensado nela, mais se ele não veio era porque não a queria, não sentiu sua falta, e era por isso que Hermione ficava triste, a dor de ser rejeitada era maior que a dor do abandono.
Hermione chegou ao salão do Ministério, estava lindamente decorado, andou em meio as convidados cumprimentando os colegas de trabalho e também em busca de Gina ou algum dos Wesley. Demorou um pouco mais de dez minutos para localizar Gina e Harry que estava entre uma roda de amigos, Gina estava linda de Cleópatra e Harry estava de zorro.
–Oi pessoas- disse Hermione assim que chegou a roda, com uma falsa animação.
–Oi Mi, pensei que não viesse – falou Harry.
–Quase não vim mesmo – respondeu – e ai cadê os outros.
–Estão todos por ai- respondeu Gina- a Harry eu amo esta música, venha dançar – falou Gina arrastando um Harry para a pista de dança.
Hermione ficou um pouco encabulada, pois não tinha muito assuntos com aqueles que ficaram, logo pediu licença e saiu para mais uma volta pelo salão, parou para conversa com Aldrwei e Angelina, com Luna e Rony e com alguns outros.
A festa estava boa, todos dançavam e se divertia, Rony a tirou para dançar e também Fred, mais Hermione realmente não se sentia a vontade, não por ser eles, pois para elas eles eram como seus irmão e sabia que eles também a consideram assim, mais ela não estava bem, não se sentia bem, como se ali não fosse seu lugar, estava deslocada e Hermione percebeu que mesmo no meio de tantas pessoas ela se sentia sozinha, o sentimento de rejeição estalou-se em seu íntimo e ela sinceramente tinha medo de que este sentimento nunca mais saísse.
Resolveu ir até a varanda observa as estrelas, sempre gostou de admira-las pois era algo que o tempo não mudava, aquelas estrelas que banhavam o céu aquela noite era a mesma que banhou com sua luz sua última noite em Horgwats a mais de 60 anos atrás e seria as mesma daqui a 60 anos.
Mesmo sendo inverno, o céu estava muito bonito não nevava mais estava uma noite fria, Hermione não se importou. Queria ficar ali, pensando em como foi feliz um dia, estava no parapeita da sacada observando as luzes lá embaixo das casas trouxas, tantas pessoas comemorando com suas famílias e amigos sendo verdadeiramente felizes, estava tão distraída que não percebeu uma pessoa se aproximar dela.
–Uma vez a muitos anos, eu vi uma jovem com este mesmo olhar triste, e o pior era por minha causa, prometi a mim mesmo que nunca a faria sofrer novamente, mais pelo que vejo não cumpri minha promessa – disse Tom se colocando ao lado de Hermione.
–Acho que você nunca consegue cumprir suas promessas – disse em um tom frio sem olha-lo – disse que nunca me deixaria e me deixou – falou em um sussurro.
–Foi para o seu bem, tudo que fiz ou faço e pensando em seu bem – disse ainda olhando para o horizonte.
–Grande forma de demostrar preocupação – disse sem encara-lo.
Tom aproximou-se ainda mais dela, colocando-se lado a lado.
–Em todos estes anos não deixei de pensar em você, de desejar você, de ama-la nem um só momento Hermione, eu ainda amo você.
Hermione continuava a olhar para o horizonte, ouviu o que Tom falava, mesmo não tendo o olhado nos olhos sabia que era ele, e sabia que ele não estava mentindo, porém não queria encara-lo, não queria olhar naqueles olhos azuis e fraqueja, teria que resistir, pois Tom a machucou demais para ela simplesmente jogar-se em seus braços sem explicação, por mais que seu desejo, seu coração e sua alma quisesse isso, ela resistiria.
–Olha para mim Hermione – disse Tom.
–Não – respondeu.
Tom colocou-se atrás dela, seu tórax encostando em suas costas.
–Olha para mim, minha Senhora – disse em um sussurro em seu ouvido.
–Não – continuou ela, Hermione sentia suas pernas bambas, seu peito subia e descia, não duvidava nada de que Tom escutasse cada batida de seu coração.
–Por que não quer me olhar, por acaso não me amas mais – disse Tom ainda em um sussurro.
–Não te olho pois tenho medo – respondeu baixo Hermione – se não ti ver posso imaginar quando você for embora novamente que este momento só existiu em meu pensamento, que foi fruto de minha imaginação, agora se eu olha-lo, vou ver além de você, meu coração vai se entregar novamente e eu não vou aguentar der abandonada de novo, não vou aguentar – disse em um triste lamento.
Tom chegou ainda mais próximo dela, passou as mãos por sua cintura, Hermione gelou ao seu toque, um frio subiu por sua espinha. Tom segurou sua mão, a fazendo girar para dentro de seus braços, Hermione ainda mantinha os olhos baixos, Tom segurou seu rosto com carinho.
–Olhe para mim Hermione – disse dando leves beijos em seu pescoço – nunca mais vou te abandonar – disse a abraçando ternamente.
Hermione ergueu seus olhos, fitando aqueles olhos cinzas que tanto amava. Tom estava mais velho assim como ela, tinha em seu olhar o mesma autoridade e confiança, porem estavam mais triste, parecia um homem sofrido, mais que contudo ainda era um vencedor.
–Como senti falta de seus olhos avela – disse Tom acariciando o rosto de Hermione- como senti falta de seu cheiro- disse cheirando seus cabelos – como senti falta de seus lábios.
Neste momento Tom a beija, neste momento fogos e soltos no ceu anunciando mais um ano que se iniciava, neste momento Hermione entregava mais uma vez seu coração para Tom.
Não perceberam quando desaparataram, quando ambos abriram os olhos estavam na sala da casa de Hermione, Tom a olhou. Hermione sorriu. Tom a beijou.
Tom sentia o sabor do beijo de Hermione, como ele desejou sentir novamente esta sensação de tê-la em seus braços, era bom demais estar com ela. Começou a descer os beijos pelo pescoço delicadamente, por mais que seu corpo ardesse em desejo de possuí-la não queria que fosse rápido, não sabia o que aconteceria amanhã e se teria a oportunidade de vê-la novamente tão entregue.
Com delicadeza abaixou as mangas da túnica que Hermione vestia beijando seus ombros até chegar a seus seios, Hermione soltou um suspiro de prazer. Tom novamente beijou nos lábios e agora suas línguas se moviam em uma dança delicada mais cheia de desejo e paixão.
Hermione tirou a camisa branca que Tom vestia e passava suas unhas nas costas dele deixando marcas fundas, suas pernas já envolviam a cintura de Tom e suas mãos puxavam o cabelo negros para ela, tentando inutilmente se aproximar mais. Os dois já estavam extremamente excitados.
Tom deitou Hermione no tapete da sala e tirou o restante da roupa dela e beijava cada parte de seu corpo, colocou suas mãos com dedos longos no meio da coxa de Hermione, onde a mesma gemeu alto com tamanha excitação desceu e começou a passar a língua em sua umidade, Hermione se abriu a ele e segurava com ferocidade a cabeça de Tom no meio de suas pernas, ele adorava a sensação de ser desejado e manipulado por ela, só ela conseguia e só ela podia manipulá-lo desta forma, nenhuma outra conseguia isso. Hermione era única.
Hermione arqueava de prazer sua coluna subia e descia em batidas frenéticas.
–Ahhhh... To...ooomm . Ahhh... Conti... Nua – falava entre gemidos.
Tom parou de sugá-la e subiu novamente a beijando parou e começou a chupar os seios com força ele mal conseguia segurar seus impulsos, estava quase chegando ao clímax, só de poder beijá-la e sentir o sabor de seu corpo. Deitou sobre ela e a penetrou com força mais sem machucá-la. As estocadas começaram leve, mas com um pedido
– Com força... Rápido... Por favor. -Hermione disse em meio a gemidos e nasceu em Tom um de seus sorrisos de canto ele estava feliz, as estocadas ficaram mais rápidas e ambos gritaram tamanho era seu tesão, seu desejo. Muita noite sonhou com aquilo, em ter Tom novamente dentro dela a fazendo se sentir mulher. Agora ele estava ali e a sensação era melhor do que imaginava, era muito, muito, muito bom. Não tinha palavras para expressar o que sentia a única forma era gemer e gritar seu nome, e era exatamente isto que Hermione fazia. Gemia e gritava o nome de Tom e os dois em estantes chegaram ao êxtase.
Tom deitou trazendo Hermione com ele para que ela deita-se em seu peito que arfava pesadamente.
–Você não faz ideia de quanto tempo esperei por isso – falou Tom carinhosamente.
–Eu também – Hermione respondeu.
Hermione tinha tantas perguntas a serem feitas, tantas dúvidas, queria respostas, mais ela sabia que poderia esperar, pois a melhor resposta que ela teve era que Tom ainda a amava e com esta certeza ela poderia passar mais uma noite.
–Hermione — falou Tom.
–Sim.
–Eu sei que você está confusa, mais amanhã conversaremos, eu prometo te cantar tudo, mais esta noite eu só quero te amar, minha Senhora — Tom disse já a beijando novamente.
Os dois se amaram a noite toda, se entregaram um ao outro como ambos ansiavam.
No outro dia Hermione acordou, seu corpo estava dolorido, de ter dormido no tapete da sala, mais não se importou teve uma de suas melhores noites. Lembrou dos beijos e das caricias trocadas, sorriu como o em muitos anos não sorria, se sentindo completamente feliz.
Olhou para os lados em busca de Tom, mais ele não estava, ouviu um barulho vindo da cozinha, levantou-se colocou a camisa de Tom e foi para lá. Tom estava em frente a pia, somente com sua box preta passando um café. Hermione colocou-se a fita-lo, estava lindo como sempre, parecias que seus braços e costas estavam mais definidos e musculosos, sua pele estava mais queimada do sol, também percebeu enquanto faziam amor, que suas mãos antes tão macias estava mais ásperas, e em alguns pontos chegava a ter calos. Hermione estrava tudo isso, e a fazia pensar cada vez mais por onde Tom esteve durante estes anos.
–Bom dia minha senhora – falou sem olha-la – já acabou de fazer a checagem em sua mercadoria – perguntou a olhando com um sorriso.
–Não posso mais te ver – perguntou Hermione aproximando-se dele e o beijando delicadamente.
–Você sempre – disse – nossa você fica muito sexy com esta camisa – disse já a segurando pela cintura e aumentando os beijos.
–Calma...calma... – disse Hermione se afastando dele e indo sentar-se a mesa que estava postas com bolos, frutas e panquecas- nossa quem preparou tudo isso – perguntou.
–Eu – disse com simplicidade sentando-se em frente a ela.
–Desde de quando você sabe cozinhar assim.
–A vida nestes seis anos me ensinou muita coisa – disse em um Tom sombrio.
–E eu adoraria ouvir – disse agora seria. Tom a fitou e percebeu que agora era sua chance.
–Vou contar Hermione.
Nas próximas duas horas Tom contou tudo que aconteceu desde que saiu em busca das crianças, contou que foi Klaus que as sequestrou, e que Tom ficou para que elas fossem libertadas. Falou que seus poderes tinham sido retirados e que viveu estes anos sem poderes, falou do espelho que ele via a ela e os filhos, disse que sua magia só voltou quando Hermione decidiu namorar o tal do Aleff.
Hermione neste momento ficou sem graça, durante a noite nem pensou no coitado. Tom contou tudo, só não falou de Andrew, mais o restante foi tudo, cada detalhe cada dificuldade que tom passou sem seus poderes, cada tristeza de não ter os filhos, cada alegria quando os via fazendo algo que se orgulhava, contou que ficou muito feliz quando Isis nasceu e muitas outras coisas;
Hermione ouviu a tudo, e acreditou em cada palavra, quando Tom terminou.
–Que bom que agora estamos juntos- disse o abraçando – agora poderemos ser uma família –disse o beijando.
– Ainda não Hermione – disse Tom sério.
–Como assim, ainda não, você não voltou para ficar comigo e as crianças – perguntou nervosa.
–Eu tenho uma coisa para fazer antes de qualquer outra coisa, eu vou me vingar de Klaus.
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