Uma Segunda Chance para Viver II
4 Capítulo 5- 3º Um novo Começo
Notas iniciais
Estavam todos na sala do diretor Dumbledore, os Weasley era a maioria, depois algumas pessoas da Ordem da Fenix e antigos Comensais, todos se fitavam sem entender o porque que foram convocados ali, principalmente com companhias nada agradáveis. Tom foi o ultimo a chegar acompanhado para surpresas de todos de Harry e Gina. Assim que Harry percebeu que a idéia de Tom era a única forma de resgatar Hermione de seu mundo de delírios, ele e Gina enviaram um patrono para Dumbledore explicando o que Tom faria e depois para todos que de alguma forma sabia a verdade, do desaparecimento de Lorde Voldemort e agora todos estavam ali, em pé diante o diretor com caras de sonos, pois ainda era madrugada.
-Não que eu ligue de estar entre amigos – disse Severo sarcástico – mais qual é a urgência para chamarmos no meio da madrugada?
Todos olharam para Dumbledore esperando uma explicação.
-Apesar de ser minha sala, não sou eu quer ire responder a esta questão Severo – disse olhando para Tom – Tom pode falar – falou sério.
Tom foi a frente do grupo, sua fisionomia estava abatida e cansada, como se a vários dias não dormisse. Tom notou o olhar de raiva que muitos da Ordem ainda lançava sobre ele, mais os mais íntimos Tom sentia que o olhava com certa compaixão, não se importou, pela primeira vez na vida sentiu-se digno de tal sentimento.
-Sei que o que vou pedir será muito, e que eu não mereço que faça nada que eu peça, mais quero que saiba que não será por mim que vocês faram algo e sim por Hermione – passou para que todos entendessem suas palavras – as pessoas mais intimas de minha família, sabe que Hermione não esta reagindo a morte de nosso filho, e ela esta muito deprimida, já tentei de tudo remédios bruxos e trouxas, mais nada adianta, ela não reage. Então como ultima alternativa decidi – parou suspirou pesadamente e continuou – apagar de sua memoria que ela teve Andrew.
Os homens ficaram em silencio as mulheres colocaram as mãos na boca de espanto.
-Isto é um absurdo! – falou sra. Weasley — você não pode fazer uma mãe esquecer de seu filho!
-Ela vai superar isto — disse Narcisa – Hermione é forte já passou por tantas outras provações...
-Não ela não vai superar –disse Tom com o semblante derrotado – o corpo dela é sim forte, mais a mente dela esta muito abalada, passei em um especialista trouxa e ele me aconselhou interna-la em uma casa de .... – Tom não conseguia falar, ele não acreditava que o destino de Hermione seria aquele.
-Uma casa de repouso — completou Harry – um lugar que pessoas na situação de Hermione é tratada.
-Mais eu não posso abandona-la lá, tenho certeza que ela nunca faria isto comigo, então já que ela não supera a perda farei que ela se esqueça — concluiu.
-Entendo o que você quer dizer – falou Sr. Weasley — mais e se você fizer isto e mesmo assim Hermione permanecer iludida?
-Ela não ira – falou Tom com clareza – Dumbledore me garantiu que ela ficara recuperada.
-Se você já tomou a decisão porque nos chamou aqui?- perguntou Rony que no começo realmente ficou contra mais depois resolveu aceitar a ideia.
-Eu necessito que vocês se comprometam a não falar nada de Andrew para Hermione – falou olhando nos olhos.
-Não devemos nada a você Riddler – disse Lupin frio.
-A mim não deve mesmo – respondeu na mesma altura – mais devem a Hermione, e muito. Por isso que falei não é por mim, é por ela e meus filhos. Não desconte neles o que eu fiz, eles já estão sofrendo muito pelos meus atos.
Todos ficaram em silencio, sabia que se não fosse por Hermione ter mudado Tom, talvez nenhum deles estariam ali, já estivessem mortos pela guerra.
-O que você vai apagar da memoria dela?- perguntou Narcisa.
-Somente o nascimento de Andrew – respondeu.
-Você quer que nós faseemos um voto perpetuo com você?- perguntou Lucio.
-Não! — Disse Tom rápido – nunca pediria isto, é só um comprometimento, Só vocês sabem que eu estou vivo, que Hermione é minha esposa. Só vocês estavam no dia que meus filhos nasceram então peço isto a vocês – Tom parou e olhou cada rosto e surpreendeu a todos quando disse – por favor – de uma maneira humilde, quase uma suplica.
Depois do choque do pedido todos assentiram e assinaram um contrato magico onde todos se veriam comprometido a não falar de Andrew com Hermione e jamais contar a ela o que Tom fez, claro que quem contasse seria descoberto e questionada o motivo, era pelo menos que Dumbledore falou, mais quase todos tinha certeza que se alguém contasse algo a Hermione, não viveria muito tempo para explicações, Tom não havia mudado tanto assim, eles percebiam isto.
Hermione acordou no dia seguinte com uma sensação, de quem dormiu de mais, seu corpo estava dolorido e quando se olhou no espelho viu que sua aparência estava péssima. Tomou um bom banho de banheira, se arrumou e desceu, estranhamente não se recordava que dia era da semana, mais se surpreendeu quando chegou a cozinha e Tom a esperava com uma mesa caprichada.
-Bom dia minha Senhora – disse com um sorriso que iluminava o lugar e a beijando com muita vontade.
-Bom dia Tom, posso saber por que esta tão feliz hoje?- perguntou ainda abraçada ao marido.
-Pelo simples fato de você esta aqui comigo, de você existir meu amor – falou dando outro beijo nela.
Tom não aguentava em si, na noite anterior assim que todos voltaram para suas casas, Dumbledore foi com ele até sua casa em Godric’s Hollow, aproveitaram que Hermione estava dormindo e o velho bruxo fez o feitiço, retirando da memoria de Hermione tudo que relacionava ao Andrew, agora para ela só existia Damon e Mel, as fotos que estava os três filhos agora só parecia os dois, Tom retirou a cama de Andrew do quarto que ele dividia com o irmão, falou com os pais de Hermione e explicou o que tinha feito.
Os dois não gostaram mais assim como os outros entenderam que seria melhor para ela, quando chegou resolveu fazer uma surpresa para a esposa, preparando seu café. E quando viu Hermione chegar a cozinha, toda arrumada, com seus cabelos soltos e cuidados, não aguentou sentiu novamente que sua casa era o paraíso e que nada poderia voltar a tirar sua felicidade, pois se Hermione estivesse sempre ao seu lado ele sempre seria completo e feliz.
-Nossa! – exclamou assim que Tom a largou – sabe que tal nó deixarmos as crianças lá na Toca e aproveitar o dia junto?- disse com um sorriso lindo no rosto passando as mãos maliciosamente nas costas de Tom.
-Acho isto uma excelente ideia – disse a beijando de novo. Como sentiu falta destes carinhos de sua esposa, de seus beijos de seu toque, se suas mãos quentes e macias passando sobre sua pele, durante o período que Hermione ficou doente, ele mal a tocava.
-OWWW!!!- ouviram duas vozinhas falar da beirada da porta – nós estamos aqui! – exclamaram Damon e Mel.
Tom e Hermione separaram-se rindo das caras de nojo dos filhos e cada um foi abraçar e pegar um.
-Eu e o papai só estamos expressando o amor que sentimos um pelo outro, Damon – falou Hermione com o filho que agora estava com quatro anos.
-Papai! –chamou Mel para chamar a atenção de Tom que olhava admirado para Hermione – posso expressar o amor que eu sinto pelo Eduard?(filho de Snape ) – perguntou inocentemente.
-NÃO!!! – respondeu Tom rápido e chocado – imagina você é muito nova para esta coisa Mel.
-Que coisas? Eu só to falando que a mamãe sempre diz que temos que amar os outros.
-Não é os outros – disse Damon arrogante — são apenas os nossos próximos, e quando digo próximos não é o que estão atrás de mim, é os nossos familiares – continuava, agora os quatros estavam sentados a mesa, Tom e Hermione prestava atenção nas palavras do filho – e que eu saiba o Eduard – falou com certo nojo na voz – não é nada nosso.
-E ele é meu amigo – rebateu Mel.
-Ele é um idiota – respondeu Damon.
-Já chega – falou Hermione – não quero vocês brigando, Eduard e Yasmin, não são da família, mas é como se fossem, assim como a Agata (irmã de Draco), o Derick (filho de Draco), a Lilian e o Tiago (filhos de Harry) e o Licon (filho de Rony), vocês todos têm que ser amigos, não podem ficar brigando – terminou servindo leite para eles.
-Mais mãe o Damon, só briga com o Eduard – disse chorosa – a e também com o Tiago – falou como se lembra de alguma coisa.
-Não gosto deles, eles são muito bobos – disse comendo, uma fatia de torrada , Tom estava tão extasiado com a harmonia de sua casa que só observava, como se aquilo tudo fosse um sonho e que se falasse algo estragaria o momento – nem magia eles sabem fazer ainda.
-Mesmo assim Damon – continuou Hermione – já te falei que não é para você julgar as pessoas pelo que elas podem ou não fazer.
-Sabe mamãe o que eu ouvi o Damon falar para o Ted?- falou com ar divertida.
-CALA A BOCA, Melope! – gritou Damon.
-NÃO CALO! -rebateu Mel. – ele falou que quando crescesse namoraria a Lilian – disse como se contasse um segredo.
Hermione riu ao imaginar isso, imagina o filho de Tom namorando a filha de Harry os dois odiariam isto.
-Então eu falei que se ele namorasse a Lilian, eu poderia namorar o Eduard completou sorrindo.
-Vamos deixar este negocio de namoro quando vocês tiverem idade para isto – falou Hermione ainda rindo, só então que ela percebeu que Tom tinha se mantido quieto a conversa toda, mesmo depois de ouvir que seu filho queria namora a filha de Harry – você esta bem amor? – perguntou o fitando.
Tom demorou alguns minutos para responder, ainda olhando Hermione e os filhos.
-Sim, não poderia estar melhor- disse com o rosto iluminado pela felicidade.
Os quatro se arrumaram e aparataram para a Toca, a sra. Weasley ficou muito contente em saber que Hermione levaria as crianças para lá, já que seus netos também estavam por lá, sem dizer que ficou muito feliz em saber que Hermione estava bem. Os quatro desciam a colina em direção a velha casa, que mesmo depois de anos continuava torta. Os filhos corriam na frente, para ver quem chegaria primeiro e Tom e Hermione andava de mãos dadas lado a lado.
-Tom – falou Hermione enquanto caminhava – não que eu não goste de estar aqui, mais porque não voltamos ainda para E.U.A?- perguntou um pouco confusa.
-Você tinha me falado que queria ficar aqui por alguns meses, estava com saudade de seus velhos amigos e de seus pais – disse sem demostrar nenhum remorso pela mentira, na verdade ele sabia que Hermione nos primeiros dias fiaria um pouco confusa mais já tinha tudo combinado com os mais próximos, todos tomariam o máximo de cuidado.
-Certo, mais acho que quero voltar. Quero fazer algo com as crianças o ano que vem e também têm seu emprego e estou pretendendo voltar a trabalhar – falou.
-Mais e os pequenos?- perguntou Tom meio surpreso. Na verdade desde que Andrew foi sequestrado e morto, Tom ficava quase louco quando os filhos estavam longe dele, ficava preocupado e ansioso. Os colares que os filhos carregavam tinha tanta magia que Tom ampliou que muitas vezes, chegava a atrapalha-lo, mais proteção depois do que aconteceu não seria demais.
-Tenho tudo planejado, mais depois conversamos – completou assim que entrou no jardim da Toca.
Hermione e Tom já podiam ouvir os barulhos das crianças brincando atrás, e os risos de seus filhos, a Sra. Weasley veio recebê-los.
-Hermione! – exclamou a abraçando com força – como esta linda, que bom que você trouxe as crianças – disse a soltando – Tom como vai?- disse também abraçando Tom, que já havia se acostumado com este gesto da matriarca Weasley.
-Estamos ótimos – respondeu.
-Se for te atrapalhar Molly, nós os levamos de volta – disse Hermione falando dos filhos.
-Que atrapalhar nada – falou fazendo um gesto para que entrassem na casa – Victória e Ted também estão ai – falou apontando para o jardim – fora Tiago, Lilian e Lincon então não se preocupe – falou servindo suco de abobora para eles.
-Mas não vamos demorar — falou Tom – logo estaremos de volta.
-Vão tranquilos é ótimo que eles estejam aqui, imagina esta casa vazia? – falou com cara de muita tristeza – graças a Merlin que tenho meus netos, agora que todos já se casaram ou estão morando longe, eu ficaria muito sozinha.
-É as crianças são nossa alegria – disse Hermione – não sei o que faria se acontecesse algo com um dos meus – falou e uma sombra de tristeza a invadiu. Tom e Molly se olharam, e Tom resolveu mudar de assunto.
-Vamos nos despedir deles Hermione? Assim podemos ir e volta rápido – falou se levantando.
Os dois foram para os fundos dos jardins onde os encontraram jogando uma partida de quadribol, com vassouras infantis.
-Madrinha!! – gritou Tiago vindo abraçar Hermione.
-Oi querido, como você esta?- perguntou o segurando no colo.
-To bem.
-Que bom, olha a madrinha precisa ir mais promete uma coisa?- perguntou colocando o garoto no chão e se agachando para ficar na altura dele.
-Prometo.
-Você e Damon – disse puxando o filho para mais perto, no qual tinha chegado para despedir-se do pai – Voces dois não é para brigarem, ouviu? — os dois olharam para ela com cara de anjos no qual Hermione não confiava nem um pouco — certo então – falou beijando cada um na bochecha e levando-se em seguida – até mais amores.
Tom também se despediu dos filhos e da Sra. Weasley e seguiram de volta.
-Posso saber para onde vamos, Tom? – perguntou.
-Uma surpresa, espero que goste – disse com um sorriso malicioso.
-Você sabe que com você tudo fica perfeito, não importa onde eu esteja – e os dois se beijaram com amor e desejo.
Quando Hermione separou dos lábios de Tom, se deparou com uma paisagem que parecia um sonho. Estavam em uma praia com areia branca e o mar em sua frente tinha aguas cristalinas, tão claras que dava para ver os peixes e as algas se movendo. Em contraste via-se vários pés de coqueiros, com suas folhas grandes e altas.
-Que lindo Tom – disse admirada com a paisagem – Que lugar é este?
-Um lugar que eu vinha quando queria ficar sozinho, quando queria me afastar do mundo e esquecer tudo – disse sorrindo.
-Voce nunca me trouxe aqui antes – falou com uma pitada de magoa na voz, que logo Tom percebeu.
- Com você ao meu lado eu não tinha o porque de querer ficar só — falou a abraçando por traz admirando também o mar. Hermione sorriu, como ela o amava, nunca imaginou que encontraria a felicidade nos braços daquele que um dia quis que morresse.
-Eu te amo Tom – falou — as vezes acho que mais que a mim mesmo – completou.
-Eu também, meu amor. Minha senhora, a razão da minha existência – disse a puxando e a beijando, com amor e carinho.
Naquele momento Tom se deixou esquecer-se do ódio que sentia pela a morte do filho, não podia trazê-lo de volta mais tinha trazido Hermione e não podia esta mais feliz. Senti de novo seus lábios quentes de encontro com os seus, o calor de sua pele e cheiro doce e envolvente que emanava dela era tudo que Tom precisava.
Como sentiu falta disso nos meses que a viu quase definhando na frente dele, como teve medo de perde-la. Agora ali naquele pequeno paraíso, ele estava novamente feliz e completo, com a mulher que amava nos braços, naquele momento sabia que nada poderia tirar isto dele, com ela ao seu lado ele superaria tudo e nada nem ninguém poderia detê-lo de fazê-la feliz. Isto era uma promessa a ele mesmo, faria de tudo para Hermione não sofresse novamente, não há perderia jamais.
Notas finais
1º sei que a história esta maia morna, mais calma é só o começo, neste e no próximo pretendo fazer muito Tom e Mi, em suas vidas diarias.
2º Quero a opinião de voces, querem NC no próximo ou não? Por favor me responda para eu saber o que escrever, lembrando escrevo esta fic poara vcs então me falem o que qierem. Bjs !!!
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