Uma Segunda Chance para Viver II
7 Capítulo 9 - 8º Adeus
Notas iniciais
8º Adeus
Uma olhou para outra, com certeza havia alguém muito revoltado com o eles, e pegou as crianças para atingi-los. Hermione olhou e volta todas estava com olhos marejados como os dela, o que fariam agora? A única certeza que tinha era que deveria contar para Tom. E assim fizeram cada um aparatou para encontrar seus esposos.
Tom tinha ficado o dia inteiro agitado, de cinco em cinco minutos olhava para o local que seus filhos estavam sempre mostrava sala de aula. Ele estava angustiado como se algo fosse acontecer e não via a hora de chegar em casa e constatar que era só um medo bobo, quando estava se preparando para sair ouviu um pop, só ele e Hermione poderia aparatar dentro de seu escritório no Instituto. Era Hermione.
-Oi amor – falou indo beijá-la, notou que ela estava pálida e com os olhos vermelhos e que tremia muito — o que você tem? – perguntou com medo da resposta.
Hermione olhou para ele, e não agüentando mais chorou agarrada em seus braços.
-Os levou Tom! – falava entre soluços – levaram todos eles!
Tom olhou para Hermione, não precisava pergunta sobre o que ela falava, estava pressentindo aquilo o dia todo. Tom segurou Hermione pelos ombros e aparatou em sua casa na sala, onde os outros pais já estavam.
-O que vamos fazer?- Perguntava Severus muito bravo – Tom olhou em volta todos esperavam uma ordem dele, sabia que ele era sangue frio e muito bom em estratégias e com pressão seu celebro funcionava bem mais rápido.
-Draco ligue para seu sogro e peça que ele vasculhe a casa desta tal de Bianca, Lucio, avise o testa rachada, o cabelo de fogo e o velho caduca (Dumboldore), mandem virem o mais rápido possível e pede para trazer tudo que saiba desta Bianca Logt, fala que era aluna da Lufa-lufa.
-Certo – responderam todos saindo para fazer o que haviam mandado.
-E nós o que fazemos?- perguntou Natali.
-Por enquanto nada – falou Tom ríspido – tentem se acalmarem para não nos atrapalharem.
Passado dez minutos todos estavam de volta.
-Já estão revistando a casa dela – avisou Draco — e assim que tiver noticias vem para cá nos dizer.
-Quem teria feito isso?- comentou Janice.
-Inimigos é que não nos falta – respondeu Severus abraçando a mulher.
Logo de que terminou de falar Harry, Rony e Dumboldore aparecem.
-O que esta havendo?- pergunta Rony.
-Levaram nossos filhos Rony – falou Hermione chorando.
-De novo! – exclamou Rony que ganhou um olhar mortal de Tom.
-Como assim de novo?- falou Hermione.
-Nada, modo de falar – se corrigiu rápido.
-Mas como que ocorreu? – perguntou Harry.
Tom passou uns vinte minutos explicando o que ocorreu , logo em seguida Dumblodore tomou a palavra.
-eu trouxe o histórico dela, tudo que eu consegui de Bianca Logt. Era uma excelente aluna da Lufa-lufa, nascido trouxa saiu de Horgwats no seu quinto ano, pois os pais foram assassinados por Comensais da morte, veio para E.U.A morar com tios, se formou e começou a trabalhar, não tenho mais nada.
-vingança – falou Lucio – ela pegou as crianças por pura vingança.
-Maldita sangue-ruim! – exclamou Severus irado, como os outros ali — pegar crianças inocentes, que não fizeram mal a ninguém.
-Talvez ela só esta agindo como os comensais agiam anteriormente, não?- falou Rony sarcástico.
-O que esta insinuando traidor de sangue?- falou Draco indo para cima de Rony, que foi segurado por Lucio e Harry segurou Rony.
-Não estou insinuando nada – respondeu Rony – estou falando que ele esta agindo exatamente igual a comensais, matando pessoas inocentes só por terem contatos com bruxos.
-Meus filhos não esta mortos!! – gritou Hermione
-Desculpa Mi, não queria ...
-Cala a boca Rony – disse ele irritada – não temos que saber o motivo mais sim onde eles estão.
-Creio que mesmo que ela teve motivos, ela não agiu sozinha – falou Tom.
-O que você esta pensando Tom?- perguntou Dumboldore.
-Sabemos que ela estava na escola e que outro foi com a poção polissuco para retirar as crianças de lá, mais tenho certeza que quem esta por traz disso é alguém muito mais poderoso.
Quando Tom terminou de falar um corvo aparece com uma carta e entrega para Tom e logo em seguida levanta vôo. A carta se abre e começa a falar com uma voz grave.
“Querem teus filhos de volta? Então Tom venha busca-los pessoalmente e sozinho. Dentro da carta têm uma pena, fure seu dedo com ela que ela te conduzira aonde estou, não tente me enganar é só você que eu quero. Estou te esperando.de seu velho amigo Klaus.”
-Maldito!!! – Tom urrou amassando a carta – Como quero mata-lo!!!
-Você não vai sozinho! – falou Hermione indo para perto de Tom.
-Claro que vou – respondeu irritado.
-Não Tom por favor ele vai te matar. E você não sabe para onde isto ira te levar.
-Você sabe muito bem que eu não morro – disse- e correi qualquer risco para trazer meus filhos de volta.
-Pode ser muito arriscado Tom- falou Lucio.
-Não me importo com os riscos -disse sério – as vezes acho que vocês esquecem de quem eu fui – falou irritado – não sou um bruxo inexperientes e muito menos fraco – disse encarando os presentes – vou lá e só voltareis com nossos filhos!
- Ninguem aqui duvida de sua capacidade Tom – disse Hermione- Mas se você não volta eu não vou conseguir viver sem você – disse o abraçando forte.Tom olhou para ela, suavizou sua visiono mia que estava irritada, segurou seu rosto e disse com a voz doce que ela tanto amava.
-Nada vai me acontecer minha Senhora, eu vou voltar por você, ou você se esqueceu que nem décadas fez eu me esquecer de você, eu te amo mais do que a mim Hermione, e te prometo que trago nossos filhos de volta a salvo daquele louco.
-Mais volta com ele Tom, por favor. Por mim por nossos filhos.
-Hermione, nunca vou te abandonar – disse a beijando, com carinho e amor.
-Riddler não quer que eu vá?- perguntou Harry – digo temos o mesmo sangue e conseguirei passar...
-Sabe Potter as vezes seu instinto de herói me irrita – falou olhando para ele- não, não quero irei sozinho e vou trazer todos eles de volta – disse olhando para Draco, Lucio, Severus que estava ali – só cuide da Hermione – disse a olhando, entrou na mente de Harry que deixou e completou – principalmente se eu não volta, cuide dela e das crianças – Harry confirmou discretamente, enquanto Tom furava o dedo com a pena e sumia.
Tom apareceu em uma sala escura, pode notar que em sua frente tinha um vidro e através dele viu as crianças amarradas, Damon e Mel um de costa para o outro, assim como os gêmeos de Severus, e as crianças Malfoy. Tinha dois adultos encapuzados os vigiando. Foi até lá e fez um feitiço bombarda, mais sua varinha não funcionou tentou di novo e nada. Em desespero começou a bater com os punhos o vidro mais ele nem se movia, percebeu que a reação na sala continuava a mesma, as crianças não podia vê-lo.
-Deprimente entrar aqui e te ver a agir como um trouxa – disse Klaus entrando na sala.
-Seu desgraçado!!! – falou Tom partindo para cima dele, Klaus desviou mais Tom foi mais rápido e conseguiu atingir o queixo de Klaus com força o fazendo bambear para trás.
-Não adianta bater em mim Tom, estes pivetes só serão livres quando eu der a ordem.
-O que quer de mim Klaus – falou Tom se segurando para não partir para cima ele novamente.
-Eu, bem o que quero é bem simples – disse com desdém sentando-se em uma cadeira na cabeceira da mesa – somente sua desgraça.
-O que você fez não foi o suficiente?- perguntou Tom lembrando-se de Andrew.
-Na verdade pensei que seria, mais você foi inteligente e resolveu a situação, mais no começo estava me divertindo vendo sua esposa sofrer daquele jeito – disse com uma risada fria no final.
Tom não agüentou e voou para cima e Klaus, o derrubando da cadeira e dando mais dois socos em seu rosto e alguns pontapés em seu estomago. Klaus gemia de dor, mais em seus olhos continuava com diversão.
-Sabe Tom para alguém que odeia trouxas até que você luta como um – falou se levantando – pode me bater quanto quiser, eu não me importo no final quem ira vence será eu.
-Pare com essa ladainha e fale o que quer – disse Tom irado.
-Como falei, seu desespero, sua tristeza, sua infelicidade. É só isso que eu quero, mais desta vez irei agir de forma diferente. Se eu matar seus filhos vocês vão superar e poderão até ter outros, então decidi que o melhor modo para seu sofrimento é separá-lo de quem você ama.
Tom continuava com sua mascara fria, ninguém conseguiria separá-lo de Hermione e de seus filhos.
-O acordo é simples, você ficara aqui sobre meus cuidados e sendo meu ...como posso descrever? Já sei ... servo – falou sorrindo com a expressão – e deixo seus filhos e amigos em paz.
-Voce esta louco se acha que vou me sujeitar a isto – disse orgulhoso.
-Não ira? Esta é sua ultimo resposta?- perguntou Klaus.
-Sim.
-Tudo bem a escolha foi sua – disse fazendo um sinal. Tom viu que os dois encapuzados se moveram em direção aos filhos de Draco e Lucio – vamos ver como seus amigos reagem a morte de seus filhos por sua culpa Tom.
Quando Tom viu que os encapuzados lançariam a maldição para eles Tom gritou.
-Não!!! Pare. Você ira devolver todo eles?
-Sim basta você ficar – disse com um sorriso.
-Vamos Tom não será tão ruim, pensa você já ficou pior que um fantasma, compartilhando o que restava de você com animais, e cobras. Não pode haver coisa pior pode?
Tom não respondeu, sabia que tudo ficaria pior sem Hermione ao seu lado.
-Como saberei que as crianças serão entregue a salvo?
-Você vera.
Tom parou e pensou, poderia se livrar de Klaus depois por enquanto o importante era salva as crianças.
-Certo Klaus eu fico.
-Fico contente com sua decisão Tom, eu realmente não queria matar mais um de seus filhos, sabia que Andrew era uma criança muito inteligente, gostava de conversa com o garoto- disse saindo da sala.
-Seu desgraçado!!! – Tom urrou, mais Klaus já havia saído.
Klaus surgiu na outra sala, soltou as crianças e depois com um floreio de sua varinha elas desapareceram. Tom assustou-se mais logo em seguida um espelho surgiu na sua frente onde mostrava sua casa.
Pode ver Hermione aflita olhando pela janela, enquanto os outros tinha expressões triste e abatidas.Viu como sua fisionomia mudou quando percebeu que vultos surgiram no jardim, e corriam para a porta da frente, e como seus olhos brilharam quando percebeu que era seus filhos. Tom continuo a observa e a viu abraçá-los assim como seus amigos, mais logo viu que ela procurava por ele, sua expressão mudou e o brilho se apagou.
-Damon cadê seu pai?- perguntou ao filho.
-Não sei mão, ele não esta aqui com você? – perguntou o menino.
-Hermione não aconteceu nada com Tom, você ainda continua viva e bem – disse Dumbledore.
-mais porque ele não veio com as crianças?- perguntava preocupada.
Neste instante uma coruja entrou na casa e entregou um pergaminho a Hermione.
“Querida Hermione sinto mais uma vez decepcioná-la, mas quero te dizer que não retornarei mais, percebi depois de tudo que aconteceu que eu não sirvo para ter uma casa e uma família, minha sede de poder é maior que o desejo de estar ao seu lado. Consegui liberta as crianças, mais não vou voltar para o seu lado, por favor não me procure, o que passei ao seu lado foi bom, mais acabou. Não quero mais uma vida assim, quero ter novamente controle da situação, fique tranqüila não irei matar trouxas ou forma um exercito do mal, mais também não quero continuar em um conto de fadas. Entenda, nunca nasci para ser príncipe, sempre serei o vilão
Tom Ridller”
Hermione acabou de ler a carta mais ainda não acreditava no que ali estava escrito, a única coisa que consegui dizer foi.
-COVARDE!!!!
Fale com o autor