Uma Segunda Chance para Viver II

5 Capítulo 6 - Um novo inicio


Notas iniciais
Oi gente, quanto tempo!! Nem sei se alguem ainda ira ler,mais quero falar que estou de volta e agora poderei atualiza-la mais vezes, prometo não sumir novamente pois estou cheia de ideia para esta nova temporada. Espero que alguém ainda leia e comente. Acho que o cap não ficou bom, mais têm muitas coisas nele. Boa leitura.

O lugar era lindo, caminharam de mãos dadas pela areia branca trocando carinhos e beijos, Tom sentia-se completo e feliz como nunca se sentiu no ultimo ano. Quem os olhava de longe parecia um jovem casal apaixonado e feliz, nunca imaginavam que casal diferente eles eram e por tantas coisas já haviam passado. Tom parou e observava Hermione pegar algumas conchas na areia.

-O que foi?- perguntou Hermione quando viu que Tom a olhava, com o olhar perdido.

-Por que? não posso mais olhar minha linda esposa?-perguntou sarcástico com um sorriso lindo a abraçando e beijando seu pescoço.

-Claro que pode, ainda mais se todas as vezes fizer isto- falou Hermione se contorcendo nos braços de Tom.

-E eu sei um lugar melhor ainda para continuarmos — falou para Hermione aparantando com ela nos braços.

Chegaram em uma choupana, era muito simples mais muito confortável.

-Onde estamos?- perguntou Hermione.

-Em meu refugio, ainda na praia – venha.

Tom a pegou no colo e entraram na pequena choupana, Tom a admirava em seus braços como a um cego que via pela primeira vez a luz do sol. A deitou em uma cama de dorcel branca e começou a beija-la intensamente.

Tom sentiu falta do contato de Hermione em sua pele durante aqueles longos e tristes seis meses, e agora se deliciava com cada centímetro dela. Hermione estava amando cada toque e beijo de Tom, porem algo em seu corpo reagia como se a muito meses não fosse tocada daquela maneira, resolveu deixa esta sensação para pensar depois e curtir cada minuto, cada toque e cada beijo, cada suspiro e gemido daquele momento. E se entregou a Tom de corpo e mente, o único a quem ela verdadeiramente amava como mulher.

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Hermione se movia languidamente sobre os lenços de cetim negros... A língua de Tom passeava por todo o seu corpo, e seu sexo latejava implorando pelo toque dele. A língua dele encontrou sua umidade latejante com determinação, ele a lambeu com vontade, fazendo-a estremecer. Tom se movia de cima para baixo vagarosamente, por vezes prendia o clitóris entre os lábios e o chupava com força, fazendo-a gritar de prazer. Tom simplesmente adorava vê-la assim: louca, entregue a ele.





Usou os dedos para abrir ainda mais a feminilidade dela e mergulhou a língua dentro dela o máximo que pode. Embriagou-se em seu sabor feminino... Especial. Por vezes, fazia caricias suaves e superficiais, com beijos ternos e sensuais. Outras vezes, as caricias eram profundas, indecentes, obscenas e faziam com que ela delirasse. Usando as mãos e os lábios, foi assim que ele a levou à loucura.


Tom olhou para cima e pode ver o corpo dela se debatendo sobre a cama. Ela o olhava fixamente, atenta aos movimentos dele. Seus seios firmes subiam e desciam em movimentos libidinosos pela respiração ofegante que ela tentava, a todo custo, controlar. Passaram muitos minutos naquela tortura, até que ela tombou o pescoço para trás e gemeu longamente, empurrando seu quadril de encontro aos lábios dele. E Tom soube que ela estava em seu limite.


O orgasmo para ela veio violento! Único! E, antes que ela pudesse se recompor do grito de puro êxtase, a língua dele invadiu a sua boca, correspondendo ao beijo com total fervor ao sentir o sabor do seu prazer em seus próprios lábios.


Sem que ela pudesse se dar conta, sentiu ser penetrada com violência. Gritou mais uma vez, mas não era um grito de dor. E ele percebeu isso perfeitamente bem, pois se movia com maestria entre as pernas abertas dela. Ela estava agradavelmente receptiva. Hermione demonstrava isso com os olhos e os gemidos, mantendo-o aliviado quanto a não estar machucando-a. Tom apertava os seios dela e sua cintura sem se importar se ficariam marcadas ou não, queria apenas expor seus desejos.


Tom sabia apenas que seu corpo a desejava, e estava pronto para aquilo. Estava duro e, embora sentisse muito prazer, não tinha vontade de gozar... Não ainda! Não sem antes fazê-la desmaiar de prazer.


Colocou uma das pernas dela sobre seu ombro, deixando a outra sobre a cama e as costas dela ainda sobre o colchão. A visão que ele tinha do corpo de Hermione o excitava ainda mais. Quanto mais ele estocava com força, mais ele queria se jogar no calor do interior dela.


Hermione jogava os quadris de encontro ao dele por inúmeras vezes, tentava conter o impacto das investidas dele. Porém, o que conseguia era causar mais prazer em ambos. Prazer este que ela intensificava ao apertá-lo violentamente dentro de si... Quente, firme, forte, como se fosse retê-lo ali, para sempre, no âmago do seu ser.


Segundos? Minutos? Horas? Não poderiam precisar quanto havia se passado. Não quando suas vistas embaralhavam, sem poderem realmente enxergar, pois o que viam às suas frentes era nada mais que mil fagulhas coloridas... Foguetes explodindo envolta dos corpos suados e agora extasiados...

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- Tom temos que ir embora – falou Hermione depois de muitas horas de desejos e prazer nos braços de Tom – temos que pegar as crianças.

-Não Mi só mais um pouco – falou Tom manhoso, passando suas mãos nas costa de Hermione, que estava nua deitada sobre seu peito, a fazendo arrepiar-se.

-Sei se depende de você e seus instintos não saímos daqui tão cedo – falou levantando-se da cama – Vamos seu preguiçoso, quem sabe mais tarde depois das crianças dormirem nós continuamos- falou o beijando sensualmente.

-Hermione Riddler você é muito má- falou quando ela se afastou.

-Aprendi com o melhor – disse sorrindo.

Os dois aparataram em frente a Toca e viram grande movimentação em seu interior.

-Nossa parece que esta cheia – falou Tom mal humorado, apesar de tudo ainda se sentia incomodado quando estava ali – Mais não é novidade.

-Se comporte Tom, e outra não vamos nos demorar – falou.

Tom e Hermione entraram juntos na pequena sala da Toca, que parecia ainda menor pela quantidade de pessoas ali presentes. Todos os Weasley com suas namoradas, noivas ou esposas, estavam ali, e também os filhos.

-Hermione! Tom que bom que chegaram – falou sra. Weasley vindo abraça-los — estávamos esperando vocês para jantarem – disse animada.

-Não precisava se incomoda – falou Tom educadamente – Não pretendíamos ficar para a janta.

-Mais agora vão! – disse Rony irritado – não fiquei quase uma esperando vocês para comer, para depois vocês me falarem que esperei atoa!

-Nossa Rony como sempre você é tão educado – o repreendeu Gina.

-Claro que iremos ficar – falou Hermione – e obrigada pelo convite sra. Weasley.

-Querida você sabe que é da família.

Todos foram para a mesa, que foi colocado nos jardins do fundo da casa as crianças brincavam e comiam e os adultos conversavam. Tom mantinha-se quieto, só respondendo o que perguntavam, mais não era surpresa para ninguém ali, ele sempre agia assim quando estava na Toca. Harry também sentia-se desconfortável, quando Tom estava presente, a ligação dos dois ainda se mantinham. Tom só ficou realmente incomodado quando Hermione falou algo para Gina e Luna.

- Então Tom me falou que estávamos aqui pois eu queria ficar mais próximo de vocês, mais não me lembro disso, acho que quando voltar para E.U.A, vou visitar um médico, acho que ando esqueci muitas coisas, tenho esta impressão.

Todos ficaram imóveis, não sabiam como reagir. Hermione percebeu a mudança de comportamento de seus amigos até que Fred falou em tom divertido.

-Vai mesmo Mi, procura alguns daquele especialista trouxa, começa por conta que você é uma bruxa ele vai te declarar insana antes de um minuto de consulta – todos riram da saída de Fred até mesmo Tom, mais seu coração apertou.

Tom sabia que Hermione não era burra, por ao contrario e se ela percebesse que ele tinha feito? Será que ela o perdoaria. Por mais que Tom não acreditasse, tinha certeza que Hermione não o perdoaria, mais a simples ideia de não à tela em seus braços como naquele dia o enlouquecia.

Terminaram todos de jantar e foram cada um para suas casas. Tom e Hermione levaram os filhos, Mel e Damon, dormiam de tão cansados que estavam. Naquela noite Tom pode desfrutar de uma noite tranquila ao lado de Hermione, como fazia tempo que não acontecia.

Passaram-se cerca de um mês dede de que o feitiço fora feito e neste tempo, Tom e Hermione estava muito felizes, os dois estavam arrumando as coisas para retorna para os E.U.A, naquela mesma tarde, Gina e Luna estava na casa ajudando enquanto Tom observava, Mel, Damon brincarem com Tiago, Lily e Lincon.

Tom estava se divertindo ao observa que Damon e Tiago não se davam bem brigavam e discutiam por causa de qualquer coisa, enquanto Lincon que era o menor do grupo tentava separar em vão a briga, Tom ficou triste ao imaginar Andrew ali com eles, com certeza seria o apaziguador da confusão. Lily e Mel brincavam com as bonecas, as duas faziam as cores dos cabelos da bonecas, e também suas roupas mudarem de tamanho cores e formas, elas se davam muito bem e por mais que Tom não se agradasse sabia que seriam grandes amigas.

De repente Tom se assustou, entre as arvores fora da proteção da casa, Tom viu um vulto preto. No mesmo instante lançou um feitiço escudo nas crianças que mal perceberam e caminhou apressado até onde o vulto estava, Tom pegou a varinha em punho e ia lançar um feitiço no homem encapuzado, quando percebeu que não adiantaria, pois o homem estava com um escudo de magia muito forte em redor dele.

-O que quer?- perguntou Tom frio.

-Nada – falou o outro, Tom não reconheceu a voz, mais sabia que não era estranha, somente os olhos do homem era visíveis, um verde intenso. Mais Tom duvidou muito que aquela fosse sua verdadeira aparência – só vim entregar-lhe uma coisa – disse o encapuzado tirando de dentro do bolso um envelope pardo – pode abrir não há nenhuma magia oculta, é apenas um lembrete.

O homem deixou o envelope cair ao chão enquanto sumia, Tom pegou o envelope, lançou um feitiço de detectar magia negra, e depois de constatar que não havia nada abriu. Seus olhos se arregalaram enquanto via sair do envelope uma corrente idêntica que seus filhos tinha e com a corrente um bilhete.

Se fosse você não ficaria pensando que sua felicidade ira continuar, pois uma grande surpresa lhe aguarda, do mesmo modo que sequestrei e matei um de seus filhos posso fazer isto com os outros e com sua esposa, Riddler você é amaldiçoado e nunca será feliz.

Tom se sentiu fraco não podia passar novamente por aquela situação, mais desta vez estava preparado e não permitiria que acontecesse nada com Hermione e seus filhos, com um forte feitiço destruí o bilhete e a corrente, e entrou para ir embora dali o quanto antes.

Dois anos já tinham se passado desde que Hermione e Tom tinha voltado para os E.U.A, estavam muito contentes e com vários planos, seus filhos Mel e Damon estavam lindos e com seis anos, eles se preparavam para ir a casa de Lucio e Narcisa onde seria a festa de aniversario de seis anos de Agata, a pequena princesa Malfoy. Todos as famílias que vieram com eles para os E.UA. estariam lá, e como padrinhos de Agata eles não podiam faltar.

-Hermione anda — falava Tom do andar de baixo — vamos chegar atrasados e você sabe como a Agata é, tudo têm que ser na hora certa.

-Já vou Tom! – falou Hermione já descendo as escadas.

-Você esta linda – Tom a elogiou quando a viu, Hermione vestia um vestido florido mais discreto, mais que mesmo assim deixava seu corpo com curvas perfeitas.

-Obrigada – disse o olhando – você também esta ótimo – disse o beijando.

-Eca!!! – falou Damon que aparecia na porta lateral – que nojo! vocês dois parem com isso, é nojento – falou como qualquer criança de seis anos.

-Vamos ver se você dirá isto aqui uns dez anos, te garanto que pensara muito ao contrario – falou Tom fazendo Damon sair da porta para passar.

-Papai! – chamou Mel – eu vou poder mudar de ideia também? – perguntou inocente a menina.

-Sim, aqui a uns trinta anos – disse a pegando no colo para poderem sair de casa.

Os quatros aparataram no jardim, Tom com Damon e Hermione com Mel, chegando em seguida nos jardins da mansão Malfoy, onde uma linda decoração os esperavam.

-Mel e Damon não vão andar em nada até as outras crianças chegarem – falou Hermione quando viram os dois indo em direção a um carrossel, com dragões e unicórnios de brinquedo mais que se movimentavam.

Os dois voltaram triste para o lado dos pais e entraram na casa onde foram recebidos por Lucio.

-Que bom que chegaram – falou cumprimentando Hermione e Tom.

-Oi padrinho – falou Damon.

-Como vai Damon, vejo que cresceu bastante – disse bagunçando o cabelo do menino que não gostou muito.

-Vejo que o senhor ficou mais gordo – disse Damon.

-Damon!! – brigou Hermione – não fale assim com seu padrinho!-Lucio e Tom riram – sabia que Damon era assim, e eles se agradavam, tinha sangue sonserinos nas veias – onde esta Narcisa?

-Acabando de arrumar Agata.

-Vou até lá para ver se precisa de ajuda, vocês vêem — perguntou para Mel e Damon, que a seguiram prontamente.

Assim que Tom viu que Hermione saiu, Tom falou para Lucio.

-Recebi outra carta, alguma novidade de quem as manda?- perguntou.

-Não – disse Lucio com a voz séria – Draco investiga todas para ver se detecta alguma coisa nelas, e sei que ele também esta a procurar de algum començal que pode ter vindo para cá, mais ainda nada.

-Entendo, pede para que ele continue – falou Tom, mais como uma ordem do que um pedido – já fazem dois anos, mais tenho a intuição que quem quer que seja não esta brincando. Não quero nem pensar se ele resolver agir conforme ele diz na carta.

-Tenho para mim que não ira fazer nada – disse Lucio.

-Não esta pessoa é esperta e astuto, assim como eu – falou Tom – tenho certeza que só esta aguardando o tempo certo.

Tom e Lucio mudaram de assunto, pois Hermione e Narcisa desciam, Tom achou melhor esquecer aquele assunto naquele dia, aproveitaria ao máximo a companhia de seus amigos e família, mal sabia ele que os momentos felizes logo terminariam.

Notas finais
Espero comentarios, bons ou ruins.