Uma Segunda Chance para Viver II
16 Capítulo 18 - Encontros
Notas iniciais
Tom olhou para Narcisa como se não acreditasse no que estava ouvindo, como assim a sua Hermione namorando?! Era impossível ela o amava, ela nunca que se entregaria á outro se não fosse ele.
-Como assim Narcisa?- perguntou um Tom visivelmente chocado.
-Namorando, Tom. Ágata me falou que o conheceu no desembarque, e que ele é “bonito, atraente e que tia Hermione continua com um ótimo gosto para homens” palavras de minha querida filha.
-Como Ágata sabe o que é um “ótimo gosto para homens?” perguntou Lucio, raivoso.
-Ah! Lucio, por favor, sua filha é uma adolescente não mais um bebê – respondeu Narcisa em deboche, deixando um Lucio vermelho de raiva.
-Não pode ser verdade, minha Hermione não namoraria outro – falou Tom em um sussurro.
-Porque não Tom? – falou Narcisa – Hermione é linda, inteligente, nova e uma mulher muito atraente, e outra acho que esta mais que na hora dela seguir em frente sim!-concluiu.
-Narcisa! – repreendeu Lucio.
-Narcisa , não Lucio. Tom tem que saber a pessoa que ele esta perdendo, Hermione sofreu muito quando Tom sumiu, ela criou e se ergueu sozinha, ela esperou Tom durante seis anos, mesmo não sabendo onde ele estava. Esta certo que ele não sumiu porque quis, mais ela não sabe disso e mesmo assim o esperou, agora você acha certo ela perde a vida dela o aguardando?
Lucio não respondeu, não sabia o que responder, Hermione merecia ser feliz, disto ele não duvidava, olhou para Tom, ele estava pensativo e cabisbaixo, sábia que ele estava tomando alguma decisão. Tom de repente se levanta.
-Logo eu volto – falando isso saiu para os jardins e desaparatou.
Tom andou pela rua, conhecia Hermione bem o suficiente para saber que teria feitiços de proteção próximos a sua casa, então resolveu aparatar a pelo menos três quilômetros de distancia. O bairro era sossegado, com casas simples mais bonitas, as ruas eram arborizadas e limpas, e tinha uma praça bem no meio dele, com brinquedos para as crianças.
Tom estava nervoso mais ao mesmo tempo feliz, pois iria ver Hermione finalmente, não sabia o que falaria para ela, ou como chegaria depois de seis anos. Tocaria a companhia? Compraria flores? Ou simplesmente voltava embora? Não sabia o que fazer, tinha a certeza de uma coisa, não queria perdê-la, e isso ele não ira deixar acontecer.
Tom localizou a casa, quase no fim da rua, pintada de branca com as janelas azuis, era bonita e simples, perfeita assim com Hermione. Era agora, ele tinha chegado, mais o que fazer a partir dali? Não sabia como voltar, não sabia o que dizer e tinha certeza que quando Hermione o visse a ultima coisa que ela faria era abraçá-lo e beijá-lo, primeiramente ela com certeza lançaria muitas azarações e talvez até um crucio.
Tom atravessou a rua era um pequeno parque que tinha em frente a casa, sentou-se em um banquinho e ficou a pensar em suas opções.
Estava um dia frio, não nevava, mais o gelo cobria boa parte do chão, talvez por isso o parque das crianças estivesse vazio. Tom não soube quanto tempo ficou ali, mais foi despertado por uma garotinha que corria para o parque com uma bola em baixo do braço.
-Íris fica só ai em frente! – falava Hermione da porta da frente – daqui a pouco eu vou ai ficar com você.
Íris atravessou a rua enquanto Hermione entrava na casa, Tom olhou encantado sua filha que nunca chegou a conhecer, ela era uma mini cópia de Hermione, olhos avelã, cabelos castanhos, a pele era mais morena. Ela lembrava muito seu outro irmão Andrew. Tom ficou olhando a menina, ela não tinha o visto ali sentado, jogou a bola para o lado e se jogou no balanço.
A menina era pequena para se balançar sozinha, os pés não alcançava no chão, Tom viu sua fisionomia ficar triste, enquanto ela descia do balanço.
Não agüentou foi até ela.
-Oi – disse chegando próximo a menina.
Íris olhou para Tom com curiosidade e medo, não respondeu nada só ficou o observando.
-Você precisa de ajuda?- disse gentilmente – eu posso te balançar – ofereceu-lhe.
Íris olhou para ele, ainda com uma impressão de desconfiança.
-Não precisa, obrigada. Eu vou brincar com minha bola – respondeu saindo do balanço e indo pegar a bola.
Tom sentou-se no balanço que Íris estava, e a menina ficou a alguns passos de distancia dele.
-é ruim brincar sozinha, não é? – perguntou Tom.
-é – respondeu Íris, sem muita atenção.
-Você é tímida ou esta com medo? – perguntou Tom.
Íris olhou para ele como se perguntando se Tom era digno de sua confiança, Tom observou as sobrancelhas dela se apertarem, e ela morder o canto da boca assim como Hermione fazia quando estava concentrada em alguma coisa.
-não sou tímida, simplesmente não converso com estranhos, e não estou com medo de você.
-De quem você esta com medo então?- perguntou Tom curioso.
-Não é medo é mais um receio – falou – que minha mãe chegue aqui e me veja conversando com você, ela iria brigar comigo por ter desobedecido e me colocaria para dentro, coisa que eu não quero, pois meus irmãos esta com os amigos e eles não estão me dando atenção, ai eu tenho que ficar ouvindo, o Damon falando quanto a Lily e insuportável apesar de saber que ele gosta dela. A Mel falando quanto os meninos são imaturos, e a Ágata e a Yasmin suspirando pelo o Thiago, mesmo que depois eles comecem a brigar....
Tom estava surpreso, nossa era muita informação para sua cabeça e ele se pegou perguntando se Íris tinha um botão de liga e desliga, mais a garota não se intimidou com o olhar de espanto de Tom e continuou falando.
-Eu queria ter ido para a casa do Tio Harry e da Tia Gina, ficar com o Alvo, mais não me deixaram, porque o jantar de Natal seria na minha casa e não teria sentindo ir para lá, o que eu sei não é? Eu sou apenas um a criança. Mais não sou criança o bastante para ficar em meio a adolescente com hormônios a flor da pele? Você sabia que neste momento tem exatamente tem oito adolescentes em minha casa? Não sei como minha mãe agüenta, apesar de que ela esta muito ocupada preparando o jantar, ela esta empolgada porque o namorado dela vem para nossa casa hoje – disse a menina, agora sentada no balanço ao lado de Tom que continuava prestar atenção em Íris, como se fosse a coisa mais interessante do mundo — ele nunca veio aqui com meus irmãos em casa, Damon ficou possesso quando soube que minha mãe estava namorando – Tom sorriu com esta noticia – e na verdade acho que ele vai aprontar alguma no jantar, ele esta muito quieto – falou pensativa – mais acho que o Aleff não merece ele é super legal, toda vez que ele vem ver a mamãe ele traz algo para mim, e as vezes ele me traz aqui no parquinho e fica me balançando.
-Você gosta dele?- Tom perguntou.
-Gosto – respondeu mais logo ficou pensativa – tipo eu não conheci meu pai, e acho que se eu o tivesse conhecido seria mais o menos do mesmo jeito que o Aleff é. Meus irmãos falam que nosso pai, gostava de brincar com nós e nos ensinava a fazer mágica e Aleff é assim....
Tom percebeu o quanto estava perdendo a família, ficou muito triste em não poder fazer parte dela.
-Seu pai morreu?
-Não sei, minha mãe não fala, ela só diz que ele não vai voltar, eu não pergunto aprendi que não devo pergunta sobre ele, ela fica muito triste, muitas vezes ela ainda chora por ele – falou tristonha.
Tom deu a volta no balanço e começou a balançar a menina que logo abriu um singelo sorriso.
-Você me lembra ele – falou ela ainda balançando.
-Você não disse que não o conheceu? – disse curioso.
-Mais já o vi, em uma foto, tenho ela ao lado da minha cama. Esta ele e minha mãe, ele a olhava com tanto carinho, minha mãe falou que foi tirada na Toca em uns dos Natais, sem que eles notassem, acho que foi o tio Harry que tirou- falou pensativa – minha mãe falou que ele nunca se permitiria tirar uma foto com aquele olhar, normalmente ele era muito sério...
Tom sorriu lembrou-se de que foto sua pequena falava, ele não gostou dela pois ele ficou com cara de bobo apaixonado, olhava para Hermione como se ela fosse um raio de sol em um dia chuvoso. Sorriu. Ela era um raio de sol em um dia chuvoso.
-Eu me pareço com ele?
-Um pouco, você tem os mesmo olhos, mais os cabelos estam mais comprido e você esta com uma aparência mais velha e cansada, como se tivesse sofrido muito.
-Você é muito perspicaz e inteligente – elogiou.
-é eu sei – disse sem modéstia,Tom riu, parecia com ele.
Ouvira um barulho vindo da casa de Hermione, Tom logo foi para frente do balanço.
-Foi um prazer conhecer você Íris, agora eu vou embora – disse. A menina ficou com a fisionomia triste – mais antes posso te pedir uma coisa?
-Sim.
-Posso te dar um abraço?
-Pode – disse com simplicidade.
Tom foi até a filha e a abraçou, ela era realmente uma criança adorável, e tinha os cabelos da mesma textura de Hermione. Sentiu-se feliz como a muito anos não se sentia, ouviram a porta da casa de Hermione se fechando e Tom , deu em beijo na testa de Íris.
-Thau, minha pequena. Cuida-se – e desaparatou.
Em menos de um minuto Hermione apareceu no parque.
-Oi princesa, que carinha é esta — disse assim que viu a filha com a fisionomia triste.
-Não é nada, mãe quero voltar para dentro.
- Mas você insistiu tanto para vim aqui fora, aconteceu alguma coisa – perguntou Hermione abaixando-se na altura da menina.
-Não – falou pegando sua bola e indo para sua casa.
Hermione a acompanhou preocupada não era costume de Íris ficar triste.
-Íris, meu amor vai tomar um banho a mamãe, vai te levar um chocolate quente assim que sair do banho – falou com carinho para a casula.
A menina foi fazer o que a mãe mandou, enquanto Hermione foi para a sala de Tv ver os que as outras crianças faziam.
-Oi quem vai querer chocolate quente?- perguntou.
Todos responderam que sim sem olhá-la de tão entretidos que estavam assistindo um filme de terror. Hermione preparou os chocolates com algumas bolachas em uma bandeja e colocou para que eles pegassem na sala de Tv e depois fez o mesmo para levar para o quarto de Íris.
Quando Hermione entrou viu Íris sentada em sua cama com o seu roube rosa, a menina olhava concentrada o porta retrato de seu pai. Hermione chegou muito lentamente para não assustar a pequena.
-Iris, meu amor – falou bem suave – Íris não respondeu e continuou a olhar o porta retrato, Hermione se sentiu péssima, não gostava de ver a filha tão triste como sua pequena estava – Íris meu amor você esta bem? – perguntou novamente fazendo a menina olhá-la pela primeira vez e perceber que lagrimas rolavam de seus lidos olhinhos em seu rosto de anjo – meu amor o que esta acontecendo? – perguntou Hermione agora preocupada.
Íris se lançou nos braços dela, a segurando firme.
-Ai mamãe, acho que estou ficando louca – disse agarrada a seu pescoço.
Hermione abraçou a filha e a deixou chorar, quando a menina se acalmou Hermione voltou a questioná-la.
-Você quer conta para a mamãe o que aconteceu? Tem alguma coisa a ver com o seu pai?
Íris esperou alguns minutos para responder.
-Mamãe você já sentiu tanta falta de alguém que pensou que estava a ouvindo, ou a vendo mesmo que soubesse que seria impossível?
Hermione parou e pensou um momento, e para a sua surpresa a resposta foi sim. Quantas vezes pensava ver Tom no rosto de outro, ou a ouvi-lo sussurrar “minha senhora” nas noites insônias que passava desde que ele partiu. Entendia bem o que sua filha estava passando.
-Claro meu bem isso acontece quando sentimos muita a falta de uma pessoa que amamos, mais porque? Você esta sentindo tanta a falta de seu pai assim?
-Não mãe, eu não sei bem. Eu não conheci meu pai, mais hoje aconteceu algo de diferente – falou tímida — enquanto estava no parque, conversei com um homem que era muito parecido com meu pai, não só na aparência mais também o modo como acho que ele seria, sabe de tanto meus irmãos falarem?
-Sei, mais o que este homem te falou – perguntou com medo.
Íris contou a conversa que teve com Tom e depois da menina ter falado tudo do que se lembrava Hermione resolveu fazer algo.
-Iris você sabe que somos bruxos certo?-
-Claro mamãe – falou como se fosse a coisa mais idiota que Hermione um dia falou.
-Então nós bruxos temos meios de ver algumas lembranças na mente de uma outra pessoa.
-Sério?! – disse a menina curiosa e exitada – eu posso fazer isso?
-Não, só quando for bem mais velha – disse Hermione calmamente – mais quero muito que você deixe a mamãe usar este feitiço em você para que eu possa ver o que realmente aconteceu e quem era essa pessoa, posso?
-Vai doer? – perguntou com medo.
-Claro que não! Até parece que se fosse causar alguma dor em você eu o usaria.
-O que eu tenho que fazer?
-Basta pensar em sua tarde e na conversa que teve com esta pessoa.
-Certo – a menina sentou-se em frente com a mãe com rosto concentrado, Hermione riu da semelhança dela com a filha, esperou alguns segundos e pronuncio.
-Leglimencia!
Hermione pode ver o momento que Tom se aproximou da filha e toda a conversa com Íris, ele a balançando com um sorriso que lhe escapava da boca, o abraço que envolveu Íris e o momento em que ele partiu.
Hermione saiu da mente da menina e percebeu a expectativa no rosto da filha, como também notou que lagrimas banhava o seu próprio.
-Mãe era mesmo meu pai?- perguntou ansiosa – era ele? Ele voltou?
Notas finais
O que vcs acham que a Hermione deve fazer?
Ir atras de Tom? Dispensar o Allef? Simplesmente esquecer que Tom deu sinal de vida já que ele não a procurou? Continuar como se o fato dele aparecer para a filha nunca tivesse acontecido?
E o que Tom deve fazer agora?
Aparecer para a ceia de Natal? Continuar com seue planos e spo voltar para Hermione quande destruir Klaus?
E ai? Gente sério preciso de ajuda se não eu travo novamente e demoro para postar por falta de sugestões, por favor me ajude. Help!!!Aguardo ansiosa respostas!!!
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