Uma Segunda Chance para Viver II
14 Capítulo 16 - Ele voltou?
Notas iniciais
Ele voltou?
Hermione abria os olhos lentamente, sentiu que estava deitada em uma cama macia, era a sua. Seus olhos demoraram para criar o foco, mais quando aberto percebeu que estava tudo escuro. O que havia acontecido com ela, tentava se lembrar. Lembrou-se que estava conversando com Gina, quando uma forte sensação de raiva e uma magia muito forte a atingiu, depois não se lembrava mais de nada. Hermione fechou os olhos novamente se concentrando, ela podia sentir algo diferente, mais não sabia ao certo o que era, só que não pertencia a ela.
Seria possível depois de tantos anos ela sentir os poderes e as emoções de Tom? Hermione deu um pequeno sorriso, concentrou-se mais e sentiu uma alegria, não era dela, isto tinha certeza, pois este sentimento nunca mais fez parte de sua vida, não depois que Tom se foi. Hermione sabia que Tom sempre foi muito bom em guarda seus sentimentos dela, mais ela tinha certeza que algo lhe aconteceu, algo bom ou ruim? Não sabia. Hermione sentou-se na cama ainda se sentindo fraca, mas antes que tentasse se levantar Gina entrou no quarto com uma bandeja de comida.
-Nem pense em levantar Mi – falou já indo em direção a cama.
-Gina o que aconteceu?- perguntou deixando-se empurrar para cama novamente.
-Não sabemos direito, estávamos conversando quando você começou a tremer, ai depois você desmaio. Eu e Luna tentamos te acorda mais você não voltava, chamamos um medi- bruxo, pois ficamos com medo de te levar até o Sant Mung,ele veio e falou que era um coma magico, causado por uma forte emoção. Não entendemos muito, mais ele garantiu que você não demoraria a acorda.
-Quanto tempo fiquei apagada?
-Umas 13 horas – respondeu Gina levando até Hermione um prato de sopa.
-Nossa – respondeu — cade a Isis? – perguntou preocupada.
-Na casa da Luna, achamos melhor ela ficar lá com a Liane.
-é melhor mesmo.
As duas ficaram em silencio, enquanto Hermione comia, Gina olhava para a amiga, Hermione sabia o que ela iria pergunta e sabia que ela não queria responder, mais que precisava, acabou de tomar a sopa, Gina pegou o prato levou até a mesa e sentou-se na beira da cama.
-Esta se sentindo melhor? – perguntou preocupada.
-Sim, agora bem melhor – as duas ficaram em silencio e Hermione falou – eu sei Gina que você quer pergunta alguma coisa.
-Eu quero, mais estou esperando para ver se você quer responder – disse sorrindo para amiga. Hermione retribuiu, Gina era curiosa mais sabia da espaço quando o assunto era delicado.
-Eu não sei bem o que aconteceu comigo – disse tentando ser sincera.
-Eu e a Luna conversamos enquanto você dormia – disse para Hermione – nós achamos a mesma coisa – ela disse com calma. – e eu acho que você já deve ter uma noção do que seja.
-É eu também pensei nisso, mais depois de tanto tempo?- falou Hermione triste mais Gina pode ver uma luz em seus olhos.
-Realmente seria estranho mais tem uma coisa mais estranha ainda, você antes de desmaiar ficou muito irada, muito mesmo, seus olhos chegaram a ficar vermelho. Eu e a Luna ficamos com medo – Hermione assustou-se ao ouvir aquilo – não fica assim, não ficamos com medo de você, mais você não parecia você, nunca te vi daquela maneira Mi. Tenho certeza que você seria capaz de matar.
Hermione ficou cabisbaixa, não era ela mais sabia quem era, e isso a entristeceu. Sera que Tom estava fazendo algo tão ruim assim? Sera que no fim seus amigos tinham razão, Tom nunca desistiu de ser quem era e resolveu continuar mal?
-Me desculpe Gina – falou envergonhada.
-Sabemos que não era suas emoções Mi.
-Mas porque agora Gina? Porque agora que resolvi seguir em frente acontece isso?
-Você acabou de responder sua pergunta. Agora você resolveu esquece-lo, resolveu seguir em frente e é por isso que ele ficou bravo. Medo de te perder para outro.
-SE for assim como ele sabe? Uma coisa eu falo Gina, se Tom estivesse este tempo todo perto me espionando e nem se deu o trabalho de se preocupar com os filhos, que ele fique onde estava pois eu não vou perdoa-lo – respondeu Hermione irritada.
-Temos que esperar, mais você se sente melhor?
-Sim. Só estou me sentindo um pouco fraca, e não estou sentindo mais nada dele – falou referindo-se a Tom.
-Não pense nisso agora Mi, descanse. Eu vou para a casa ver meu pequeno e o Harry que ficou muito preocupado com você.
-Eu só dou trabalho, não sei o que faria se não tivesse vocês – falou sorrindo para a amiga.
-Nós que não saberíamos.
Do outro lado do mundo em uma mansão muito bonita, Lucio e Narcisa conversavam sobre a carta que a filha Ágata tinha enviado.
-Não gosto da maneira que ela fala deste garoto Narcisa – falou Lucio irritado.
-Lucio, meu bem não seja ciumento. Nossa filha é linda e é natural que os garotos olhem para ela e a elogie, mesmo ela ainda sendo muito nova.
-É isso que não gosto ela é nova demais e estes “garotos” são mais velhos.
-Lucio você não confia na educação que demos para nossa filha? E outra ela esta cercada de pessoas que cuidam dela. Principalmente o menino Tiago Potter – falou com um sorriso de zombaria.
-Nem brinque com estas coisa Narcisa – disse Lucio ainda mais bravo e com um vermelho que a mulher sabia que não era bom mexer.
-Tudo bem o pior cego é aquele que não quer ver – disse ainda com os sorriso nos lábios, foi quando ouviu um barulho de desaparatar e ambos foram para o hall de entrada.
Era poucas pessoas que podiam desaparatar dentro da residência, somente Draco, Snape e as esposas de ambos, antes Tom e Hermione, mais agora tinha certeza que não era nenhum deles. Mais para choque de ambos quem estava na frente deles era Tom. Em pé com a postura de um príncipe, cabelos curtos e negros como a noite, com o corpo ainda mais definido e seus olhos azuis que destacava em sua pele pálida. Tinha no rosto a expressão séria mais pode se notar o brilho de alegria quando viu os amigos.
-Nossa não pensei que estava tão mal – disse com o tom de voz descontraído.
Lucio e Narcisa nada responderam, ainda estavam em choque.
-Lucio, Narcisa sou eu Tom Ridller, antigamente Lord Vordemont, casado com a nascida-trouxa Hermione Jane Granger, pais de Artemis Merope Riddler, ou Mel, Damon Ian Riddler e o meu falecido filho Andrew Servollo Riddler – disse com uma nota de tristeza na voz – Por favor gente eu sei que sou pálido mais não pareço uma assombração — falou por fim entrando na casa passando por Lucio e Narcisa.
-Tom? É você mesmo?- perguntou Lucio meio em choque.
-Claro que sou eu Lucio, isto esta ficando irritadiço- falou sentando-se em uma poltrona na sala de visita.
-Tom, meu Merlim!!! O que aconteceu com você? Onde estava este tempo todo? Cade a Hermione?- Narcisa perguntou tudo de uma vez.
-Calma Narcisa — disse Tom enquanto a mulher sentava-se ao lado de Lucio no sofá a frente. –contarei tudo de uma única vez, só peço por favor que não contem a Hermione que voltei isto é muito importante ela não pode saber , não por enquanto. E claro que se não for incomodo gostaria de fazer uma reunião com algumas pessoas – falou Tom de uma maneira firme que Lucio lembrou de quando Tom era Voldermont.
-Não será incomodo nenhum – respondeu Lucio – quem seria as pessoas.
-Snape, Draco, Nott, Parkison e Zambine .
-Certo já irei mandar as corujas para que horas Mi....Tom – falou Lucio quase chamando Tom de Milord.
-Qual horaro que não te incomodaria Narcisa? – perguntou para a mulher.
-Depois do nosso jantar, lá pelas 21:00 horas – disse receosa.
- Lucio não diga que estou aqui , só diga que venham e que é urgente.
-Claro.
As 21:00 todos estavam na no escritório de Lucio, inclusive suas esposas. Tom entrou todos tiveram a mesma reação que Lucio e Narcisa tiveram e também varias perguntas. Tom falou tudo que aconteceu desde do momento que desaparatou atrás dos filhos e o motivo de não ter voltado. Só ocultou que via Hermione e os filhos no espelho e o motivo de conseguir só agora. Seria humilhante admitir que sua magia voltou por ciúme e medo de perde Hermione. Agora ele falava do verdadeiro motivo da reunião.
-Na verdade consegui escapar da minha prisão a duas semanas, eu estava buscando informação sobre Klaus, e descubri algumas uteis e interresantes, agora eu quero que me ajude a destruí-lo. – todos se olharam, viram ali o velho líder deles, um homem frio e estrategista e com um ódio e sede de vingança grandes.
-Claro que nenhum de vocês tem obrigação de aceitar, sei que vocês já se deram muito a causas que em épocas passadas achava corretas mais hoje são vergonhosas, mais quero lembrar que esta causa sim é nobre, não por mim. Não para que eu possa ficar tranquilo novamente, pois sei que isso só ocorrera quando Klaus for destruído, enquanto ele viver ele terá a sede de vingança. Mais uma vez falo, não só por mim e minha família, mais pelas de vocês também, pois foi este monstro que sequestrou nossos filhos ainda pequenos e incentes. A única coisa que quero é destruilo.
Tom acabou de dizer com tamanha fúria que seus olhos ficaram vermelhos, o que estavam ali na sala, sentiram o medo novamente igual quando tinham de Voldermont. Snape foi o primeiro a falar.
-Qual seria o plano?
Tom sorriu para o agora sim amigo.
-Descobri que Klaus esta vivendo em uma pequena cidade russa chamada Gltzvk, nesta cidade ele criou uma grande base com vários seguidores, incluindo alguns comensais da morte antigos, como Belatrix, Plinio, e outros. São fortes e bem treinados, mais a um ponto fraco, todos temos só nos basta descobri.
-Como faríamos isso?- perguntou Draco.
-Preciso de espiões, pelo menos dois por mim eu iria mais Klaus me descobriria na hora, preciso de pessoas que ele não conhece.
-Porque não chamamos ajudo de Potter e Weasley, ou dos aurores?- perguntou Nott.
-Simples, eu não quero prende-los eu os quero morto! Eles são bons de mais e não nos deixar usar métodos digamos menos ortodoxios para chegar ao nosso objetivos.
-Porque não quer que Hermione e os outros sabem que voltou – perguntou Janice Snape.
-Ela me faria mudar de ideia, não quero arriscar.
Os que estavam presentes olharam um para o outro e Lucio tomou a palavra.
-Pode contar com nós.
-Eu sei que eu posso – disse com cinismo.
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