Uma Segunda Chance
6 Ao Seu Lado Sou Feliz
Logo chegaram a casa dela e Armando ficou satisfeito ao constatar que vinte minutos antes do “toque de recolher” de Seu Hermes. Acordou Betty com cuidado, que havia adormecido, avisando que já haviam chegado.
Deixou a amada na porta de casa e cumprimentou dona Júlia e seu Hermes, perguntando a que horas deveria chegar lá no dia seguinte. O sogro respondeu que a missa era às oito e meia da manhã e que ele deveria estar lá às oito ou às sete e meia se fosse tomar café, então, dona Júlia insistiu que chegasse às sete e meia para tomar café com eles.
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No dia seguinte, Armando acordou feliz por passar o dia todo com sua Betty. Lembrava como era sobreviver aos dias sem ela e não queria voltar a isso nunca na vida.
Tomou seu banho, fez a barba, passou a colônia e vestiu um terno cinza e uma camisa branca, mas sem gravata, afinal iriam visitar as tias de Betty.
Chegou a casa dos Pinzón às sete e vinte e cinco e tocou a porta. Sorriu ao ver que Betty é quem atendeu. Estava linda, com seu vestido rodado rosa claro, com decote canoa e o cardigã bege, usava os cabelos meio presos e escovados.
Ela também o admirava, pois estava tão lindo como sempre. Entraram e Armando cumprimentou seu Hermes, que descia as escadas, e em seguida dona Júlia que terminava de colocar a mesa.
Tomaram o café da manhã e foram a igreja. Todos ficaram admirados com a nova aparência de Betty e também com aquele que seu Hermes apresentou orgulhoso como seu genro.
Armando era todo sorrisos, pois estava satisfeito que o sogro o apresentasse com tanto orgulho.
Após o término da missa, eles foram para a casa das tias Pinzón. Os sogros iam no carro novo de seu Hermes e Betty seguiu com Armando em seu carro.
Passaram o dia na casa das tias de Beatriz, que eram muito simpáticas e divertidas. Elas estavam muito animadas em constatar como a sobrinha querida estava bonita e também por ver que ela estava namorando um moço tão atraente, educado e simpático.
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No fim do dia, retornaram para a casa de Betty e dona Júlia fez questão que Armando ficasse para comer com eles.
Dessa vez, a sogra preparou quitutes e serviu com whisky, ao invés do tradicional jantar.
Nicolas, como se adivinhasse, chegou na hora que dona Júlia serviu os salgadinhos na sala.
Armando já havia entendido e constatado que Nicolas era como da família e que era tratado como um filho pelos sogros e como um irmão pela sua amada Betty. Passou a tratá-lo como cunhado e se divertia com suas brincadeiras.
Havia sido combinado que Nicolas se apresentaria ao trabalho de gerente, assim que Armando fosse nomeado presidente, caso fosse mesmo nomeado, é claro.
Antes de ir para seu apartamento, Combinou de chegarem cedo na Ecomoda no dia seguinte e ficou de passar cedinho para buscá-la.
— Meu amor, antes de ir, quero agradecer pelo lindo domingo. – Disse a abraçando, encostado no carro. – Ao seu lado sou feliz como nunca imaginei ser na vida. Sou tão grato por tê-la em minha vida. Eu te amo, Beatriz.
— Eu também te amo, Armando. Muito. – Disse emocionada. – Eu nunca fui tão feliz. Você me faz a mulher mais feliz do mundo, meu amor.
Eles se despediram com um beijo doce.
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