Notas iniciais
Eu sei, to postando capitulos rapido demais...mas como ja disse, faz um bom tempo que nao escrevo, por isso me empolguei um pouco (DDD)
Mas esta ai mais um capitulo, só nao espero decepcionar vocês, ja que nesse nao tem hentai =/

Espero que vocês gostem!!

Três semanas tinham se passado dês do “grande desastre”, Ikki passou a morar com um amigo dele que por sua vez morava sozinho, e tivera sido proibido de encontrar Ryu.

Como sempre Ikki esta no quarto de hospedes, deitado na cama e olhando para fora da janela, aonde esta uma grande e linda lua. Mas isso não acalmava seu coração, ele queria estar com sua amada, mas era impossível, pois dês daquele dia, os pais dela mudaram-na de colégio, e para piorar ela não pode sair para nenhum lugar.

“Ikki, vem jantar cara, já faz uma semana que você não come direito. Como você quer ver a Ryu com essa cara pálida?? “ – O amigo de Ikki falava na porta

“Me desculpa te preocupar Tomoya, eu já estou indo jantar.” – Ikki falou ainda com um olhar profunda e triste.

“Ai ai, faça como quiser, mas não fique pra baixo, tem varias outras garotas pelo mundo.” – Tomoya falava fechando a porta.

“Pode ter varias outras garotas pelo mundo, mas não alguém igual a ela.” – Ikki pensava ainda com um olhar profunda e triste.

Então Ikki recebe uma ligação no celular, com muito má vontade ele pega o celular, mas ao ver o nome atende desesperadamente.

“Ryu, tudo bem com você? Eu tava morrendo de saudades! Conseguiu pegar um celular? Aonde você esta? Não fizeram nada com você? Onde você esta estudando? – Ikki fala tão desesperadamente, que sem perceber lagrimas começaram a cair de seus olhos.

“Ikki, eu estou bem sim, mas não posso falar muito, consegui pegar meu celular escondido dos meus pais, por isso vou falar rápido. Ikki, não consigo mais parar de pensar em você, estou morrendo de saudades, meu pai me proibiu de te ver e de eu sair de casa.” – Ryu respirou mais um pouco. – “Ikki por favor venha me buscar, eu não agüento mais ficar aqui...sem poder te ver, sem poder falar com você, sendo vigiada quase 24 horas. Meus pegaram pesados com isso.

O rapaz respirou fundo.

“Tudo bem, eu tenho um plano... Não se preocupe, eu irei te salvar...” – Ikki falou com uma voz seria.

“Mas como??” – Ryu perguntou curiosa.

“Não se preocupe, eu cuidarei de tudo.” – Ikki falou tentando confortar Ryu.

“Me desculpa Ikki, mas meu pai ta vindo preciso desligar. Beijos” – Ryu assim que terminou desligou.

O rapaz apenas conseguiu gritar Ryu, antes dela desligar. Ikki abaixou a cabeça por um instante. “O que eu estou fazendo?” “Como vou conseguir salvar a Ryu e deixar nos dois felizes” “Mesmo tendo falado aquilo, eu não faço idéia de como fazer isso”, esses eram os pensamentos de Ikki, ate alguém tocar a campainha.

“Quem será a essa hora?” – Tomoya ia atender a porta.

Ao abri-la ele arregala os olhos, e chama por Ikki, que não demorou muito para ver quem era... Era seu avô.

“Ikki, vamos conversar” – O avô de Ikki falou olhando para o Neto com um olhar serio.

“tudo bem.” – Ikki respondeu indo até a porta para dar uma volta com seu avô.

Começaram a andar, um do lado do outro, um silencio muito incomodo estava pairando no ar, mas que logo foi cortado pela voz do avô de Ikki.

“Ikki, fiquei sabendo da historia com seu pai, e queria perguntar. Você ama a Ryu??” – O avô de Ikki falou indo direto ao ponto.

Depois de alguns minutos pensando, o jovem respondeu.

“Amo vovô, amo muito ela!” – Ikki falou.

“Então porque esta aqui parado? Porque não esta lutando por ela?” – O avô de Ikki falou ficando com raiva.

“Você acha é que fácil? Você acha que o meu pai e os pais dela vão deixar? – Ikki perguntou.

“Você é uma decepção Ikki...” – O avô dele falou depois de um longo suspiro. – “Vou te contar uma historia antiga. Quando eu era jovem, eu me apaixonei pela minha prima, como você Ikki, eu sabia que nunca poderias ficar juntos, porque éramos de uma família que cuidava de um templo, ou seja, uma família, digamos que “sagrada”, meus pais nunca iria aceitar isso. Mas por uma viravolta do destino, eu acabei me casando com a minha prima.”

“quer dizer que a vovó era sua prima?” – Ikki perguntou espantado.

“Sim, Bem continuando. Antes de nos casarmos, tivemos que brigar muito com nossos pais, depois com a igreja e por fim com nossos filhos.”

“Como assim?” – o jovem perguntava curioso.

“Quando eu me casei com sua avó, tivemos dois filhos, o seu pai e a mãe de Ryu, sua tia. Quando eles eram crianças, seus amigos e professores descobriram que eles eram fruto de um casamento incestuoso, e naquela época, era um “pecado” isso. Por isso na infância deles, eles foram solitários, fora que viviam brigando comigo e sua avó, pois nos casamos e logo em seguida tivemos eles.”

“Quer dizer que meu pai é fruto de um casamento incestuoso. Então é por isso que ele odeia tanto essa idéia?” – Ikki perguntou.

“Sim, Ele não quer ver seus netos sentirem a mesma coisa que eles sentiram. Mas a culpa foi minha, pois nunca fiquei no lado deles quando precisavam, eu tinha que trabalhar e sua avó, na época estava ficando doente. Ikki a escolha é sua, seguir esse caminho que é difícil, mas não impossível, ou desistir de tudo.” – o velho falou calmo.

“Eu já me decidi, irei seguir esse caminho, não importa os problemas, se acontecer de meus filhos terem que passar pela mesma situação que meu pai passou, eu irei estar ao lado deles, os protegendo, os dando forças.” – Ikki falou olhando para o céu.

“Meu querido neto, nunca se arrependa da sua escolha, nunca se esqueça disso. Bem, eu estava juntando esse dinheiro para viajar, mas acho que você precisa mais que eu. Tome.” – O avô de Ikki falou entregando um envelope para ele.

O rapaz abre, e vê uma quantia enorme de dinheiro.

“Mas vovô ...” – Ikki tentou falar alguma coisa, mas foi interrompido.

“Ikki, não se preocupe, o melhor a se fazer agora é simplesmente estar com a pessoa amada, não importa como você consiga isso, mas espere tudo se acalmar, eu irei conversar com aqueles dois, mas se eles tiverem ainda com algum de vocês dois, vai saber o que eles podem fazer.” – O avô de Ikki falou indo embora.

“Vovô,você...” – Ikki se calou antes de terminar a frase, pois por algum motivo, sentiu que nada que ele falasse iria mudar a idéia que estava na cabeça de seu avô.

Mais duas semanas tinham se passado, Ikki estava com duas passagens prontas e com sua mochila arrumada. “Pronto esta tudo arrumado, só tenho que buscar minha amada.” O jovem pensava nisso enquanto se dirigia para uma floresta nos arredores da cidade.

Ao chegar na tal floresta, viu sua amada parada de baixo de uma arvore.

“Você esta pronto?” – Ikki perguntou.

“Eu estou muito nervosa, meu coração esta a disparada, e meu irmão ainda esta atrás de mim, já que eu fugi dele para vir para cá.” – Ryu falava com a mão no coração

Ikki então a abraça, e no seu ouvido ele fala baixinho.

“Não se preocupe, eu vou estar no seu lado sempre.” – Ikki então se separa do abraço, e da um pequeno selinho em Ryu.

“Baka, não precisa dizer coisas desnecessárias.” – Ryu falava totalmente corada.

O casal então saiu correndo, Ikki estava disfarçado e Ryu usava apenas um chapéu para esconder um pouco o rosto. Mas não foi suficiente, pois quando viraram a esquina para pegar chegar na estação do trem, o irmão de Ryu a achou.

“Ryu, venha comigo agora! A mãe esta furiosa por você ter fugido assim.” – O irmão de Ryu falava na frente dos dois.

“Desculpe-me parceiro, mas ela não vai a lugar algum com você.” – Ikki falou.

Ikki então segurou a mão de Ryu e saiu correndo para o outro lado, o irmão dela os seguiu, masIkki tinha um plano. Ele deu a volta no quarteirão e entrou na estação de trem, por muita sorte, o trem que ele queria pegar estava para sair. O casal entrou e o trem fechou as portas.

Os dois conseguiram fugir, mas ainda estavam na cidade. O trem parou na próxima estação da qual eles tiveram pegado. Saíram correndo e foram em direção ao aeroporto.

“Ikki, você tem as passagens?” – Ryu perguntou preocupada.

“Claro, elas estão no meu bolso.” – Ikki respondeu correndo.

Quando entraram no aeroporto, o centro de informações, deu um aviso.

“O avião MC-357 acaba de chegar à pista. Todos os passageiros vão para o portão 3. Obrigada”

Ikki e Ryu foram para o portão 3, pegaram o avião e foram para o sul do país.

“Ikki, agora podemos relaxar? Podemos nos amar sem ter medo? Podemos ser felizes?” – Ryu perguntava para Ikki enquanto estava abraçada com ele dentro do avião.

“Ryu, já podemos relaxar, sempre teremos medo, mas sem o medo não teríamos coragem de continuar, e não importa onde estivéssemos se estamos juntos sempre seremos felizes.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Eu deveria parar de escrever, pois sou pessimo??
Me mandem review dizendo o que acharam...pois eu to precisando...

Galera os reviews são a gasolina de todos os escritos, por isso.. onegai *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.