Notas iniciais
Oiii! Como vão? Tudo bem? Espero que gostem do capítulo! Boa leitura! (^.^)

Já era por volta das nove horas da manhã. O sol já brilhava forte e os pássaros já cantavam. Mas, no meio de tanto otimismo, ainda havia alguém de rosto fechado: a Srta Megurine. Sim, emburrada com até direito a beiço.

— Megurine-san, vamos, anime-se. — seu colega de trabalho sugeriu.

Ela suspirou:

— Mas já se passaram duas semanas... Nunca fiquei tanto tempo longe da minha pequena lady...

— O que vão querer? – interrompeu a garçonete.

— Dois cappuccinos, por favor. – disse o rapaz.

A moça anotou os pedidos e se retirou.

— Precisava ver como ele é pessoalmente – a rosada continuou – Parece que nem emprego fixo tem...

— Megurine-san, isso já é preconceito.

— Não é não... – murmurou a mulher.

— É sim. – retrucou – Aliás, por que você o chutou daquela vez? Não é só porque você tem aulas de auto defesa que tem que sair chutando todo mundo.

— Mas-

— Aqui estão os seus pedidos. – sorriu a garçonete – Algo mais?

— É isso obrigado. – ele agradeceu e tomou um gole da bebida.

— Kamui-san! Preste atenção!

— Eu estou prestando. – respondeu calmamente – Só estou apreciando um cappuccino.

— Afff! – bufou – Continuando: a culpa foi dele por ter perdido a Rin-chan! – cruzou os braços – Isso é imperdoável!

— Vamos, pare com isso. Beba um pouco e procure se acalmar. – bebeu mais um gole.

— Sabia que essa sua tranquilidade me irrita? – disse Mergurine, tentando se recompor.

— Sim e já me acostumei com isso. – abriu um sorriso divertido.

~***~

— Rin-chan! Já tomou seu café da manhã? – perguntou o loiro, pondo sua máquina de lavar em uso depois de tanto tempo – Rin-chan!

— Já vou! – a voz doce da pequena ressoou na casa.

— O que está fazendo? – perguntou Len indo na direção de sua filha.

— Jogando.

— Ainda?

Shim.

— Nossa. Não cansa não? – olhou por trás da cadeira onde a menina estava sentada, observando seu tablet.

— Não. – a garota nem respondia direito de tão concentrada que estava.

— Vamos, saia daí. Não é saudável.

Mash she eu shai agoa vou pede meush pontosh em “Coida dash Futash”!

— “Corrida das Frutas”? – revirou os olhos e lembrou-se do famoso jogo de “coida”— Ok, já chega. – retirou o aparelho das mãozinhas da pequenina e o desligou.

— Hããã?! – Rin se surpreendeu. Ela tentava alcançar seu precioso tablet mas não conseguia nem pulando.

— Nada disso. – o pôs numa prateleira alta – Você está há muito tempo nisso aqui.

Mash... – choramingou.

— Encerrou. Sabia que no meu tempo não se usava essas coisas? E mesmo assim eu me divertia.

— Não tenho culpa que vochê teve uma infânchia tiste!

— Que parte de que “eu mesmo assim me divertia” você não entendeu?

A loirinha desistiu de pular e desanimou-se.

— Agora, — se agachou e encarou de perto o rostinho redondo e emburrado — o que você acha de ir brincar com as suas pelúcias? – sugeriu.

— Hunf! – Rin saiu pisando forte em direção ao quarto temporário que dormia.

~***~

A hora do almoço chegou e Rin ainda não dirigia uma única palavra ao seu pai.

Len percebendo o rosto ainda emburrado da menina, brincou:

— Rin-chan, por que está tão calada?

Quando a pequena levantou os olhos para encará-lo notou um bigode de molho no rapaz. Consequentemente quis rir, mas lembrou-se que tinha princípios e se manteria de rosto fechado.

— Não vai responder? — com os hashis o loiro pegou um pedaço de carne encoberta de molho e lambuzou mais ainda o seu rosto — Ainda está brava?

Rin tentava disfarçar seu sorriso com todas as suas forças mas não resistiu: caiu na gargalhada.

— Ora o que foi? — Len se fez de inocente.

— O sheu... — ria — O sheu osto...

— O que tem ele?

Eshtá... — ria mais ainda — Todo... Todo shujo...

— Verdade?

Shim...

— Mesmo?

Shimmm...

Então, outra idéia se passou pela a cabeça do Kagamine. Soltou um sorriso divertido e começou:

— Ah, não!

— O que houve? — ela perguntou, se recuperando das risadas.

— Acho que estou me transformando no homem-molho! — E saiu correndo atrás da menina enquanto a mesma correu até o quarto voltando a rir.

Imediatamente a pequenina pegou travesseiros e pelúcias o que foi o início de uma animada batalha.

~***~

Depois de deixarem o quarto uma zona, resolveram assistir televisão. Rin tinha até esquecido de ficar emburrada. E Len tinha esquecido do castigo. Ambos passaram a tarde ali, sentados confortavelmente no sofá.

Notas finais
O que acharam? Gostaram? Sim? Não? Comentem! Beijinhos e até! (^3^)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.