Uma Pequena Esperança

4 Sinto-me livre, Scott!


Notas iniciais
Gente, por favor comentem, favoritem, isso é muito importante para mim! Espero que vocês gostem da nova fic!

Quando eu soube que Gary o meu patrão traía a mulher pela qual eu estava sentindo algo eu só conseguia pensar em uma coisa. Fugir com ela. E enquanto Jimmy me contava o que aconteceu na festa eu não conseguia parar de pensar em Amélia, aquilo era novo para mim. Porque eu outro momento eu jamais me importaria com isso, e agora ela não saí da minha cabeça.

Amélia Sullivan era o tipo de garota que encantava a todos. Mas, não eram todos que a encantavam. E eu de verdade, acho que agora aos meus 26 anos posso me reconstruir porque ela está me concertando aos poucos e como a doce Amélia pode amar um cara como Gary?

Quando Jimmy foi para o jardim e acendeu um cigarro, caminhei até a cozinha e disse a Loren para me ligar caso algo acontecesse com Amélia naquela madrugada, entreguei meu número e me despedi, fechei a porta da sala principal e Jimmy caminhou comigo até a moto. Liguei e fui embora de volta para o meu apartamento, apenas eu e minha moto no meio da rua e o silêncio incontrolável no bairro.

Subi as escadas segurando o capacete e prestes a chegar ao topo vi a porta do meu apartamento entreaberta, retrocedi um passo para trás e inclinei minha cabeça para o lado e procurar alguém, e quando finalmente subi abri lentamente havia uma fita amarela em todo o apartamento até que uma mão pousa em meu ombro me fazendo olhar rapidamente assustado.

— Ei! Calma. — Me alivio ao reconhecer. Era Chelsea, ela sorriu e me abraçou. — Eu não sabia onde você estava. Fiquei tão preocupada.

— O que houve no meu apartamento Chelsea? — A questiono, ela me larga trazendo-me para fora do apartamento e apoia-se na escada olhando para baixo e volta sua atenção à mim que estava ali esperando uma resposta.

— Seu apartamento foi roubado há uma hora... Eu tentei te ligar mas só caia na caixa postal. Eu havia chegado do bar perto das 3 horas e fui tomar banho, quando saí ouvi um barulho, pensei que era você e antes de sair escutei umas vozes e muito barulho e então me aproximei e pelo olho mágico da porta vi um rapaz moreno e alto saindo do seu apartamento com uma bolsa e seu amigo que estava atrás e armado. Eu peguei meu celular e liguei para a polícia.

— E disse como eram os bandidos?

— Disse. Amanhã devo ir à delegacia e fazer um depoimento para prestar queixa.

— Você deve ir?

— Sim! Eu meio que contei que moramos juntos e como você não estava... Está chegando agora do trabalho?

— Sim... É, hoje teve uma festa e eu só queria dormir. Bom, obrigado Chelsea! Eu nem sei como te agradecer.

— Eu sei como. — Ela puxa meu casaco para dentro de seu apartamento e fecha a porta beijando minha boca e estava ofegante, estava realmente muito cansado coloquei minhas mãos em seus braços e enfim, meu celular tocou ela recuou para trás e foi até sua cozinha servir-se de um copo d'água.

— Alô? — Pergunto e era um número desconhecido.

— Scott? É a Loren.

— Loren! Oi, algum problema?

— Desculpe incomoda-lo, mas pediu que eu ligasse se houvesse um problema com Amélia!

— O que foi, ela está bem? — Chelsea me olha e continua tomando sua água.

— Não. Ela se trancou em seu quarto e começou a chorar fiquei com medo que o senhor Gary acordasse e ela não quer abrir para mim, estou nervosa e não sei o que fazer. Tem como você voltar?

— Sim, eu vou agora mesmo. Só peça para o segurança abrir o portão. Se acalme, daqui há uns 10 minutos estou aí.

— Ok, ok... Obrigada.

Desligo meu celular vendo que tem apenas 7% de bateria e o guardo colocando no bolso da minha calça, olho para Chelsea que pergunta se há algum problema, tento não demorar muito e apenas digo que eu havia esquecido algo no trabalho, pelo para que ela tranque seu apartamento e agradeço mais uma vez pelo o que fez por mim.

Salto as escadas rapidamente e subo na moto indo diretamente para a mansão.

E, quando cheguei na mansão a única coisa que me passava pela cabeça era Gary agredindo Amélia ou insultando-a. Mas, assim que vi Loren na cozinha apenas ela acordada e nervosa porque Amélia não abria a porta, não sabia como falar com ela. Pensei em pegar uma escada e invadir seu quarto, mas era impossível de conseguir uma agora, eu nem conhecia a mansão. E, os cachorros podiam latir e acordar a todos, eu deveria imediatamente evitar isso.

Subi as escadas e andei pelo corredor com a única ideia em mente. Bater na porta de seu quarto e falar com Amélia, pedi que Loren se acalmasse e me esperasse na cozinha, e assim o fiz.

Bati na porta e pude ouvi-la chorando.

— Amélia, sou eu Scott! Abra a porta.

— Vai embora Scott. — Ela me responde.

— Eu não vou embora, de fato eu vou derrubar a porta se for preciso... Eu quero saber o que houve. Por favor! Não me faça perder o emprego por não ter dinheiro e consertar sua porta de volta. — Digo, não ouço mais nada no quarto. — Ok, vou contar até três e então vou derrubar a porta. Um... Dois... — E Amélia abriu a porta do seu quarto voltando para a sua cama.

Fechei sua porta e olhei em volta do seu quarto, ela sentou-se cama de frente para o seu laptop e pôs a chorar. Dei um passo a frente de sua cama e perguntei o que ela tinha, se estava tudo bem, ela virou para mim o laptop onde num site mostrava Gary e a garota que ele beijou na festa, todos os blogs de fofoca estavam falando daquilo e havia passado umas duas horas desde que houve a traição.

— Acordei com os meus pais me ligando e perguntando se eu sabia da notícia, e quando disse que não, me contaram! Que vergonha, eu tentei inventar algo mas nada saía, pensei em fazer um escândalo no quarto de Gary mas ele está bêbado e apagado. É muita vergonha, entende? A namorada rica não é boa o suficiente para satisfazer Gary Richards. — Ela me contou, e eu me ajoelhei ao seu lado fechando o laptop.

— Você é ótima! Ele que não está preparado para você ainda Amélia. — Eu respondi a ela.

— Eu acho... realmente acho que preciso tentar tomar um rumo nesse relacionamento. Porque está chegando á um ponto que eu não aguento mais! Só que eu não tenho mais ninguém no mundo Scott! Eu sou sozinha, e não sei fazer nada.

— Você não é sozinha. Agora tem a mim. — Amélia me olhou e limpou seu rosto, tentei disfarçar gaguejando um pouco. — E tem Loren também. Acredite, o senhor Richards é quem vai perder, e não você.

Amélia sorriu e agradeceu pelo conselho que havia dado, retirei o laptop colocando na sua mesa e pedi para ela relaxar e dormir pois logo iria amanhecer e ela deveria estar bem descansada, parado prestes a fechar a porta dou boa noite para ela que me chama.

— Scott? — Olho para trás para atende-la.

— O que?

— Obrigada! Você é... O melhor amigo que eu já tive. — Dou um sorriso e ela me chama novamente. — Quer sair comigo amanhã? Para fazermos algo divertido.

— Tudo bem, escolha um lugar. Boa noite!

— Boa noite. — Ela responde, e eu fecho sua porta descendo as escadas e caminhando até a cozinha conto para Loren o que havia ocorrido e ela desabafa comigo sobre Gary, era segundo ela, extremamente irritante ver Amélia não se impor e amar tanto quem não dava um valor para ela.

— Obrigada Scott! Acho que agora o senhor pode ir... — Ela me diz e eu cansado de dirigir e não querendo encontrar Chelsea novamente, conto para ela que não tenho um lugar para passar a noite, Loren me leva até o galpão nos fundos da mansão e arruma um colchonete para que eu pudesse passar o resto da madrugada. Deitei-me enquanto ela ia para seu quarto, e finalmente dormi.

Amélia Sullivan...

Quando despertei ás 10h saltei da cama e tomei um banho descendo e encontrando os empregados fazendo sua tarefas, Loren que estava assando um bolo me perguntou como eu estava já que naquela madrugada eu chorei em desespero porque Gary me traiu e eu não sabia contornar a situação. Contei para ela tudo o que aconteceu e como... ao lembrar-me de Scott aconselhando-me e preocupado comigo, sorri.

— Preciso me desculpar com ele por ter sido tão infantil.

— Não meu amor! — Loren me diz. — Você tem apenas 21 anos e não sabe das coisas ainda, é muito nova e ingênua... não deve se envergonhar de nada. Infelizmente traições acontecem, o jeito como você vai encarar Gary que irá destinar tudo. Você tem duas opções ao meu ver. Primeiro: Acabar esse relacionamento e sair dessa mansão. Segundo: Perdoa-lo e seguir em frente esse compromisso. O que você escolher, somente e unicamente é com você. Ninguém está aqui para te julgar minha querida!

— Eu quero fazer algo da minha vida, Loren. Uma faculdade ou arranjar um emprego! Acho que farei algo.

— Ótimo! Agora vá e chame Scott para comer, o coitado deve estar morrendo de fome.

— Ele não vai vir mais tarde? Ele já está aqui? — Arrumei meu cabelo olhando em volta e procurando-o.

— Está dormindo no galpão dos fundos. Pode ir lá.

— Por que ele está dormindo ali? — Pergunto.

— Amélia! — Ela me chama, desço do balcão e vou em direção a porta.

— Parece mesmo como uma mãe. — Respondo, e saio caminhando até o galpão.

Passando por entre as rosas do jardim bato na porta do galpão e não ouço nada, dois passos para o lado e coloco meu rosto na janela observando o ar ali dentro e o vejo dormindo ao chão. Scott tinha algo que eu não sabia descrever, me deixava nervosa, o coração palpitava tão rápido quando ele sorri e o cabelo castanho claro com seus olhos da cor bem verde me faziam delirar numa viagem. Bato novamente na porta e coloco a mão na maçaneta e a abro.

Vou até o seu lado e ajoelho-me chamando-o que acorda assustado me fazendo cair ao chão.

— Desculpe! Está tudo bem? — Ele pergunta segurando meu braço.

— Oh não se preocupe. — Digo limpando minhas roupas ainda sentada no chão. — Por que está aqui?

— Estou com problemas no apartamento e não posso voltar agora. Tem algum problema eu ficar nesse colchonete?

— Não! Claro que não tem. Eu preciso pedir desculpas por ontem, eu agi muito mal e é só que... tudo isso é tão novo eu fico sem reação. E sabe o que é pior? Dentro de mim algo sabia que Gary sempre me traía. Eu só fechava os olhos e tentava esconder isso, mas acho que agora não posso mais e em parte a culpa é minha. Mas, não quero falar sobre isso, vem! Toma um café conosco e depois um banho, eu vou pedir pra arrumarem um quarto pra você.

— Não! Eu agradeço, mas vou pedir para passar um tempo na casa do Jimmy.

— Mas Scott!

— Obrigado sério, mas não precisa.

Depois de tomarmos o café Ophelia se dirige a cozinha para guardar as toalhas de mesa e Scott se retira para tomar um banho nos fundos do quarto da Loren, e então logo sinto o cheiro de cigarro, era Gary que havia acordado e para o meu azar, de ressaca. Então, ele ficaria em casa o dia todo e provavelmente sairia de noite ou jogaria baralho com os amigos que se reuniam aqui na mansão.

— Precisamos conversar. — O intimo, Gary dá uma tragada em seu cigarro e o joga no chão da varanda perto do balanço e o pisoteia e vem ao meu encontro arrumando o cabelo pronto para me dar um beijo, esquivo e ele sorri colocando suas mãos no bolso do moletom. E quando entramos no escritório, ele se senta.

— Por favor não grita! Estou com muita ressaca e sem vontade de brigar.

— Gary, quem é a garota que você beijou ontem na festa?

— O que? Está louca?

— Eu? Louca? Saiu em todos os sites, eu acho que mereço uma explicação.

— Certo. O nome dela é Savannah e ela me beijou! — Ele diz e se levanta caminhando até sua gaveta a abrindo.

— Só isso o que tem para me dizer? Meus pais me ligaram e... — Fui interrompida pelos gritos dele.

— E O QUE AMÉLIA? HAM? TE MAGOARAM DE NOVO? POR QUE DEVE SER MUITO FÁCIL MAGOAR VOCÊ! E QUER QUE EU FAÇA O QUE REFERENTE A SAVANNAH? ELA ME BEIJOU, NOS VIMOS EM ALGUMAS FESTAS E ONTEM ELA ME BEIJOU, QUER QUE EU ME AJOELHE E IMPLORE O SEU PERDÃO OU PUBLICO UMA NOTA EXPLICANDO? EU NÃO TIVE CULPA! — Olhei para o rosto dele e dei um passo para trás recuando.

— Eu acho... acho que vou ficar uns dias na casa dos meus pais. Não precisa fazer nada Gary! Obrigada pela explicação. — Respondo a ele e abro a porta saindo do seu escritório e corro para o jardim novamente, sento na grama perto do roseiro onde não tinha ninguém no momento.

Tento me acalmar limpando as lágrimas e me levanto prendendo o cabelo, vou até o meu quarto e pego a mala dentro do closet e grito por Ophelia para me ajudar a arrumar minhas coisas e pego jogando tudo dentro da mala, Ophelia me questiona sobre o meu ato e eu digo a ela que iria ficar na casa dos meus pais.

Quando termino desço as escadas e Gary me para no corredor para me pedir perdão, e aperta o meu braço, tento me soltar enquanto ele firmemente me segura ainda e me pede que eu o perdoe novamente, sem responder nada para ele, vejo a senhora Mia passando e ele me solta.

— Gary, acho melhor nós darmos um tempo.

— O que?

— Um tempo! Vai ser ótimo para ambos, e depois vemos o que acontece conosco.

— Você... Você tá terminando comigo? Tem outra pessoa envolvida?

— Você é um babaca! Eu não acredito que ouvi isso. — Respondo, e saio em direção a cozinha para contar a Loren que estava indo, e me dou conta que pela primeira vez o chamo de babaca, ouvindo um sussurro enquanto caminho "Você me chamou de babaca?" não posso disfarçar, e dou um sorriso, desço os dois degraus e a encontro preparando o almoço. Mas, dou a notícia para ela que me abraça e cochicha estar muito orgulhosa da minha atitude.

Scott Carter...

Eu vi Amélia no canto das roseiras hoje um pouco mais cedo e ela estava chorando e eu sabia que era por Gary, e tudo o que eu queria fazer era ir até ela e ficar perto dela, mas eu recuei e esperei ela sair dali, e hoje ela havia me dito que queria sair, porém as malas dela estão aqui fora enquanto o motorista arruma o porta malas e a ajuda, Gary me chama num canto e eu me aproximo dele, o vejo retirar da bolsa da sua calça sua carteira dando um bolo de dinheiro.

— Quero que vá e cuide da Amélia e da empregada. E que me diga se ela está com outra pessoa. — Ele me diz, naquele momento tudo o que eu pude sentir era raiva e vontade de soca-lo. Com o celular descarregado e sendo mandado para outro local, subi na moto e segui o carro.

Quando ela chegou na casa dos pais e o motorista retirou a bagagem ela retirou a chave da sua bolsa e abriu a porta enquanto eu ajudava o motorista levando as malas para dentro de sua sala, quando ele finalmente foi embora e Loren para a cozinha procurar algo para fazer de janta, Amélia puxou meu braço até o quintal dos fundos e se deitou.

— Vem! — Ela me pede e eu olho para os lados e me deito com ela, a observo enquanto ela diz tão animada sobre como amava o universo.

— Você ainda quer sair? — Eu pergunto pegando confiança.

— Achei que não quisesse... Por favor, vamos! Faz tanto tempo que eu não saio. — Ela me respondeu e levantou ansiosa esticando sua mão e entrou na sua casa e comentou com Loren que iria sair.

Eu estava sem roupa para trocar apenas o terno que usava sempre no trabalho, enquanto Amélia se aprontava no quarto Loren pediu que eu retirasse a gravata e ficasse apenas com a camisa e fosse procurar uma calça do pai dela, ficamos esperando-a e então ela desceu as escadas, incrivelmente linda.

Amélia Sullivan usava uma calça jeans preta com sua blusa rosa e jaqueta para muitos nada de muito interessante, comum — mas, sabendo que ela iria sair comigo eu sorri e me segurei para dizer "Você está linda" mas quando ela desceu as escadas arrumou o cabelo mais uma vez e disse que havia dinheiro na bancada para Loren encomendar pizza ou qualquer coisa e escolher um quarto para dormir e outro para mim já que estava sem apartamento.

Terrivelmente nervoso por leva-la a algum lugar — tendo levado outras garotas antes para sair — fomos à uma lanchonete o único lugar que eu poderia gastar sem arrependimentos nos sentamos na mesa dos fundos e então ela pede um milkshake de morango e eu peço um refrigerante já que como iria dirigir e ainda era segurança dela deveria tentar agrada-la e não assusta-la.

— Então, me conte mais sobre Scott Carter! — Ela pede e apoia seu cotovelo a mesa olhando-me nos olhos esperando que eu falasse algo de interessante da minha vida como escalar montanhas quando criança ou pescar um peixe tão grande que tinha dificuldade em conseguir coloca-lo no barco.

— Não há nada de interessante na minha vida. Eu era mecânico, comprei uma moto e nunca tive algo na minha vida... além da moto.

— Nossa, é ainda mais chata do que a minha vida! — Ela responde,e quando chega seu milkshake e meu refrigerante, ela me questiona sobre os encontros — Nunca foi em um?

— Já fui, por quê?

— Nos livros os encontros são diferentes... — Ela responde.

— Isso é um encontro? — Pergunto e tomo um pouco da minha bebida, ela sorri e abaixa sua cabeça ficando corada.

Finalmente depois de comermos fomos até um parque e nos sentamos na balança e me questionou sobre Chelsea já que eu havia comentado sobre ela, e eu não tinha o que falar.

— Ela é uma boa garota. Mas, não temos assuntos, é tudo físico.

— Entendo... Transar com Gary tem se tornado horrível... é tudo tão... automático! Nesta noite me sinto livre... Obrigada Scott! — Ela me agradece e sorri colocando seu cabelo atrás de sua orelha. — Vamos balançar bem alto e depois pularemos. — Ela diz de repente. E, então começamos!

Lá no alto ela fez a contagem regressiva Três... dois... um e então pulamos. Nossos corpos se encontraram prestes a cair no chão, eu agarrei seu corpo junto ao meu e no gramado rolamos algumas vezes e então de repente, segurando-a ela estava ali me olhando e sorrindo, e eu só pensava em beija-la... Até que...

Notas finais
Espero que tenham gostado. Por favor não deixem de comentar, é muito importante para mim!!!