Uma Paixão Proibida

8 "O que você está insinuando?!"


Notas iniciais
OLÁ! Ah, não demorei o hahaha. Mais um cap, tentei não "forçar" tanto, e espero que gostem e sejam lindos, gatos, cheirosos, maravilhosos, bondosos e deixem a opinião de vocês sobre como tá ficando e essa coisa toda (ok, sei que mendiguei por reviews agora). Ah, e vocês devem ter percebidos que sou ~~ PÉSSIMA ~~ em escolher tanto nomes pra fanfics, como os títulos para os capítulos :< mas enfim, boa leitura *-*

Primeiro de janeiro de dois mil e treze.

O ano já começara a mil maravilhas para Bill, Louise e em parte, para Tom.

A nova turnê da banda estaria programada para começar no dia 21 de janeiro, então, toda a equipe teria 21 dias para preparar tudo, a banda teria esse tempo para ensaiar e não perder tanto tempo com isso em cada cidade. Louise e Marguerite teriam de começar a se preparar para administrar a banda junto com David e os Staffs.

A festa de Réveillon havia terminado tarde na noite (ou madrugada) anterior. Louise havia dormido – pela primeira vez – na casa de Bill. Simone dormido junto com Tom no quarto de hospedes da casa do filho. Gustav havia conseguido ir para casa sóbrio, Georg havia ido com sua namorada para casa, e Marguerite havia dormido no quarto de hospedes na casa de David. Todos os outros parentes, amigos e convidados não tão importantes assim haviam ido para seus devidos lares.

Louise observava Bill dormir. Seu rosto era angelical, era ainda mais lindo sem toda aquela maquiagem cobrindo as pequenas e quase impercebíveis manchas do seu rosto. Estava com a mão sobre seu tórax, sentindo seu peito subir e descer devido a sua respiração. Começou a acariciar sua bochecha com o polegar delicadamente esperando Bill acordar

Começou a fazer caretas, olhou para o lado oposto onde Louise estava e virou novamente, abrindo os olhos devagar.

– Bom dia Billy.

Ele respondeu com um sorriso, passando seus braços pela delicada cintura de Louise, e beijando sua testa, abaixou, deu um leve beijo na ponta no nariz e depois um selinho

– Bafinho matinal. – Bill comentou.

– Idiota, hahahaha – deu um leve tapa nos ombros de Bill, e o olhou com carinho. – Achei lindas tuas palavras ontem.

– Fiquei envergonhado. Mas valeu a pena. Minha mãe estava me encorajando fazia horas.

E ficaram deitados por mais um hora. Conversaram, riram, brincaram, se amaram...

Louise levantou-se, colocou um short e uma camiseta branca e bem solta, e uma sapatilha e desceu para preparar o café para os gêmeos e sua nova sogra. Simone já estava na cozinha.

Simone estava virada para o fogão, preparando alguma coisa. Louise andava delicadamente tomando cuidado para não assusta-la. Caminhou até seu lado, e colocou a mão em suas costas delicadamente.

– Bom dia sogra!

Simone sorriu.

– Bom dia, nora. Dormiu bem, Louise?

– Sim! E a senhora?

– Dormi bem. Não me chame de “senhora”, me sinto tão... velha.

– Desculpa, hahaha. Deixe-me te ajudar, por favor. Desci aqui para preparar o café, mas...

– Hm, já está tudo pronto! – disse comendo um pedaço de waffle que havia preparado e a entregando uma grande bandeja. – Apenas coloque isso na mesa e leve alguns copos depois.

Obedeceu.

Simone pôs um jarra de suco natural sobre a mesa, sorriu para Louise e foi em direção as escadas novamente.

– Vou tentar acordar o Tom, hahaha. Chame Bill para tomarmos o café da manhã todos juntos, por gentileza.

Simone era uma mulher vaidosa, bonita e simpática, embora fosse um pouco “firme” demais. (Louise até pensaria que fosse por esse seu sangue alemão!).

Bill não demorou tanto assim. Lavou seu rosto, colocou um conjunto de moletom e desceu. Tom já estava na mesa, sua aparência era de cansaço, suas roupas sempre largas pareciam estar o dobro do tamanho.

Simone sentou-se ao lado de Tom, e Louise e Bill sentaram-se lado a lado no outro lado da mesa. Louise sorriu para Tom de modo encantador – Bill sabia que isso era normal – e ele retribuiu, timidamente e logo desviando seu olhar para os waffles feitos pela mãe.

O primeiro dia do ano – e também o primeiro dia do novo casal juntos – seguiu-se agitado. Bill e Tom foram até o estúdio, embora fosse feriado, continuaram trabalhando arduamente para que a turnê da banda ocorresse do melhor modo possível.

Louise não desgrudava de Bill, e nem mesmo ele queria que ela o soltasse. Sentavam-se lado a lado, andavam lado a lado, na hora dos lanches, um servia o outro, e até mesmo em decisões como as vestimentas, Louise ajudava Bill a decidir o que vestir em cada show, e dava sua opinião e sugestão a cada figurino que Bill desenhava.

– Billzinhoooooooooo! – cantarolava David, animadamente entrando no camarim onde estávamos.

– Davidzinhoooo! – brincou também.

– Rapaz, precisamos decidir que músicas tocar em cada show.

– David, quero deixar claro que não quero cantar somente as músicas do HCL. Quero cantar todas, um número aleatório, canções aleatórias. Desde a época de Monsoon até mesmo Darkside of the sun. Quero encantar minhas fãs com Vergessene Kinder, e fazê-las agitar com Break Away.

– Cantará as mesmas canções em todos os shows?

– Não, obvio que não David! Canções aleatórias, entendeu? A-le-a-tó-ri-as.

– Ficará ruim de ensaiar. Usaremos Playback.

– De forma alguma! – levantou-se num pulo, e ficou frente a frente com David. – Nenhuma farsa. Será tudo ao vivo.

– Bill, suas queridinhas fãs não vão lá para ouvir suas músicas, vão lá para ver vocês. Se quisessem apenas ouvir, apenas apertariam “start” de qualquer mp3, computador, ou celular.

– Não David. Elas não vão lá somente para não ver. Quer dizer... também. Mas seria como engana-las, e elas são fãs da minha banda, e eu vou cantar ao vivo. Tom vai tocar ali mesmo sua guitarra, Georg vai tocar ali mesmo seu baixo, e Gustav a bateria. Sem farsas.

David assentiu, e saiu da sala os deixando novamente a sós.

– Suas fãs são realmente amadas por você, não é?

– Não só pra mim. Pelo Tom, Georg e Gustav elas são como preciosos tesouros. Se alguém ousar toca-las, não sei o que sou capaz de fazer. Elas nunca nos abandonaram, então... é impossível não ama-las.

Louise sorriu e abraçou o magro corpo de Bill. Ele também passou seus braços em volta de Louise, fazendo com que ela se sentisse protegida e amada – como era, de fato. Estavam prestes a se beijar, quando o silencio fora interrompido por gritos do lado de fora do camarim, era a voz de Tom, Georg e David discutindo.

– CARA, MAS É CLARO QUE O BILL TÁ CERTO, NINGUÉM VAI LÁ PRA FICAR FAZENDO MIMICA, VOCÊ TÁ MALUCO? – Tom gritava.

– O que tá acontecendo?! – Bill levantou-se num pulo e dirigiu-se à porta, que no mesmo instante fora aberta por Simone, entrando correndo.

– BILL, ACALMA ESSE TEU IRMÃO! – Simone ordenava, Bill sequer ouviu, partiu logo no meio da discussão.

Simone fechou a porta atrás de si e sentou-se ao lado de Louise que estava tentando ouvir o que viria do outro lado.

– Louise...

Olhou para Simone.

– Sim?

– Cuide de Bill, por favor. Não decepcione meu filho, cuide daquele sorriso maravilhoso que ele tem.

– Cuidarei, Simone.

– Eu sou uma mulher madura, e não ia deixar de ter essa conversa com você. Mas... eu percebi a forma como você olhou para Tom hoje na hora do café. – disse num tom firme.

Louise a olhou surpresa. O que aquela mulher estava insinuando afinal? Que seria capaz de ficar “de olho” no irmão do seu namorado? Absurdo!

– Desculpe Simone, mas não sei do que você está falando. Eu jamais olharia para outra pessoa a ponto de ter desejo estando com Bill, e principalmente se for o irmão dele! Eu acho que a senhora interpretou as coisas de modo totalmente errado. Eu jamais faria algo ass...

– Não quero que você se explique. – interrompeu, com o mesmo tom calmo e firme que dissera anteriormente. – Se você está certa ou não, você sabe. Estou lhe avisando.

Levantou-se e saiu, deixando até mesmo a discussão dos meninos de lado.

Louise continuou ali sentada, no mesmo lugar, perplexa com o que acabara de ouvir.

Bill, Tom e Georg entraram no camarim cinco minutos depois de Simone ter saído. Sentaram-se (leia-se: se jogaram) todos no sofá. Louise ainda estava em duvida se contava ou não para Bill o que Simone conversou com ela. Ele provavelmente ficaria chateado, provavelmente não acreditaria em Louise, ou talvez deixasse de ter uma relação tão afetiva com sua mãe por um tempo. Decidiu ficar quieta.

– Está decidido, tocaremos ao vivo e ponto final! – Tom disse aos seus companheiros de banda.

– É claro que tocaremos ao vivo. Sem exceções, até mesmo se tocarmos Scream será ao vivo. – Bill deu uma curta pausa, e olhou para Louise. – Porque está com essa cara de espanto?

– Eu? Espanto? Nã-não é nada, é que, sei lá. Não, eu...

Todos a olharam com uma cara interrogativa, de quem não estava entendendo bulhufas do que ela estava falando.

– Você...?

– Eu... sei lá pô! Eu tô normal Bill.

– To vendo seu normal, tô vendo... – soltou um leve riso, e sentou-se novamente ao lado da sua Louise. – O ano já começou agitado. Será assim ao decorrer do ano. Por favor, não desista de nos ajudar.

– Eu vou cumprir com a minha palavra, Bill. Confie em mim.

– Os ingressos para os shows estão se esgotando absurdamente rápido. – comentou Gustav, olhando fixamente para seu iPod.

– Onde se esgotou mais rápido?

– Espanha e Brasil. Já não tem mais ingressos, e em um cidade do Brasil está nos últimos ingressos do último lote.

– E que venhaaaaaaaaaaaaaa dois mil e treze! – Comemorou Tom, levantando-se rapidamente e correndo para a pequena geladeira que tinham em um canto do camarim.

Tirou champanhe e colocou taças sobre a mesa de centro. Chacoalhou bem o vidro e abriu, comemorando e gritando, como todos nós.

– Um brinde a nova turnê!

Notas finais
Fiz a sogrinha Simone super querida, eu sei, eu sei .LSMLDSKHDSKUHSD ♥ bom gente, é isso. Que tal? c: até o próximo cap meus leitores lindos, gatos, cheirosos, maravilhosos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.