Uma P. Do C. de Momentos
9 Uma P. do C. de Sequestro - Parte I
Notas iniciais
Uma porra de caralho de sequestro — Parte I
— Bella, amor você tem a porcaria de certeza que está bem? — Edward disse quando terminou de se arrumar para ir a sua aula.
— Sim é só um mal estar já vai passar — ela disse mentindo muito bem.
Ele suspirou.
— Eu vou ficar aqui — falou decidido.
— Não, não, vai para sua aula, eu vou ficar bem, prometo — ela disse.
Ele rolou seus olhos.
— Seu celular está aqui do lado, se eu ligar e você não atender eu vou vim para cá imediatamente.
— Ok — ela falou rolando seus olhos, sabia que ele estaria na prova e não ligaria —Boa prova — desejou sinceramente — Amo você.
— Eu também — beijou a nos lábios novamente antes de sair.
Era quinta á noite, Edward estava na semana de prova na Universidade, àquele era o ultimo dia.
No sábado eles completariam Bodas de papel. Sim já iria fazer um ano que eles estavam casados, então Bella teve uma ideia.
Ela iria sequestrar Edward e eles passariam o final de semana em Ibiza. Sim. IBIZA.
Ela mal podia esperar.
Estava planejando isso há meses, a cada dia ela ia tirando quantias pequenas da conta conjunta deles, para ele não perceber e ia completando com seu salário, conseguiu alugar um hotel e comprar as passagens em promoção.
Quando ele havia conversado com ela sobre o que eles fariam, Bella teve que confessar que estava planejando algo, mas para ele deixar tudo na conta dela e não se preocupar com nada.
Ele claro ficou curioso e tentou descobrir torturando ela com sua boca, dedos e seu corpo maravilhoso. Foi difícil, mas Bella conseguiu resistir e não contou o que iriam fazer.
Agora havia chegado o dia de colocar seu plano em prática.
Assim que ele saiu do quarto, esperou um momento, depois pulou na cama e foi para a janela a tempo de ver o carro dele dobrar a esquina.
Ela não estava nada doente, mas fingiu isso o dia todo para explicar o porquê dela não ter ido trabalhar, a verdade é que ela havia tirado uns dias de férias, assim como havia conversado com um colega do Edward no trabalho dele para ele ter folga e felizmente as provas de Edward acabariam aquele dia.
Ela voltou para a cama e puxou a mala que estava organizando já estava organizada com as coisas dela, ela foi até o closet e começou a pegar umas roupas para Edward que já havia separado. Bermuda, sungas, cueca, camisetas e uma roupa para eles saírem, jogou dentro algumas coisinhas que eles usavam para apimentar a relação.
Terminou de arrumar tudo rapidamente, depois conferiu sua frasqueira e sua bolsa, estava tudo lá, os documentos, passaporte e passagem.
Tomou um banho e vestiu a sua roupa de sequestradora que havia comprado, sorriu se olhando no espelho.
Conferiu se todas as janelas e portas estavam fechadas, acionou o alarme e chamou o táxi.
Bella levava a chave reserva do carro de Edward, eles iriam com ele para o aeroporto, ela deixaria a chave e Garrett pegaria o carro depois, já havia combinado com o amigo.
Ela percebeu que o taxista não parava de olhar para ela pelo retrovisor, mas Bella ignorou... Taxista... hum... Talvez isso desse alguma ideia a ela, mas seria em outro capítulo de sua vida.
...
Edward achou a prova fácil, mas estava longa e tinha alguns textos extensos sobre casos, ele terminou a prova faltando meia hora para acabar o tempo, mas estava feliz, agora prova só dali três meses, isso daria tempo dele começar a desenvolver seu trabalho de mestrado, tinha que começar logo, ele já tinha todas as ideias na cabeça, só faltava sentar a bunda numa cadeira com um computador na sua frente e começar a escrever.
Ele conversou rapidamente com um colega sobre a prova, depois se despediram e foram embora. Estava tarde da noite já, aquele dia era o único que ele pegava aula de noite, percebeu que tinha poucos carros no estacionamento, procurou sua chave no bolso, ansioso para ver sua mulher e cuidar dela.
Se ela não estivesse bem ele a levaria no hospital aquela noite mesmo.
Quando estava se aproximando do carro, sentiu um cheiro conhecido e algo ser pressionado em sua barriga.
O sangue de Edward gelou por um momento.
— Passa a chave — uma voz feminina disse.
— Cacete da puta que pariu, você tá zoando não é? — ele falou e se virou para encarar a mulher que o assaltava e pressionava algo em suas costelas.
Ele sentiu seu sangue descer para uma parte especifica do seu quadril.
A sua sequestradora vestia uma calça de couro preta bem justa, se colava a ela como se fosse uma segunda pele, uma jaqueta preta de couro também fechada, uma bota de salto.
Seus cabelos estavam soltos e caiam em cascatas, seus lábios vermelhos estava extremamente sexy.
Ela toda estava.
— Entra no carro — ela disse dura e pegou a chave dele, percebendo que estava em sua mão. Seus olhos brilhavam de contentamento.
Edward sentou no banco do motorista com a mulher no de passageiro, ela segurava uma arma de brinquedo, aquelas de jogar água.
Ele quis rir, mas decidiu fazer o jogo dela.
— Por favor, não faça nada comigo, pode levar o carro — ele disse.
Ela sorriu.
— Dirija, aeroporto. Se fazer uma pergunta eu atiro — falou e Edward soube que ela não estava brincando.
Ele dirigiu pensando o que ela estava aprontando. Parou o carro em uma vaga.
— Vai me deixar aqui e levar meu dinheiro? — ele perguntou.
— É claro que não, eu estou te sequestrando — ela anunciou com um sorriso e uma lambida de lábios.
— Caralho — ele disse apenas.
Ela saiu do carro, deixando a arma e a chave, abriu o porta malas e Edward pegou a mala e uma mochila sem fazer perguntas, Bella as havia colocado lá antes de Edward chegar com a chave reserva.
— Para um sequestrado você é muito comportado — disse em seu ouvido e chupou seu lóbulo.
Ele gemeu.
— Estou adorando para caralho ser sequestrado por você — ele falou sorrindo.
Eles entraram no aeroporto e Edward percebeu imediatamente alguns homens a olharem descaradamente, bufando passou a mão ao redor da cintura dela a puxando possessivamente para ele.
— Merda, não tinha uma roupa menos apertada da porra não? — ele falou.
— Cala a boca — ela disse apenas dando um risinho.
Eles foram para a área de embarque, Edward olhou para o balcão que ela foi.
— Porra, Espanha? — ele disse apenas.
Ela piscou um olho apenas.
Eles foram atendidos e fizeram o embarque rapidamente, as malas foram levadas.
— Caralho Bella, me explica para onde da porra nós estamos indo?
Ela rolou seus olhos, o avião deles ia sair ainda em vinte minutos.
Se virou para ele e o abraçou, aproximando sua boca de sua orelha.
— Eu estou te sequestrando para um final de semana, repleto de sexo, e você só será solto no domingo caso cumprir com o que eu pedir — ela falou em seu ouvindo.
— E o que é? Tenha certeza da porra que eu vou cumprir — ele falou se segurando para não apertar a bunda dela no meio do aeroporto.
— Você vai ter que me foder a todo momento que eu pedi, a onde eu pedi, eu que vou mandar, você só vai ter que tá com esse pau duro da porra ao meu dispor, aceita?
— Caralho da puta que pariu, nem que eu tivesse morto da merda eu negava — ele falou e mordeu o pescoço dela, apertando também sua bunda.
— Se comporte — ela disse o afastando.
Ele bufou rolando os olhos.
Eles embaraçaram no avião e acharam seus lugares, seria no corredor e nenhum deles ficaria na janela, mas estavam juntos e lado a lado e isso era o que importava.
— Então nós vamos para qual lugar da Espanha? — ele perguntou curioso depois que a aeromoça deu os avisos de segurança.
— Ilhas Baleares — Bella respondeu apenas dando um sorriso.
— Puta. Que. Pariu!! — ele disse alto, um senhor que estava do outro lado do corredor, olhou feio para ele.
— Edward... — Bella disse corando e o cutucando em sua costela com o cotovelo.
Ele apenas rolou os olhos.
— Caralho, Bella, você está me dizendo que nós vamos para a porra de Ibiza? — ele sussurrou, ela assentiu — Puta que pariu de merda, tô fudido — falou com os olhos arregalados.
Ela riu.
— Ah, está mesmo, querido, nossa Bodas do Papel vai está mais para Bodas do Sexo — falou maliciosa em seu ouvido e sugou seu lóbulo.
— Porra, vamos dá uma rapidinha no banheiro? — ele pediu excitado.
— Não, descanse e guarde para quando chegarmos lá.
Ele fez um biquinho.
— Acredite você vai precisar de fôlego, prometo que esse vai ser o melhor final de semana da sua vida — disse.
Ele sorriu seus olhos brilhando.
— Ele já é, só por estar com você — disse a beijando delicadamente nos lábios, Bella sorriu.
Horas depois...
Era madrugada de quinta para sexta feira quando chegaram a Ibiza.
Eles dormiram a maior parte do voo, quando desembarcaram, Edward parecia uma criança que havia acabado de chegar a Disney.
O hotel que eles ficariam era o Ushuaia Ibiza Beach Hotel que ficava a dois quilômetros do aeroporto, mesmo assim pegaram um táxi, Bella segurava em sua mão uma câmera e tirava fotos de todo detalhes e paisagem que via, tirou deles dois também dentro do táxi.
O hotel fica na praia de Playa d’en Bossa e é exclusivo para adultos. Tem spa e duas piscinas ao ar livre com espreguiçadeiras grandes, ainda faz muitas festas com apresentações de DJs ao vivo e até desfiles de moda.
— Nossa, parece que vai ser uma fodição do caralho a gente aqui — Edward disse quando eles chegaram ao seu quarto, já haviam feito o check in e já estavam hospedados no quarto que era equipado com ar-condicionado, uma cama de casal grande, televisão de plasma e ainda tinha um terraço mobiliado que tinha vista para a piscina, mesmo estando de madrugada ali, estava cheio de gente, bebendo e conversando.
— Nossa, aqui é fodidemente de mais — ele falou indo até a varanda, olhando as pessoas nas piscinas.
— Ah e só vai ficar melhor — ele ouviu a voz de Bella de dentro do quarto, se virou olhando para ela.
— Puta que pariu na fodida merda da porra do caralho! — ele exclamou olhando para sua esposa, ela havia tirado a jaqueta de couro e ele viu que ela usava um corpete por baixo, preto também bem apertado que deixava seus seios maiores, juntos e empinados quase saltando para fora, marcava sua cintura fina. Ela havia tirado a calça e estava só com uma calcinha preta pequena, ele observou atentamente o detalhe da renda, ou melhor o que a renda cobria e viu que ela estava totalmente depilada.
— Não esqueça que você é meu prisioneiro senhor Cullen e tem que fazer tudo que eu quiser — ela disse sensualmente.
Ele gemeu.
— E o que a senhora Cullen quer que eu faça? — ele perguntou.
— Negativo, me chame de senhorita Swan — falou sorrindo — E eu quero que tire sua roupa. Toda.
Ele a olhou desafiando-a por um momento, ela sustentando o olhar. Então ele tirou seus calçados, meias, calça, blusa e sua cueca boxer, seu membro já estava bem animado e ele o segurou em suas mãos, sentindo-o estremecer levemente.
— Tire as mãos daí — falou se aproximando dele — Só eu posso tocar em você — disse arranhando suas unhas no estomago dele, abaixo do umbigo. Ele soltou seu membro que estava latejando de desejo, sentindo seu baixo ventre se contrair.
Bella o empurrou e ele caiu na cama sentado.
Ela sorriu continuando a empurra-lo deixando o deitado na cama, segurou em suas mãos deslizando sua mão pelos braços dele o fazendo levanta-los, ela sorriu, deixando seus seios bem na cara dele, sabendo que isso ia distraí-lo, segurou em seus pulsos o fazendo segurar na grade da cama, ela sorriu e tirou a algema que escondia atrás de seu corpo, prendeu os braços dele a cama.
— Caralho Bella, porra — ele disse mexendo seus braços percebendo o que ela tinha feito — Me solte — exigiu.
— Quietinho — ela disse rindo e saiu de cima dele, foi até a mala e pegou uma venda.
— Não, Bella, para com isso — ele pediu inutilmente, com ela amarrando a venda em seus olhos.
— Calado, ou você prefere que eu te amordace?
— Edward ficando calado — ele disse e fechou a boca, a venda preta cobrindo seus olhos.
Bella sorriu o vendo ali totalmente a mercê dela, deslizou suas mãos pela barriga dele, sentindo o corpo dele arrepiar.
Era hora de brincar.
Ela o beijou levemente na boca, brincando com sua língua e foi descendo seus lábios beijando e chupando cada parte dele.
Pensou um momento querendo fazer algo diferente, olhou para a geladeira e sorriu.
— Onde você vai? — ele perguntou irritado, quando sentiu ela saiu de cima dele.
— Shi — ela falou indo até o eletrodoméstico, abri e sorriu ao ver os gelos.
Pegou um copo colocando algumas pedras dentro, voltando para Edward que continuava deitado na cama, parecendo está agoniado.
Ela sorriu pegando um gelo e se aproximando dele, voltou a deitar em seu colo, deixando o membro dele entre suas pernas.
— O que... Caralho da porra da puta que pariu— ele disse a sentindo deslizar a pedra de gelo pelo tronco dele.
— Está com frio, amor? — ela perguntou ironicamente.
— O calor que estou sentindo incendiaria essa ilha — ele falou, ela deslizando o gelo nos mamilos dele e mais para baixo contornando seu umbigo, ela se inclinou e lambeu a trilha deslizando o gelo e sua língua atrás. Edward gemia e pedia por um alivio, Bella resolveu atende-lo.
Pegou outro gelo e deslizou ao redor do membro dele, por sua virilha e bolas ele gemeu e ela sentiu o membro dele ficar ainda mais duro e estremecer.
Ela deslizou o gelo pelo cumprimento dele todo, massageando-o com suas mãos deixando úmido, sua língua fez todo o percurso do gelo e então ela roçou a pedra na glande dele e depois o chupou com força, acariciando suas bolas com a mão gelada.
Edward gemia, implorando para ela soltar e tirar aquela venda dele, Bella fingia que não ouvia, a boca dela estava gelada em seu membro que pegava fogo e seus olhos fechados faziam a sensação ser ainda melhor, Bella o chupou por longos minutos o torturando com sua língua.
Sua boca se movimentava subindo e descendo, ela chupava sua glande até suas bochechas ficarem côncavas, depois soltava o membro dele fazendo um barulinho de ploft, o pré gozo dele já escorria e isso só a motivava a chupa-lo, mais forte, colocando-o em sua boca o máximo que conseguia. As vezes ela se afastava para respirar fundo e sua boca ficava ligada a ele por um fio de seu liquido pré ejaculatório que já escorria.
— Ah, droga da porra, vou gozar, baby — ele falou sem conseguir mais se segurar e ela apenas o chupou forte, beijando seu membro brincando com sua língua gelada do gelo nele e sentiu seu gozo vim inundando a boca de Bella, o corpo dele tremendo.
Bella engoliu e limpou-o.
— Caralho de cacete fodido da merda, me solte daqui, baby, por favor — ele falou ofegante se mexendo.
Ela tirou a venda dos olhos dele.
— Foi bom? — perguntou.
— Bom? Caralho, acho que foi o melhor boquete da minha fodida vida do caralho, porra meu pau é sortudo para cacete — ele disse a olhando.
Ela rolou seus olhos, mas sorriu safada.
— Me solta agora — ele mandou.
— Ainda não — ela disse. E ele bufou, Bella ficou em pé e tirou a calcinha que estava usando, sentou em cima do estomago dele deixando suas pernas abertas.
— Porra — ele praguejou olhando seu sexo vermelho aberto ali em sua frente, ele podia até sentir seu cheiro.
Ela levou um dedo para sua entrada e se acariciou.
— Ai, eu estou tão molhada — ela disse penetrando um dedo dentro de si, deslizando com facilidade sentindo seu clitóris que já estava bem excitado.
—Porra fodida, caralho baby, venha cá, deixe-me fode-la tenho certeza que minha língua ou meu pau vai te satisfazer mais que esse dedo fino — ele disse.
Bella gemeu concordando, ela se aproximou dele e se agachou, deixando seu sexo aberto bem em sua cara, o rosto dele em suas pernas.
Edward não perdeu tempo e colocou sua língua em sua entrada melada notando que escorria seu desejo pela coxa dela ele lambeu e Bella gemeu esfregando sua cara, segurando na cabeceira da cama.
Edward penetrou sua língua nela e fez movimentos de vai e vem, lambendo e a chupando com maestria, levou sua língua até o clitóris dela e brincou com ele, querendo mais que tudo ter suas mãos livres para poder utiliza-las também.
Bella gemia e rebolava em sua boca, gemendo alto, não demorou muito e espasmos começaram a percorrer seu corpo e ela gozou na boca dele.
A língua dele a lambeu tentando pegar todo o néctar dela, mas não conseguiu, Bella saiu de cima dele, ofegante e com as pernas bambas, olhou para ele que estava de lábios vermelhos e percebeu um liquido mais brilhante ao redor de seus lábios.
— Você ficou sujo — ela disse levando um dedo a boca dele e passando ao redor de sua boca e levando até a boca dele Edward gemeu e chupou o dedo dela, Bella aproximou seus lábios dos dele e o beijou, mas sem tirar sua língua da boca dele, deixando seu dedo brincar com suas línguas que se acariciavam.
Separou-se dele apenas quando se tornou necessário respirar.
Inclinou-se e soltou as algemas dele, Edward demorou um momento para perceber que ela tinha finalmente o soltado, quando percebeu enlaçou a cintura dela e a virou na cama.
Ele a imprensou no colchão com força, pressionando todo o corpo dela com o seu, sua boca cobriu a dela a beijando com força, seus lábios acariciando sua boca, suas línguas se tocando e se entrelaçando, a língua dele percorreu toda a boca dela, conseguindo até alcançar o céu de sua boca, Bella gemia, enlaçando suas pernas na cintura dele, rebolando seu quadril, seus sexos estavam nus e pressionados um no outro.
Ele já estava duro e ela já estava ficando molhada.
Ele não perdeu tempo e elevou seu quadril guiando seu membro para dentro dela, eles gemeram e Edward saiu de dentro dela voltando com força bombeando seu membro, ela girou na cama e ficou por cima as mãos dele procuraram o laço e ele soltou o corpete dela, deixando seus seios para seu bel prazer, eles balançavam conforme os movimentos rápidos dela, ele chupava e os acariciava, girou na cama e segurou nas pernas dela colocando em cima de seu ombro.
Ele gemeu sentindo ela ainda mais apertada, Bella se lembrou da posição que um dia havia discutido quando folheavam o kama sutra que havia comprado, e esticou o corpo, agarrando os tornozelos dele e deslizando de cima para baixo.
— Porra fodida — ele gemeu chupando o pescoço dela.
Ela moveu seu quadril formando um oito imaginário e gemeu alto sentindo seu ponto G ser estimulado, ele segurou em sua bunda guiando o movimento dela lentamente para retardar seu orgasmo. Ela esticou uma das pernas, deitada no colchão a outra ainda no ombro dele e mudou a posição das pernas, ela gemeu alto sentindo a cabeça do pênis dele passando bem em seu ponto G, o estimulando, ela gemeu e rebolou seu quadril sentindo todo seu corpo estremecer mudando de novo as pernas e sentindo de novo ela gritou e gozou no membro dele, apertando-o.
Edward saiu de dentro dela se segurando para não gozar.
— Você não gozou — ela disse ofegante.
— Você não disse que eu tenho que dá prazer a você? Isso é só a porra do começo baby — ele disse e esticou o dedo indicar penetrando a vagina dela, movimentando o dedo, Bella ainda não estava completamente recuperada do orgasmo e já começou a sentir outro se formar com ele movimentando o dedo em forma de gancho, realizando movimentos de vai e vem, fazendo leves compressões sobre a parte posterior de onde ele sabia ficar o ponto G dela, bem em direção ao funda da sua vagina. Bella se inclinou em direção a ele sentindo todo seu corpo estremecer, suas mãos apertaram o lençol da cama com força ele levou a outra mão acariciando seu clitóris e ela gozou de novo.
Edward sorriu sua mão estava toda lambuzada de gozo dela que estava com a respiração ofegante e suada, com as pernas completamente gozada, ficou com vontade de chupa-la, mas decidiu enfiar seu membro dentro dela de novo e o fez.
— Porra Edwrad, eu preciso de um descanso — ela disse abrindo os olhos quando o sentiu penetra-la.
— Você vai descansar, baby, mas só quando essa boceta tiver assada, você despertou o monstro dentro de mim, agora trate de aguenta-lo — ele disse entrando e saindo de dentro dela, estocando com força em seu interior, sua boca brincando com os lábios, seios e pescoço dela até que finalmente gozou e Bella o acompanhou em mais um orgasmo.
— Porra do caralho eu vou morrer de tanto gozar — ela falou depois de uns momentos ele estava deitado ao lado dela.
— Então vai ser a melhor morte fodida da porra que alguém poderia ter — ele disse divertido beijando a testa dela.
Eles estavam deitados lado a lado, ainda se recuperando, seus corpos suados e melados com seus líquidos, o cheiro de sexo parecia impregnado no ar.
Edward deu um pulo da cama, parecendo mais disposto que nunca.
— Vem vamos ver o banheiro, vou te foder lá agora — ele disse e ela sorriu.
Aquela viagem prometia ainda muitas loucuras.
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