Uma P. Do C. de Momentos
4 Uma P. do C. de Acidente
Notas iniciais
Mais ou menos um ano depois...
A cabeça dela estava encostada no meio no peito dele ouvindo seu coração, as batidas lentas e uniformes. A sua mão deslizava pelo peito dele suavemente com a ponta de seus dedos, subindo e descendo, suas pernas estavam entrelaçadas, seus corpos nus abraçados e tão juntos quanto podiam na pequena cama de Bella em seu dormitório na universidade.
Um braço dele envolvia seu corpo magro, o outro estava por trás de seu pescoço em seus cabelos, como ele havia ido dormir os acariciando, sentia que quando acordasse seu braço estaria doendo, mas quem era ela para reclamar?
Ela se mexeu um pouco olhando para ele, deitado ali na cama tão lindo, seu rosto sereno, seus olhos fechados. Ainda era difícil acreditar que aquele homem era seu namorado. Seu. E de mais ninguém.
Já havia mais de ano que eles namoravam. E a cada minuto que Bella passava com ele sentia que se apaixonava cada vez mais, que ele era o homem certo para ela, como se eles tivessem sido feitos um para outro. Clichê ela sabia, mas era o que ambos sentiam.
Até suas famílias se completavam de alguma forma, pensou se lembrando de quando conheceu os pais de Edward.
Meses depois que eles haviam começado a namorar foi para Chicago passar o Dia de Ação de Graças com a família dele e conhece-los melhor.
Estava nervosa é claro, não sabia como agir direito e sentia medo de eles não gostarem dela, mesmo Edward garantido que eles já a amava.
Carlisle e Esme Cullen, eram sim um amor de pessoa, apesar de no começo Esme ficar a avaliando todas as coisas que Bella fazia, mas depois que a mãe percebeu como Bella fazia o filho feliz, elas se tornaram amigas. Carlisle agia como um pai para Bella e ainda tinha Alice que estava no seu ultimo ano de colegial, essa havia agarrado Bella em um abraço quando ela mal havia descido do carro, ambas se tornaram muito amigas, quase imediatamente.
Isso gerou um pouco de ciúmes em Rosalie já que a loira estava perdidamente apaixonada por Emmett e eles viviam se falando mesmo morando quilômetros de distancia um do outro. Mas Rosalie começou a receber várias propostas para fazer propagandas de roupas, maquiagem, cabelo isso fazia com que ela viajasse muito e acabou largando a faculdade para seguir seu sonho. Ela começou a ser chamada para desfiles e quando viu se tornou uma das dez maiores modelos do mundo, isso não ajudou muito com sua relação com Emmett, eles já moravam longe e mal se viam, mas depois de uma conversa resolveram esperar. Quando ele terminou seu curso, passou a seguir Rosalie aonde quer que ela fosse, por mais de um ano, eles pararam apenas quando se casaram e Rosalie abriu uma agencia de modelos querendo viver um casamento feliz como sempre imaginou.
Já quando Edward conheceu os pais de Bella, ele conquistou o coração da futura sogra Renée com apenas um sorriso. Já com o chefe de policia da cidade foi mais difícil. Ele teve que passar por um verdadeiro interrogatório enquanto Charlie Swan limpava e carregava sua arma de balas, bebendo uma cerveja. Ele até que se saiu bem, até o momento que começou a xingar nervoso, Charlie apontou a arma para ele e Bella, que observava tudo escondida, entrou na frente brigando com o pai vendo seu namorado branco de medo, é claro que para Charlie foi só uma brincadeira. Ou não. Edward acabou passando no teste, depois de uma pescaria que fizeram juntos se tornaram mais próximo, o tanto que um genro pode ser com o sogro. Mas é claro que Charlie sempre fazia uma gracinha com Edward e gostava de sempre o lembrar que tinha uma arma quando via o rapaz beijando a filha.
O relacionamento deles a cada dia que passava ficava melhor, não era perfeito é claro, tinha dia que eles discutiam, mas nada muito sério. Aprendiam com seus erros, tinham paciência um com o outro, com um simples olhar se entendiam. Tornaram-se melhores amigos um do outro, tinha um companheirismo de dá inveja a muitos casais que tinham mais de anos de casados. A intimidade deles também contribuía para isso, eles não tinham vergonha e falavam abertamente sobre sexo, o que gostavam e o que não gostavam.
Bella levantou o pescoço conferindo se o lençol cobria seu corpo e o de Edward, quando ouviu barulho de chaves. Rosalie entrou com os olhos tampados.
— Estão decentes? — ela perguntou divertida, fechando a porta.
— Pode abrir — Bella disse rolando seus olhos.
Rosalie tirou suas mãos da frente do rosto, olhando os dois deitados na cama.
— Vadia sortuda, que homem é esse, hein? — ela disse seus olhos passando pelo corpo de Edward.
— Hey, pode tirar seus olhos dele, caralho, é meu — Bella disse fechando a cara.
— Eu sei — ela disse — E eu já tenho o meu, saiu do mesmo lugar desse, apesar de nós estarmos separados no momento — ela disse fazendo uma expressão triste.
— Rose, amiga, não fica assim — Bella disse suspirando, arrependida de ter sido grossa com a amiga.
— Eu estou bem — falou sorrindo — Só vim, ver se estavam vivos, vou fazer um ensaio agora — disse pegando uma bolsa que já havia deixado separada.
— Ok, quer sair comigo e Edward mais tarde? — perguntou querendo distrair a amiga.
— Hum... Pode ser — ela sorriu, mas Bella não via seu sorriso chegar a seu olhar — Eu te amo, Rose.
— Eu sei amiga, me deixa ir, antes que acorde seu homem — disse e mandou um beijo para Bella saindo dali.
— Emmett está sofrendo também — ela ouviu a voz de Edward dizer depois de um momento, olhou para ele, vendo que ainda estava de olhos fechados.
— A vida é injusta — Bella disse e ele assentiu abrindo seus olhos dourados.
— Ainda bem que tenho você — falou a puxando para um beijo profundo e ela correspondeu afundando sua língua na boca dele.
Dias depois...
Bella entrou no seu quarto do dormitório batendo a porta com força, Rosalie arrumava uma mala, ao redor dela, varias roupas jogadas no chão, estava se preparando, pois havia sido convidada para participar da New York Fashion Week. Rose estava nas nuvens. Isso seria sua chance de mostrar do que era capaz.
— Hey, o que foi, amiga? — a loira disse preocupada.
— Estou preocupada com Edward — ela disse sentando na cama — Ele foi ontem para um encontro de motos na cidade vizinha com Garrett e até agora nenhum dos dois deram sinais de vida.
— Hum... Ele disse que ia chegar que horas?
— De manhã provavelmente, mas, ai Rose, eu não sei, estou com um pressentimento estranho... Se tiver acontecido algo com eles?
— Vira essa boca para lá amiga — Rose falou batendo na madeira da cama — Eles devem ter decidido dormirem lá, daqui a pouco estão aí, nem é a hora do almoço ainda.
— Mas ele nem me avisou...
O telefone de Bella tocou. Era Garrett. Ela atendeu rapidamente.
— Finalmente, Gar, onde vocês estão?
— Oi, Bella, é... Você está com alguém?
— Rose está aqui, cadê Edward?
Garrett deu um longo suspiro.
—Bella, tinha óleo na pista e não percebemos, ele estava na frente e não conseguiu frear a tempo...
— Não, não, por favor, não... — Bella começou a dizer desesperada.
— Eu sinto muito Bella... Nós estamos no Hospital do Centro, ele está fazendo alguns exames e...
— Eu estou indo para aí — ela disse desligando.
— Bella amiga o que foi? — Rosalie disse vendo as lágrimas escorrerem por seu rosto.
— Edward — Bella murmurou apenas, sentindo uma dor no coração e pedindo a Deus que Ele não o levasse dela.
— Garrett, Garrett — Bella disse assim que o avistou na entrada do hospital, correu abraçando o amigo, Rose a seguia tentando acompanhar seu ritmo apressada — Edward? Como ele está? — perguntou desesperada.
— Ele está na cirurgia, fique calma, Bella não aconteceu nada muito grave, felizmente.
— Como ficar calma? Ele pode morrer...
— O médico disse que ele não corre esse risco, ele está todo ralado e quebrou a perna, mas só isso.
— Só isso? Ele se machucou. E você vem me dizer só isso? — ela disse visivelmente com raiva.
— Bella...
— Cala a boca — falou olhando ferozmente, depois caiu no choro o abraçando.
Só em pensar que ele podia ter morrido, que ela nunca mais poderia ouvir sua voz, ou sentir seu amor, sentia uma dor angustiante no peito e uma vontade enorme de chorar.
Passou mais de uma hora, quando finalmente saiu um médico, alto, com uma barriguinha de chope da sala de cirurgia.
— Algum parente de Edward Cullen? — ele perguntou.
— Eu sou a namorada dele — Bella disse limpando seu nariz com um lenço que Garrett havia dado.
O médico a avaliou por um momento.
— Como ele está? Ele está bem né? — ela perguntou.
— Sim, seu estado está estabilizado.
— O que aconteceu?
— Ele fraturou uma coluna e quebrou o tornozelo, já o operamos e tivemos que colocar dois pinos, felizmente como ele estava com o capacete não sofreu nenhum traumatismo, mas poderá ter alguma amnésia, a pancada foi forte na cabeça e por pouco não quebrou o capacete, saberemos melhor só quando ele acordar.
— Ele vai sobreviver então?
— Sim ele vai.
Bella deu um gritinho de felicidade rindo por entre as lagrimas e o abraçou.
— Obrigada, obrigada — ela disse — Eu posso vê-lo? — perguntou animada.
— Estamos transferindo-o para o quarto, depois uma enfermeira irá acompanha-la até lá, mas ele está sobre o efeito de uma anestesia geral e só deverá acordar depois de anoitecer.
E é claro que Bella não sairia do hospital.
Mais calma, ligou para Esme e contou o que havia acontecido, a mãe ficou desesperada, mesmo Bella falando que ele não corria perigo e afirmou que pegaria o primeiro avião para Califórnia.
A enfermeira veio minutos depois e Bella foi com ela até um quarto, Garrett já havia ido embora prometendo voltar mais tarde, mas Rosalie ficou com a amiga.
— Eu voltarei logo — a enfermeira disse saindo, Bella encarava estática, Edward na cama.
— Edward — ela disse seu nome se aproximando dele com o maior cuidado possível.
Ele estava deitado na maca, uma almofada debaixo de seu pé esquerdo que estava engessado até um pouco abaixo do joelho.
Subiu seus olhos por suas pernas vendo machucados em seus joelhos, ele usava uma bata de hospital azul, seus cotovelos, ombros, braços, mãos estavam ralados também, em carne viva.
Bella suspirou, acariciando sua mão com o maior cuidado possível.
— Você nunca definitivamente, vai andar de moto caralho — falou em seu ouvido, mesmo sabendo que ele não estava ouvindo.
Mas a decisão já havia sido tomada e ela não se arriscaria a perdê-lo nunca mais.
— Merda do caralho, eu já disse que estou bem, mãe, porra — Edward disse praguejando irritado, cansado de repetir o quanto estava bem, já havia falado aquilo umas 34 vezes só naquele dia e ainda nem era de meio dia.
— Olha lá como você fala com sua mãe, seu moleque — Carlisle disse.
— Eu sei, eu sei, me desculpa mamãe — ele olhou para ela com arrependimento. Esme suspirou.
— Tudo bem querido, já me acostumei com esse seu linguajar, desde pequeno foi assim, só me arrependo de não ter realmente lavado sua boca com sabão — ela brincou.
— Eu quero sair logo daqui, porra — Edward disse chateado.
— Você está em observação Edward, só sairá daqui amanhã de manhã.
— Mas por quê? Puta que pariu, eu estou ótimo — disse dando de ombros, gemendo de dor ao fazer isso. Seu pai rolou seus olhos.
— Ah claro, está todo ralado aí e está ótimo — disse irônico.
Edward bufou folhando uma das revistas que seu pai havia comprado. Queria Bella ali com ele, mas ela estava na faculdade e só viria na parte da tarde.
Finalmente as horas passaram, lentamente, mas passaram e quando Edward estava quase para pegar o telefone e ligar para Bella, bateram na porta e ela entrou sorrindo. Vestia um vestido folgado, curto e de alcinha verde, bem simples de estampa florida, seus cabelos soltos em cascatas brilhavam.
Linda. Agradeceu pela a revista está bem em seu quadril, escondendo o começo de uma ereção que havia se formado, bastava isso para ele ficar doido de desejo.
— Oi Carlisle, Esme — ela disse cumprimentando os dois com abraços.
— Ah finalmente chegou querida — Carlisle disse se levantando — Não aguentamos mais esse ranzinza aqui bufando, xingando e olhando no relógio a cada minuto — falou e Edward rolou os olhos.
— Você já almoçou querida?
— Já sim, podem ir.
— Com todo prazer, preciso comer — o pai de Edward disse passando a mão em sua barriga.
— Até mais tarde querido.
— Até — Edward disse apenas sem tirar seus olhos de Bella.
Ouviu a porta fechando depois que eles saíram.
— Vem cá — pediu esticando a mão para ela e a puxou quando eles se tocaram, Bella encostou-se a maca.
— Como você está? — ela perguntou.
— Ótimo — ele disse rolando seus olhos — Deus, você está tão gostosa — falou passando sua mão pela cintura dela — Me diz que você não foi assim para a universidade — pediu sentindo o tecido macio, parando suas mãos em sua coxa.
— Eu passei no dormitório e tomei banho antes de vim para cá — falou.
Edward não falou mais nada, apenas a puxou pela nuca colando seus lábios, ela entreabriu sua boca e a língua dele penetrou dentro dela encontrando sua língua e a acariciando, suas mãos foram para o cabelo dele massageando sua cabeça suavemente, Edward gemeu aprofundando o beijo, puxando uma mão dela e a deslizando pelo seu corpo de encontro ao seu membro que estava semi ereto coberto por sua camisola de hospital.
— Edward — ela disse ofegante parando o beijo.
— Porra, Bella, olha o que você faz comigo, preciso de você — ele falou gemendo subindo sua mão por dentro do seu vestido.
— Nós estamos no hospital, não vou fazer isso aqui — disse, mesmo a ideia sendo luxuriante.
— Por quê? Eu preciso de você, baby, estamos desde semana passada sem isso — ele a lembrou — Não sabe o quanto a desejo — sussurrou sugando o lóbulo de sua orelha.
— Como você pode está pensado nisso? Está todo ralado, dolorido e com essa perna engessada, não vamos fazer isso, só vai se machucar ainda mais.
— Por favor, baby, antes que meus pais voltem — ele disse com uma carinha de choro, parecia como uma criança que queria um brinquedo e os pais não queria dar.
Bella parou pensando. A quem queria enganar? Queria aquilo tanto quanto ele.
E decidida beijou a boca dele com desejo, voltando sua mão para seu membro e o acariciando, mas logo ela puxou sua camisola e segurou em suas mãos, a mão dele abrindo as pernas dela melhor e sua mão acariciou-a por cima da calcinha.
— Porra — Bella disse gemendo, sentindo seu sexo se molhar.
— Senta aqui na cama, baby — ele pediu.
— Vai te machucar — ela falou.
— O que me machuca para porra é você ficar longe de mim, vem logo.
Bella suspirou, foi rapidamente até a porta e a trancou. Sentou em cima das coxas dele, enquanto não parava de massagear seu membro, ele gemia e levou uma mão na sua puxando as alças do vestido dela para baixo deixando seus seios livros.
— Sem sutiã — ele lamuriou em seus lábios, rodando um mamilo entre seus dedos.
— Quero chupar seu pau — ela deixou escapar sentindo seu rosto corar.
— Porra, não sabe como quero isso baby — ele falou.
Ela saiu de cima dele e inclinou seu corpo um pouco, Edward subiu o encosto da maca, para ter uma melhor visão, Bella subiu sua roupa delicadamente expondo seu membro duro.
— Porra do caralho da fodida puta que pariu na merda — ele murmurou quando a língua dela lambeu todo seu comprimento.
Ela sorriu, sentindo-o segurar seus cabelos em um rabo de cavalo e colocou seu membro em sua boca o máximo que conseguia acariciando o que não cabia em sua mão, junto com suas bolas.
— Porra baby, sua boquinha é tão boa do caralho — ele disse investindo seu quadril para cima, mas gemeu de dor.
— O que foi? Machuquei? — Bella perguntou tirando o membro dele de sua boca.
— Não, merda, não para — pediu e ela voltou, lambendo suas bolas e sua cabeça que já escorria o pré gozo, Edward mostrou o rítmico que queria, movimentando a cabeça dela em seu membro, sentindo seu corpo estremecer e ele ficar mais duro, já escorrendo seu pré gozo o lambeu sentindo seu membro estocar em sua boca, que subia e descia.
Edward xingava e gemia, até que ele soltou a cabeça dela que entendeu que ele iria gozar, deixando ela decidir se queria o não que ele gozasse em sua boca.
Ela continuou, já sentindo seu gosto, relaxando sua garganta recebendo em jatos seu esperma. Ela bebeu, lambendo seu membro e suas bolas, o gostão não era nada bom, mas era suportável e ela gostava de beber dele, porque sabia que isso o deixava apenas mais excitado.
Nunca deixaria de ficar surpresa com o tesão que seu namorado tinha.
Afinal havia acabado de tê-lo feito gozar em sua boca e seu membro já estava semi ereto de novo.
— Porra, Edward — ela disse acariciando seu membro que cresceu ainda mais em sua mão.
— Você não pode imaginar a porra do tesão do caralho que sinto por você, baby — ele disse beliscando os seios dela — Senta no meu pau, agora, vai — pediu.
— Eu vou te machucar — ela disse indecisa mordendo seus lábios, olhando para a perna dela.
— Você vai me deixar duro do caralho desse jeito?— falou gemendo a mão dela acariciando suas bolas.
— Ok — ela disse apenas, querendo aquilo tanto quanto ele, tirou sua calcinha subindo seu vestido, Edward esticou sua mão penetrando um dedo em sua entrada molhada.
— Molhadinha, baby — ele disse o movimentando.
Bella segurou na maca e subiu em cima dele, com cuidado para não machuca-lo, sentou em seu colo, uma perna de cada lado de seu corpo, Edward segurou um gemido de suas coxas doloridas que protestaram.
— Senta logo — pediu excitado, acariciando os seios dela.
Bella segurou no membro dele guiando para sua entrada, ainda brincando um pouco de colocar a só a cabecinha dele e tirar, mas ele logo a fez se abaixar seu membro entrando completamente dentro dela.
— Porra caralho de boceta apertada da merda — ele disse.
Bella rebolou seu quadril subindo e descendo no colo dele, a maca rangia com um barulho baixa. Às vezes ela ia rápido, outras lentamente, apreciando as sensações. A boca dele ora estava na sua ou em seus seios, as mãos dele a segurava com força ajudando em seus movimentos mesmo ele sentindo seus braços doloridos.
Edward apoiou seu pé bom na maca e investiu seu quadril, estocando dentro dela com força, Bella gemeu alto jogando a cabeça para trás, uma mão dela encontrando seu clitóris e o acariciando, Bella começou a se contorcer apertando o membro dele e gozou sentindo ele a acompanhar também.
— Você está bem? — ela perguntou depois de alguns momentos, saindo de cima dele com cuidado.
— Como não está depois de duas gozadas do caralho?
Bella apenas rolou seus olhos e ele a puxou beijando a boca dela suavemente.
— Vou me limpar antes que alguém chegue — falou se separando dele indo ao banheiro.
Lavou seu rosto que estava corado e passou a mão em seus lábios vermelhos, tentou arrumar seus cabelos, depois se limpou com o papel higiênico, vestiu a calcinha que tinha pego, passou a mão em seu vestido todo amarrotado, com certeza assim que a vissem saberiam o que ela havia feito.
Precisava urgentemente aprender a dizer não ao seu lindo namorado insistente e gostoso.
Pegou um pouco de papel higiênico limpo voltando para o quarto, Edward estava do mesmo jeito que ela o deixou, a cabeça encostada com os olhos fechados, a camisola ainda estava levantada, um sorriso em seus lábios.
Seus olhos se abriram ao sentir a presença dela.
Bella sorriu e tentou limpar com o papel higiênico a virilha dele que estava melada de gozo dele e dela.
— Porra, se você ficar me esfregando aí eu vou ficar duro de novo — ele disse olhando para ela que parou, voltando ao banheiro e jogando o papel fora.
— Droga esse quarto está com cheiro de sexo — ela disse indo abrir a janela.
— Eu não me importo é o segundo cheiro que mais gosto nesse mundo, o cheiro do nosso sexo — ele disse sorrindo.
— E qual é o primeiro? — ela perguntou.
— Seu cheiro, sem o meu misturado — falou.
Bella foi até ele segurando sua mão.
— Você está bem mesmo?
— Estou porra — ele disse meio grosso — Desculpa, mas já estou me irritando com essa pergunta.
— Tudo bem, mas será que você não entende, Edward? Você voou a quase cento e quarenta por hora. É um milagre você está vivo, só com uma perna quebrada — ela disse — Você podia ter morrido, eu não sei o que faria se isso tivesse acontecido.
— Eu não morri, baby. Eu estou aqui — ele disse suavemente, acariciando seus cabelos — Fiz muitas promessas e não vou morrer antes de realiza-las.
— Você não pode ter certeza disso.
— Não — ele concordou — Mas eu prometo tomar mais cuidado agora quando eu for andar, ok?
— Não, nem pensar. Você vai jogar aquela moto fora, está toda arrebentada mesmo. Não quero ver você nunca mais em cima de uma novamente.
— Mas Bella porra...
— Não. Você quer que eu te pergunte se você escolhe a moto ou eu?
Ele bufou, por um rápido momento pensando qual seria a reação dela se ele dissesse que seria a moto, mas achou melhor não brincar.
— Ok, eu não vou mais andar de moto, por enquanto — disse.
Por Bella valia qualquer sacrifício.
— Eu te amo, e não quero correr o risco de te perder novamente — ela disse o abraçando.
— Você não vai baby — ele prometeu, beijando sua testa levemente.
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