Uma Nova Vida
2 Capítulo 2 - Um Sonho
Notas iniciais
Oi!!!
Falei que iria colocar o outro cap logo, mas antes era uma história pequena, mas depois eu comecei a ter varias ideias então a história aumentou
E ainda teve outros problemas...
Pessoas mortas, machucadas, escombros, militares andando pelas ruas armados, pessoas desesperadas por comida e água, pessoas sendo retiradas dos escombros vivas e mortas.
Num cenário de caos, destruição, morte, desordem, fome, tristeza... Uma menina dorme para esquecer todo o sofrimento de perde seus pais e da fome.
Ela sonha, mesmo com tudo que lhe aconteceu e com tudo que lhe acontecera, mesmo não sabendo o que... Ela sonha e tem um sorriso em seu pequeno rosto.
Ela não sonha com nada triste, nem com seus pais, nem com sua casa que foi destruída e nem com a fome que esta sentindo.
No sonho dela... Ela esta num jardim com bancos brancos, com gramado baixo, com uma linda fonte, flores de diversas cores e varias árvores. Ela esta num caminho de pedras, com um vestido simples, rosa bebê com uma sapatilha branca e uma boneca de pano nos braço, estava em frente a um lindo prédio com portas de vidro e com um porteiro.
Em frente a esse prédio estava um casal, jovem. O homem alto, moreno, cabelo curto e preto e olhos verdes azulado, ele usava uma calça jeans escura e uma camiseta preta. A mulher menor que o homem, branca, cabelo comprido e castanho claro, liso e nas pontas cacheado, olhos verde que nem esmeralda, ela usava um vestido vermelho abaixo do joelho com a gola em V e um salto alto fino e preto.
Eles começaram a caminhar em direção a pequena Paulete, a mulher, quando estava próxima de Paulete, se ajoelhou e sua frente e falou.
- Olá pequenina – ela abriu os braços chamando a pequena para um abraço. Paulete ficou com medo e a linda moça percebeu – Paulete, não tenha medo, venha aqui e me de um abraço.
Paulete caminhou ate a moça e lhe abraço, ainda hesitante. A moça pôs seus braços em volta da cintura dela e se levantou com ela no colo. O moço pôs um braço em volta do ombro da moça e a outra mão colocou no braço de Paulete.
- Olá pequena Paulete – falou o moço com um sorriso no rosto – Meu nome é Eduardo.
- O meu é Bruna- falou a moça, Bruna, também com um sorriso no rosto
- O-oi – Paulete falou – Prazer.
- Olha que menina educada nossa filhinha Dudu – Bruna falou orgulhosa por sua filha ser bem educada.
A pequena Paulete não estava entendendo nada, o porquê aquele casal, Bruna e Eduardo, estavam a chamando de “filhinha”?
- O que foi pequena? – Bruna perguntou preocupada, pois Paulete estava com seus olhos pretos, como a noite sem estrela molhados.
— Por que me chamou de “filhinha”? – as lagrimas começaram a cair de seus olhos e molhar todo seu rosto. O casal trocou um olhar preocupado e nervoso – Vocês são meus pais agora? – ela perguntou ainda com os olhos escorrendo lagrimas, pois ela queria que eles fossem seus novos pais, mas tinha medo que eles não fossem e sofresse novamente.
- Paulete... Agora somos seus pais – Eduardo falou nervoso, pois estava com medo da Paulete não gostar da idéia deles substituírem seus pais falecidos
- Não gostou pequena? – perguntou Bruna no mesmo estado de seu marido, só que com uma pontada de decepção e magoa, pois eles a escolheram logo de cara, foi amor a primeira vista, ela sentiu que ela era sua filha, mesmo não sendo de sangue, ela era sim sua filha.
- Eu adorei! – gritou Paulete. Então Eduardo a tirou dos braços de Bruna e girou no ar. Paulete gargalhou como nunca tinha feito antes... Na verdade ela se sentiu feliz com estava se sentido agora.
De repente tudo começou a ficar escuro, ela começou a escutar varias vozes misturadas e gritando.
- Achamos uma menina.
Ela começou a ser retirada dos escombros.
Notas finais
Bjs JCB
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