Uma Nova História! - A Usurpadora
14 Capítulo 14 - "Um Barulho de Tiro"
Notas iniciais
Capítulo 14
Casa Bracho
–Amor, me deixar ver o seu vestido de noiva! (pediu Carlos Daniel)
–Não, dá aza! (disse Paulina)
–Eu não acredito nisso! (disse Carlos Daniel)
–Mas eu acredito, e por isso ele está no apartamento da Célia, e ele ainda não estar totalmente pronto, falta alguns ajustes. (disse Paulina)
–Ok! (disse Carlos Daniel)
–Amor, logo, logo você vai pode vê-lo, só falta três dias para o nosso casamento. (disse Paulina)
–Eu sei! (disse Carlos Daniel sorrindo)
Paulina sorriu também.
–Te amo! (disse Paulina)
–Eu te amo mais! (disse Carlos Daniel sorrindo)
–Besta... (disse Paulina sorrindo)
Carlos Daniel capturou os lábios de Paulina. o beijo era calmo, porém repleto de amor, paixão, desejo...
...
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–Quer dizer que a minha amada Paulina se casar daqui a três dias? (perguntou Osvaldo para si mesmo olhando o jornal). Chegou a hora da minha vingança... Há, há, há, há, há... Você vai paga muito caro Paulina, por ter preferido esse tal de Carlos Daniel Bracho a mim. (disse Osvaldo)
...
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–Oi Paola! (disse Célia entrando)
–Oi! (disse Paola).
–Você não vai acreditar o que me aconteceu. (disse Célia)
–O que? (perguntou Paola)
–Estou saindo com um cara há quase cinco meses e ele me pediu em casamento, e adivinha, eu aceitei. (respondeu Célia toda feliz).
–Parabéns! (disse Paola feliz pela amiga)
–Só que ele morar em Londres. (disse Célia)
–Você vai ama Londres. (disse Paola)
–Espero! (disse Célia)
Casa dos Bracho
–Vamos crianças! (disse Paulina)
–Sim mamãe! (disse Carlinhos e Lizete juntos)
Carlinhos e Lizete saíram correndo
–Não corram! (disse Carlos Daniel)
Carlos Daniel e Paulina foram atrás de Carlinhos e Lizete, que entraram no carro, Carlos Daniel abriu a porta para Paulina e logo em seguida entrou. Eles foram leva as crianças ao parque.
–Mamãe eu quero ir na montanha russa. (disse Carlinhos)
–Eu também quero! (disse Lizete)
–Lizete, meu amor, que tão o papai leva o Carlinhos para ir na montanha russa e nós duas vamos compra algodão doce? (perguntou Paulina)
–Oba, eu amo algodão doce. (disse Lizete animada)
Paulina e Carlos Daniel sorriram
–Acho que isso é um sim! (disse Carlos Daniel)
–Vamos papai! (pediu Carlinhos)
–Vamos mãezinha, eu quero algodão doce. (disse Lizete abraçando as pernas de Paulina)
Paulina levou Lizete para comprar algodão doce e Carlos Daniel levou Carlinhos para ir na montanha russa.
Eles passaram o resto da tarde no parque se divertindo muito, eles estavam tão felizes.
Pela noite, após o jantar eles ficaram conversando na sala de visitas.
–Paulina, no começo eu não gostava muito de você, mas agora te considero uma grande amiga. (disse Estephanie)
–Eu também te considero uma grande amiga. (disse Paulina sorrindo)
–Todos aqui nessa casa te amam menina. (disse Vovó Piedade)
–Eu e o Willy após o casamento de vocês vamos fazer uma viaja como uma segunda Lua de Mel. (disse Estephanie)
–Fico feliz por vocês. (disse Paulina)
–Mãezinha, estou com soninho. (disse Lizete)
–Eu também! (disse Carlinhos)
Carlos Daniel e Paulina levaram as crianças para dormir, logo depois foram para o quarto.
–Estou morta! (disse Paulina se jogando na cama)
–O Carlinhos e a Lizete tem um pique; (disse Carlos Daniel se jogando na cama também);
–Quem chega por ultimo no banheiro, vai ser o ultimo a toma banho. (disse Paulina antes de se levanta e sair correndo)
–Isso não valer, você trapaceou! (disse Carlos Daniel indo atrás de Paulina)
Quando Carlos Daniel entrou no banheiro a Paulina já estava se despindo; ela o olhou e sorriu. Eles tomaram um banho rápido, com direito a muitos beijos e depois foram dormi, estavam muito cansados;
...
Na manha seguinte, Paola ia saindo do apartamento super apresada, precisava compra o vestido para ir ao casamento da irmã. Ela barroou em alguém.
–Desculpa! (disse Paola)
–Tudo bem! (disse David sorrindo)
Paola sorriu
–Para onde a senhorita vai com tanta pressa? (perguntou David)
–Eu vou compra um vestido para ir ao casamento da minha irmã; (respondeu Paola). Com tanta coisa acontecendo, eu acabei meio que esquecendo. (disse Paola)
–Quer ajuda para escolher o vestido? (perguntou David). Só um ótimo observando de belas mulheres, e depois, talvez, se você quiser, podemos almoça juntos. (disse David)
Paola sorriu
–Porque não? (perguntou Paola). Eu aceito! (disse Paola)
David sorriu
No caminho para o shopping, a Paola e o David, aproveitaram para si conhecerem melhor. Eles entraram em varias lojas, por mais que ele dissesse que ela estava linda, a Paola sempre ficava em duvida.
–Que tão esse? (perguntou Paola)
O vestido que Paola usava era vermelho, até os joelhos, tomara que caia...
–Perfeito! (disse David de boca aberta)
Paola sorriu, sem duvidas aquele vestido foi o mais bonito de todos
–Então, vai ser esse. (disse Paola)
Paola vestiu sua roupa novamente, pagou o vestido.
–Agora vamos almoça? (perguntou David)
–Vamos! (respondeu Paola). Aonde você vai me leva? (perguntou Paola)
–No meu restaurante! (respondeu David)
–Você tem um restaurante? (perguntou Paola)
–Na verdade, uma rede de restaurante. (disse David sorrindo)
David levou Paola para almoça e depois eles voltaram para o hotel
–Posso te confessa uma coisa? (perguntou David ao chegarem na porta do apartamento de Célia)
–Pode! (respondeu Paola)
–Ando te observando há alguns dias, e quando bati na sua porta ontem, a história do açúcar foi apenas um pretexto para eu me aproxima de você. (disse David)
Paola sorriu
–Desde que me hospedei nesse hotel e te vi pela primeira vez, você não sai da minha cabeça. (disse David se aproximando de Paola)
David roçou seus lábios ao de Paola, e logo deu inicio a um beijo calmo, carinhoso, suas bocas tinham o encaixe perfeito, ela de inicio ficou surpresa, mas logo o correspondeu.
–Você aceita me acompanha no casamento da minha irmã? (perguntou Paola sorrindo após cessarem o beijo)
–Aceito! (respondeu David sorrindo)
–Tenho que entra! (disse Paola)
Paola deu um selinho em David
–Tchau! (disse Paola logo em seguida entrando)
David esperou a porta se fecha e foi para o seu apartamento
–David! (disse Paola para si mesma suspirando)
...
Enfim o grande dia havia chegando... A Paulina estava se arrumando no apartamento da Célia
–Você está linda! (disse Vovó Piedade)
–Verdade, muito linda. (disse Paola)
–A mais linda de todas as noivas. (disse Célia)
–Obrigada! (disse Paulina)
–Agora, vamos, pois o seu futuro marido já dever está no alta te esperando, e muito nervoso. (disse Vovó Piedade)
–Vamos! (disse Paulina)
–É eu meio que esqueci de dizer a vocês, que eu não vou no mesmo carro. (disse Paola)
–Porque não? (perguntou Paulina)
–É que um amigo vai me acompanha no casamento. (respondeu Paola). Vocês não querem que eu apareça sozinha na Igreja querem? (perguntou Paola)
–Não! (respondeu Paulina sorrindo)
–Então, ele já deve está me esperando. (disse Paola)
Paulina, Paola, Vovó Piedade e Célia desceram. Havia uma limusine esperando pela noiva. O David também estava esperando por Paola, ela sorriu, e foi ao encontro dele. Não demorou muito e elas chegaram a Igreja. Rodrigo as esperava do lado de fora. O Carlos Daniel havia pedido para ele entra com a Paulina;
–Você está linda! (disse Rodrigo)
–Obrigada! (disse Paulina sorrindo)
Vovó Piedade e Célia entraram, e avisaram que a noiva já havia chegado. David e Paola também entraram
Rodrigo deu o braço para Paulina, e ela aceitou.
As portas da Igreja se abriram, os músicos começaram a toca, Rodrigo conduzia Paulina pelo tapete vermelho, ela estava com o olhar fixo em Carlos Daniel, com ele também não era diferente, ele não conseguia tira os olhos da sua amada.
–Sejam muito felizes! (disse Rodrigo entregando Paulina para Carlos Daniel)

(vestido de noiva de Paulina)
–Você está linda! (disse Carlos Daniel)
–Obrigada! (disse Paulina sorrindo)
Carlos Daniel sorriu. Ele e Paulina se ajoelharam.
O padre começou a cerimonia.
...
–Carlos Daniel Bracho, aceita Paulina Martins como sua esposa, para ama-la e respeita-la na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença até que a morte os separe? (perguntou o padre)
–Sim! (respondeu Carlos Daniel sorrindo)
–Paulina Martins, aceita Carlos Daniel Bracho como seu esposo, para ama-lo e respeita-lo na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença até que a morte os separe? (perguntou o padre)
–Sim! (respondeu Paulina sorrindo)
–Se há alguém aqui presente que é contra esse casamento que fale agora ou se cale para sempre. (disse o padre)
Ninguém se pronunciou
–Bem, podem trocar as alianças! (disse o padre)
Carlos Daniel e Paulina se levantaram.
–Eu Carlos Daniel Bracho, te recebo Paulina Martins como minha esposa, e prometo ama-te hoje e sempre. (disse Carlos Daniel colocando a aliança no dedo de Paulina)
–Eu Paulina Martins, te recebo Carlos Daniel Bracho como meu esposo, e prometo ama-te hoje e sempre. (disse Paulina colocando a aliança no dedo de Carlos Daniel)
–Assim, pelo pode em mim concedido, eu os declaro marido e mulher. O que Deus uniu o homem não separa! Pode beija a noiva. (disse o padre)
Carlos Daniel aproximou seus lábios dos de Paulina e a beijou, um beijo terno, carinhoso, repleto de amor.
–PAULINA! (gritou Osvaldo entrando na Igreja)
–Osvaldo! (disse Paulina)
–Se você não for minha não vai ser de mais ninguém! (disse Osvaldo apontando uma arma para Paulina)
Carlos Daniel tomou a frente de Paulina
De repete todos os presentes na Igreja escutaram um barulho de tiro.
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