Uma Nova História! - A Usurpadora
9 Capítulo 9 - "Amo-te Hoje e Sempre!"
Notas iniciais
Capítulo 9
–Não posso mais continua trabalhando aqui nesta casa, o Osvaldo está tornando da minha vida um inferno, e eu preciso pensa no meu bebe; (disse Paulina para si mesma acariciando o seu ventre). Ele rasgou a foto do Carlos Daniel, falando no Carlos Daniel, a Célia tem razão, ele tem o direito de sabe que vai ser pai, que eu estou gravida, esperando um filho dele, eu preciso procura-lo. (disse Paulina para si mesma)
Carlos Daniel estava caminhando pelo jardim, quando avistou uma moça encostada em uma arvore, muito pensativa.
–Paulina! (disse Carlos Daniel para si mesmo)
Carlos Daniel caminhou até onde estava Paulina. Ele se aproximou cuidadosamente dela, ele tapou os olhos de Paulina com suas mãos;
–Quem é? (perguntou Paulina um pouco nervosa enquanto levava suas mãos de encontro as que estavam em seu rosto, tapando seus olhos).
Carlos Daniel beijou o pescoço de Paulina, roçando sua barba na pele de Paulina, e a deixando arrepiada.
–Quem é? (perguntou Paulina nervosa)
–Não lembra mais dos meus beijos? (perguntou Carlos Daniel sussurrando no ouvido de Paulina)
Paulina no mesmo instante reconheceu aquela voz, ela em um impulso se afastou de Carlos Daniel, ele ficou de frente para ela.
–Oi! (disse Carlos Daniel sorrindo)
–O... Oi! (disse Paulina gaguejando)
Paulina ainda não conseguia acredita que o Carlos Daniel estava na sua frente
–Como está? (perguntou Carlos Daniel)
–Bem! (respondeu Paulina sem olhar para Carlos Daniel). E você? (perguntou Paulina encostando-se à árvore)
–Bem! (respondeu Carlos Daniel)
–E o Carlinhos? Como ele está? (perguntou Paulina)
–Bem! (respondeu Carlos Daniel se aproximando)
O coração de Paulina acelerou
–E a Lizete? (perguntou Paulina nervosa)
–Bem! (respondeu Carlos Daniel se aproximando ainda mais)
–E a Vovó Piedade? (perguntou Paulina)
–Estão todos bem, Paulina! (disse Carlos Daniel tirando algumas mechas do cabelo de Paulina do rosto da mesma)
–E a Paola? Ela já voltou? (perguntou Paulina)
–Sim! (respondeu Carlos Daniel sem parar de olhar para os lábios rosados de Paulina)
“Ele dever está muito feliz com a Paola, claro que ele está, pois ele a ama” (pensou Paulina).
–Você conhece a Dona Zenaide? É amiga dela? (perguntou Carlos Daniel levando suas mãos até a cintura de Paulina)
–Na verdade, eu trabalho aqui como acompanhante da Dona Zenaide. (disse Paulina)
–Porque você saiu lá de casa daquela maneira? (perguntou Carlos Daniel a pressionando contra a árvore)
–Porque era o certo a fazer; (respondeu Paulina);
–O Carlinhos e a Lizete estão morrendo de saudades de você. (disse Carlos Daniel)
–Eles têm a Paola! (disse Paulina)
–Eles não estão na mansão! (disse Carlos Daniel)
–Como assim? Carlos Daniel, não vai me dizer que você os colocou em um colégio interno? (perguntou Paulina já com uma carinha de choro, só de imagina que o Carlinhos e a Lizete poderiam está em um colégio interno já a deixava triste).
–Claro que eu não os coloquei em colégio interno. (respondeu Carlos Daniel)
–Então? (perguntou Paulina)
–Eles estão na casa do Rodrigo e da Patrícia. (respondeu Carlos Daniel)
–E porque eles estão lá? (perguntou Paulina)
Carlos Daniel pressionou ainda mais Paulina contra a árvore.
–Porque eu não quero que eles fiquem perto da Paola. (respondeu Carlos Daniel).
–Hum! (disse Paulina)
–Senti sua falta! (disse Carlos Daniel olhado Paulina nos olhos)
–Sentiu? (perguntou Paulina)
–Senti! (respondeu Carlos Daniel). E muita, te procurei por todos os lugares, mas não te encontrei. (disse Carlos Daniel a pressionando contra a árvore)
–Me procurou? (perguntou Paulina)
–Procurei! (respondeu Carlos Daniel).
Paulina sorriu timidamente
–Você não sair da minha cabeça, em casa, na rua, na fabrica... Em qualquer coisa que eu olho o seu rosto está... Sempre saio pelas ruas com a esperança de te encontra, mas nunca a encontro... (disse Carlos Daniel aproximando seu rosto do de Paulina). Você se tornou uma obsessão para mim, Paulina, você mudou a minha vida, você tirou a Paola do meu pensamento e do meu coração, e hoje, eu posso dizer com toda a certeza que EU TE AMO, te amo. Com todas as letras, palavras e pronúncias. Em todas as línguas e sotaques. Em todos os sentidos e jeitos. Com todas as circunstâncias e motivos. Simplesmente, te amo. (disse Carlos Daniel)
Carlos Daniel roçou seus lábios aos de Paulina, e logo deu inicio a um beijo repleto de paixão, amor, desejo, loucura... Paulina o correspondeu na mesma intensidade, suas bocas tinham o encaixe perfeito. Carlos Daniel com a intenção de aprofunda ainda mais o beijo, colocou uma de suas mãos atrás da nuca de Paulina, a trazendo mais para si, enquanto a outra estava firmada na sua cintura. As de Paulina estavam à bagunça os cabelos de Carlos Daniel.
–Você é o maior presente que Deus poderia me dar. Amo-te hoje e sempre! (disse Carlos Daniel ofegante)
–Não, você não me ama, você ama a Paola que você ver em mim. (disse Paulina tentando se afasta de Carlos Daniel)
–Não, Paulina, eu amo você, apenas você, a única coisa que um dia em senti pela Paola foi desejo, paixão, paixão na qual ela mesma estimulava. Você me mostrou o que realmente é amor de verdade. Eu fiquei sem chão quando você fugiu, te procurei feito doido, minha vida não tem mais sentido sem você, eu te amo e sei que você também me ama, pois você deixou bem claro naquela carta que me deixou; (disse Carlos Daniel a pressionando contra a árvore).
–Sim, eu te amo, te amo, mesmo não devendo te ama, mesmo sabendo que você não me pertence, que você é de outra, eu te amo... Você é tudo para mim, eu te amo mais do que a mim mesma, mais do que a minha própria vida... Eu te amo como nunca tinha amado outro homem, eu te amo com o amor que é sacrifício e renuncia, eu te amo com o desespero que corre por todo o meu corpo... (disse Paulina já não conseguindo mais conte as lágrimas)
Carlos Daniel foi aproximando seus lábios dos de Paulina, eles estavam a centímetros de distância, distância que logo Carlos Daniel fez questão de por fim. Iniciando um beijo apaixonante! Paulina logo correspondeu ao beijo, colocando seus braços em volta do pescoço de Carlos Daniel e acariciando os seus cabelos. Carlos Daniel colocou seus braços em volta da cintura de Paulina, a trazendo para mais perto dele. Eles se beijavam com calma, a única coisa que eles dois queriam eram sentir os lábios um do outro e aproveita aquele momento mais do que magico.
–Te amo! (disse Carlos Daniel ao cessarem o beijo)
–E a Paola? (perguntou Paulina)
–Eu não amor a Paola, nunca a amei, eu amo você, só você. Já entrei com o pedido de divorcio, porque não quero mais continua casado com ela, eu quero me divorcia para casar com você, vida minha. (disse Carlos Daniel)
Paulina sorriu
–E mais, prometo-te dizer eu te amo todas as noites e te provar isso todos os dias, prometo nunca te fazer sofrer... (disse Carlos Daniel)
–O mundo tem três oceanos, sete mares, cinco continentes, quinhentos e dez milhões de quilômetros quadrados de terra e ainda assim, consegui achar alguém tão especial como você! (disse Paulina)
Carlos Daniel sorriu
–Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. (disse Paulina)
Dessa vez, Paulina foi quem tomou a iniciativa, e beijou Carlos Daniel, o beijo era ousado, Paulina praticamente invadiu a boca de Carlos Daniel com sua língua, ele a correspondeu na mesma intensidade;
Carlos Daniel e Paulina estavam trocando um beijo apaixonado... Enlouquecedor... Às mãos de Paulina estavam a acaricia os cabelos e as costas de Carlos Daniel. Já as dele estavam uma firmada na cintura de Paulina e a outra estava firmada em uma das coxas da sua amada. Ele a pressionava contra a árvore.
–Vamos sair daqui? (perguntou Carlos Daniel ofegante)
–Vamos! (respondeu Paulina ofegante). Mas, antes eu tenho que dá uma explicação para a Dona Zenaide e a Dona Lurdes. (disse Paulina)
–Tudo bem! (disse Carlos Daniel). Espero-te na esquina. (disse Carlos Daniel)
–Ok! (disse Paulina)
Paulina deu um selinho em Carlos Daniel e saiu, logo em seguida, ele saiu também.
–Com licença, Dona Lurdes! (disse Paulina). Posso troca duas palavrinhas com a senhora? (perguntou Paulina)
–Claro! (respondeu Lurdes)
–Paulina! (disse Vovó Piedade olhando para Paulina)
–Vovó Piedade! (disse Paulina)
–Como você está? (perguntou Vovó Piedade)
–Bem! (respondeu Paulina)
–O que você quer fala comigo Paulina? (perguntou Lurdes)
–Bem, eu queria perdi permissão para pode sair. (respondeu Paulina). Tenho que resolve uns problemas pessoais. (disse Paulina)
–Claro que você pode sair Paulina, não precisava nem ter vindo pedi permissão. (disse Lurdes sorrindo)
–Obrigada! (disse Paulina sorrindo)
–Pois eu não concordo, ela foi contratada para acompanha a minha querida sogra vinte e quatro horas, não pode fica saindo a hora que quer; (disse Osvaldo);
–Mas eu não pedi a sua opinião. (disse Lurdes)
Osvaldo olhou com ódio para Lurdes.
–De onde você conhece a Paulina, minha amiga? (perguntou Dona Zenaide)
–Bem... É... Ela é amiga do meu neto. (respondeu Vovó Piedade olhando para Paulina). Falando nele, ele está demorando. (disse Vovó Piedade). Você não o viu Paulina? (perguntou Vovó Piedade)
–Não! (respondeu Paulina um pouco nervosa). Bem, eu tenho que ir, Vovó Piedade foi um prazer reencontra-la, e mais uma vez obrigada por me deixar sair, Dona Lurdes. (disse Paulina).
–O prazer foi meu de te reencontra, minha filha! (disse Vovó Piedade)
Paulina saiu, ela foi até a esquina, onde Carlos Daniel estava a esperando.
–Demorei? (perguntou Paulina)
–Um pouco! (respondeu Carlos Daniel, ele estava encostado no capo do carro).
Carlos Daniel puxou Paulina pela cintura e a beijou. O beijo era calmo, repleto de amor, carinho, desejo, loucura... Suas bocas tinham o encaixe perfeito...
–Para onde você quer ir? (perguntou Carlos Daniel ao cessarem o beijo)
–Podemos ir para o apartamento onde eu estou morrendo. (disse Paulina)
–Hum... Ótima ideia! (disse Carlos Daniel)
–Eu o divido com uma amiga, mas pode fica tranquilo, ela não vai está lá. (disse Paulina)
–Como você pode ter tanta certeza que ela não vai está lá? (perguntou Carlos Daniel)
–É que ela trabalhar a noite e só chega pela manha. (respondeu Paulina)
–Ok! (disse Carlos Daniel)
Carlos Daniel abriu a porta do carro para Paulina entra e logo em seguida ele entrou também, ela deu o endereço do apartamento e eles seguiram para lá. Não demorou muito e eles chegaram;
–Qual andar? (perguntou Carlos Daniel)
–Decimo primeiro! (respondeu Paulina)
Carlos Daniel e Paulina entraram no elevador. Ele roubou um beijo dela.
–Carlos Daniel! (repreendeu Paulina)
–Ok! (disse Carlos Daniel)
O elevador abriu, eles caminharam pelo elevador, até chegarem em frente à porta do apartamento de Paulina, eles entraram.
–Te amo! (disse Carlos Daniel se aproximando de Paulina)
Carlos Daniel beijou Paulina, um beijo ousado, repleto de paixão e desejo. Ele foi conduzindo Paulina até o sofá, sem para de beija-la. Quando ele ia deita-la, ela se afastou dele e fez ele senta no sofá. Paulina sentou no colo de Carlos Daniel, de modo que suas pernas ficaram uma de cada lado, e voltou a beija-lo. O beijo era caliente, suas línguas pareciam dança em uma sintonia desenfreada. Carlos Daniel acariciava as coxas de Paulina, fazendo movimentos, com as mãos, de sobe e desce, sem para de beija-la.
Eles não queriam se separar, mas seus pulmões imploravam por ar, e assim, calmamente Carlos Daniel foi cessando o beijo, e o finalizou com uma mordidinha leve no lábio inferior de Paulina. Ele abriu os olhos e ficou a observando, ela ainda continuava com os olhos fechados. Paulina calmamente abriu os olhos e fez eles se encontrarem com os de Carlos Daniel. Ela sorriu.
–Onde fica o seu quarto? (perguntou Carlos Daniel ofegante)
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