Uma Nova História! - A Usurpadora

4 Capítulo 4 - "Calma, Coisa Linda, Sou Eu! "


Notas iniciais
oi, gente, me desculpem pela demora, estava com uns probleminhas na minha net tenho certeza que vocês vão adora o capítulo, só não vão gosta do final bem, agora, vou deixa de blá... blá... blá e vamos para o quatro capítulo... ...boa leitura...

Capítulo 4

Após deliga o celular, Carlos Daniel ficou pensando em tudo que viveu esse tempo com a Usurpadora, a Paulina, ele não pode deixa de sorrir ao lembra-se dos momentos com ela, ela era idêntica a Paola e ao mesmo tempo tão diferente, ele então, chegou à conclusão de que não poderia espera até a manha seguinte para fala com ela, ele precisava fala com ela agora.

Carlos Daniel, então, foi até o quarto de Paulina, ele entrou sem bater, mas não a encontrou lá.

Carlos Daniel sentiu um aperto em seu coração em pensa que a Paulina poderia ter indo embora, para sempre. Foi então, que ele escutou o som do chuveiro ligado, ele deduziu, então, que a Paulina, só poderia está tomando banho. Ele então resolveu senta, na cama, e espera ela sair, mas ai ele começou a imagina-la debaixo do chuveiro, totalmente nua, com gotículas de água por todo seu corpo. O desejo foi tomando conta de seu corpo, ele se levantou e caminhou até a porta do banheiro, ele ficou de frente para porta, pensando se entrava ou não. Ele decidiu entra.

Ao entra, Carlos Daniel teve a visão do paraíso, Paulina estava de costas, lavando os cabelos, ele ficou um tempinho a admirando, ela era uma deusa, uma rainha... Ele sentiu a necessidade de toca-la. Ele tirou seus sapatos, sua gravata, seu terno, sua camisa, sua calça... Ficou apenas de cueca Box, que por sinal era preta. Ele foi se aproximando dela, ele a acariciou a barriga, então, foi ai que ela percebeu que havia alguém lá com ela, mas ela não se atreveu a olhar quem era, apenas fechou os olhos, aceitando as caricias, ele por sua vez, foi subindo suas mãos até chega aos seios dela, ela gemeu, quando ele os apetou com força.

Entretanto uma dúvida foi tomando conta da cabeça de Paulina, e se não fosse Carlos Daniel, ela não tinha certeza que era ele, pois depois que ela percebeu que havia alguém lá, ela não se atreveu a olhar quem era, poderia não ser ele, mas as suas cariciais eram tão boas, tão gostosas... Mas, ela estava com medo, de ser outra pessoa, ou melhor de ser o Willy, então, com essas dúvidas, ela se afastou um pouco dele, ainda sem olha-lo, ela estava com os olhos fechados.

Carlos Daniel, por sua vez, a puxou pela cintura, colando o seu corpo ao dela, e sussurrou no seu ouvido.

–Calma, coisa linda, sou eu! (sussurrou Carlos Daniel com uma voz sedutora, sexy... Ele colocou sua mão entre as pernas de Paulina).

Paulina, então ficou quietinha, sentindo as caricias de Carlos Daniel. Ele acaricia as coxas dela na parte interior, ele foi subindo, com a mão, até chega a sua intimidade; ele a acariciou com delicadeza. Ela gemeu alto. Ele, por sua vez sorriu pelo fato de está a fazendo ficar excitada. Ele subiu sua mão, pela barriga dela, e quando chegou aos seus seios, ele os apetou com vontade, a fazendo gemer novamente.

–Eu vi te compra, o que você está me devendo há quase um ano. (disse Carlos Daniel)

Paulina, se virou, e o olhou, franzindo a testa.

Carlos Daniel sorriu, aquele sorriso que deixava Paulina perdidinha. Ele se aproximou de Paulina e a beijou, o beijo era quente, ousado... Ele a encostou na parede, ela sentiu os picos de seus seios se endurecerem. Ele foi descendo dos lábios dela, para o seu pescoço, e logo em seguida para os seus seios. Ele começou depositando leves beijos nos seios dela, porém, não demorou, muito, e ele já estava sugando, lambendo, dando leves mordidinhas neles, levando Paulina ao delírio.

–Você não sabe o quanto eu esperei por isso! (disse Carlos Daniel ofegante)

–Não mais do que eu! (disse Paulina, também ofegante)

Carlos Daniel a olhou nos olhos e sorriu

–Você é linda! (disse Carlos Daniel antes de toma os lábios de Paulina para mais um beijo enlouquecendo)

O beijo era mais ousado do que o que o antecedeu, Carlos Daniel com uma das mãos acariciava ousadamente as coxas de Paulina, encanto a outra estava firmada na cintura da mesma, já as de Paulina uma estava à bagunça os cabelos dele, e a outra estava acariciando suas costas.

Paulina estava totalmente entregue as caricias de Carlos Daniel, mas uma frase que a Paola lhe falou “Mesmo que se apaixone por ele, ele é meu e não seu... Quando eu volta, você vai ter que deixa-lo”, começou a rodeia a sua cabeça, fazendo Paulina volta à lucidez, ela com uma enorme dor no coração foi cessando o beijo e se afastando de Carlos Daniel.

–Eu não posso! (disse Paulina ofegante)

–Por quê? (perguntou Carlos Daniel também ofegante)

–Porque você é dela, você pertence a ela, e não a mim. (respondeu Paulina)

–Você ainda está usurpado o lugar dela, então, eu de certa forma sou seu! (argumentou Carlos Daniel)

–Esse seu argumento não é valido! (disse Paulina)

–Claro que é, e além do mais, nós somos adultos, estamos em plena lucidez do que queremos. (disse Carlos Daniel). Você não quer? (perguntou Carlos Daniel)

–Quero, mas... (Carlos Daniel a interrompeu)

–Mas nada! (disse Carlos Daniel). Deixa rolar! A Paola não merece lealdade. Não merece a sua consideração. (disse Carlos Daniel depositando um beijo no pescoço de Paulina).

Carlos Daniel foi subindo seus lábios, até encontra os de Paulina, e quando os encontrou, os tomou novamente, ela é claro correspondeu.

–Vamos para o quarto? (perguntou Carlos Daniel ao cessarem o beijo)

–É... (Paulina não conseguiu fala)

–Vem, vamos! (disse Carlos Daniel a olhando). Se você não vir comigo, eu vou fazer amor com você, aqui mesmo, no banheiro. (disse Carlos Daniel sorrindo)

–Vamos! (disse Paulina ainda ofegante)

Carlos Daniel deligou o chuveiro, e levou Paulina para o quarto, da maneira que ela estava totalmente nua e molhada, ele também estava molhado, mas ainda usava uma cueca, ele a deitou na cama, e se deitou sobre ela. Não demorou muito, e ele tomou os lábios dela, o beijo era ousado, ele explorava a sua boca com muita veemência, ela o correspondeu na mesma intensidade.

–Te quero tanto! (disse Carlos Daniel descendo seus lábios para o pescoço de Paulina)

–Eu também, Carlos Daniel, eu também, te quero tanto! (disse Paulina ofegante, enquanto acariciava os cabelos de Carlos Daniel).

Carlos Daniel desceu seus lábios até os seios de Paulina, enquanto ele acariciava um com a boca, o outro ele acariciava com uma de suas mãos. Ela, apenas sentia aquelas caricias, caricias, as quais, ela jamais tinha provado.

Carlos Daniel sorriu ao ouvir os gemidos de Paulina e parou de acaricia-la, ficou apenas a observando.

Paulina aos poucos foi abrindo os seus olhos, e quando olhou para Carlos Daniel, ele estava com um sorriso nos lábios, ela apenas retribuiu o sorriso. Eles trocaram alguns olhares, e logo Carlos Daniel retomou com as caricias.

Carlos Daniel lábia, chupava e dava leves mordidinhas nos seios de Paulina, enquanto uma de suas mãos acariciava uma das coxas de Paulina ousadamente, a outra estava segurando firme a cintura dela. Uma das mãos de Paulina estava à bagunça o cabelo de Carlos Daniel, enquanto a outra acariciava as costas dele.

Carlos Daniel foi descendo seus lábios pela barriga de Paulina até chega ao local onde ele queria. Lentamente, ele passou uma de suas mãos na parte exterior da coxa de Paulina, a fazendo prende o ar. Ele acariciou sua intimidade com as portas dos dedos. Ela se contorceu de tanto prazer. Ele com a intenção de dar ainda mais prazer a ela, parou de acaricia-la com as mãos e passou a acaricia-la com os lábios.

–Carlos Daniel! (disse Paulina entre gemidos)

Carlos Daniel parou de acaricia-la e a olhou nos olhos

–Me faz sua, por favor! (pediu Paulina ofegante)

Carlos Daniel sorriu

–Preciso tanto de ti, Paulina! (disse Carlos Daniel enquanto se aproximava seus lábios dos dela para lhe dar um selinho)

Paulina sorriu, ele a chamou de Paulina e não de Paola.

Carlos Daniel se levantou, tirou sua cueca e voltou para a cama. Ele se encaixou entre as pernas de Paulina, e começou a penetra-la com muito cuidado para não machuca-la.

Quando a barreira foi rompida, Paulina com uma das mãos puxou o cabelo de Carlos Daniel, enquanto a outra apetava firme os lenções, ela não pode deixa de dar um gemido de dor e deixa uma lágrima cair.

Carlos Daniel ficou surpreso, não imaginava que fosse a primeira vez de Paulina, um sorriso brotou em seus lábios.

–Tudo bem? Eu te machuquei? Dói? (perguntou Carlos Daniel feliz, mas preocupado). É... Eu não sabia, juro que não sabia, vida! (disse Carlos Daniel)

Paulina ficou em silencio, ele havia a chamado de vida.

Carlos Daniel a acariciou o rosto e saiu de dentro de Paulina. Ela abriu os olhos e o olhou.

–Não, você não me machucou, eu sou estou sentido um pouco de dor. (respondeu Paulina)

–Calma, linda, vai passa. (disse Carlos Daniel)

–Continua! (pediu Paulina)

–Tem certeza? (perguntou Carlos Daniel)

–Sim! (respondeu Paulina)

Cuidadosamente, Carlos Daniel a penetrou novamente. Paulina gemeu novamente, só que dessa vez não era um gemido de dor, mas, sim, um gemido de prazer.

Carlos Daniel, mesmo percebendo que o gemido era diferente do primeiro, saiu de dentro dela e perguntou:

–Quer que eu pare? (perguntou Carlos Daniel)

–Não pare, por favor, não! (respondeu Paulina)

–Tem certeza? (perguntou Carlos Daniel preocupado)

–Sim! (respondeu Paulina)

Carlos Daniel a beijou na boca e Paulina entrelaçou seus braços no pescoço de Carlos Daniel, enquanto ele voltava a colocar o seu membro entre as pernas de Paulina, ele a penetrou.

Carlos Daniel, cuidadosamente, começou fazer movimentos de vai e vem, entrando e saindo de dentro de Paulina, com movimentos leves para não machuca-la.

Paulina gemeu alto, quando Carlos Daniel começou a penetra-la com mais força. Esse som desencadeou o seu próprio prazer. Uma sensação jamais vivida por ela. Carlos Daniel, então começou a se mover com mais rapidez, arrastando-a com ele.

Enquanto fazia os movimentos, Carlos Daniel buscou os lábios de Paulina, o beijo era ousado, Paulina o correspondia na mesma intensidade. Logo depois, ele desceu seus lábios para o pescoço de Paulina, e logo em seguida, para os seios dela, nos quais, ele começou a suga-los, mordica-los..., enquanto fazia os movimentos, ele arrancava suspiros, gemidos e mais gemidos dos lábios de Paulina, que estava em total delírio.

O corpo de Carlos Daniel se movia com o de Paulina numa espécie de dança instintiva e sexual que estava além de seu controle.

As penetrações se tornaram mais rápidas, quase frenéticas, até que, em uma ultima penetração, Carlos Daniel teve um orgasmo fabuloso, e fez Paulina também alcança a sua libertação.

Carlos Daniel, para não machuca Paulina, se desencaixou, cuidadosamente dela e a puxou para deita-la sobre o seu peito. Ele lhe acariciava as suas costas denudas.

–Você é linda! (disse Carlos Daniel ainda com a respiração um pouco acelerada)

–Você é perfeito! (disse Paulina se aconchegando ainda mais nos braços de Carlos Daniel)

Carlos Daniel ficou cariciando as costas e os cabelos de Paulina até ela adormecer, não demorou muito e ele adormeceu também.

Por volta das duas e meia da madrugada, Paulina se acordou, ela estava um pouco confusa, mais ao percebe que Carlos Daniel estava ao seu lado, veio a sua mente tudo o que aconteceu na noite passada.

–Meu Deus! (disse Paulina colocando a mão na boca)

Paulina se levantou da cama com cuidado, ela pegou um dos lenções, o enrolou no corpo e foi até o banheiro. Ao entra no banheiro, ela começou a chora.

–Meu Deus, como eu pude deixa isso acontece, ele é da Paola. (disse Paulina para si mesma). E agora o que eu faço? (perguntou Paulina para si mesma chorando)

Paulina ligou o chuveiro e tomou um banho. Quando ela saiu do banho já sabia o que ia fazer, ela rezou para Carlos Daniel não ter acordado.

Quando, Paulina saiu do banheiro, Carlos Daniel ainda estava dormindo, ela foi até o closet, se vestiu e voltou para o quarto, ela pegou uma caneta e uma folha e começou a escrever, enquanto ela escrevia chorava sem para. Quando, ela terminou de escrever, dobrou essa folha, a colocou dentro de um envelope; no envelope ela colocou o nome de Carlos Daniel.

Paulina foi até a cama, se aproximou de Carlos Daniel e o acariciou os cabelos e o rosto, ele tinha um semblante sereno, dormia feito um anjo.

–Te amo! (sussurrou Paulina e logo em seguida depositou um beijinho na testa do Carlos Daniel). Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, mas não é a mim que você ama, é a outra, é ela, a Paola. Você só fez amor comigo porque eu sou idêntica a sua esposa. (sussurrou Paulina deixando as lagrimas rola). Vou senti tanta falta do Carlinhos, da Lizete, de você meu amor, minha vida, razão do meu viver, mas vai ser melhor assim, eu vou sofrer menos. (sussurrou Paulina tentando controla as lágrimas inutilmente)

Paulina se levantou da cama, pegou o diário de Paola e a carta, que ela havia escrito há pouco tempo, e os colocou em cima do criado mudo. Ela pegou uma mala, com pouquíssimas coisas e a camisa que Carlos Daniel usava, ela precisava de alguma coisa dele, e nada melhor do que a camisa que ele usava na noite que fizeram amor.

–Adeus, meu amor, minha vida, fica bem! (disse Paulina chorando descontroladamente)

Paulina saiu do quarto, ela desceu as escadas, passou pela sala, pelo jardim. Quando ela pôs os pés na calçada, ela jogou a chave no lado de dentro do portão. Ela pegou um táxi

–Para onde a senhora deseja ir? (perguntou o taxista)

–Para qualquer lugar moço, só me leve para longe daqui, por favor! (respondeu Paulina chorando)

Notas finais
e ai o que acharam? espero que tenham gostado e agora em, o que será que vai acontece? comentem bastante, por favor... recomendem e favoritem também beijinhos e até o próximo capítulo