Uma Nova História! - A Usurpadora
2 Capítulo 2 - "Balde de Água Fria"
Notas iniciais
Capítulo 2
–Me deixa ir Carlos Daniel, por favor! (pediu Paola (Paulina), novamente, após cessarem o beijo, ela estava ofegante)
–Não posso! (disse Carlos Daniel, antes de captura os lábios de Paola (Paulina), novamente.).
Carlos Daniel, calmamente foi conduzindo Paola (Paulina) até a cama. Ele delicadamente a deitou sobre a cama e se deitou sobre ela.
Carlos Daniel afastou seus lábios dos de Paola (Paulina) apenas para tomar ar, enquanto ambos recuperavam o ar, eles ficaram admirando um ao outro.
–Você é tão linda! (disse Carlos Daniel antes de captura os lábios de (Paola) Paulina novamente)
O beijo era ousado, suas bocas tinham o encaixe perfeito, suas línguas bailavam e exploravam a boca um do outro.
Carlos Daniel abandonou os lábios de Paola (Paulina), e começou a depositar beijos molhados pelo pescoço dela. Paola (Paulina) deu um leve gemido sem percebe. Carlos Daniel sorriu e voltou a explora o pescoço de Paola (Paulina). Enquanto ele depositava beijos pelo pescoço de Paola (Paulina), suas mãos estavam exploravam ousadamente as coxas dela.
Paola (Paulina) com as mãos tremulas, se livrou da camisa de Carlos Daniel. Ele por sua vez retirou o terninho e a camiseta que ela usava com muita facilidade, ele estava louco para fazer dela sua.
Carlos Daniel desceu com seus lábios para os ombros de Paola (Paulina), ele desceu uma das alças do sutiã dela, e acariciou os seios dela, por cima do tecido, com as mãos, Paola (Paulina) gemeu alto.
Carlos Daniel continuou a explora o corpo de Paola (Paulina), ele desceu com seus lábios pela cintura dela, ele levou suas mãos até a parte lateral da saia de Paola (Paulina), abriu o zíper e se livrou da saia dela.
Paola (Paulina) sabia que isso não poderia está acontecendo, mas era mais forte do que ela, ela amava Carlos Daniel como nunca pensou ama ninguém em sua vida, ela o queria, o desejava, queria ser dele, apenas dele e de mais nenhum outro homem;
“E agora Paulina? O que você faz? Se entrega para ele ou sair correndo daqui? Eu o quero tanto, o amo tanto, mas ele não me ama, ele ama a Paola, porque ele tinha que ama a Paola, ela nunca o amo, nunca se importou com ele, enquanto eu... ai meu Deus, eu daria tudo para ter o amor desse homem!” (pensava Paola (Paulina) enquanto Carlos Daniel explorava o seu corpo por inteiro).
–Como eu te amo Paola, te amo como nunca pensei que poderia ama alguém. (disse Carlos Daniel a olhando nos olhos, com a respiração acelerada)
“Essas palavras são para Paola e não para mim” (pensava Paola (Paulina))
Carlos Daniel percebendo o efeito que aquelas palavras haviam causado em Paola (Paulina), a olhou nos olhos e acariciou o rosto angelical que ela tinha.
–Me promete que aquela Paola, irresponsável, nunca vai volta. (pediu Carlos Daniel)
Paola (Paulina) encarou Carlos Daniel
–Como? (perguntou Paola (Paulina) ofegante)
–Eu te amo como você é, muito mais do que quando você era uma irresponsável, que só pensava em viaja, se diverti, prefiro você assim, responsável, boa mãe, linda... Simplesmente perfeita. (disse Carlos Daniel)
Paola (Paulina) não pode deixa de sorrir, o amor da sua vida, estava lhe dizendo que não queria que aquela Paola irresponsável voltasse, que a preferi como ela está agora, ou seja, ele preferi ela, não a verdadeira Paola.
–Eu também te amo, como nunca imaginei ama alguém nessa vida. (disse Paola (Paulina)). Mas, pensei que você não me amava mais, pensei que você estava apaixonado pela Verônica. (disse Paola (Paulina) enquanto se afastava de Carlos Daniel e se levantava da cama)
Carlos Daniel se levantou da cama também, e encostou a Paola (Paulina) na parede.
–Porque você pensou isso? (perguntou Carlos Daniel enquanto levava suas mãos até o feixe do sutiã de Paola (Paulina), que ficava na parte da frente do sutiã).
–Porque você estava me tratado de uma maneira diferente e ficava o tempo todo com essa tão de Verônica . (respondeu Paola (Paulina))
–Não precisa se preocupa, eu só amo você, minha vida, apenas você. (disse Carlos Daniel)
Paola (Paulina) capturou os lábios de Carlos Daniel, o beijo era ousado, suas línguas exploravam a boca um do outro. As mãos de Paola (Paulina) estavam à bagunça o cabelo de Carlos Daniel, vez e outra ela as descia até as costas dele, e o apetava ainda mais contra o seu corpo. Já as mãos de Carlos Daniel estavam a acaricia com muita veemência as coxas de Paola (Paulina).
Carlos Daniel abriu o feixe do sutiã de Paulina, e logo depois, se livrou dele por completo. Ele ficou um tempo apenas a admirando.
–Você é perfeita... Linda... (disse Carlos Daniel)
Carlos Daniel levou suas mãos até os seios de Paola (Paulina) e os apetou, um com cada mão, ela gemeu muito alto. Ele levou suas mãos, novamente, até as coxas de Paola (Paulina) e a fez entrelaça suas pernas em volta da cintura dele. Ela, também, entrelaçou os seus braços em volta do pescoço de Carlos Daniel.
Carlos Daniel caminhou, com Paola (Paulina) em seus braços, até a penteadeira, na qual, ele sentou ela lá, e se encaixou entre as pernas dela.
Carlos Daniel e Paola (Paulina) trocavam beijos apaixonados, repletos de paixão e desejo. Carlos Daniel abandonou os lábios de Paola (Paulina) e começou a deposita beijos molhados pelo pescoço dela, logo depois ele desceu para os ombros, e longo em seguida para os seios dela. Carlos Daniel apetou os seios de Paola (Paulina) com as mãos e logo, os tomou com os lábios, levando Paulina ao delírio.
Paola (Paulina), com a intenção de senti mais prazer, pressionou a cabeça de Carlos Daniel contra os seus seios.
Carlos Daniel, lábia, dava leves mordidinhas, e dava chupões, que provavelmente deixaria marcas, que fazia Paulina grita de tanto prazer.
–Preciso de você! (disse Carlos Daniel a olhando nos olhos)
Paola (Paulina) olhou para Carlos Daniel seriamente, até agora tinha sido apenas caricias trocadas, mas ele queria mais, muito mais, ela também queria, mas nunca tinha ficando com nenhum homem, não sabia o que fazer, tinha medo de decepciona o Carlos Daniel, tinha medo de que depois que eles dois ficarem justos, o Carlos Daniel não a quisesse mais, não quisesse sabe mais dela, de a odiar por ter usurpado o lugar da mulher dele, mas nada disso importava para ela, a única coisa que ela queria era ser amada pelo Carlos Daniel, o seu amado Carlos Daniel. Paola (Paulina) em um impulso, sem pensa, capturou os lábios dele, o beijo era faminto, Paola (Paulina) explorava as costas de Carlos Daniel, com as mãos, enquanto, ele explorava as coxas dela com muita veemência, com as mãos...
–Carlos Daniel, meu filho, eu preciso fala com você, é... (disse Vovó Piedade entrando, sem bate na porta, no quarto do Carlos Daniel, mas quando viu o que estava acontecendo se calou)
Paola (Paulina) se sentiu muito envergonhada. Ela afundou sua cabeça no peitoral de Carlos Daniel, e tentava cobri os seus seios. Ela estava tão envergonhada, que perguntou para si mesma se era possível ter um infarto do coração por pura vergonha.
–Ai, Meu Deus, mil desculpas! (disse Vovó Piedade)
–Tudo bem, Vovó Piedade, não foi nada. (disse Carlos Daniel acariciando as costas de Paola (Paulina))
–Desculpas, mesmo, eu não imagina que vocês dois... É... Bem... Vocês dois... Estivessem... Ah, vocês sabem o que eu quero dizer. (disse Vovó Piedade um pouco constrangida por ter atrapalhado o Carlos Daniel e a Paola (Paulina))
–O que a senhora queria mesmo? (perguntou Carlos Daniel)
–Fala com você! (respondeu Vovó Piedade). Mas, nossa conversa pode espera, bem, eu vou indo, mais tarde, nós dois conversamos. (disse Vovó Piedade)
–Ok! (disse Carlos Daniel)
Vovó Piedade caminhou até a porta.
–Mais uma vez desculpas, eu não tinha a intenção de atrapalha nada, mas vocês poderiam pelo menos terem trancando a porta; (disse Vovó Piedade). Né? (perguntou Vovó Piedade)
Paola (Paulina) sentiu seu rosto cora ainda mais.
Vovó Piedade saiu
Paola (Paulina) se afastou de Carlos Daniel.
–Tudo bem, meu amor? (perguntou Carlos Daniel observando que Paola (Paulina) estava diferente, nervosa)
–Sim, tudo, tudo ótimo! (respondeu Paola (Paulina) nervosa e evitando olhar Carlos Daniel nos olhos).
–Tem certeza? (perguntou Carlos Daniel)
–Claro, que não! (respondeu Paola (Paulina) pegando suas roupas). Eu estou morrendo de vergonha da Vovó Piedade. (disse Paola (Paulina))
–Não precisa! (disse Carlos Daniel)
–Ah, não precisa? (perguntou Paola (Paulina)), claro que precisa, ela chegou aqui, mesmo na hora, que nós estávamos... Estávamos... (Carlos Daniel interrompeu Paola (Paulina)).
–Que nós estávamos o que? (perguntou Carlos Daniel acariciando um dos seios de Paola (Paulina) com uma de suas mão)
–Acho melhor eu ir para o meu quarto! (disse Paola (Paulina) se afastando de Carlos Daniel)
Paola (Paulina) vestiu o seu sutiã, Carlos Daniel a observava.
–Pois, eu tenho uma ideia melhor. (disse Carlos Daniel)
–Qual? (perguntou Paola (Paulina) enquanto vestia a sua saia)
–Nós continuamos o que estávamos fazendo antes da Vovó Piedade entra no quarto. (respondeu Carlos Daniel a olhando com um olhar malicioso, muito malicioso)
Através desse olhar, Paola (Paulina) pode percebe as segundas, terceiras, quartas, quintas... Enfim, infinitas intenções de Carlos Daniel. Ela o olhou dos pés a cabeça, ele era definitivamente, perfeito, lindo, maravilhoso, gostoso... O seu olhar fixou-se na ereção de Carlos Daniel, que mesmo ele ainda estando de cueca, era muito visível.
–Foi você que me deixou assim! (disse Carlos Daniel)
Paola (Paulina) o olhou frangindo a testa.
–Você não vai joga um balde de água fria em mim? Vai? (perguntou Carlos Daniel)
–Acho que você vai sobreviver, não vai morrer por causa disso. (disse Paola (Paulina) enquanto vestia sua blusa e pegava seu terninho).
–Mas, você bem que poderia facilita. (disse Carlos Daniel). Né? (perguntou Carlos Daniel se aproximando)
–Sabe o que vai facilita ainda mais? (perguntou Paola (Paulina))
–Não! (respondeu Carlos Daniel). O que? (perguntou Carlos Daniel acariciando um dos braços de Paola (Paulina))
–Um banho! (respondeu Paola (Paulina) se afastando de Carlos Daniel). Mas, não é qualquer banho, tem que ser um banho bem, mais bem gelado. (disse Paola (Paulina)).
Paola (Paulina) caminhou em direção à porta. Carlos Daniel a impediu de sair e a encostou na parede.
–Mas, você pode resolve o meu problema. (disse Carlos Daniel)
–Carlos Daniel, eu tenho... Tenho que ir... (disse Paola (Paulina))
–Fica! (pediu Carlos Daniel)
–Não posso Carlos Daniel, o Carlinhos está me esperando e você tem que ir para fabrica. (disse Paola (Paulina))
–Você sempre arruma uma maneira de fugir de mim. (disse Carlos Daniel). Né? (perguntou Carlos Daniel).
–Não é isso Carlos Daniel, é só que... (Carlos Daniel interrompeu Paola (Paulina))
–Me dar um beijo que eu te deixo ir. (disse Carlos Daniel sorrindo)
–Ok, mas só um! (disse Paola (Paulina))
Carlos Daniel aproximou seus lábios dos de Paola (Paulina). Ele a beijou, como nunca havia a beijado antes. Era um beijo calmo, mas que demostrava amor, carinho, cuidado, proteção, paixão, desejo, loucura...
–Agora, você pode ir! (disse Carlos Daniel quando cessaram o beijo)
–Obrigada, senhor Bracho! (brincou Paola (Paulina))
–Por nada, senhora Bracho! (brincou Carlos Daniel também)
Paola (Paulina) saiu
Após a saída de Paola (Paulina), Carlos Daniel foi toma um banho bem, mais bem gelado, enquanto ele tomava banho, ele se lembrava dos momentos que havia vivido há pouco tempo com a Paola (Paulina).
–O que eu sinto por essa moça? Paulina, Paulina, o quanto ela es bela. Será que eu estou apaixonado por ela? Será não, eu estou completamente, loucamente, perdidamente apaixonando por ela. (pensava Carlos Daniel enquanto tomava banho)
Após toma banho, Carlos Daniel se arrumou e foi para fabrica.
Paola (Paulina) quando saiu do quarto de Carlos Daniel, foi direto para o seu quarto, ela, também tomou um banho bem gelado, enquanto tomava banho, ela se lembrava dos momentos que havia vivido há pouco tempo com Carlos Daniel.
–Ai, como eu o amo, mesmo ele sendo de outra, eu o amo! (pensava Paola (Paulina))
Após toma banho, Paola (Paulina) se arrumou e foi para o quarto do Carlinhos.
Fabrica Bracho
–Carlos Daniel, está tudo bem? (perguntou Rodrigo)
–Hãm? Como? Você falou algo? (Perguntou Carlos Daniel)
–Carlos Daniel, em que mundo você está? (perguntou Rodrigo)
–É... Eu estava pensando na Usurpadora. (disse Carlos Daniel)
–O que você está pensando sobre ela? (perguntou Rodrigo). Eu acho que ela é igual à Paola, isso se ela não for pior. (disse Rodrigo)
–Estava pensando em como ela conseguiu nos engana esse tempo todo. (respondeu Carlos Daniel, mentindo)
Casa Bracho
Paola (Paulina) estava no seu quarto, escovando os cabelos, quando Vovó Piedade entrou.
–Vovó Piedade, aconteceu alguma coisa? (perguntou Paola (Paulina))
–Sim! (respondeu Vovó Piedade). Eu vi te alerta, para você, minha filha, toma cuidado, acredito que os meus netos já descobriram que você não é a verdadeira Paola, que você é uma Usurpadora. (disse Vovó Piedade)
–Como? (perguntou Paola (Paulina) surpresa)
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