Uma Nova Família
11 Despedida de solteiro e Atacando
Notas iniciais
Esse capítulo contém linguagem explícita, então se forem menores de idade pulem para o próximo.
Senão eu ligo pra mãe de vcs ;)
Os três seguiram para a boate. Estava lotada. Sara viu alguns amigos de Ryan, definitivamente aquela seria uma despedida de solteiro diferente.
Sentaram á mesa enquanto tomavam alguns drinks, mas não ficaram ali por muito tempo, seguiram para a pista de dança, a batida não deixava ninguém parado.
Sara se acabou de dançar, não gostava muito, mas não havia quem não resistisse ao clima e principalmente ao seu irmão maluco do lado fazendo-a rir. Aproveitou pra tomar várias doses, queria aproveitar á noite.
- Hum... isso é bom – ela bebia, estava no quinto copo – Você quer? – ela ofereceu a Anne que recusou.
- Cuidado! Uma vez Anne tomou isso e dormiu feito pedra. Tive que carregá-la, o pai dela quase me matou – Ryan riu ao se lembrar.
- Eu já to acostumada – ela dá de ombros.
‘’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’
Grissom tomava o café que Suzy havia acabado de fazer quando Arthur chegou todo animado.
- Grissom – ele correu em direção ao perito.
- Oi Arthur, aconteceu alguma coisa?
- Aconteceu – ele lhe mostrou um papel – Consegui tirar nota máxima no trabalho que você me ajudou – ele disse sorridente.
- Parabéns – ele sorriu ao ver a alegria do novo amigo.
- Bem, você disse que precisava da minha ajuda. Em quê?
- Você vai ver.
‘’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’
- Então essa era sua idéia de diversão? – Arthur e Grissom caminhavam no meio do mato á noite carregando potes e lanternas.
- Seu pai me disse que existem muitos insetos por aqui – Grissom observava tudo atentamente.
- Aqui? – Arthur perguntou – Estamos em Miami não na mata Atlântica.
- Olha só isso – ele se abaixou lentamente observando um besouro típico da Flórida – Isso parece ser interessante – ele recolheu o bicho colocando-o dentro de um pote.
- Você não tem ciúmes da Sara? – ele foi surpreendido com a pergunta – Quero dizer, você não se importa dela ir para uma boate sozinha?
- Eu confio na Sara e ela não está sozinha – ele diz calmamente.
- Sabe, eu confio no meu irmão, mas aqueles amigos dele... – o jovem balançou a cabeça e parou de falar, concentrando-se em sua lanterna. Grissom apenas levantou a sobrancelha, não havia muito o que fazer.
Depois de terminarem seu estranho passeio Grissom voltou para o quarto e tomou um banho. Quando saiu aproveitou pra ligar para Catherine, aparentemente estava tudo bem.
Deitou-se na cama tentando descansar. Estava quase pegando no sono quando escutou um bater na porta, que mais parecia um chute. Ao abrir entendeu o porquê, Ryan segurava Sara no colo, estava visivelmente apagada. Sua primeira reação foi de susto.
- Hey! Calma – Ryan o tranqüilizou – Ela está bem, é só o efeito da bebida – Grissom franziu a testa enquanto Ryan colocou Sara em seu colo – Cara! A gente se divertiu muito.
- Eu imagino – ele disse com Sara em seus braços, dormindo profundamente.
- Boa noite – ele saiu fechando a porta.
Grissom ajeitou Sara na cama, não podia deixar de notar o sorriso em seus lábios, indicando que estava feliz. Ele a cobriu deitando-se ao lado dela.
Ele não tinha noção de quanto tempo havia passado quando sentiu algo deslizando dentro de sua camisa, os movimentos de vai e vem em seu peito o fez tanto relaxar quanto se arrepiar. Ao mesmo tempo sentiu um roçar em sua perna. Aquilo era muito bom e quando achou que não poderia ficar melhor sentiu um arrepio no pescoço, reconheceu aquela sensação, reconheceu aqueles lábios.
A boca lhe beijava suavemente, dando-lhe leves mordidas, deslizando pelo seu pescoço indo até a bochecha. Ele podia ouvir a respiração tão descompensada quanto à dele, um leve gemido saiu de sua garganta quando sentiu as mãos abrirem os botões de sua camisa sem desgrudar os lábios de sua pele.
O toque era suave e preciso, estava quase despertando quando sentiu um peso em cima de si.
- Sara – ele sussurrou com dificuldade e antes mesmo de abrir os olhos a boca dela o procurou beijando-o ferozmente, as mãos dela não paravam tentando se livrar do resto de sua camisa, ele sentiu a parte debaixo dela em cima de sua ereção.
- Sara – ele respirou mais uma vez.
- Shii... – ela o calou com mais um beijo e ele sentiu o gosto do licor. Ela ergueu-se um pouco deslizando suas mãos para baixo em direção á calça.
Com muito esforço ele segurou os braços dela ficando por cima. Ele a fitou respirando com dificuldade, já estava sem a camisa que ela arrancara, ela lhe deu um sorriso bem grande.
- O que foi isso? – ele perguntou sério.
- O que você acha? – ela deslizou as mãos sobre o peito dele – Eu quero você.
- Não podemos fazer isso aqui – ele a advertiu.
- Ninguém vai saber – ela puxou o rosto dele deslizando sua língua em sua boca e ele perdeu sua lógica. Caiu e não conseguiu mais resistir. Ela o tinha nas mãos. E que mãos... elas tinham o poder de excitá-lo por onde passavam.
- Sara... – ele respirou contra ela.
- Hum?
- Não faça muito barulho – ele implorou e ela sorriu levemente com a preocupação dele, isso á excitou ainda mais.
Ela se levantou ficando de pé em cima da cama. Arrancou seu vestido rapidamente o jogando longe. Ela podia vê-lo comendo-a com os olhos e ela fez sinal pra que ele se levantasse e ele o fez.
Ela o agarrou, pele com pele e ele fez menção em tocá-la, mas ela segurou suas mãos fazendo com que ele esperasse. Ela desceu suas mãos abaixando a calça dele com cueca e tudo. Sem a peça pra atrapalhar ele a deitou de volta atacando seus seios. Envolveu um com a boca sugando-o por um bom tempo.
- Gil... – ela gemeu alto se contorcendo e ele a olhou quase que a reprendendo-a. Ela sorriu de lado achando graça e balançou a cabeça incentivando-o a continuar.
Ele voltou às carícias deslizando sua boca pela pele macia dela. Encontrou um pedaço de renda pelo caminho e não hesitou arrancando-a com a boca. Ela segurou seus cachos sentindo o impulso e ele se posicionou em cima dela pronto para fazê-lo.
- Eu não agüento mais – ela arfou. Ela abriu as pernas privilegiando-o com a visão e ele deslizou dentro dela. Ela cravou a unha em suas costas e ele começou a se movimentar, tomado pelo prazer. Ela fechou os olhos, em delírio agarrando suas costas com mais força, isso o fez aumentar a velocidade. Ele queria saciá-la tanto quanto a si mesmo.
- Gil... – ela gritou e ele sabia que estava perdido, não podia culpá-la, nem ele estava conseguindo se controlar. Ele a viu abrir a boca e então ele a envolveu com a dele abafando os gemidos.
Não demorou muito para ele explodir dentro dela um pouco depois dela chegar ao clímax. Estavam exaustos, suados, mas completamente satisfeitos.
- Você prometeu não fazer barulho – ele sussurrou sério pra ela.
- Desculpe – ela deu de ombros, sorrindo maliciosamente. Ele fez cara de bravo e ela devolveu com um biquinho.
Deus! Ela o deixava louco, não podia fazer outra coisa a não ser beijá-la novamente.
Notas finais
E o que melhor do que um pouco de bebida para encorája-la??
O casamento tá chegando, estão preparados???
COMENTEMMMMMMMMMMMMMMMMMM
Fale com o autor