Notas iniciais
Oi, oi, gente! Como vocês estão? Antes de tudo, eu gostaria de explicar que esse capítulo já estava pronto, a um bom tempo, mas eu enviei ele para a minha beta, para que eu postasse ele já revisado por ela, mas até hoje não obtive a resposta dela com o capitulo betado, então resolvi postar assim mesmo, então, se vocês encontrarem algum erro, me avisem, ok? Boa leitura.

Sem esperar por qualquer resposta, Ana a abraçou, Leila estava um pouco atordoada, mas quando se recuperou do choque, correspondeu o abraço.

— Ana, o que aconteceu com você? — Leila perguntou, depois que se soltou do abraço apertado.

— Eu não posso explicar. Eu... Eu não tenho muito tempo!

— Não tem muito tempo pra que, Ana? Por favor, me explique! — pediu Leila.

— Você não está entendendo. Eu... Eu preciso sair daqui. — ela disse, e, começou a andar.

Leila seguiu Ana e a segurou pelo braço. — Espera, eu te levo em algum lugar — Leila pensou um pouco. — Vamos para aquele restaurante que íamos quando crianças. Que tal?

Anastasia estava feliz por ver Leila, fazia anos que não à via, talvez ela pudesse a ajuda-la. Ana olhou o relógio, precisava sair daquela cidade agora, já estava perto dele chegar do trabalho, e quando ele percebesse que ela fugiu, iria procurar ela por toda a cidade e ele não podia acha-la.

— Não acho que seja uma boa ideia. — disse ela.

— Por que, Ana? O que está acontecendo?

— Eu... Eu não posso explicar agora. Mas se você me levar para algum lugar, eu te explico.

Leila estreitou os olhos, mas concordou. — Tudo bem, vem comigo, levarei você para algum restaurante, assim a gente conversa em paz. Na casa onde estou, Sophie não vai nos deixar em paz.

Leila não entendia o porquê de sua amiga querer ficar longe o possível dali, será que ela havia brigado com seu padrasto novamente? Leila já sabia que ele não era boa coisa, nunca foi com a cara de Bob, principalmente depois que Carla morreu. Mas ela queria descobrir o motivo do desespero de Ana.

— Quem é Sophie?

— É uma longa história, e pelo visto você não esta tendo muito tempo para histórias nesse momento, né? — Ana concordou. — Vamos!

(...)

EUA, Seattle – 02 de julho de 2013.

Gail acabara de dá o banho de Sophie, depois, ajudou a se vestir. Colocando um vestido branquinho e deixando os cabelos de Sophie soltos.

No andar de baixo, Christian tomava um copo de vinho quanto esperava sua família para o almoço de despedida.

Já fazia três meses que descobriu a morte de sua esposa.

A última vez que a vira com vida, eles tinham acabado de brigar. Na verdade, naquela viagem, eles já haviam brigado duas vezes.

O motivo, da primeira briga, era o mesmo que fez Christian querer viajar, ele queria paz, mas paz foi à última coisa que ele conseguiu ter. Ela tinha entrado no quarto chorando, depois que saiu, prometeu que não voltaria mais. Demorou algumas horas para que ela voltasse. Ela pediu desculpas pela as acusações, e claro, ele aceitou.

Na segunda, e última, discussão, foi à vez de ele apontar o dedo.

Já fazia três dias que ela saia no meio da tarde, ou, à noite e demorava a chegar. Ela sempre saia com uma bolsa e quando voltava, a bolsa estava vazia. Faltava apenas dois dias para que eles voltassem para Seattle e Christian queria passar esses últimos dias com sua esposa e filha, mas nunca era possível, já que ela sumia e quando ela o chamava para fazer algo, ele já não queria mais. Na sexta, quando Leila chegou a casa, disse que queria ter uma conversa com Christian, mas ele já estava farto dos sumiços dela e a acusou de está traindo ele, disse coisas para ela que se arrependeu depois. Ele estava disposto a fazer as pazes. Sophie havia dito que viu sua mãe entrando no quarto chorando, antes de sair prometendo que não voltaria. Essa não seria primeira vez que ela chorava depois de uma discussão, e ele não aguentava vê-la assim, pois era por conta dele que ela estava chorando. Então, Sophie o ajudou a escolher flores para Leila, a preparar a mesa, com velas e as flores no meio da mesa, enquanto a Senhora Beatley preparava o jantar. Depois que Christian pôs Sophie para dormir, esperou pela chegada de Leila, mas ela nunca mais voltou.

No dia seguinte, Christian já estava bastante preocupado, ele já tinha ligado para Leila centenas de vezes. Sophie também já havia perguntando por sua mãe milhares de vezes, ele já não sabia mais o que responder! Em certo momento, ele teve uma ideia. Ligou para seu detetive particular, e, pediu para que ele rastreasse o celular de sua esposa. E assim foi feito. Se ela realmente tivesse o traindo, ele saberia. No entanto, quando ele ouviu que Leila estava em uma delegacia, sua preocupação aumentou, mas estava um pouco aliviado.

Ele deixou Sophie com a Senhora Beatley, e correu para a delegacia. Torcendo que ela não tivesse feito nada de grave. Mas no fundo, ele sabia que nada estava bom. Após chegar lá, ele pediu para falar com o delegado, mas não foi permitido. Depois de muita insistência, ele foi encaminhado para o delegado.

Ele explicou toda a situação, desde o desaparecimento na noite anterior até o rastreamento do celular. O delegado Adam, chamou um dos seus melhores investigadores, Jack. Quando Christian o viu, ele não teve uma boa impressão, ele parecia um cara perturbado, ou pelo menos, estava passando por um momento difícil. Em uma de suas mãos, ele carregava uma garrafa d’água, que em nenhum momento, ele soltou, em sua outra mão, ele carregava um saco, que continha um celular, e vários papeis. E parecia ser o celular de Leila. Jack o cumprimentou. Era visível as olheiras do detetive, os olhos dele também estavam vermelhos, como se tivesse chorado o dia inteiro.

A situação da moça encontrada, foi esclarecida pelo investigador, houve uma testemunha. Quando os outros policias chegaram ao local onde foram informado que havia um corpo, eles levaram o homem para a delegacia. Mas ele estava fora de suspeita. Christian perguntou o que o homem havia dito. E ele se lembra claramente o que ele disse.

— Nós não sabemos muito sobre o caso, Sr. Grey. A única informação que temos é de que sua esposa foi encontrada nas margens do lago próximo a um chalé, que descobrimos que fora alugado pela Sra. Grey. A pessoa que cometeu o assassinato sabia muito bem o que estava fazendo, não achamos nenhuma pista — o investigador dissera, fazendo Christian empalidecer.

Depois de ouvir tudo isso, suas esperanças tinham acabado. Sim, ele ainda tinha esperança que tudo isso fosse um engano. Que sua esposa estaria em outro lugar e com vida.

O que seria dele sem ela? Sua vida não faria sentido! E Sophie? Como ele contaria para ela? Não seria nada fácil conta-la algo como isso.

Christian ficou desesperado, deixou-se desabar e lágrimas, não poderia acreditar que sua mulher havia morrido.

Depois disso, eles não conseguiram nenhuma informação, nem mesmo da equipe que Christian contratou. Só o que obteve, foi que quem cometeu o crime, foi alguém bastante esperto, pois não foi encontrado nada que pudesse encontrar o assassino.

(...)

— Meu filho, como você está? — Grace perguntou, ao ver Christian com um olhar perdido.

— Estou bem na medida do possível, e vocês, como estão? — ele perguntou, abraçando sua mãe.

— Nós estamos bem, meu filho. — Carrick respondeu, abraçando Christian.

— Então, cadê Elliot e Mia?

— Oh, eles disseram que já estão chegando. Elliot disse que tem uma noticia para dar também — Grace disse. — Cadê Sophie?

— Ela esta no quarto dela, eu irei chama-la. — ele respondeu, seus pais concordaram.

(...)

A família já estava reunida, Mia já havia chegado com seu filho, Stevan. Ethan, seu marido, não pode vir por conta do trabalho. Elliot também estava acompanhado, mas estranhamente com uma mulher que Christian nunca havia visto, Elliot a apresentou como Nicole. Christian se perguntou o que havia acontecido com Kate, que antes dele viajar para Aspen, era a namorada dele e eles pareciam muito apaixonados, mas resolveu perguntar mais tarde.

— Então, Christian, por que nos reuniu? — Mia perguntou.

Christian olhou para Sophie, que sorria para ele.

— Me deixa contar, papai! — Sophie pediu, Christian concordou. — Nós vamos nos mudar!

— Christian, você nos chamou para dizer que você vai comprar um apartamento novo ou uma casa nova? — Elliot indagou, indignado.

— Nós só não vamos comprar uma casa nova, nós realmente vamos nos mudar, de Seattle! — explicou Christian.

— Pra onde vocês vão? — Grace perguntou.

— Vamos para Hagersburg. — respondeu Christian, bebendo um pouco de seu vinho.

— Carolina do Norte? —perguntou Carrick, e Christian assentiu.

— Esse lugar fica longe, tio Christian? — Stevan perguntou, com a boca cheia.

— Não fale de boca cheia, Stevan! — Mia o repreendeu.

— Desculpe-me, mamãe. — ele respondeu, porém, com a mão na boca, fazendo com que todos rissem, menos Mia, que tentava manter séria.

— Respondendo sua pergunta, fica longe sim. — Christian respondeu.

— O quê? — Steven se exaltou, arregalando os olhos, ficando de joelhos na cadeira e pondo suas mãos na mesa. — Então eu não poderei mais ver a Sophie? Nem brincar com ela? — ele perguntou, indignado. Ele apenas recebeu um olhar de repreensão da mãe, e voltou a se sentar.

— Você pode nos visitar quando quiser, nós também vamos visitar, né papai? — disse Sophie, e Christian respondeu um “Claro”, deixando o menino mais calmo.

— Meu filho, por que você vai para tão longe? Não poderia ser para algum lugar mais perto? — Grace indagou.

— E você acha que conseguirá se adaptar em uma cidade pequena? — completou Carrick.

— Na verdade, eu já estava querendo me mudar a um tempo, vocês sabem que eu sempre gostei daquela cidadezinha, mas Leila sempre gostou daqui, ou de qualquer cidade que tenha muito movimento. E agora, eu e Sophie precisamos de um pouco de paz, e mal podemos sair sem que alguns paparazzi importunos nos perguntem sobre Leila. E eu tenho certeza que nos adaptaremos lá.

— Você tem razão sobre os paparazzi, mas e sua empresa? Não pode deixa-la assim.

— Por enquanto, deixarei nas mãos de Ros, sei que ela fará um ótimo trabalho na minha ausência. Mas sempre que puder, eu voltarei aqui, também trabalharei em casa. — esclareceu Christian.

Seus pais e irmãos tentaram o convencer. Mas ele já tinha resolvido tudo e estava decidido a se mudar. Tanto Sophie e Christian estavam entusiasmados com a nova vida.

Notas finais
Então, gente o que acharam? Conte para nós! Haha. Beijos até o próximo. PS: não sabemos quando poderemos atualizar, mas nossa pretensão não é demorar!